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terça-feira, 14 de julho de 2015

O realejo dos pânicos contra a vida
hoje disfarçados de ambientalistas

A profecía: milhões de pessoas morreriam de fome nos anos 70. A Índia superlotada estava condenada irremediavelmente e “a Inglaterra deixaria de existir por volta do ano 2000”
A profecía: milhões de pessoas morreriam de fome nos anos 70.
A Índia superlotada estava condenada irremediavelmente
e “a Inglaterra deixaria de existir por volta do ano 2000”
Luis Dufaur






2015: Ehrlich, não se arrepende de suas falsas profecias. Ele diz que sua intenção continua incólume: “conscientizar” da catástrofe que estaria despencando sobre nós.
2015: Ehrlich, não se arrepende de suas falsas profecias.
Ele diz que sua intenção continua incólume:
“conscientizar” da catástrofe que estaria despencando sobre nós.
Pela metade dos anos 60 do século XX foi moda na política e na mídia espalhar visões de pesadelo sobre uma desastrosa saturação populacional da Terra.

Em 1966, o escritor Harry Harrison publicou a apavoradora novela de ficção intitulada “Make Room! Make Room!”, em que imaginava massas humanas disputando os escassos recursos da terra em fase de extinção. O livro inspirou o filme ecolo-infernal “Soylent Green” (“No Mundo de 2020” / “À Beira do Fim”)

O duo pop Zager & Evans batia recordes cantando “no ano 2525, se o homem ainda estiver vivo”. A canção martelava que a humanidade estava esgotando demencialmente os recursos da Terra, numa clara mensagem ecológica.