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terça-feira, 22 de outubro de 2013

A eutanásia de recém-nascidos na Holanda abre nova fase na luta contra o aborto


Mathias von Gersdorff 
Sem dúvida foi chocante e indignante a notícia sobre a planejada legalização da matança de recém-nascidos doentes na Holanda. A introdução da eutanásia para neonatos está abrindo uma fase completamente nova na luta pelo direito à vida.

A partir de agora será possível matar recém-nascidos, evidentemente sem a sua anuência.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Abaixo assinado recorde de 38.000 estonianos derruba “casamento” homossexual


A Fundação Estoniana pela Defesa da Família e da Tradição coletou o maior abaixo assinado da história do país, recolhendo 38.000 assinaturas contra o “casamento” homossexual que alguns deputados tentam passar no Parlamento.

A Fundação fez chegar um convite nesse sentido aos 580.000 lares existentes na Estônia, tendo recebido a adesão de 6,5% da população do pequeno país.

Slawomir Olejniczak, porta-voz da Fundação, declarou à agência LifeSiteNews que a petição atingiu essa adesão recorde malgrado o silencio massivo da imprensa oficial do país.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Mais de um milhão de franceses marcham novamente contra o “casamento” homossexual

24-03-2013: a manifestação vista desde a dianteira
24-03-2013: a manifestação vista desde a dianteira

Marcelo Dufaur

A imensa Avenue de la Grande Armée – que vai do Arco do Triunfo até a ponte que comunica Paris com La Défense – foi pequena para conter a multidão que se manifestou mais uma vez contra o projeto socialista de “casamento” homossexual que o equipara ao casamento normal e permite a adoção de crianças por casais sodomíticos.

Nem mesmo os organizadores aguardavam tamanha adesão.

Após idêntica manifestação realizada no 13 de janeiro, supunha-se uma certa diminuição, devido à proximidade das datas.

Em janeiro, a “guerra dos números” enfrentou o cálculo prévio da polícia (350 mil) contra o dos organizadores (entre 800 mil e 1 milhão de participantes).

Uma contagem mais ponderada, organizada pelo general de exército Bruno Dary, ex-governador militar de Paris, estimou então o comparecimento entre 800 mil e 900 mil pessoas.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

EUROPA: A crise é de ordem espiritual, diz premiê da Hungria. E no Brasil?



Paulo R. Campos
Nesta Babel de notícias que revelam a existência de um plano internacional para se acelerar a destruição da instituição da família (com a aberrante promoção do homossexualismo, do controle de natalidade, do aborto, da eutanásia, do divórcio etc.), deparei-me hoje com uma reportagem auspiciosa para as famílias.

Por ocasião do XIV Congresso de Católicos e Vida Pública, realizado nos dias 16, 17 e 18 de novembro na Universidade San Pablo-CEU, de Madrid, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, discorreu sobre o tema “Esperança e resposta cristã à crise”, tendo sido calorosamente aplaudido.

Entre outras coisas, ele afirmou que a crise econômica europeia se deve principalmente a uma crise de ordem espiritual, e que somente por meio da restauração dos valores cristãos é que a Europa poderá ser regenerada.

A seguir, um resumo da conferência de Orban que preparei para os nossos leitores, pois sua tese vale para Brasil — tanto quanto à solução apresentada para a crise, quanto ao que ele fala de políticos europeus, que se pode aplicar aos quadrilheiros que operam (assaltam) neste Pindorama.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

União Europeia tenta atropelar Constituição húngara e impor pílula abortiva

Parlamento da Hungria aprovou Constituição pela vida e pela família
Parlamento da Hungria aprovou Constituição pela vida e pela família
A Hungria se sente “ultrajada” pela decisão da União Europeia – UE de impor à nação magiar a liberação da pílula abortiva, informou o site Xpatlooop.com.

Segundo o primeiro ministro Viktor Orbán a imposição da UE constitui uma violação da Constituição húngara.

O ministro da Saúde Miklós Szócska declarou ao Parlamento de Budapest que o Instituto Nacional Farmacêutico teve que registar a pílula assassina, pois estava incluída uma cláusula dos tratados da UE previamente aprovada, mas que isso não queria dizer que ela seria permitida nem disponibilizada para o uso.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Redução da natalidade: são registrados em Milão mais sobrenomes chineses que italianos

Chinatown em Milão
Chinatown em Milão
Na Itália, onde os nascimentos já não repõem os falecimentos, a crescente imigração chinesa legal e ilegal vai ocupando os vazios abertos pela limitação da natalidade.

Nos registros da prefeitura da rica e populosa cidade de Milão, o sobrenome Rossi ainda ocupa o primeiro lugar, mas é logo seguido por Hu.

Eis a lista dos quinze sobrenomes mais registrados naquela prefeitura, segundo o grande diário milanês “Il Giornale”: Rossi, Hu, Chen, Brambilla, Zhou, Wang, Wu, Lin, Zhang, Fumagalli, Liu, Zhao, Li, Zhu e Zheng.

Para o jornal, trata-se de uma revolução demográfica impensável há 25 anos. Mas não são os únicos nomes estrangeiros. Mohamed, Ahmed e Ibrahim estão entre os que crescem, refletindo a imigração de países islâmicos.

Na vida real, os chineses dominam os camelôs ilegais, as lojas sem registro, e as fábricas clandestinas, tendo se tornado também um fator de degradação de bairros antigos.

Chinatown é uma realidade chocante em Milão, uma das capitais da moda e do luxo ocidental – comentou o jornal milanês.


domingo, 8 de abril de 2012

Idosos fogem da Holanda com medo da “eutanásia não solicitada”


Se o leitor estiver fazendo turismo na Holanda com algum parente idoso ou doente e este passar mal, tome cuidado na hora de chamar uma ambulância: se discar o número errado, poderá receber a visita de uma “ambulância da morte”, encarregada de “eutanasiar” idosos ou doentes.

A eutanásia não desejada virou o pesadelo dos holandeses, informou a rádio oficial alemã Deustche Welle. Muitos procuram novo asilo na cidade alemã de Bocholt, perto da fronteira, temerosos de serem mortos contra a própria vontade.

Na Alemanha, a eutanásia não por enquanto é oficial. Os nazistas a praticaram em larga escala contra deficientes físicos e mentais, e em outras pessoas que eles consideravam indignas de viver. Mas esta lembrança não atrapalha os adeptos da “Cultura da Morte”, nem na Holanda nem no Brasil.

Nazismo, fascismo, etc. são meros slogans dos cultores da morte na hora de tentarem impor leis e regulamentos cristianofóbicos que o próprio Hitler teria assinado.

Ocupada pelos nazistas, a Holanda aplicou as regras que eles lhe impuseram. Isso não a impediu de se tornar pioneira de medidas liberais, inimagináveis na maior parte do mundo, como a legalização das drogas, prostituição, aborto e eutanásia.

O povo holandês foi o primeiro a adotar o criminoso “direito à morte abreviada e assistida por médicos”. Mas o medo da eutanásia é grande entre muitos holandeses idosos.

Segundo a Universidade de Göttingen, 41% dos sete mil casos de eutanásia praticados na Holanda foram a pedido da família, que queria liberar-se do “incômodo velho”. 14% das vítimas estavam totalmente conscientes na hora em que foram liquidadas.


Os médicos – ou frios exterminadores – escreveram que em 60% dos casos a eutanásia se justificava legalmente, por falta de perspectiva de melhora dos pacientes. Em 32% dos casos, eles alegaram incapacidade dos familiares para lidar com a situação.

A eutanásia ativa mata anualmente quatro mil pessoas na Holanda.

De acordo com Eugen Brysch, presidente do Movimento Alemão Hospice, a liberalidade da lei deixa os médicos de mãos livres para praticá-la de acordo com a sua própria interpretação do texto legal.

Resultado: há grande perda de confiança dos idosos holandeses na medicina nacional, levando-os a procurar mais os médicos alemães. É o que afirma Inge Kunz, da associação alemã Omega, voltada para a assistência de pacientes terminais e de suas respectivas famílias.

A lei determina que a eutanásia só pode ser permitida por uma comissão constituída por um jurista, um especialista em ética e um médico. Cinicamente, na prática a realidade é outra, conforme a citada análise da Universidade de Göttingen.

Esta é uma realidade a ser vista muito seriamente no Brasil, onde se quer inocular certa “principiologia” em inúmeras reformas legais. Desconhecida dos brasileiros, essa “principiologia” deixa via livre para aplicações legais iguais ou mais terríveis das que estão em curso na Holanda.



terça-feira, 20 de março de 2012

Hungria protege valores cristãos na Constituição e desafia vendaval cristofóbico

Parlamento húngaro aprovou Constituição que defende cristianismo
A Hungria, nação de gloriosas tradições cristãs, adotou uma Constituição que é a primeira após a ditada pelos ocupantes soviéticos em 1949. A Lei Fundamental foi aprovada por mais de dois terços do Parlamento e entrou em vigor no 1º de janeiro deste ano.

No prólogo, a nova Lei Fundamental invoca a bênção de Deus e afirma que “nós, o povo da Hungria, [...] somos orgulhosos do fato de nosso rei Estêvão, santo padroeiro da Hungria durante mil anos, ter fundado a nossa Pátria sobre bons fundamentos, a incorporando à Europa cristã”.

Evocando a história da Hungria como defesa avançada da Europa contra os invasores turcos e tártaros, a Lei reconhece o papel central do Cristianismo para “a sobrevivência da nação”.

Veja vídeo
União Europeia parece URSS,
dizem húngaros

Sobre a família, estatui que “a Hungria protege a instituição do casamento entre homem e mulher como uma relação matrimonial voluntariamente estabelecida”, e defende “a família, como base da sobrevivência da nação”.

Também abre a possibilidade de os pais votarem por seus filhos menores de idade, tendo tantos votos adicionais quantos filhos menores de 18 anos possuam.

O sistema tributário deve dar incentivos às famílias numerosas. Baseando-se no conceito de que “uma família normal funciona como uma comunidade”, a nova Carta inclui obrigações legais para os pais cuidarem dos filhos, e os adultos cuidarem de seus pais idosos.

Coroa do Santo Rei Estevão: símbolo do poder na Hungria
A Carta Magna foi apresentada como uma “Constituição para o século XXI” e não aceita o relacionamento homossexual como “família”. Esta só pode ser constituída pela união de um homem e uma mulher. Também se refere ao sexo como fato biológico, resistindo à “ideologia de gênero”.

A nova Constituição protege a vida humana desde a concepção e bane o aborto, instituído pelo comunismo soviético e aplicado até o presente. “A dignidade humana é inviolável. Todos têm o direito à vida e à dignidade humana. A vida do feto será protegida desde a concepção” – diz.

A recuperação de símbolos como a Coroa de Santo Estevão põe um fim contundente à era comunista. A coroa volta a fazer parte do brasão e da bandeira nacional.

Os ex-comunistas – hoje reciclados no Partido Socialista – protestaram pela voz de seu chefe, Attila Mesterházy, porque o texto dedica a nação “a Deus, à Coroa da Hungria, ao orgulho patriótico, à Cristandade e à família tradicional”.

21.01.12: perto de um milhão de húngaros manifestam
em defesa de sua Constituição em Budapest
A Carta inclui ainda outros pontos sensíveis de natureza econômica.

A União Europeia, ONGs, o Banco Central Europeu, o FMI e a administração Obama consideram essa Constituição unipartidária, nacionalista, discriminatória e liberticida. Uma formidável orquestração, dirigida a partir de Bruxelas, visa reformar vários pontos de seu texto. O povo húngaro, contudo, não aceita essa inadmissível intromissão.

O Episcopado magiar declarou-se a favor da nova Constituição. Seu porta-voz, D. János Székely, bispo auxiliar de Ezstergom-Budapest, explicou que o atual governo húngaro defende valores que a Igreja considera essenciais: a referência a Deus, ao Cristianismo, à vida desde o primeiro instante da concepção e à família tradicional baseada na união fundamental e natural entre um homem e uma mulher. O prelado fez este esclarecimento na própria Radio Vaticana.

Dom János Székely
O porta-voz do Episcopado esclareceu que as críticas de natureza política e econômica contra a Constituição servem para ocultar os verdadeiros motivos dos ataques.

A substância da ofensiva anti-húngara é de natureza moral e religiosa.

Quanto à supressão das subvenções publicas de quase quatrocentas denominações religiosas, o bispo explicou que era necessário acabar com a “proliferação de igrejas fictícias, criadas artificialmente para tirar proveito dos numerosos subsídios previstos pela lei húngara”.

Dom János Székely reconheceu que alguns artigos relativos ao controle da imprensa devem ser corrigidos, assim como alguns erros financeiros, mas que a Constituição é inteiramente compatível com o Direito europeu. O verdadeiro alvo dos ataques são os valores humanos e cristãos que ela defende.

Porém, diversas altas autoridades europeias exigem sem qualquer propósito a reforma da Constituição, a qual, como toda Lei Fundamental, só pode ser reformada pelo povo soberano, sem pressões estrangeiras.

Por exemplo, o ministro de Relações Exteriores da França, Alain Juppé, defende que a Comissão Europeia, órgão executivo supremo da UE, “deveria garantir que os novos textos constitucionais, na Hungria e em toda a Europa, obedeçam aos objetivos ditados pela EU”.

Húngaros não querem mais ditaduras anti-cristãs
Equivale a dizer que os países não seriam mais livres nem soberanos para adotarem uma Lei Fundamental segundo a sua vontade, entretanto soberana, conforme a doutrina democrática.

As pressões sobre o atual governo húngaro são vistas no país como um atentado à própria Nação e vêm reforçando a união nacional.

A enorme manifestação popular ocorrida no dia 21 de janeiro de 2012 em Budapest – mais de 100.000 segundo cálculo minimalista, um milhão segundo os organizadores –, denunciando a União Europeia como sendo sucessora da União Soviética, falou poderosamente nesse sentido.

Video: um milhão pela Constituição defensora das glórias cristãs da Hungria




terça-feira, 22 de março de 2011

Tribunal europeu dá marcha ré e restaura crucifixos nas escolas públicas italianas

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, equivalente ao Supremo Tribunal Federal, reformou iníqua decisão que proíbe exibir crucifixos nas escolas públicas da Itália, noticiou a imprensa européia.

A proibição anticristã tinha sido aprovada por unanimidade dos juízes de um tribunal de primeira instância suscitando imenso clamor popular na Itália e nos ambientes católicos do mundo todo.

Agora, pela primeira vez uma instancia superior desse Tribunal revoga uma decisão unanime de uma alçada inferior.

O novo acórdão é definitivo e inapelável. Ele define que afixar crucifixos nas escolas públicas não infringe a Convenção Européia dos Direitos Humanos e que a Itália agiu bem no exercício de seus poderes no ensino mantendo os crucifixos.

A proibição foi motivada pela ideologia anticristã da Revolução Francesa sobre os direitos humanos que também inspira o PNDH-3 brasileiro.

A reação dos católicos impressionou o Tribunal que voltou atrás numa decisão histórica.

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Senado francês rechaça projeto de eutanásia

Em votação apertada mas definitiva, o Senado francês recusou um projeto de lei que legalizava uma hipócrita “assistência medicalisada para morrer que permete por meio de um ato deliberado uma morte rápida e sem dor”, informou “Le Figaro”.

Na véspera, o premier François Fillon se pronunciou contra.

O ministro da Saúde, Xavier Bertrand, disse que a proposta dissimulada sob muitas palavras era verdadeira “eutanásia” e, portanto, “contradiz nossos fundamentos jurídicos”.

De acordo com o generoso e sentimental projeto, segundo o ministro da Saúde os doentes d'Alzheimer não poderiam exprimir sua vontade e acabariam sendo mortos sem serem consultados.

A associação de inspiração católica “Droit de naître” fez ativa campanha para os senadores recusarem o inumano e anticristão projeto.

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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Liberdade para crucifixos: Não!; para criminosos perigosos: Logo!, diz Tribunal Europeu dos Direitos Humanos

Corte Européia de Direitos Humanos que proibiu a presença de crucifixos nas salas de aula italiana, agora condenou a prática alemã de custódia de segurança dos mais perigosos criminosos, assassinos e estupradores com todos os sinais de irrecuperáveis.

Esses delinqüentes cumpriram a pena ou foi-lhes reduzida, mas seus antecedentes os aponta como extremamente perigosos ou “bombas-relógios”.

Pela decisão os criminosos devem ser liberados logo, 1.685 deles em Berlim.

Mas, a população alemã tem medo e os parentes das vítimas estão revoltados pela decisão que liberta uma legião de criminosos e abre passo a novos crimes e violências.

Gabriele Karl, que em 1996 perdeu a filha Stefanie, assassinada por um maníaco sexual, diz: “não entendo como alguém que já destruiu uma vida tem a chance de ser libertado para destruir outras”.

Para ela, há na Alemanha um “lobby em defesa dos criminosos”. Pareceria que estava falando do Brasil...

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Nossa Senhora de luto pelo aborto. Milhares nas ruas de Sevilha rechaçam congresso abortista



A confraria religiosa de San Benito decidiu revestir de rigoroso luto a venerada imagem de Nossa Senhora da Encarnação (slideshow acima) durante o IX Congresso da Federação Internacional de Profissionais do Aborto e da Contracepção (Fiapac) realizado em Sevilha.

Até o arcebispo da cidade D. Juan José Asenjo escreveu uma Carta Pastoral sobre o caso e a enviou às numerosas e influentes irmandades da cidade.

Clima distendido e alegre
De fato, o congresso beirou na provocação. Na Espanha, imensos setores da população consideram-se agredidos pela promoção do aborto impulsionada pelo governo socialista de José Luis Rodríguez Zapatero.

Esse sentimento é particularmente vivo na cidade de Sevilha, onde o catolicismo ostenta uma vitalidade borbulhante.

O Congresso abortista tinha apoio e financiamento da Prefeitura da cidade e da Junta de Andalucía (equivalente a um Governo de Estado) entre outros.


O Congresso da Fiapac realizou-se no Hotel Meliá nos dias 21 a 23 de outubro com a presença de 600 pessoas vindas do mundo todo, sobre o tema “Aborto provocado: consolidar a qualidade e o acompanhamento”.

Guarda-costas foram contratados para impedir a entrada de qualquer profissional que não pertencesse aos grupos abortistas.
Protesto popular desagradou abortistas

De modo espontâneo, mães e avôs com suas crianças aproximaram-se do local para manifestar seu repúdio a dito Congresso.

Em 23 de outubro aconteceu a manifestação oficial de protesto diante do Hotel Meliá, com a participação de 10.000 pessoas, segundo os organizadores. Entre estes destacava-se “Hazte Oir” e mais 60 associações, algumas de Portugal e Irlanda.

A manifestação pela vida e contra o aborto teve um caráter festivo familiar com dominante presença de casais jovens e muitas crianças. A expansiva população sevilhana cantou diversos slogans pela vida e pela família como «Viva la vida» ou «Que canten los niños».

Defensores da vida vieram de vários países
Mas não faltaram sonoros epítetos como “Fuera asesinos!, Mafiosos!, Verdugos! e Matarifes!”. O pacífico evento encerrou-se sem ocorrências.

Os congressistas da morte tal vez acostumados a tratamento cinco estrelas por órgãos oficiais dos governos e da ONU se auto-declararam em pânico e se enclausuraram no hotel, como algum ditador populista já fizera na América Latina para fingir que estava sendo objeto de um “golpe de Estado”.

Acostumados a manipular a linguagem democrática subitamente viram-se rodeados pelo povo verdadeiro que está na essência da democracia. Modificaram então sua linguagem, e começaram a falar em acosso e ofensas aos militantes abortistas.

A polícia que garantia a segurança - aliás nunca ameaçada - tranqüilizou esses abortistas e apenas lhes recomendou não sair do hotel durante a manifestação, como é de bom senso nessas circunstâncias.

Mães e avós intimidaram militantes da morte
Os exageros e teatralizações dos ativistas pró-aborto provocado receberam eco e solidariedade de grupelhos da esquerda católica, como do site Redes cristianas.

Do outro lado, o grupo Derecho a Vivir (DAV) de Sevilha, declarou ao diário “El Imparcial” que “a sociedade sevilhana está rechaçando de maneira espontânea e individual um congresso abortista”.

Membros de Derecho a Vivir deram pacíficas mas expressivas “boas-vindas” aos congressistas da Fiapac com “cartazes e faixas”, sem que nenhum incidente fosse registrado.

Porém, a democracia só vale quando é em favor dos ativistas da morte que passaram a se sentir ameaçados por uma prática por eles largamente praticada para demolir a família e a vida.

Polícia garantiu a ordem e protegeu abortistas
“Hazte Oir” denunciou que o aspecto de “congresso científico” foi só um disfarce para o “negocio do aborto” respaldado pelo governo socialista.

“Hazte Oir” pediu que o dinheiro do governo seja aplicado em “programas de promoção integral da maternidade e ajuda à mulher embaraçada” e não no crime abominável do aborto provocado.

O enfrentamento cultural acontecido em Sevilha era previsível. A ofensiva abortista assumiu um grau de empáfia e agressividade que levantou a população espanhola.

As avançadas abortistas podem esperar reações populares de grande extensão. E Sevilha foi uma amostra.


Video: Sevilha diz NÃO a congresso abortista





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terça-feira, 29 de junho de 2010

Países e professores pedem mudar sentença que proibe crucifixos nas escolas

Crucifixo em escola italiana

Dez países integrantes do Conselho de Europa solidarizaram-se com a Itália, país condenado por exibir crucifixos nas salas de aula e se declararam parte no processo, ao lado de Roma.

Por sua vez, trinta e sete professores de Direito de onze países pediram ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos para que anule dita decisão proibindo as imagens de Cristo crucificado nas escolas e locais públicos italianos, informou a agência AICA.

Os professores sustentam que a decisão desse Tribunal atenta contra uma muito vasta gama de símbolos religiosos não só em locais públicos de toda Europa, mas também contra símbolos fundamentais, como bandeiras e escudos nacionais.

Selos italiano comemoram “raízes cristãs" da Europa
De fato, se o absurdo critério do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos prevalecer, seriam atingidas bandeiras nacionais como as da Suíça, Inglaterra e dos países escandinavos que ostentam o símbolo da Cruz.

“A tentativa de exilar os símbolos religiosos dos locais públicos seria temerária, porque esses símbolos e as idéias religiosas que eles representam são parte integral do tecido da civilização européia”, apontaram os professores.

Eles também advertiram que a sentença pode inspirar um conflito generalizado entre governo e religião.

Eric Rassbach, diretor nacional de litígios do Fundo Becket para a Liberdade Religiosa, explicou que “em vez de anunciar uma cruzada contra a religião, a Corte deveria procurar que a religião e governo ajam em dialogo harmonioso”.

Exemplo típico das novas tensões que podem ser geradas pela sentença desse Tribunal aconteceu na própria Itália. O governo italiano emitiu uma série de selos postais dedicados aos Santos Padroeiros de Europa.

Estes selos seriam proibidos pelo Tribuanl dos  "Direitos Humanos"
Os selos comemoram as “raízes cristãs na formação da identidade cultural européia”. A emissão não contraria a letra, mas o critério apontado pela contestada decisão do Tribunal dos Direitos Humanos de Estrasburgo.

Os selos reproduzem imagens dos santos Cirilo e Metódio, Santa Brígida de Suécia, São Bento de Nursia, Santa Catarina de Siena e Santa Teresa Benedita da Cruz. Na parte inferior está escrito “O poder e a graça”, “Santos padroeiros de Europa” junto com o logo do Correio italiano.

Na lógica dos “Direitos Humanos” como os entende o Tribunal Europeu, essa emissão também deveria ser condenada. A rigor a Igreja Católica ficaria impedida de cumprir sua missão: “Ide e pregai a todas as gentes”.

O Tribunal de Estrasburgo atentará para o bom senso corrigindo perturbadora sentença ou atiçará mais a ofensiva do laicismo anticristão?


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quarta-feira, 15 de agosto de 2007

UE e ONU ameaçam a Nicarágua porque proibiu todo aborto

A Nicarágua baniu o aborto em todos os casos e agora sofre uma onda internacional de pressões. O chanceler da Holanda, Bert Koenders, anunciou que seu país e a União Européia só lhe darão ajuda econômica se o país anula a lei anti-aborto. A União Européia, disse Koenders, pensa cancelar toda ajuda aos países onde o aborto ainda é ilegal. Por seu lado, as Nações Unidas qualificaram de “crime” a proibição nicaraguense de assassinar as crianças no ventre materno. A declaração foi emitida no encerramento da reunião do Comitê da Convenção para a eliminação de todas as formas de discriminação contra a mulher (CEDAW), em Nova Iorque. Na ocasião, também o Brasil foi criticado pelos abortistas.