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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Acabar com as criancinhas
para desaquecer o planeta?

Para combater a "mudança climática", ONGs ecologistas pedem reduzir crianças até uma média estatística de "meio filho" por casal (sic!).
Para combater a "mudança climática", ONGs ecologistas pedem reduzir crianças
até uma média estatística de "meio filho" por casal (sic!).
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Tubarões assassinos, crocodilos perigosos, javalis predadores ou lobos devoradores de gado: todos eles são espécies protegidas pela estranha religião “verde” ainda que causem danos ao homem e a outros animais.

Mas os homens têm que ser reduzidos em número, em direitos, em condições de vida, segundo decreto dessa mesma religião! Têm que ficar insustentáveis nesta terra!

Eles são os únicos seres que não podem nem devem cumprir o preceito ecológico de se auto-sustentar.

O jornal “The Washington Post” trouxe esclarecedor matéria a respeito. Militantes contra o “aquecimento global” se mobilizaram para cortar a taxa de nascimentos de crianças nos EUA.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

“Ideologia de gênero” e “verdes”
saem ridicularizados em Parlamento alemão

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




O deputado alemão Steffen Königer, católico de 45 anos e pai de duas crianças, deixou em ridículo a presidência do Parlamento regional de Brandenburgo, nordeste da Alemanha, segundo narrou o site “Religión en Libertad”.

Empresário, Steffen especializou-se em Psicologia, Ciências Políticas e História. Em outubro de 2014 foi eleito deputado pelo partido AfD [Alternative für Deutschland, Alternativa para Alemanha], agrupação oposta à tirania antifamília e antipropriedade privada imposta pela União Europeia, superestrutura ditatorial que está favorecendo agora a invasão dos muçulmanos.

Em 9 de junho votava-se uma proposta do Partido Verde, de extrema-esquerda, favorável à “Campanha pela aceitação da diversidade sexual e de gênero e a autodeterminação contra a homofobia e a transfobia (sic!) em Brandenburgo”. A iniciativa visceralmente anticristã incluía o reconhecimento de mais de 60 sexos diferentes (sic!).

terça-feira, 23 de junho de 2015

Declaração de Voice of the Family
sobre a encíclica Laudato Si

Lançamento da encíclica Laudato Si', Vaticano, 18 de junho de 2015
Lançamento da encíclica Laudato Si', Vaticano, 18 de junho de 2015



ROMA, 18 de junho de 2015 – A coalizão internacional Voice of the Family está profundamente preocupada pela ausência, na encíclica Laudato Si, de qualquer reafirmação do ensinamento da Igreja contra a concepção e pela procriação como fim primeiro do ato sexual.

A encíclica publicada nesta manhã afirma oportunamente que “a defesa da natureza não é compatível .... com a justificação do aborto” (no 120) e “que o crescimento demográfico é plenamente compatível com um desenvolvimento integral e solidário” (no 50).

Contudo, a omissão de qualquer referência ao ensinamento da Igreja sobre a contracepção deixa os católicos despreparados para resistir ao programa internacional de controle da população.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Crueldade com os não-nascidos, falso sentimentalismo com os animais

Contradição: falso sentimentalismo pelos cavalos de corrida...
O Parlamento da Catalunha interditou as corridas de touros na região, alegando o bem-estar dos animais.

A lei era exigida pelo extremismo ambientalista e apoiada por uma campanha internacional de mídia, ONGs e até a União Européia.

Astutamente, o Parlamento não mexeu com outras festas taurinas que são muito mais populares na Catalunha.

Na esteira da proibição catalã, a ministra do Turismo da Itália Michela Brambilla propôs abolir a corrida de cavalos do Pálio de Siena alegando que alguns animais saem machucados e até são sacrificados.

... e insensibilide com pela cruel massacre dos inocentes
Para a ministra essa popularíssima corrida que vem do século XII passa uma imagem da Itália como país pouco amigo dos animais, informou o diário “The Telegraph” de Londres.

A corrida é a coroação de uma série de festividades de alto conteúdo cultural e religioso. Nelas são comemoradas duas festas de Nossa Senhora: a da Visitação em 2 de julho e a da Assunção em 15 de agosto.

Por sua parte, o Pe Rubén Tejedor, do Seminário Menor da diocese de Osma-Soria, Espanha, denunciou a hipocrisia dos ambientalistas: fingem sentimentalismo pelos animais, mas promovem leis de aborto condenando a espantosa morte milhares ‒ e até milhões ‒ de não nascidos.

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Humanidade “aquece o planeta” e deve ser drasticamente limitada, pedem ecologistas radicais


Aproxima-se a reunião em Copenhague da 15ª Conferência sobre Mudanças Climáticas (COP-15) para propor drásticas medidas ‒ abertamente contestadas por incontável número de cientistas ‒ visando reduzir a emissão de gases estufa. O pretexto de “salvar o planeta” e “reduzir o aquecimento global” contradiz a ciência que prova a inexistência do fenômeno.

Porém, grupos radicais “verdes” anti-vida estão reforçando sua pressão para obter um acordo sob efeito do pânico gerado pelas distorções sensacionalistas.

Numa reunião de cúpula paralela que acaba de acontecer em Barcelona, esses grupos exigiram: “Pára a mudança climática. Toma a pílula!”. Nessa cimeira, a humanidade foi transformada em réu, segundo se deduz das informações publicadas por “El País”, diário madrileno de grande difusão.


Roger Martin, da Optimum Population Trust (ao lado), ONG que postula a limitação da população mundial, o planeta têm cidadãos por demais “emissores de CO2”. Para ele, a humanidade “emite CO2 e se cresce a população aumentará o número de emissores”.

É dado básico que respirando o ser humano assimila oxigênio e expele CO2. Mas a ciência mostra que todo o CO2 emitido pelos humanos em todas as formas de atividades que eles têm, atinge cifras insignificantes, para não dizer desprezíveis, que a natureza assimila e transforma.

Martin fez coro com badalados ecologistas como o radical Paul Ehrlich. Este apelou para uma radical diminuição da humanidade, por meio de controles planetários da natalidade.

Ehrlich agora está na ponta da campanha contra o anti-científico “aquecimento global”. Dezenas de milhares de cientistas contestam a existência desse “aquecimento global” e denunciam que os dados estão sendo manipulados por ativistas outrora engajados com o comunismo, mas que continuam querendo implantar uma ditadura socialista universal. E, para isso, adotaram roupagens “verdes”.

Esses grupos extremistas têm muito eco na grande mídia e nos ambientes políticos.

No fim da cimeira, o próprio Ehrlich ia receber do governo da Catalunha o prêmio Ramon Margalef de ecologia. Ele defende ser “insensato que EUA tenha 380 milhões de habitantes. Não precisamos mais de 140”.


Tais frases induzem um pânico injustificado. E alimentam tendências eugênicas no público, em geral desprevenido, que é objeto de uma manipulação cripto-comunista.

Assim, o jornalista Rafael Méndez do “El País” conta ter ouvido de um taxista durante os dias da cimeira verde anti-vida: “a Espanha tem um 20% de desempregados. Com 20% a menos de população nós viveríamos muito melhor”. A frase parece tirada de um discurso de Hitler ou de Mao Tsé Tung. Mas não. É o resultado do bombardeio dos meios naqueles dias em Barcelona.

Ehrlich é professor em Stanford e autor do livro “A bomba demográfica” (“The population bomb”, 1968) no qual ataca o Papa por se opor a um controle ditatorial e anti-natural da vida.

Ele também ataca os políticos que têm medo de controlar a população de medo de serem acusados de racismo nazista. Porém, Ehrlich insiste que por ali passa “a forma mais simples e barata de tratar de problemas ambientais como a mudança climática”.

A UNICEF aceitou cinicamente em 1992 que o controle da natalidade era a medida mais barata e efetiva para melhorar a qualidade de vida.

Agora, na cimeira de Barcelona Martin exigiu que a ONU “rompa o tabu” e adote o principio de “que o aumento da população aumenta o número de emissores de CO2 e vítimas da mudança climática”.

Para Martin, “cada casal que decide ter um terceiro filho ameaça o equilíbrio ambiental”. Pouco falta para pedir a feroz política de controle das nascenças da China maoísta em nível mundial.

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terça-feira, 9 de setembro de 2008

“Vulcão” provida inverte as equações nos Estados Unidos

Vjea, 10/9/08: Como este vulcão pode estar oculto?
É uma corajosa mãe de cinco filhos que recusou o aborto do quinto filho atingido pela síndrome de Down. Ela é militante pela família e por valores cristãos, recusa o casamento entre homossexuais.

É jovem, bem apessoada e diz o que pensa sem se intimidar com a imprensa. Ela anunciou que aceitava a indicação de candidata a vice-presidente dos EUA e o mundo ficou abalado. Ela é Sarah Palin.

Durante mais de um ano a mídia agiu como um rolo compressor para pôr o candidato anti-vida Barack Obama na presidência dos EUA.

Mas quando falou Sarah Palin, jovem governadora do pouco povoado Estado de Alaska, a “Veja” (10/9/08, foto) perguntou um pouco estonteada: “Como pôde este vulcão estar oculto?”

Por baixo das camadas de asfalto que a propaganda anti-vida e anti-família aplica encima da realidade ‒ e pensamos antes de tudo na brasileira ‒ há ocultos verdadeiros vulcões de bom senso, de espírito familiar, de cordura, de religiosidade e de catolicismo. E quando essas camadas de asfalto deixam passar uma filtração, o que jorra são gêiseres de sensatez e conservadorismo. Tal é o caso da formidável acolhida que recebeu Sarah Palin.

Sarah Palin com sua famíliaSegundo o reputado diário espanhol “El País” (4/9/08), Sarah pôs no centro do debate americano “assuntos mais apaixonantes como o aborto, a educação sexual, a religião, a tradição, a família”. Por outro lado, ficou patente que Barack Obama “é o candidato mais à esquerda de toda a história”. Leia-se o mais anti-vida que já apareceu.

Sarah é contra o aborto em todos os casos. Ela é antes de tudo pela família.

Mas também gosta de comer hambúrguer feito com carne de alce, iguaria muito apreciada no seu Estado. Isso deixa histéricos os ecologistas mais insensatos. Ela defende o ensino do criacionismo nas escolas, gosta de caçar, e seu filho primogênito está indo combater no Iraque com o encorajamento da mãe.

Certa grande mídia estrubuchou. Lógico, só espalha notícias com viés anti-vida... Mas pesquisa USA Today/Gallup mostrou que o "efeito Palin" mudou tudo: a chapa de Sarah passou na frente com 50% contra 46% do arqui-embobado e ultra-esquerdista anti-vida Barack Obama.

“Expulsai a natureza, e ela voltara ao galope”, diz um ditado francês. Expulsai a vida, e ela voltará com a força de um vulcão, é o que diz o exemplo de Sarah Palin.

É um encorajamento para todos os que lutamos pela vida, pela família e pelo respeito da religião no nosso tão sofrido Brasil.


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terça-feira, 26 de agosto de 2008

Incoerência radical: aborto para os humanos e “direitos” para os animais

Chá em favor dos caes, Valores inegociáveis
Na Suíça, que legalizou o aborto, os seres humanos não nascidos valem menos que plantas e animais, segundo a agência LifeSiteNews.

Agora, o Comitê de Ética Federal suíço passou a promover a “dignidade” das plantas. O Parlamento legislou sobre "direitos" dos cachorros, cujos donos terão que fazer um curso teórico e prático de “cuidados caninos” [foto].

Os pescadores deverão fazer uma “pesca humana”, para não “afetar” tanto os peixes. Outro regulamento protegerá os rebanhos dos “maus tratos” de seus proprietários.

Em sentido contrário, foi exemplar a decisão unânime do Congresso de El Salvador, de assinar a declaração “Sim à vida”, que condena o aborto como “crime abominável”. 108 dos 118 legisladores de Honduras assinaram análogo documento.

Realmente certos países do "Primeiro mundo" estão decaindo moralmente para muito mais baixo do que outros ditos, um pouco demagogicamente, de "Terceiro Mundo".

Aos olhos de Deus não tem dúvida qual deles está melhor.

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