Mostrando postagens com marcador educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador educação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Países Baixos proíbe dispositivos eletrônicos nas aulas

Família, escola e plataformas digitais quem protege nossos filhos
Família, escola e plataformas digitais quem protege nossos filhos?
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Países Baixos proibiu desde janeiro de 2024 o uso de smartphones e outros dispositivos eletrônicos nas salas de aula.

As autoridades educativas constataram que sua ausência favorece a concentração e o clima social dos alunos.

A proibição que melhorou a concentração (75%), o clima social (59%) e o desempenho de aprendizagem (28%) nas escolas de ensino médio foi assinada pelo Ministério da Educação, Cultura e Ciência.

Agora, 99% das escolas exige que os dispositivos eletrônicos sejam deixados em um cofre antes das aulas, caso não tenham ficado em casa, noticiou “La Nación”. 

As escolas holandesas proibiram o uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos em salas de aula em janeiro de 2024.

Essa medida inclui apenas esses dispositivos quando usados para fins educacionais durante as aulas ou quando necessário, caso o aluno tenha necessidades de apoio adicionais ou necessidade médica.

A proibição foi assinada pelo Ministério da Educação, Cultura e Ciência com a concordância de representantes de professores, administradores, pais e alunos, que contrataram o Instituto Kohnstamm e Oberon para monitorar sua operação.

A generalização dos celulares traz o fim do relacionamento
A generalização dos celulares traz o fim do relacionamento
Os professores também relatam um aumento na carga de trabalho associado à aplicação dessa proibição e um aumento no bullying físico e no comportamento disruptivo.

Noventa e nove por cento dessas escolas implementaram uma política que exige que os celulares sejam deixados em um cofre ou entregues no início das aulas, caso não tenham sido deixados em casa.

Em geral, os adolescentes trazem seus celulares para a escola com menos frequência do que antes da proibição.

No caso das escolas de ensino fundamental, também se observa que poucos alunos carregam seus celulares, embora pareçam ter optado por smartwatches, que são mais difíceis de identificar, sem que isso represente um grande problema.

No 89% das escolas de ensino fundamental que não permitem celulares nas dependências da escola ou exigem que sejam entregues no início das aulas foram detectadas melhorias no bem-estar e no clima escolar (23%), bem como na concentração e no desempenho.

Perigos para as crianças detetados nos smartphones
Perigos para as crianças detetados nos smartphones
O relatório também mostra que os alunos da educação especial carregam menos celulares, embora o fizessem antes da proibição.

Aqui, as exceções são destacadas por motivos de saúde ou necessidades de apoio, leitores de tela ou aparelhos auditivos conectados a um smartphone.


segunda-feira, 30 de setembro de 2024

Especialistas franceses pedem restringir celulares para os menores

Smartphones destroem a formação das crianças
Smartphones destroem a formação das crianças
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Nenhuma criança francesa poderá usar celular antes dos 11 anos e não terá acesso às redes sociais até os 15.

O governo da França motivou a decisão na vontade de protegê-las das más consequências danosas verificadas pelos cientistas, informou “Clarín”.

Especialistas entregaram um relatório de 125 páginas ao Presidente da República, Emmanuel Macron, no Palácio do Eliseu, alertando para os perigos que o acesso precoce implica para as crianças, os seus hábitos sociais, a violência multiplicada, o abandono da leitura, a obesidade patológica, e a perda da sociabilidade.

Atualmente na França é proibido o uso de dispositivos LCD nas escolas e universidades, mas apenas para os estudantes.

O pessoal de gestão, bem como as equipes educativas estão obrigados a dar o exemplo de uma utilização razoável dos seus dispositivos de comunicação, para que os alunos compreendam a medida e aprendam a usá-los bem.

O referido relatório pericial recomenda proibir o uso de telas para crianças menores de três anos e de telefones celulares para menores de 11 anos.

Também limita estritamente o acesso aos adolescentes. Foi entregue ao governo francês em 29 de abril de 2024.

Técnicas desenvolvidas para capturar a mente das crianças
Técnicas desenvolvidas para capturar a mente das crianças
No estudo, os autores especialistas informaram Emmanuel Macron sobre os danos da exposição das crianças às telas e às redes sociais. Eles falam da “hiperconexão que as crianças vivenciam”.

O trabalho é assinado por uma comissão de dez especialistas co-presididos pelo neurologista Servane Mouton e pela psiquiatra de dependência química (drogas) Amine Benyamina.

Sem desconhecer os fatores positivos das tecnologias digitais quando usadas com moderação, o estudo reconhece que “como tudo o que é moldado pelo homem, a tecnologia também tem a capacidade de ser usada para confinar, alienar e subjugar crianças”, adverte o preâmbulo do relatório.

Após três meses de trabalho, a Comissão ficou convencida de que “era necessário adotar um discurso de verdade para descrever a realidade da hiperconexão que as crianças vivenciam e as consequências para a sua saúde, o seu desenvolvimento, o seu futuro e também para o nosso futuro. A da nossa sociedade, a da nossa civilização e talvez até a da nossa humanidade”, continuaram.

“A Comissão ficou chocada com as estratégias para captar a atenção das crianças, para prender as crianças aos seus ecrãs, controlá-las, reengajá-las e monetizá-las”, estratégias essas desenvolvidas pelas Big Techs donas das redes sociais.

“Nossos filhos viraram mercadoria, é o novo eixo de desenvolvimento de algumas empresas digitais. Queremos dizer-lhes que os vimos e que não podemos permitir que façam isso”, continuaram.

Cessa o relacionamento e a sociabilização
Cessa o relacionamento e a sociabilização
“Esta migração da realidade para a virtualidade, é muitas vezes sem os pais e sem qualquer tipo de segurança. Devemos apoiá-los melhor, protegê-los melhor, devolver-lhes o seu lugar”, acrescentam.

As crianças precisam brincar, precisam que os adultos esqueçam o celular para terem tempo livre.

“Eles precisam interagir com os adultos e encontrá-los disponíveis, em casa, nos parques, durante as suas atividades, nas cidades e no campo”, escreveram.

“Perante a mercantilização das nossas crianças, a Comissão propõe recuperar o controle dos ecrãs, devolver as crianças ao centro da nossa sociedade e permitir-lhes crescer e ter sucesso em total liberdade. O que torna uma nação rica é a sua juventude, e a nossa não está à venda”, concluíram.

A saneadora proposta da Comissão não é fruto de um grupo mas de uma opinião geral entre os educadores, médicos e sociólogos.

“Surgiu um consenso muito claro sobre os efeitos negativos, diretos e indiretos, dos ecrãs, particularmente no sono, no sedentarismo ou mesmo na miopia”, afirma o relatório.

O trabalho foca os danos das redes sociais ao equilíbrio psicológico dos jovens, em particular nos riscos de depressão ou ansiedade.

“O nível de exposição das crianças” a conteúdos pornográficos e violentos “parece alarmante”, e esse é outro mal para o qual alertam os especialistas.

As crianças menores de três anos não podem ter contado com as telas eletrônicas. Posteriormente, entre os três e os seis anos, deve se proceder a um acesso “muito limitado”, “com conteúdos educativos de qualidade e acompanhados por um adulto”.

Os especialistas apelam ainda a “limitar ao máximo” o uso desses eletrônicos e das televisões nas maternidades, recomendam proibi-lo em creches e salas de aula infantis e pedem “ações reforçadas” interditar brinquedos conectados antes dos seis anos de idade.

O uso dos celulares deveria começar a partir dos 11 anos, apenas da função de telefone sem internet.

A partir dos 13 anos poderia se dar um smartphone sem acesso às redes sociais.

O acesso deveria se iniciar a partir dos 15 anos, nas redes “éticas”.

Redes sociais como TikTok, Instagram ou Snapchat não são recomendadas antes dos 18 anos
.

Hoje, jovens de 7 a 19 anos passam dez vezes mais tempo em frente às telas do que lendo.

Os especialistas pedem combater os “serviços predatórios” dos agentes econômicos, e “investir maciçamente em verdadeiras 'alternativas' aos ecrãs”, como o esporte.


segunda-feira, 2 de setembro de 2024

Zuckerberg pede perdão pelos efeitos nocivos das redes sociais

Zuckerberg pede perdão pelos danos causados. Pais mostram fotos dos filhos vitimados
Zuckerberg pede perdão pelos danos causados. Pais mostram fotos dos filhos vitimados
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Predadores sexuais. Recursos viciantes. Automutilação e transtornos alimentares. Padrões de beleza irrealistas. Assédio.

Esses são apenas alguns dos problemas que os jovens enfrentam nas redes sociais, e os defensores das crianças e os legisladores dizem que as empresas não estão a fazer o suficiente para protegê-los.

Durante uma histórica audiência no Senado dos EUA, o CEO da Meta (Facebook, Whatsapp, Instagram e outras), Mark Zuckerberg, pediu desculpas às famílias pelos males que a mídia social vem causando para às crianças, informou “La Nación”.

A comissão de inquérito exibiu um vídeo em que apareciam crianças vítimas de bullying nas plataformas de redes sociais.

Senadores contaram histórias de jovens que tiraram a própria vida após serem extorquidos por dinheiro após compartilharem fotos com predadores sexuais.

Sob pressão da comissão de senadores que o interrogava, Zuckerberg se levantou e se dirigiu às famílias que seguravam fotos de seus filhos prejudicados pelas redes sociais.

“Gostaria agora de pedir desculpas às vítimas que foram prejudicadas pelo seu produto?”, perguntou o senador Hawley, observando que a audiência foi transmitida ao vivo pela televisão.

No momento em que Zuckerberg se levantou e pediu desculpas para as famílias disse:

“Sinto muito por tudo que vocês passaram.

“Ninguém deveria ter que passar pelas coisas que suas famílias sofreram e é por isso que investimos tanto e continuaremos a fazer esforços em toda a indústria para garantir que ninguém tenha que passar pelas coisas que suas famílias tiveram. Sofrer”, disse ele.

O senador Hawley criticou agressivamente Zuckerberg durante uma troca verbal polêmica.

“Seu produto está matando pessoas”, disse senador a Zuckerberg, cuja empresa é proprietária das plataformas de mídia social Facebook e Instagram, entre outros.


Momentos da agitada sessão no Senado americano





segunda-feira, 27 de novembro de 2023

Por qué fantasias satánicas para crianças no Halloween?

Exorcista famoso advirtiu que brincar com o diabo atrai a possessão diabólica
Exorcista famoso advertiu que brincar com o diabo atrai a possessão diabólica
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Num vídeo, crianças pediram a seus pais que não as disfarzem no Halloween. A linguagem é infantil, mas acaba sendo rigorosa, explicou o jornalista Eulógio López.

E há razões precisas: Halloween é uma festa de origem satânica, de primitivas religiões celtas e indígenas latino-americanas além de outras perversões que colidem com a verdadeira fé, que é a cristã, acrescentou López em “Hispanidad”.

Aliás, lembra o jornalista, os piores pecados foram “espirituais”, não os do corpo e, as piores heresias que o cristianismo enfrentou sempre tiveram raiz gnóstica.

Halloween é apresentado cavorteiramente como um entretenimento engraçado ou ingênuo para crianças que gostam de “travessuras”.

Porém, o grande exorcista romano Pe. Gabriel Amorth, ensinou que brincadeiras do gênero servem ao diabo para enredar as vítimas.

O tabuleiro Ouija apresentado como mero passatempo é muito útil para Satanás, acrescentou o exorcista da diocese de Roma.

Se o homem abre caminho para os demônios eles se aproveitam e às vezes para sempre.

As crianças se divertiriam mais com as vidas dos santos, a maioria delas, vidas emocionantes.

Crianças mostram uma alegria especial com disfarzes ded 'todos os santos'
Crianças mostram uma alegria especial com disfarces de 'todos os santos'
Os cristãos celebram dois feriados: 1º de novembro, Dia de Todos os Santos, e 2 de novembro, Dia de Finados.

Por que não fazer uma festa no Dia de Todos os Santos, onde as crianças se comportam como santos durante um dia?

Poderia haver concursos bons prêmios, filmes sobre santos de carne e osso e os pequenos se divertiriam mais do que podemos imaginar com as vidas dos santos.

O Dia de Finados homenageia os falecidos e como explicam os antropólogos esse é o primeiro sinal de civilização.

A data é um bom momento para falar dos novíssimos: morte, julgamento, inferno e glória.

Então, por que não celebrar o Dia de Todos os Santos e o Dia de Finados, como sempre foi feito no mundo cristão?



segunda-feira, 16 de maio de 2022

Disney World defende agenda LGBT e perde status na Florida

Governador DeSantis aprovou lei defensora dos direitos parentais enfrentando a oposição de Disney
Governador DeSantis aprovou lei defensora dos direitos parentais
enfrentando a oposição de Disney
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O estado de Florida cancelou o status que favorecia o parque de diversões Disney World. A causa é que esse se posicionou politicamente contra a lei estadual moralizadora e anti-agenda LGBT “Don't Say Gay”, noticiou a BFMTV.

O gigantesco parque de diversões Disney World pesa muito na economia do estado. Mas acha que com seu dinheiro pode desafiar a legislatura estadual. A bilionária multinacional milita por bandeiras progressistas extrapolando seu estatuto legal não-político.

O CEO da Disney Bob Chapek já se tinha manifestado publicamente contra uma lei que proíbe o ensino nas escolas de temas de orientação sexual e de igualdade de gênero. A lei é apelidada “Não diga gay”.

As duas casas do Parlamento da capital Tallahassee, onde há maioria republicana, votaram a favor do projeto.

Disney World, parque de diversões perto de Orlando, tem um status especial da década de 1960 que lhe concede grande autonomia e a isenta da maioria das regulamentações estaduais.

O CEO Bob Chapek relutava em se posicionar sobre a lei, mas funcionários do grupo e manifestaram contra essa “apatia” e levaram o CEO a se declarar contra a lei. Mas, agora são mais fortes as críticas moralizadoras.

Atolado nessa polêmica, o gigante viu seu título cair na bolsa até o menor nível em meses.

Bob Chapek, CEO da Disney, jogou o peso econômico pela agenda LGBT e perdeu.
Bob Chapek, CEO da Disney, jogou o peso econômico pela agenda LGBT e perdeu.
“A Disney não está dizendo uma palavra sobre ditadura na China porque custaria bilhões de dólares.

“Mas não tem problema em usar seu poder corporativo para mentir sobre leis democraticamente aprovadas por legisladores na Flórida”, declarou o senador Marco Rubio.

E o deputado Randy Fine, que visa limitar a isenção da Disney World, lembrou que a Disney é apenas um “convidado” na Flórida.

Ron DeSantis, governador da Flórida, alertou a Disney que não toleraria suas ameaças pela aprovação de uma lei que impede a doutrinação LGBT em aulas de pré-escola e até a terceira série no estado, noticiou Infocatólica.

O CEO da Disney World, Bob Chapek, afirmou que a lei “nunca deveria ter sido aprovada” e declarou que o objetivo da empresa é que ela seja “revogada pelo legislativo ou anulada na Justiça”.

Ao mesmo tempo, ele se desculpou pela empresa manter silêncio e optar por fazer campanha contra a lei “nos bastidores”.

Militantes LGBT se jogaram pela Disney World
Militantes LGBT se identificaram com a Disney World
O governador De Santis já havia sido claro com as empresas que brincam de entrar na política em favor de certas ideologias. Então ele disse:

“Se você está em uma dessas corporações, se você é o CEO de uma empresa acordada e quer se envolver em nosso negócio legislativo, veja, é um país livre.

“Mas entenda, se você fizer isso, eu vou lutar com você. E vou garantir que as pessoas entendam os limites de suas práticas de negócios e qualquer coisa que eu não goste do que você está fazendo”.

Legislativo de Louisiana aprovou lei semelhante à de Florida
Legislativo de Louisiana aprovou lei semelhante à de Florida
O governador pediu ao Congresso estadual uma lei para desmantelar o regime tributário especial que vem sendo aplicado há décadas aos mais de dez mil hectares do condado de Orlando, onde fica o parque temático e as instalações da empresa.

Com esse status especial, aprovado em 1967, a empresa economizou centenas de milhões de dólares em impostos e adquiriu uma capacidade de pressão que extrapola de sua natureza econômica.

A proposta legislativa foi adiante com 23 votos a favor e 16 contra.

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Só o retorno à familia tradicional e à religião pode recompor as sociedades desfeitas

Paris, Maio 68: líder Daniel Cohn-Benit estimula depredações.
Foi o início do "Proibido proibir" e da "libertação sexual"
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Michel Garroté, especialista em geopolítica que abandonou o laicismo e o esquerdismo radical para se tornar católico, denunciou que por trás do feroz vandalismo que abalou a Inglaterra estavam as idéias de “Maio de 68”.

“Há quaranta e três anos Maio de 68 vem apodrecendo a sociedade; já é hora de denunciar o enorme cretinismo das idéias pseudo-pacifistas de `Maio de 68`, escreveu ele em Drzz.Info.

O especialista apontou também a responsabilidade moral da “Escola de Frankfurt”, socialista e freudiana, que forneceu a ideologia que está na origem da descomposição da sociedade.

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Tela digital traz riscos para bebês

O melhor brinquedo para uma criança de poucos anos é outra criança: é feliz, curioso e criativo
O melhor brinquedo para uma criança de poucos anos é outra criança: é feliz, curioso e criativo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O melhor brinquedo para uma criança de poucos anos é outra criança: é feliz, curioso e criativo.

As telas digitais quando melhoram as qualidades o fazem isoladamente, aumentando o risco de fragmentar o aprendizado explicou o psiquiatra infantil Christian Plebst, Coordenador para América Latina da Academy for Mindful Teaching – AMT Holanda, em artigo para “La Nación”.

Por isso, a reputadíssima American Pediatric Society dos EUA afirma que antes dos 18 meses de idade, nenhum menino deve estar na frente de uma tela digital.

O risco da exposição precoce à imagem digital é interferir no desenvolvimento da mente, do cérebro e do corpo inteiro.

Hoje, distúrbios graves de linguagem, aprendizado, atenção e conexão são detectados em crianças e adolescentes que são superexpostos a telas virtuais, diz o Dr. Plebst.

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Na mesa se decide o fracasso ou o triunfo familiar e social

Comer em família é indispensável sem invasão digital
Comer em família é indispensável sem invasão digital
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Num lar típico de advogados bem sucedidos em Buenos Aires os pais e os filhos não tomavam as refeições reunidos. Reinavam smartphones, tablets, laptops ou TV de plasma.

Os pretextos ou alegados eram muitos: horários de trabalho ou escola, atividades diversas intensas, etc. Até que a família pensou voltar a partilhar as refeições.

Não foi fácil pois os filhos nem sabiam dialogar e cada um comia o que pediu ao delivery, explicou “La Nación”.

Então experimentaram ao vivo o que ouviram de muitos psicólogos especialistas em vida social: quando a mesa familiar não é partilhada como é natural, o desenvolvimento social crianças e adultos sofre um impacto negativo.

terça-feira, 17 de julho de 2018

De volta as escolas que respeitam a psicologia dos meninos e das meninas

Rendimento escolar específico cresce a olhos vista.
Rendimento escolar específico cresce a olhos vista. Escola católica nos EUA.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Ressurgem as escolas exclusivas para meninos ou meninas. Elas favorecem o desenvolvimento de uns e de outras. E estão aumentando a cada ano. Hoje somam 240 mil escolas em 70 países no mundo.

Uma moda inspirada no espírito anárquico igualitário de Maio de 68 e no relativismo moral espalhado em nome de Concílio Vaticano II desqualificou as escolas single-sex (só para meninos ou só para meninas).

A revolução cultural-sexual da Sorbonne começou em marco de 1968 na Universidade de Nanterre, na periferia de Pais, reclamando toaletes comuns para homens e mulheres.

Hoje, essa reivindicação está no cerne da agenda LGBT e causa profundas divisões nos EUA, onde a população recusa a mistura de toaletes que admitiria aos transexuais.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

A França desliga celulares nas escolas

Sem personalidade, sem cultura, incapazes de se relacionar com os colegas
Sem personalidade, sem cultura, incapazes de se relacionar com os colegas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






A França proibiu que os alunos de até 15 anos tirem do bolso ou usem o celular no horário escolar, recreios incluídos.

Falando para a rádio RTL, o ministro da Educação Jean-Michel Blanquer explicou se tratar de “uma mensagem de saúde pública para as famílias”, reportou “El Mundo” de Madri.

“Por vezes, um celular pode ser necessário por razoes ligadas ao ensino. Porém, seu uso deve ser controlado”, sublinhou o ministro. “É bom que as crianças não fiquem tanto tempo diante da telinha. Melhor seria que nunca o façam antes do sete anos de idade”.

A proibição mentalmente profilática vigorará desde setembro (2018). Não impedirá levar os celulares para a escola, mas sim emprega-los em qualquer ponto do recinto educativo.

Os sindicatos de esquerda se revoltaram. Mas os pais dos alunos reclamavam muito a medida.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Redes sociais: perigos concentrados entre os 8 e 12 anos

Micaela Ortega de 12 anos. Seu assassino (preso) a enganou por meio de Facebook.
Micaela Ortega de 12 anos. Seu assassino (preso) a enganou por meio de Facebook.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Um caso horrível verificou-se na Argentina. Micaela Ortega, de 12 anos, foi assassinada após encontrar-se com um homem de 26 que conheceu pelo Facebook.

As crianças de 8 a 12 anos presas à Internet constituem o grupo mais vulnerável para um abusador sexual, alertou o procurador argentino Horacio Azzolín, da Unidade Especializada em Ciberdelinquência (Ufeci).

Segundo especialistas citados pelo diário “La Nación” de Buenos Aires, os pais que começam a se preocupar com a vida virtual de seu filho quando esse faz 12 anos estão chegando tarde.

Ainda são crianças, mas não estão mais na infância. Tudo as encaminha precocemente para a vida adulta, mas não desenvolveram os mecanismos psicológicos para viver entre adultos.

Só viveram absorvidas por relações virtuais, quase sem contato com o mundo, e são ignorantes e inermes face aos perigos do mundo real.

“Ë preciso começar mais cedo, pois a partir dos 8 anos já correm risco”, disse Sebastián Bortnick, presidente da ONG argentina Cibersegura, que promoveu a lei que transformou em delito o acosso sexual a menores pela Internet e outros meios eletrônicos.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Na Rússia só fica uma escola católica legal

Típico primeiro dia de aula na Escola Franciscana da Natividade de Novosibirsk.
Típico primeiro dia de aula na Escola Franciscana da Natividade de Novosibirsk.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



Em todas as áreas religiosas do mundo – pagãs, muçulmanas, fetichistas, etc., etc. – há escolas católicas mantidas por Ordens religiosas ou por missionários, às vezes com heroicos esforços. As escolas católicas têm prestigio até em países insólitos.

Por isso elas atraem uma multidão de muçulmanos no Paquistão e na Jordânia, de hinduístas na Índia ou no Nepal, de taoístas e agnósticos em Taiwan, e de ateus até em países comunistas como o Vietnã.

Mas na Rússia de Vladimir Putin não podem existir. Elas são fechadas por via policial ou ameaças de origem oficial. Na Rússia, país de 143 milhões de habitantes que ocupa a sexta parte das terras emergidas, a única exceção é a escola infantil católica de Novosibirsk, na Sibéria, informou o site “Religión en Libertad”.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Banir celular na escola melhora as notas

O uso do smartphone nas aulas dissipa a atenção, degrada o aprendizado e abaixa as notas.
O uso do smartphone nas aulas dissipa a atenção,
degrada o aprendizado e abaixa as notas.



Estudo da reputada London School of Economics mostrou que nas escolas da Inglaterra que baniram os smartphones os alunos melhoraram em até 14% suas notas em exames de avaliação nacional, noticiou a Folha de S.Paulo.

A melhora foi constatada principalmente entre estudantes de 7 a 11 anos e com aproveitamento escolar inferior a 60%, que foram proibidos de usar os referidos aparelhos.

Para os alunos aplicados, o banimento não mudou nada.

“Distrações atingem todo mundo, mas são piores em alunos com celulares. E ainda piores naqueles com notas mais baixas”, disse à Folha Louis-Philippe Beland, um dos autores do estudo.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Crianças dormem melhor quando os país reforçam a disciplina e limitam o uso de eletrônicos

Limitar o uso da tecnologia perto do horário de dormir. para evitar sono mau e baixo rendimento escolar e no trabalho
Limitar o uso da tecnologia perto do horário de dormir.
para evitar sono mau e baixo rendimento escolar e no trabalho



Os pais podem melhorar muito o repouso de seus filhos fixando limites no uso de eletrônicos, reforçando a disciplina no lar e lhes dando o bom exemplo nesse sentido.

Esses são conselhos tirados da edição 2014 do estudo “O sono nos EUA” (“Sleep in America”) da National Sleep Foundation (NSF). Esse estudo é realizado anualmente desde 1991, mas o de 2014 analisou mais profundamente as práticas na hora de dormir e as experiências da família moderna com crianças em idade escolar, segundo a Sleep Review.

“Para as crianças, um bom sono à noite é essencial para a saúde, o desenvolvimento e o rendimento na escola”, disse Kristen L. Knutson, da Universidade de Chicago. “Nós achamos que quando os pais adotam iniciativas para proteger o sono de seus filhos, eles dormem melhor”, acrescentou.

A NSF recomenda que as crianças entre 6 e 10 anos repousem entre 10 e 11 horas por noite. Mas os pais não entendem a importância da qualidade do sono.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Alunos de Oxford não abrem mão de uniforme académico semelhante ao fraque

Alunos querem o subfusc todos os dias em Oxford
Alunos querem o subfusc todos os dias em Oxford



Tradição é tradição e as novas gerações gostam dela.

Um fato característico aconteceu na Universidade de Oxford, Grã-Bretanha, fundada na Idade Média, onde nas ocasiões importantes os alunos usam obrigatoriamente o academic dress, e no quotidiano o subfusc, semelhante ao fraque.

O jornal dos estudantes The Oxford Student entrevistou os alunos sobre a oportunidade de abolir esse vestígio medieval, adaptado através dos séculos. Sete de cada dez responderam que não querem renunciar ao uniforme escuro tradicional.

Em 2006 um grupo tentou aboli-lo através de um referendo, mas a proposta foi recusada por 81% dos alunos.

Oxford é um laboratório do futuro, da modernidade e do progresso, mas continua sendo um zeloso cultor do antigo bom tom, comentou o jornal de Milão Il Corriere della Sera.

Chegaram o Facebook e o Twitter, e ainda continua chegando toda espécie de coisa moderna. Porém, o uniforme subfusc não é abandonado, seja por nostalgia, orgulho ou alegria.

Quem disse – pergunta  Il Corriere della Sera – que as novas gerações são alérgicas à tradição?

Os estudantes se mostram assim tradicionalistas, responde o jornal. E também revolucionários, porque hoje a tradição com raízes na Idade Média inverte as tendências.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Impor limites evita filhos sociopatas

Pamela Druckerman: as crianças francesas saem na frente porque os pais lhes impõem limites desde a infância
Pamela Druckerman: as crianças francesas saem na frente
porque os pais lhes impõem limites desde a infância



A jornalista americana Pamela Druckerman observou que as crianças francesas não fazem manha. E isso porque os pais sabem lhes impor limites desde a infância.

O médico Cláudio Domênico, que coordenou o último Encontro O Globo Saúde e Bem-Estar, com o tema Como estabelecer limites para ter filhos saudáveis, observou que “essa educação sem limites cria sociopatas e jovens com problemas de relacionamento social”, segundo noticiou O Globo (12/04/2015).

Domênico acredita que hoje muitos pais delegam a criação dos filhos à escola. Ele sublinhou “a importância da família na construção da saúde emocional das crianças” e que “as crianças reclamam, mas gostam de limites preestabelecidos”.

O psiquiatra Fábio Barbirato, chefe do serviço de Psiquiatria da Infância e Adolescência da Santa Casa de Misericórdia do Rio, demonstrou cientificamente que dizer “não” aos filhos é difícil, mas dizer “sim” o tempo todo pode transformar uma criança mimada em um adulto sem autonomia, eternamente dependente dos pais.
“Os pais têm obrigação de dar limites, não podem ser reféns dos filhos, até porque as crianças não vão descobrir isso sozinhas e, lá na frente, tomarão uma pancada da vida”, defendeu o psiquiatra.

domingo, 26 de julho de 2015

“Charlie”: brincadeira enganosa atrai demônios difíceis de exorcizar

Padre Gabriele Amorth, exorcista oficial da diocese de Roma
Padre Gabriele Amorth, exorcista oficial da diocese de Roma



Adolescentes precisaram ser socorridos em macas, tiveram desmaios e vômitos em cinco escolas de Manaus, devido a uma pseudo-brincadeira de “invocação de espíritos”, noticiou a Folha de S.Paulo.

O caso ocorreu com estudantes de 12 a 14 anos e envolveu o Conselho Tutelar e a Secretaria da Educação.

O ritual para “conversar” com espíritos é ensinado em diversos vídeos na internet. Apresenta-se enganadoramente como mais um entretenimento em que os jovens invocam um certo “Charlie”.

Esse responderia com as palavras “sim” e “não”, escritas numa lousa ou papel. Dois lápis, em forma de cruz, giram apontando a resposta do mundo oculto.

Há adolescentes que disseram ver demônios quando invocaram espíritos malignos ou defuntos, e até acham que esses espíritos tomaram conta das escolas.

Por isso, muitos alunos de Manaus, traumatizados, deixaram de ir às aulas na escola José Carlos Mestrinho.

Houve casos semelhantes em outras quatro escolas, segundo a Secretaria da Educação e o Conselho Tutelar.
“Vi amigas vomitando e com muita tontura. Eu só fiquei com tontura, mas foi muito assustador”, disse a aluna Maria (nome fictício), 13.

domingo, 28 de junho de 2015

Itália: pais e mães indignados
contra o ensinamento da “Ideologia de gênero”

Monumental manifestação em prol da família tradicional em Roma
recusa o ensinamento da Ideologia de Gênero nas escolas





Segundo a agência de notícias “France-Presse”, na data em que na Itália se comemora o “Dia da Família” (20 de junho), cerca de 500 mil pessoas participaram em Roma de uma gigantesca manifestação contra o “casamento” homossexual e a introdução da absurda "Ideologia de Gênero" nas escolas — projetos em discussão no Parlamento italiano.

Já de acordo com os matutinos “Il Giornale” (20-6-15) de Roma e “Le Monde” (21-6-15) de Paris, o total de participantes teria chegado a 1 milhão.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Escrever estimula o cérebro das crianças,
mas digitar um eletrônico, não

Dra. Karin James, neurocientista cognitiva da Universidade de Bloomington, Indiana, EUA
Dra. Karin James, neurocientista cognitiva da Universidade de Indiana, EUA



O uso intensivo de teclados e telas sensíveis ao toque, em vez de escrever à mão, está prejudicando a formação das crianças.

É o que revelou uma pesquisa conduzida pela neurocientista cognitiva Karin James, da Universidade de Bloomington, Indiana, EUA.

O estudo pôs em relevo a importância da escrita à mão para o desenvolvimento do cérebro infantil, segundo noticiou a BBC Brasil.

No estudo, as crianças foram separadas em dois grupos diferentes: um foi treinado para copiar letras à mão, enquanto o outro usou computadores.

O fato é que as crianças ainda não alfabetizadas são capazes de identificar letras, mas não sabem como juntá-las para formar palavras.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Educação começa séculos antes do nascimento

O professor Gregory Clark, da Universidade da Califórnia, empreendeu um estudo dos nomes de família pouco frequentes. Estes nomes são mais facilmente identificáveis nos registros antigos e permitem analisar com facilidade a continuidade familiar.

O prof. Clark verificou a estabilidade do nível social das famílias, independente do país ou do período histórico considerado.

Outros estudos afirmavam que a suposta mobilidade social moderna de fato não existe no grau que se apregoa. Na realidade, ela é fonte de instabilidade, embora para muitos seja uma “conquista” das sociedades modernas.

Mas o professor da Califórnia achou o contrário: que a estabilidade social das famílias vem de muito longe, malgrado as aparências em contrário.