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terça-feira, 8 de setembro de 2015

Crianças dormem melhor quando os país reforçam a disciplina e limitam o uso de eletrônicos

Limitar o uso da tecnologia perto do horário de dormir. para evitar sono mau e baixo rendimento escolar e no trabalho
Limitar o uso da tecnologia perto do horário de dormir.
para evitar sono mau e baixo rendimento escolar e no trabalho



Os pais podem melhorar muito o repouso de seus filhos fixando limites no uso de eletrônicos, reforçando a disciplina no lar e lhes dando o bom exemplo nesse sentido.

Esses são conselhos tirados da edição 2014 do estudo “O sono nos EUA” (“Sleep in America”) da National Sleep Foundation (NSF). Esse estudo é realizado anualmente desde 1991, mas o de 2014 analisou mais profundamente as práticas na hora de dormir e as experiências da família moderna com crianças em idade escolar, segundo a Sleep Review.

“Para as crianças, um bom sono à noite é essencial para a saúde, o desenvolvimento e o rendimento na escola”, disse Kristen L. Knutson, da Universidade de Chicago. “Nós achamos que quando os pais adotam iniciativas para proteger o sono de seus filhos, eles dormem melhor”, acrescentou.

A NSF recomenda que as crianças entre 6 e 10 anos repousem entre 10 e 11 horas por noite. Mas os pais não entendem a importância da qualidade do sono.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Jogos de vídeo que iniciam na “cultura do morticínio”
e no satanismo

Bloodborne ensina que matar sadicamente é uma diversão.
Bloodborne ensina que matar sadicamente é uma diversão.



Quatro letras de sangue pingam do monitor e dizem “mort” [morte em francês], no jogo macabro Bloodborne, descreveu Le Monde de Paris.

Os personagens virtuais têm forma de espectros e seu ambiente próprio são os cemitérios. Para o jornal parisiense, Bloodborne consagra a nova tendência nos videojogos voltados para a morte.

Bloodborne foi precedido por Almas da Escuridão (Dark Souls) e Almas de Demônio (Demon's Souls), embebidos de fantasias macabras ou satanistas que incitam o jogador a morrer centenas de vezes.

A morte já não é causa de luto ou tristeza, mas de diversão, diz Mathieu Triclot, autor do livro Filosofia do videojogo.

As montagens visuais devem ser as mais semelhantes com a realidade e as mais sanguinárias possíveis.