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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

A pressão popular acaba com “Ciclo Rosa” em Universidade Católica

Agressividade anticristã da agenda homossexual atinge paroxismos
"A única igreja que ilumina é a que queima".
Agressividade anticristã atinge paroxismos
O Cardeal arcebispo de Bogotá, Dom Rubén Salazar, o Núncio Apostólico na Colômbia, Mons. Ettore Balestrero, o Pe. Adolfo Nicolás, Preposto Geral dos Jesuítas, e o Pe. Francisco De Roux, Provincial dos Jesuítas na Colômbia decidiam vetar o escandaloso “Ciclo Rosa Acadêmico” na Pontifícia Universidade Javeriana de Bogotá, noticiou a agência “Infocatólica”.

Esse “Ciclo” foi recebido como um acinte contra a catolicidade dos colombianos e dos estudantes que frequentam essa Universidade para receber formação de acordo com a doutrina católica.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Corte Constitucional da Colômbia proíbe juízes de citar a Bíblia

A Corte Constitucional da Colômbia que tristemente vem agindo como um instrumento a serviço da cristianofobia, determinou que os tribunais dessa grande nação católica não podem mencionar frases bíblicas em suas decisões.

A medida se aplica a todas as autoridades judiciais e promotores públicos do país.

No mundo civilizado, os juízes apelam com frequência a autores ou escritos consagrados pelo Direito e pela cultura universal como fonte de inspiração. Adágios romanos, formulações de gênios como Dante, Aristóteles ou Hamurabi, servem para ilustrar a decisão do juiz ou do tribunal.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Corte Constitucional colombiana recusa “casamento” homossexual

Procurador Procurador Geral da Nação,
Alejandro Ordóñez Maldonado
A Corte Constitucional da Colômbia recusou-se a modificar a definição legal do casamento e manteve a fórmula do Código Civil que só o reconhece entre “um homem e uma mulher”, noticiou a agência ACI.

Um advogado do lobby sodomita pediu suprimir essa definição legal para introduzir o “casamento homossexual”.

Ele alegou “direitos humanos” que, segundo a agência, na realidade eram “escusa para favorecer o lobby homossexual”.

O Procurador Procurador Geral da Nação, Alejandro Ordóñez Maldonado demonstrou que a demanda “não expunha razões claras, certas, específicas, pertinentes e suficientes” e lembrou que a Corte Constitucional “não pode desconhecer os requisitos essenciais estabelecidos pela Constituição” para a família.

Porém, temia-se o pior, pois essa Corte vinha agindo segundo critérios ideológicos e atropelando a própria Constituição que deve defender, e já havia descriminalizado o aborto e a eutanásia.

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