terça-feira, 2 de junho de 2009

Células-tronco embrionárias geram tumores em criança


A tentativa de usar células-tronco sacrificando embriões produziu sinistro efeito numa criança, informou a revista médica PLoS Medicine. A identidade da criança, obviamente não foi divulgada. Os perigos são notórios para os cientistas, mas a propaganda faz acreditar que esse monstruoso procedimento é uma panacéia.

Os pais do menino caíram na sedução da propaganda. Eles aprovaram que um hospital de Moscou injetasse células-tronco embrionárias no cérebro e no fluido da espinha dorsal da criança que sofria de uma rara doença: a ataxia telangiectasia, ou A-T. Degeneration.

As células-tronco embrionárias provinham de diferentes embriões sacrificados. Quatro anos depois médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, constataram na criança múltiplos tumores e retiraram dois [foto]. Estavam nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções de células-tronco. O DNA dos tumores pertencia a pelos menos duas pessoas diferentes, inclusive de uma mulher, sugerindo que provinham das células-tronco embrionárias inoculadas.

O uso destas células é intrinsecamente imoral, pois importa em sacrificar vidas humanas. Além do mais, o método acarreta muitos riscos, é tecnicamente superado e ficou dispensável. Hoje pode se obter células-tronco a partir de células adultas, com a vantagem extra de não apresentarem os riscos grotescos do uso de células-tronco embrionárias.

A revista Public Library of Science Medicine descreveu o assustador resultado como alerta para médicos e pacientes. Porém, logo depois, o presidente Obama liberou verbas federais para essa perigosa e amoral tecnologia, sendo muito aplaudido pela imprensa esquerdista e sensacionalista.

Um obscuro desígnio ‒ medularmente ateu, aliás ‒, subjaz na tentativa de canibalizar embriões como se fossem máquinas em desuso.

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terça-feira, 19 de maio de 2009

Jovens católicos frustram provocação de homossexuais e comunistas na catedral de Paris

Militantes verdes e comunistas tentaram impedir saida de fieis da catedral de Paris
Militantes ecologistas, anarquista e comunistas perturbaram a saída dos fiéis após a missa de domingo na catedral Notre-Dame de Paris.

Eles faziam uma provocativa distribuição de preservativos.

Os agitadores, junto com grupos de homossexuais, participaram de um fim de semana nomeado Sidaction, financiado pela prefeitura socialista da capital francesa.

Militantes do grupo Act Up deitaram-se no chão da saída da catedral portando grandes fotos de S.S. Bento XVI e o grosseiro dizer, que também entoavam ritmicamente: “o preservativo é a vida, mas o papa o proíbe”.

Por volta de 50 jovens católicos responderam bradando “comunistas assassinos!”, arrancaram as ofensivas fotos e calcaram aos pés os imorais preservativos.

Jovens católicos não querem provocação homossexual, verde e comunista, Notre DameA polícia interveio para proteger os provocadores.

O grupo de jovens católicos foi crescendo e se animando. Alguns deles cantavam a “Ave Maria”.

Os fiéis que saiam da catedral uniram-se aos jovens.

No fim, voaram ovos e baldes d’água por cima dos agitadores. “Chega de subvenção, para Act Up: dissolução!”

Todos os anos, homossexuais, ecologistas e comunistas montam uma provocação contra a catedral da Cidade Luz, sob pretexto de luta contra a AIDS.

Desta vez, a agressão frustrou-se diante da determinação dos jovens católicos.

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terça-feira, 5 de maio de 2009

Ciência, África e Ásia confirmam que preservativo favorece expansão da AIDS

Edward C. GreenEdward C. Green, diretor do AIDS Prevention Research Project do Harvard Center for Population and Development Studies, declarou que a evidencia confirma que Bento XVI esteve correto dizendo que a distribuição de preservativos piora o problema da AIDS.

“O Papa está correto”, disse Green para a National Review Online, “ou para sermos mais claros, as melhores provas sustentam o comentário do Papa”, ratificou. Entrevista completa

Por sua parte, segundo a agência “Zenit”, os bispos camaroneses qualificaram de “desinformação” o modo de agir de “certos meios de imprensa ocidentais” negando que haja “mal-estar” na opinião pública do país pelas declarações do Pontífice. Aliás, era suficiente ver as imagens da viagem para perceber imediatamente a alegria popular que acompanhou a visita.

A gritaria dessa imprensa e de ONGs atingiu a blasfêmia com caricatura abaixo da crítica publicada pelo diário “Le Monde” de Paris porta-voz das esquerdas católica e socialista.

O cardeal arcebispo de Dakar, D. Théodore-Adrien Sarr, insistiu em que a Igreja contribui à prevenção da AIDS com a promoção “da abstinência e da fidelidade”.

D. Simon Ntamwana, arcebispo de Gitega (Burundi) defendeu que “não é o preservativo que vai diminuir o número de infecções da AIDS, mas certamente uma disciplina que cada um deve se impor”.

O arcebispo de Kinshasa (Congo) D. Laurent Monsengwo explicou que o uso desse instrumento imoral “agrava o problema, pois dá uma segurança falsa e enganosa”.

Os bispos da Índia, segundo LifeSiteNews, também confirmaram que a experiência mostra que esse recurso anti-natural aumenta o risco de contrair a doença.

Eles qualificaram o escândalo da mídia ocidental de “insensato” e “irresponsável”.

Um dos aspectos mais singulares do caso é que essa mídia, políticos, grupos homossexuais, laicistas, marcados pelo anti-catolicismo ou pela blasfêmia, dizem agir assim pelo bem dos povos pobres da África e da Ásia.

Bento XVI calorosamente recebido na AfricaEles até pretextam lutar contra essa doença. Entretanto, dos ambientes científicos e desses continentes atingidos pela pandemia vieram os mais taxativos desmentidos.

Como reagiram essa mídia e esses grupos?

Abafaram, silenciaram, não deram voz.

O seu interesse pelos pobres, mais desprovidos, pela saúde, etc. é um pretexto.

Objetivamente o que fazem é denegrir a Igreja Católica e seus preceitos morais que defendem a pureza e a santidade do matrimônio. Neles consiste a verdadeira e única tábua de salvação face à devastação da AIDS.

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terça-feira, 21 de abril de 2009

Familiares de grande empresário do aborto morrem junto ao 'Tumulo dos não nascidos'

Avião que levava família do maior empresário do aborto cai e pega fogo
Grande parte da família de Irving 'Bud' Feldkamp III, dono da maior rede privada de aborto dos EUA morreu num acidente aéreo em Butte, Montana, informou o jornal local “Redland Daily Facts”.

No acidente pereceram 7 netos do empresário da morte, duas filhas e os dois genros, mais os pilotos. O avião, um turbo-hélice Pilatus PC-12, não apresentava problemas. O piloto era muito experiente e nada comunicou a torre de controle enquanto tentava um pouso de rotina.

Segundo testemunhas, o aparelho subitamente apontou ao chão e explodiu em chamas na área do cemitério católico da Santa Cruz, contiguo à pista do aeroporto de Butte.

O fato simbólico é que nesse cemitério se encontra o 'Tumulo dos Não Nascidos', erigido em lembrança dos bebês mortos pelo aborto. Residentes da região acostumam se reunir diante dele para rezarem o terço pelas almas desses inocentes massacrados.

A empresa de Irving Feldkamp ‒ a Family Planning Associates ‒ gerencia 17 clinicas da morte, que realizam mais abortos na Califórnia do que qualquer outro sinistro provedor desse crime legalizado. Mais inclusive que a malfadada Planned Parenthood.

Restos do avião que levava família do maior empresário do abortoA jornalista pro-vida Gingi Edmonds, de Hanford, Califórnia, escreveu ter alertado o empresário para que, por amor aos seus filhos, parasse de derramar sangue inocente. Mas Feldkamp parecia só se interessar pelo dinheiro.

Ele visitou o local do desastre com sua esposa e os dois filhos que restaram. Ele se deteve junto aos restos retorcidos e carbonizados da aeronave, falando com os investigadores diante das sacolas de polietileno que recobriam os restos mortais dos falecidos.

A imprensa local deu bom espaço ao desastre, mas omitiu informar sobre o simbolismo de ocorrer junto ao Memorial das vítimas do aborto, muitas delas do próprio empresário enlutado.

Este aspecto dá à ocorrência um caráter de advertência divina, disse Gingi. Se é assim com um empresário ganancioso o que será do mundo que adota a “cultura da morte”, caso não mude seus costumes?

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sexta-feira, 17 de abril de 2009

D. José Cardoso Sobrinho premiado pela firme defesa da vida e do ordenamento canônico da Igreja

Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e RecifeNum auditório superlotado por cerca de 1.200 pessoas, o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, recebeu em Recife o Prêmio Cardeal Von Galen, concedido pela instituição internacional Human Life International (HLI).

A HLI agiu em nome das associações católicas pró-vida de mais de 80 países do mundo.

“Foi uma surpresa muito grande para mim”, comentou o prelado. D. José ressaltou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica.

Ele acrescentou “apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico.” O egrégio prelado recebeu inúmeras manifestações de simpatia e apoio.

E até a solidariedade de pessoas de países longínquos como Austrália e Suécia, segundo informou o site da Abril.

O arcebispo esclareceu que se tivesse guardado silêncio diante do crime, teria sido cúmplice, “quase conivente”. “Cumpri meu dever”, resumiu.

É todo um exemplo para outros bispos que possam vir a estar na mesma difícil situação.

Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e RecifeE matéria de reflexão ‒ e por quê não?, de respeitoso mea culpa ‒ da presidência da CNBB e alguns outros prelados do exterior e do Vaticano que desmoralizaram a causa da vida, com declarações imprudentes ou sorrateiramente anti-vida, e injustamente desmerecedoras da modelar conduta do arcebispo pernambucano.

Entre os representantes especialmente enviados para o evento estava Raymond de Souza, diretor de programações para os países de língua portuguesa da HLI.

Ele explicou o significado do Prêmio:

“O Prêmio leva o nome do Bem-Aventurado Clemens August von Galen (1878-1946), o qual foi bispo de Münster (Alemanha) durante a era nazista. (foto)

“Levantou sua voz em defesa dos pobres e dos doentes, protestando contra a eutanásia, a perseguição dos judeus e a expulsão dos religiosos. Por causa de sua coragem, ficou conhecido como o “Leão de Münster”.

“O lema que escolheu quando foi eleito bispo foi “Nem elogios nem ameaças” [me distanciarão de Deus]. E verdadeiramente viveu conforme o seu lema.

“Dom José Cardoso Sobrinho se destacou pelo empenho com que lutou pelos dois gêmeos nascituros daquela pobre menina grávida de apenas 9 anos de idade, em face de tanto negativismo, tanto dentro como fora da Igreja.”

Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e RecifeNa cerimônia participaram monsenhor Ignacio Barreiro, JD, STD, chefe do bureau da Human Life International em Roma, representado ao Rev. Padre Thomas Euteneuer, Presidente do Human Life International, e o próprio Raymond de Souza.

Diante do auditório lotadíssimo, "dom José Cardoso reafirmou o fato de que todos os católicos que concorrem para a realização de um aborto provocado se põem automaticamente (latae sententiae) fora da comunhão eclesial e deixam de receber os benefícios advindos dos Céus pelos méritos intercessórios da Igreja", escreveu o blog "Por quê não dizem a verdade?".

Muita oportuna a escolha do Prêmio. A ofensiva contra a vida reedita a promoção nazista do eugenismo.

E a conduta de certos órgãos da grande imprensa, políticos e teólogos "da Libertação", a agressividade laicista e deformação dos fatos por eles ostentada, relembra os sórdidos tempos de Goebbels, Hitler e colaboradores.

Tempos esses de silenciamento e difamação hitlerista contra os corajosos resistentes católicos, como o glorioso Cardeal Von Galen, hoje glorificado nos altares.

Veja um clip de vídeo da sessão:



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Para saber mais: CATOLICISMO "Em Recife, tentativa de quebrar a barreira psicológica contra o aborto", uma análise jurídica e canônica do Dr. Frederico R. de Abranches Viotti.


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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Menina de 11 anos dá a luz em Rio Grande do Sul. Bispo reafirmou a excomunhão dos médicos abortistas

Dom Antonio Carlos Keller
Em Tenente Portela, diocese de Frederico Westphalen (RS) nasceu um bebê de garota de 11 anos estuprada. O parto não teve complicações. A mãe e a criança passam bem.

O bispo diocesano, D. Antonio Carlos Keller, defendeu em nota pastoral lida nas missas a excomunhão dos médicos que realizaram o aborto na menina em Pernambuco.

D. José Cardoso Sobrinho, arcebispo de RecifeA excomunhão automática prevista pelo Código Canônico foi advertida para aqueles médicos e confirmada por D. José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Recife.

O prelado cumpriu estritamente seu dever enfrentando com dignidade e firmeza uma onda de difamações, inclusive vindas de altos meios eclesiásticos.

Por sua parte, D. Keller também sublinhou que “em relação aos que violentaram estas crianças, é importante dizer que cometeram um pecado gravíssimo. Estão também eles afastados da comunhão eclesial, efeito do pecado grave”.

A atitude determinada do prelado foi decisiva para salvar a vida do bebê.

Os verdadeiros defensores da vida estão do lado da excomunhão dos assassinos. Pelas mesmas razões a imensa maioria dos brasileiros aprova a prisão (espécie de excomunhão da vida social) dos criminosos violentos pela polícia e pela Justiça.

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terça-feira, 7 de abril de 2009

Pílula anticonceptiva provocou “catástrofe demográfica”, deplora um dos inventores


O químico austríaco Carl Djerassi [foto], 85, co-inventor da pílula anticonceptiva agora deplora sua invenção. Para ele, foi causa de uma “catástrofe demográfica”, segundo o diário “Der Standard” da Áustria.

Para Djerassi, a limitação da natalidade gerou um “cenário de horror”. Na maior parte da Europa deixou de haver “conexão entre a sexualidade e a reprodução”, disse ele.

“Na católica Áustria, país em que a média de crianças por família é 1,4, essa dissociação agora é completa”. Ele criticou as famílias que limitam os filhos por “quererem gozar comendo schnitzels (milanesa à moda de Viena) enquanto deixam o resto do mundo ir água abaixo”.

Os jovens austríacos que deixaram de gerar filhos, acrescentou, estão cometendo um suicídio nacional.

Por sua vez, em artigo publicado pelo jornal vaticano L’Osservatore Romano, o presidente da Federação Mundial de Associações Médicas Católicas, Jose Maria Simon, escreveu que a pílula anticoncepcional “tem em muitos casos um efeito genuinamente abortivo”.

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terça-feira, 24 de março de 2009

Arcebispo acha que Conferencia Episcopal dos EUA favoreceu eleição de Obama

Dom Raymond Leo Burke, prefeito Signatura Apostolica
O arcebispo Raymond Burke, prefeito da Signatura Apostolica, em entrevista, responsabilizou a Conferência Episcopal dos EUA pelo “voto massivo católico” em favor do “presidente mais abortista” da história, Barack Obama.

Para o arcebispo o documento episcopal, que devia orientar os católicos na eleição, pelas ambigüidades e omissões, na prática “semeou a confusão” entre os fiéis e permitiu que Obama fosse eleito com grande percentual de votos católicos.

O documento da Conferência Episcopal Americana – equivalente à CNBB brasileira – apresentou um labirinto de distinções e comparações que confundiu os católicos.

Para Mons. Burke, o documento foi um exemplo de “uma espécie de pensamento falso, que diz que ‘há mal em eliminar uma vida humana inocente e sem defesa, mas que há outros males que merecem igual consideração’”, como problemas ligados à economia, guerra, raça ou imigração.

Arcebispo Raymond Leo BurkeMas, esses males não podem ser postos em pé de igualdade, explicou o presidente do tribunal supremo de justiça da Igreja.

“A situação econômica, a guerra no Iraque, ou qualquer outra coisa que seja, são coisas que não estão no mesmo nível com algo que é sempre e em toda parte um mal, isto é, o assassinato de vidas humanas inocentes e indefesas”.

Mons. Burke elogiou, entrementes, o “grande número de bispos que falaram clara e firmemente” pela vida e a sua importância na hora de escolher.

Porém, deplorou que “houve um bom número de bispos que não fez isso”.

O arcebispo Burke criticou também a agência de notícias do Episcopado Americano. Na opinião de muitos, a agência promoveu subrepticiamente um candidato abertamente oposto à moral tradicional.

“Os bispos devem revisar nosso Catholic News Service, eles precisam revisar a cobertura que dá a todas as coisas e lhe imprimir uma nova orientação”, acrescentou.

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sexta-feira, 20 de março de 2009

Nota da Arquidiocese de Olinda e Recife lava a honra do catolicismo brasileiro


Causou estarrecimento no Brasil e no mundo um artigo censurando ao arcebispo de Recife pela simples constatação da excomunhão em que incorreram médicos e parentes que provocaram o aborto numa menina de Alagoinha (PE).

O deplorado artigo foi publicado na primeira página do prestigioso diário vaticano “L’Osservatore Romano”. E, para maior escândalo, leva a assinatura de uma personalidade eclesiástica das mais respeitadas, inclusive entre os defensores da vida.

Em atenção à alta dignidade de sua condição e à honra de nossa mãe a Santa Igreja atingida no caso preferimos não mencioná-lo. O texto do artigo completo pode ser baixado aqui.

Gostaríamos pensar que o distinto prelado foi objeto de alguma armação demagógica de certos padres de esquerda que andam falando mal do Brasil, e há tempos, no exterior.

O fato é que dito artigo deu a volta o mundo e suscitou indignação, pela injustiça em relação à Mitra arquidiocesana de Recife, pelo exagero irênico que parece de molde a apoiar a onda anticatólica que tenta desclassificar a moral católica e as sábias normas do Direito Canônico. E por isso mesmo se volta contra quem as aplica com fidelidade.

Enquanto aguardávamos uma correção do destacado eclesiástico e do jornal que publicou a infeliz matéria, tomamos conhecimento de oportuna, respeitosa e clarividente defesa de D. José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Recife e dos sacerdotes que o acompanharam nessa ocorrência com tanto esforço e zelo pela vida, os bons costumes e as normas sábias da Igreja.

Eis, a seguir, excertos desse esclarecedor documento. A íntegra pode ser lida no blog do Pe Edson Rodrigues que é, aliás, um dos que assina o oportuno texto.



Declaração da Arquidiocese de Olinda e Recife

A respeito do artigo intitulado “Dalla parte della bambina brasiliana” e publicado no L´OSSERVATORE ROMANO no dia 15 de março, nós, abaixo assinados, declaramos:

1. O fato não aconteceu em Recife, como diz o artigo, mas sim na cidade de Alagoinha (Diocese de Pesqueira).

2. Todos nós – começando pelo pároco de Alagoinha (abaixo assinado) -tratamos a menina grávida e sua família com toda caridade e doçura. Portanto, fica evidente e inequívoco que ninguém pensou em primeiro lugar em “excomunhão”. Usamos todos os meios ao nosso alcance para evitar o aborto e assim salvar as TRÊS vidas.

Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Recife3. A Igreja em momento algum se fez omissa no hospital. De tal sorte que o caso foi tratado com toda atenção devida da parte da Igreja e não “sbrigativamente” (nota: ligeiramente, precipitadamente) como diz o artigo.

4. Não concordamos com a afirmação de que “a decisão é árdua… para a própria lei moral”. Nossa Santa Igreja continua a proclamar que a lei moral é claríssima: nunca é lícito eliminar a vida de um inocente para salvar outra vida. Os fatos objetivos são estes: há médicos que explicitamente declaram que praticam e continuarão a praticar o aborto, enquanto outros declaram com a mesma firmeza que jamais praticarão o aborto.

5. É falsa a afirmação de que o fato foi divulgado nos jornais somente porque o Arcebispo de Olinda e Recife se apressou em declarar a excomunhão. Basta ver que o caso veio a público em Alagoinha na quarta-feira, dia 25 de fevereiro, o Arcebispo se pronunciou na imprensa no dia 03 de março e o aborto se deu no dia 4 de março. Seria demasiado imaginar que a imprensa brasileira, diante de um fato de tamanha gravidade, tenha silenciado nesse intervalo de seis dias. Assim sendo, a notícia da menina (“Carmen”) grávida já estava divulgada nos jornais antes da consumação do aborto. Somente então, interrogado pelos jornalistas, no dia 3 de março (terça-feira), o Arcebispo mencionou o cânon 1398. Estamos convictos de que a divulgação desta penalidade medicinal (a excomunhão) fará bem a muitos católicos, levando-os a evitar este pecado gravíssimo. O silêncio da Igreja seria muito prejudicial, sobretudo ao constatar-se que no mundo inteiro estão acontecendo cinqüenta milhões de abortos cada ano e só no Brasil um milhão de vidas inocentes são ceifadas. O silêncio pode ser interpretado como conivência ou cumplicidade. Se algum médico tem “consciência perplexa” antes de praticar um aborto (o que nos parece extremamente improvável) ele – se é católico e deseja observar a lei de Deus - deve consultar um diretor espiritual.

6. O artigo é, em outras palavras, uma direta afronta à defesa pela vida das três crianças feita veementemente por Dom José Cardoso Sobrinho e demonstra quanto o autor não tem bases e informações necessárias para falar sobre o assunto, por total desconhecimento dos detalhes do fato. O texto pode ser interpretado como uma apologia ao aborto, contrariando o Magistério da Igreja. Os médicos abortistas não estiveram na encruzilhada moral sustentada pelo texto, ao contrário, eles praticaram o aborto com total consciência e em coerência com o que acreditam e o que ensinam. O hospital que realizou o aborto na menininha é um dos que sempre realizam este procedimento em nosso Estado, sob o manto da “legalidade”. Os médicos que atuaram como carrascos dos gêmeos declararam e continuam declarando na mídia nacional que fizeram o que já estavam acostumados a fazer “com muito orgulho”. Um deles, inclusive, declarou que: “Já fui, então, excomungado várias vezes”.

7. O autor arvorou-se do direito de falar sobre o que não conhecia, e o que é pior, sequer deu-se ao trabalho de conversar anteriormente com o seu irmão no episcopado e, por esta atitude imprudente, está causando verdadeiro tumulto junto aos fiéis católicos do Brasil que estão acreditando ter Dom José Cardoso Sobrinho sido precipitado em seus pronunciamentos. Ao invés de consultar o seu irmão no episcopado, preferiu acreditar na nossa imprensa declaradamente anticlerical.

Recife-PE, 16 de março de 2009

Pe Edson Rodrigues, Pároco de Alagoinha-PE - Diocese de Pesqueira

Mons. Edvaldo Bezerra da Silva, Vigário Geral - Arquidiocese de Olinda e Recife

Pe Moisés Ferreira de Lima - Reitor do Seminário Arquidiocesano; Dr. Márcio Miranda - Advogado da Arquidiocese de Olinda e Recife

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quinta-feira, 12 de março de 2009

Pretexto para apedrejar a Igreja Católica e promover o aborto

Le Figaro, Paris, 9 de março de 2009
Por vezes uma imagem é mais didática que um longo arrazoado. Usemos uma, entre outras possíveis.

Suponhamos ‒ queira Deus que nunca aconteça ‒ que um cidadão brasileiro se apresente ante um juiz e renuncie formalmente à sua nacionalidade. Para isto alega um crime hediondo acontecido.

O juiz, então, lhe faz ver as conseqüências legais do ato. Porém o cidadão deste exemplo reafirma seu repúdio do Brasil de modo inequívoco.

O juiz não tem outra alternativa senão constatar que o cidadão não é mais brasileiro.

Quem praticou o ato mais deplorável? O cidadão que renegou o Brasil ou o juiz que agiu segundo a lei?

Obviamente o ex-brasileiro é o mais digno de reprovação. O juiz cumpriu seu dever e merece todo o respeito.

Presidente Lula, ministro de Saúde Temporão, 1ª Conferência Nacional de GLBT, Fabio Rodrigues Pozzebom-ABr.Agora imaginemos os titulares da Internet, TV e jornais, no dia seguinte: “Juiz tira cidadania de brasileiro”. Embaixo as reportagens fazem finca-pé na falta de bondade e misericórdia do magistrado.

As entrevistas interrogam pessoas que já manifestaram oposição aberta às sentenças ou acórdãos do tribunal.

Elas todas, como se fossem membros de um mesmo coro, solidarizam-se com o “coitado” do ex-brasileiro desapiedadamente banido do número dos cidadãos por um juiz sem coração.

Imaginemos ainda que o chefe do coro puxe contra o juiz o qualificativo que ele reputa o pior de seu nutrido e singular repertório: conservador!

E, com grande repercussão midiática, acuse a Justiça de ser pior do que o ex-brasileiro além de estar “atrasada” (outro dos rótulos que ele acha mais depreciativos).

A barulheira da mídia local é ecoada pela mídia nacional. Os fatos objetivos que foram o ponto de partida da história ficam abafados pelo alvoroço.

Jornalistas correm atrás de teólogos da libertação. Eles que pregaram um Brasil desbrasileirado submisso a Havana e Moscou são ouvidos como autoridades imparciais. E descem a lenha no juiz deplorando a cruel sorte do ex-brasileiro que nesta fase do tumulto virou um “injustiçado”.

Libération, Paris, 11 de março de 2009A mídia internacional reproduz as últimas versões do caso. Desde Paris, jornais como “Libération” ou “Le Monde” tripudiam contra a decisão.

Apresentam-na como o cúmulo dos abusos perpetrados por um Judiciário que raciocina como no tempo da escravidão e não faz a reforma agrária (como se isto tivesse algo a ver com o caso).

Na Itália, certa imprensa multiplica o exagero por mil: Judiciário que vive na Idade Média, Inquisição queima-hereges; Torquemada sem entranhas nem escrúpulos.

Na Suíça, um famoso teólogo heterodoxo pede a renúncia do Supremo Tribunal Federal e a convocação de uma Assembléia universal número 3 para mudar todas as leis.

Bem fiquemos por aqui neste exemplo que parece história de doidos.

História de loucos?

Não. É o que está acontecendo. Basta trocar os personagens fictícios pelos verdadeiros.

É fácil.

Bom Jesus de Tremembé, SPUma equipe médica assassina dois gêmeos por nascer de uma juveníssima mãe violada. O arcebispo de Recife (o juiz do exemplo) constata que o Código de Direito Canônico (equivalente ao Código Civil e Penal brasileiro) define que os autores de esse crime moral se auto-excluíram da Igreja.

E o resto, o leitor perspicaz já intuiu.

O que há por trás dessa armação política, midiática pseudo-compassiva?

Na prática, é a Igreja Católica e a doce autoridade de Jesus Cristo que estão sendo apedrejadas à luz do dia.

Vários dos apedrejadores já antes lhe tiraram paus e cascalho de noite ou quando ninguém olhava. Agora não fazem cerimônia.

Em nome do laicismo de Estado e do humanitarismo a própria pena que inspira a jovem mãe que perdeu os filhos virou paralelepípedo arremessado contra a Esposa de Jesus Cristo.

E as crianças assassinadas?

Nossa Senhora do Carmo, Sao PauloO Sinédrio da mídia e o coro de seus entrevistados não têm pena delas.

Até comemoram sua rápida eliminação despedaçadas, ou aspiradas, ou envenenadas. Em fim, abortadas.

Choram e rezam por elas, isso sim, os brasileiros de coração reto, que amam a vida, a Santa Igreja Católica e veneram a dignidade do juiz que cumpriu seu dever.

Eles compreendem que esta terra é um vale de lágrimas, beijam uma imagem de Nossa Senhora implorando-lhe que o Brasil nunca deixe de ser a Terra de Santa Cruz.


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sexta-feira, 6 de março de 2009

Escândalo montado para relançar o aborto no Brasil


Bastou que o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, relembrasse o que todos sabiam ‒ i. é, que as pessoas engajadas num aborto provocado ficam excomungadas segundo o Direito Canônico ‒ que começou uma gritaria concertada dos abortistas que fingem nada saberem da religião católica.

O caso se prestava para a demagogia abortista: uma menina de apenas 9 anos, concebeu de um padrasto que abusou dela.

O crime repugnante não suscitou indignações proporcionadas. A fim de contas, o abortismo, o “vale tudo”, o “proibido proibir”, o “inventem perversões sexuais novas” da Revolução de Maio de 68, formam uma coisa só.

O rasgar de vestiduras foi quando o arcebispo de Olinda relembrou o que todos os abortistas estão fartos de tripudiar: os que assassinam uma criança no ventre materno caem fora da Igreja, na mesma hora de praticar o ato infame.

“A lei de Deus está acima de qualquer lei humana. Então, quando uma lei humana, quer dizer, uma lei promulgada pelos legisladores humanos, é contrária à lei de Deus, essa lei humana não tem nenhum valor”, esclareceu o arcebispo de Recife.

Todas as pessoas que participaram do aborto, com exceção da mãe-criança, não pertencem mais à Igreja. “Para incorrer nessa penalidade eclesiástica, é preciso maioridade”, acrescentou D. Sobrinho.

A diretora do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), Fátima Maia, uma das excomungadas, bancou não ter arrependimento. Como se justificasse a violência de assassinar uma criancinha por nascer indefesa, ela alegou: “abomino a violência e teria feito tudo novamente”.

Ministro Temporão com presidente Lula, Antonio Cruz-ABrA incoerência ovante é de praxe nos sórdidos ambientes do aborto. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que acostuma destratar a religião, qualificou a excomunhão “lamentável”. É o ministro do Meio-Ambiente, Carlos Minc, se disse “revoltado”.

Por sua parte, o presidente Lula que conta com grandes apoios no clero progressista criticou o arcebispo de Olinda e Recife que defendeu a boa posição católica.

Em Vitória (ES), Lula argüiu que “a medicina está mais correta que a igreja”, informou a "Folha de S.Paulo". Como se o assassinato da criança inocente estivesse mais certo que a Igreja de Jesus Cristo e da sua moral de origem divino, e que espelha plenamente o Direito Natural.

O presidente que vinha de distribuir a esmo preservativos no sambódromo do Rio durante o Carnaval, ainda disse, segundo “O Estado de S.Paulo”: “Como cristão e católico, lamento profundamente que um bispo da Igreja Católica tenha um comportamento conservador como esse”. Se a moral da Igreja está errada por ser conservadora, qual é a moral que postula o presidente?

Por sua vez, o presidente da Comissão Pontifícia para a América Latina, cardeal Giovanni Battista Re, julgou “justa” a excomunhão dos médicos que praticaram dito aborto.

Toda a verdade sobre os fatos: o relatório abafado

A grande imprensa que abriu espaço para as vozes seudo-católicas, anti-católicas e anti-vida, entretanto, abafou relatório indispensável para se compreender bem o acontecido.

Ele foi lavrado pelo pároco de Alagoinha (PE) a cidade onde se deu o fato lutuoso, Pe. Edson Rodrigues. O documento pode ser lido na íntegra no site de apologética Veritatis Splendor.

Massacre dos inocentes, Catedral de Notre Dame, ParisNele, o pároco narra que a avó da criança morta se opunha ao aborto da filha ‒ afirmava “ninguém tinha o direito de matar ninguém, só Deus”. Também a Conselheira Tutelar Maria José Gomes recusou assinar termo autorizando esse “crime abominável, vergonha para a humanidade” (S.S.Joao Paulo II, Rio de Janeiro, 04/10/97).

Dois dias depois, o sacerdote encontrou todo mudado no IMIP, Instituto Médico Infantil de Pernambuco.

Ele descreve uma série de fatos irregulares e um trabalho para fazer a cabeça da avó, analfabeta mas responsável legal.

Dom José Cardoso Sobrinho convocou, então, uma equipe de médicos, advogados, psicólogos, juristas e profissionais para estudar a legalidade ou não do acontecido. Na reunião estava presente o Sr. Antonio Figueiras, diretor do IMIP que, constatando o abuso das atitudes da assistente social ligou ao hospital e mandou que fosse suspensa toda e qualquer iniciativa que favorecesse o aborto.

Massacre dos inocentes, Nicolas Poussin (1594-1665), Museu de ChantillyFoi então a vez de uma ONG chamada Curumim, feminista pró-aborto, que acompanhada de dois técnicos da Secretaria de Saúde de Pernambuco, convenceram a mãe a assinar um pedido de transferência da criança para outro hospital, o CISAM, onde o aborto foi praticado. Nesse hospital, o pároco foi impedido de entrar em contato com a família .

O Pe. Edson está convencido se tratar de “ato de manipulação da consciência”.

O abortismo precisava forjar um caso assim para relançar as tentativas de impor a extensão das causais do aborto a um Brasil que não quer isso.

O governo petista precisava... A mídia sensacionalista também...

Coincidências demais...

É hora de rezarmos e nos prepararmos porque a ofensiva anti-vida vem apelando a recursos suspeitos e medularmente anti-católicos.

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Obama tenta passar programas imorais em pacote anti-crise

Obama tenta passar programas anti-vida e anti-familia
Uma das primeiras e maiores iniciativas do novo presidente americano Barack Obama é um pacote de estímulo à economia de perto de 800 bilhões de dólares.

Astutamente, o presidente abortista incluiu nesse pacote uma verba de 335 milhões de dólares para preservativos e programas de “prevenção de doenças sexualmente transmissíveis”.

Esses programas, segundo LifeSiteNews, são apoios ou incitamentos “obscenos” à perversão sexual.

Barack ObamaO dinheiro será dado ao Centro para o Controle e Prevenção das Doenças (CDC, em inglês). O CDC já investiu milhões de dólares em eventos que promovem prostitutas, desfiles de beleza transgênero e “ateliês de sexo”.

Este tipo de atividades dissolutas pode tirar a economia do país do marasmo?

Obviamente não.

Trata-se de um golpe que visa enxotar a moral cristã do país.

A respeito da moral católica, Obama nunca fez segredo de sua oposição sistemática, e o patenteou com arrojadas iniciativas anti-vida durante sua atividade parlamentar.

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

URGENTE: o vídeo pro-vida que está abalando EUA e Canadá


Ela é uma mocinha. É canadense, tem 12 anos e seu nome é Lia.

Sua escola em Toronto propôs um trabalho competição para os estudantes: fazer um vídeo em casa. E ela ganhou o primeiro lugar.

Porém, suscitou uma “controvérsia assombrosa”. Pois ela escolheu o tema do aborto. E o fez com uma desenvoltura e uma precisão de conceitos pela vida que é de deixar pasmo.

O seu trabalho já foi visionado mais de 200.000 vezes, (290.485 no momento que escrevemos; 394.427 cinco dias depois). Pode ser ainda visto em Youtube (em inglês, mas com direito a legendas em português). (Obs.: se v. estiver logado em outra língua que não for inglês, precisa sair).

Ela começou com clareza dizendo: “o que é que você acharia se te dizem agora que alguém está “decidindo” se v. vai viver ou morrer?

“Meus caros alunos e professores, milhares de crianças estão exatamente agora nessa situação. Alguém está decidindo ‒ e sem sequer conhecê-las ‒ sua vida ou sua morte. Esse alguém é mãe deles. E a ‘escolha’ é o aborto”.

Lia escolheu o tema contra a opinião da mãe, como esta contou. A professora era uma feminista abortista (pelo direito de decidir), mas teve que ceder diante da convicção pura e corajosa da aluna.

O painel de juízes da escola não queria aceitar o tema. Até um dos juízes abandonou a sala em ato de protesta e apresentou renúncia.

Lia não arredou. É verdade que tinha o apoio entusiasta e unânime dos alunos e muitos professores. Afinal o seu trabalho foi considerado.

Ela acabou levando o primeiro prêmio, fato que a qualifica para entrar no concurso regional.

A professora abortista, reconheceu que “Lia me fez refletir verdadeiramente”.

“Bem-aventurados os que têm fome e sede de Justiça”; “Bem-aventurados os corações puros!”; “Se vós não anunciardes a verdade eu farei falar as pedras!”; “Se vós não vos tornardes como estas crianças, vós não entrareis no Reino dos Céus!”

Ensinamentos divinos como estes vieram à cabeça de inúmeras pessoas que viram o vídeo . E realmente não fica muito mais para dizer. Outras fontes: LifeSiteNews; Catholic online; Forum Catholique (em francês).

Entrementes, cabe uma pergunta: o que é que houve que na geração dos pais ‒ e até avós ‒ de Lia, o fato de ser abortista fazia bonito e agora nas novas gerações causa horror?

Em poucas décadas, o mundo virou de ponta cabeça.

Já não são as aliás bem envelhecidas “Católicas pelo Direito de Decidir”, lideradas por uma ex-freira, que representam as tendências com futuro.

Nem quando são apoiadas astutamente por algum que outro teólogo pífio ou algum padre progressista ou bispo da CNBB.

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Mídia apostou corrida para abafar Marchas pela Vida

March for Life 2009, Washington
No início do ano jornais e TV da grande mídia apostaram corrida para ver quem sabotava mais as notícias sobre as Marchas pela Vida acontecidas nos EUA e na Europa.

Para além de chocante foi o abafamento informativo da March for Life que reuniu perto de 300.000 pessoas em Washington, dois dias depois da assunção do presidente abortista Barack Obama.



Walk for Life, San Francisco Simultaneamente, compareceram 32.000 manifestantes à Walk for Life de São Francisco, outro recorde histórico.




Mais outra cifra histórica foi atingida pela Marche pour la Vie em Paris (entre 15 e 20.000), com delegações vindas de toda Europa e esmagadora participação de jovens e adolescentes.

Paris Marche pour la vie
Paris Marche pour la vie

Em atos idênticos nos EUA foram 6.000 em Little Rock (Arkansas); 5.000 em Atlanta (Georgia); 7.000 em Portland (Oregon); 5.000 em Dallas e 2.500 em Austin (Texas); e outras menores em Chicago, Lexington, Augusta, Ann Arbor, Lansing, Billings, Raleigh, Cleveland e Nashville.

30 anos atrás as passeatas abortistas enchiam a rua. Hoje se dá o contrário.

A mídia escrita e digital, enrijecida na promoção do esquerdismo e da Revolução Cultural, ficou fossilizada.

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Células-tronco obtidas de células adultas esvaziam argumentos anti-vida

Induced Plupripotent Stem Cells São já cinco, ao menos, as equipes de pesquisa nacionais que desenvolveram com sucesso projetos com células-tronco de pluripotência induzida (iPS, do inglês induced pluripotent stem cells).

Estas são idênticas às células-tronco embrionárias, mas não são tiradas de embriões, dispensando a destruição de vidas.

O fato é alvissareiro, pois torna inteiramente injustificável a eliminação de vidas.

Martin Hernan BonaminoStevens Kastrup RehenO grupo dos cientistas Stevens Kastrup Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ e Martin Bonamino, da Divisão de Medicina Experimental do Instituto Nacional de Câncer (Inca) saiu na frente.

Mas, a equipe do Hemocentro da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP produziu células iPS humanas em novembro e não fica atrás.

Os dois grupos usam basicamente a mesma técnica: reprogramam geneticamente células adultas introduzindo genes com características embrionárias. Estes genes, inoculados por meio de vetores virais, remodelam as células de maneira a voltar ao seu estado indiferenciado e pluripotente, como são as células de um embrião.

Simpósio Internacional sobre iPS em Kioto, Japão, 2008Dessa maneira, o Brasil assume uma posição de primeira linha nos experimentos com células pluripotentes induzidas. Estes estudos estão sendo realizados nos países mais avançados.

Simpósio Internacional sobre iPS em Kioto, Japão, 2008

No Instituto de Biociências da USP, em São Paulo, a cientista Lygia da Veiga sublinha que “com vontade política de incentivo à pesquisa, a ciência brasileira avança”.

Ótimo!

Junying Yu cientista da Universidade de Wisconsin trabalha em iPSO problema é que por detrás dos que querem destruir vidas com o pretexto de benefícios para a saúde dos vivos, há uma filosofia anti-vida.

E se essa filosofia anti-vida fica sem este pretexto, voltará com outro.

Junying Yu cientista da Universidade de Wisconsin trabalha em iPS
Até poderá tentar menosprezar o feito, ou pressionar o governo para que não favoreça estes excelentes progressos.

Isso não é ciência, nem verdadeira medicina.

Agindo segundo a ciência e a medicina, os cientistas brasileiros estão de parabéns!

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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Médico abortista sonhou com crianças que tinha matado, se converteu ao catolicismo e luta pela vida


O diário espanhol “La Razón” reproduziu em entrevista a conversão do médico sérvio Stojan Adasevic, tido como “campeão do aborto”.

Ele praticou 48.000 abortos, às vezes 35 por dia, em 26 anos de carreira.

Adasevic foi formado na escola socialista que oprimiu a Servia durante décadas, e que é caracterizada pelo materialismo e a amoralidade.

Ele contou ter sonhado com um belo campo cheio de crianças que brincavam, mas que fugiam quando ele se aproximava.

No sonho, um frade dominicano que se identificou como São Tomás de Aquino lhe explicou: “esses são os que o Sr assassinou nos seus abortos”.

Adasevic acordou, foi ao hospital e disse que não faria mais abortos.

A represália foi imediata: perdeu a metade do ordenado, foi impedido de pisar a Universidade e a filha foi posta na rua.

Agora ele é um líder da causa provida no seu país e se dedica a estudar a doutrina de São Tomás, especialmente a respeito do início da vida.

O fato de crianças aparecerem em sonho a mulheres, médicos ou enfermeiras que fizeram abortos não é tão raro assim e tem abalador efeito.



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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Divórcio multiplica doenças mentais, diz estudo


O Health Research Board, órgão oficial irlandês para financiar pesquisas de saúde, editou enquete segundo a qual o divórcio implica um maior risco de problemas psiquiátricos.

O trabalho constatou que os divorciados solicitam 645 de cada 100 mil consultas em hospitais psiquiátricos, sendo um número assaz maior do que os de outros grupos.

A separação dos conjugues tem impacto danoso para a saúde mental dos filhos. Muitas crianças sofrem de depressão, problemas alimentares, esquizofrenia e neuroses por causa do divórcio dos pais.

Na realidade, a enquete só confirma o que a Igreja e ordem natural sempre ensinaram a respeito dos danos provocados pela quebra do sagrado vínculo conjugal.

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Presidente uruguaio veta despenalização do aborto


No Uruguai, o Legislativo aprovou um iníquo projeto de despenalização do aborto pouco se incomodando com a declaração dos bispos segundo a qual os deputados que aprovassem o projeto ficariam excomungados.

Entretanto, fazendo uso de seus poderes constitucionais, o presidente uruguaio Tabaré Vázquez vetou o projeto.

Na exposição de motivos do veto, o presidente – que é médico ‒ diz que:

1) “a legislação não pode desconhecer a realidade da existência de vida humana na etapa da gestação, como o demonstra a ciência de maneira evidente." (...)

2)"Por outra parte, ao regular a objeção de consciência de maneira deficiente, o projeto gera uma fonte de discriminação injusta em relação aos médicos cuja consciência lhes impede praticar abortos," (...)

3) "Este texto também atinge a liberdade de empresa e de associação, impondo a instituições médicas a realização de abortos."

4) "O projeto, além do mais, qualifica erroneamente e de maneira forçada, contra o sentido comum, o aborto como ato médico, desconhecendo declarações internacionais (...) que refletem os princípios da medicina hipocrática que caracterizam o médico por atuar em favor da vida e da integridade física”.

Como já é costume, a grande mídia brasileira não deu merecido destaque a este fato que interessa a fundo a proteção da vida no Brasil.

Tivesse agido o presidente uruguaio em favor do aborto e a foto dele teria saido com relevo!

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