Lutero e o protestantismo evangélico denunciados pelo Pe. Leonel Franca S.J.
O Pe Leonel Franca nasceu em 7-1-1893, em São Gabriel, RS.
Ingressou na Companhia de Jesus em 12-11-1908.
Em 1912 foi estudar filosofia na Universidade Gregoriana, Roma,
onde recebeu o título de Doutor em Teologia (1924).
Durante sua estadia na Cidade Eterna
publicou “A Igreja, a Reforma e a Civilização” (1923).
Em 1928, fundou a Universidade Católica de Rio de Janeiro,
da qual foi Reitor magnífico durante oito anos.
Rendeu sua alma a Deus em 3-9-1948.
Uma jovem enfrenta dificuldades que muitos também encontram na vida. Perde o emprego, o marido a destrata. Na solidão e no desespero ela se interroga sobre o significado da vida.
Tocada pela Graça de Deus, ela entra na igreja de São Jorge em Lyon, e reencontra a Fé ...
Pio XI: Deus é juiz e vingador do sangue inocente, que da terra clama ao céu
63. Mas devemos recordar ainda, Veneráveis Irmãos, outro gravíssimo delito por que se atenta contra a vida da prole escondida ainda no seio materno.
Uns julgam que isso é permitido e deixado ao beneplácito da mãe e do pai. Outros, todavia, o consideram ilícito a não ser que haja gravíssimas causas, que chamam indicação médica, social, eugênica.
Todos estes exigem que, no que se refere às leis penais do Estado, pelas quais é proibida a morte da prole gerada mas ainda não nascida, as leis públicas reconheçam a declarem livre de qualquer castigo a indicação que preconizam e que uns entendem ser uma e outros entendem ser outra. E até não falta quem peça que as autoridades públicas prestem o seu auxílio nessas operações assassinas, o que, ai! todos sabem quão freqüentissimamente acontece em certos lugares.
“NÃO MATAR”
64. No que respeita, porém, à “indicação médica e terapêutica” — para Nos servirmos de suas próprias palavras — já dissemos, Veneráveis Irmãos, quanta compaixão sentimos pela mãe a quem o cumprimento do seu dever natural expõe a graves perigos da saúde e até da própria vida; mas que causa poderá jamais bastar para desculpar de algum modo a morte direta do inocente? Porque é desta que aqui se trata.
Quer a morte seja infligida à mãe, quer ao filho, é contra o preceito de Deus e a voz da natureza: “Não matar” (Ex 20, 13; Cf. Decr. Santo Ofício, 4 maio 1898, 24 julho 1895, 31 maio 1884). A vida de um e de outro é de fato coisa igualmente sagrada, que ninguém, nem sequer o poder público, terá jamais o direito de destruir.
Insensatissimamente se faz derivar contra os inocentes o jus gladii, que não tem valor senão contra os culpados; também de maneira nenhuma existe aqui o direito de defesa até ao sangue contra o injusto agressor (pois quem chamará injusto agressor a uma criancinha inocente?); tampouco o chamado direito de extrema necessidade, que pode ir até à morte direta do inocente.
Os médicos que têm probidade e ciência profissional louvavelmente se esforçam por defender e conservar ambas as vidas, a da mãe e a do filho; pelo contrário, mostrar-se-iam indigníssimos do nobre título e da glória de médicos aqueles que, sob a aparência de arte médica ou movidos de mal-entendida compaixão, se entregassem a práticas assassinas.
65. E tudo isto está plenamente de acordo com as severas palavras com que o Bispo de Hipona [Santo Agostinho] se insurge contra os cônjuges depravados que procuram evitar a prole e, não obtendo êxito, não receiam matá-la criminosamente. Diz ele:
“Algumas vezes essa crueldade impura ou impureza cruel chega ao ponto de recorrer aos venenos da esterilidade, e, se com eles nada consegue, procura extinguir de algum modo no ventre materno o fruto concebido e livrar-se dele, preferindo que a prole morra antes de viver ou se já vivia no ventre seja morta antes de nascer. Sem dúvida, se ambos assim são, não são cônjuges; e, se tais foram desde princípio, não se uniram por matrimônio, mas por ilícitas relações; se, porém, ambos assim não são, ouso dizer: ‘ou ela é de algum modo meretriz do marido, ou ele adúltero da mulher’” (S. Agostinho, De nupt. et concupisc. c. XV).
66. Aquilo, porém, que se propõe acerca da indicação social e eugênica pode e deve ser tomado em consideração, contanto que se proceda de modo lícito e honesto e dentro dos devidos limites; mas, quanto a querer prover à necessidade em que se apóia com a morte dos inocentes, repugna à razão e é contrário ao preceito divino, promulgado aliás por aquelas palavras apostólicas: “não se deve fazer mal para que daí venha bem” (Cf. Rom. III, 8).
67. Aqueles, enfim, que têm o supremo governo das nações e o poder legislativo não podem licitamente esquecer-se de que é dever da autoridade pública defender a vida dos inocentes com leis oportunas e sanções penais, tanto mais quanto menos se podem defender aqueles cuja vida está em perigo e é atacada, entre os quais ocupam, sem dúvida, o primeiro lugar as crianças ainda escondidas no seio materno.
Se os magistrados públicos não só não defenderem essas crianças mas, por leis e decretos, as deixarem ou até entregarem a mãos de médicos ou de outros para serem mortas, lembrem-se de que Deus é juiz e vingador do sangue inocente, que da terra clama ao céu (Cf. Gn 4, 10).
Encíclica “Casti Connubii”, 31 de dezembro de 1930.
As Sagradas Escrituras e o nascituro
«Antes de te formar no ventre materno, Eu te escolhi: antes que saísses do seio da tua mãe, Eu te consagrei» (Jr 1, 5).
«Vós conhecíeis já a minha alma e nada do meu ser Vos era oculto, quando secretamente era formado, modelado nas profundidades da terra» (Sl 139, 15)”.
Primeiro catecismo cristão: “o caminho da morte é… dos assassinos de crianças”
“Não matarás, não cometerás adultério… Não matarás criança por aborto nem criança já nascida” (2,2).
“O caminho da morte é… dos assassinos de crianças” (5,2).
“Súplica pelos cristãos”: “os que praticam o aborto são homicidas e prestarão contas a Deus”
Atenágoras (†181) de Atenas escreveu uma “Súplica pelos cristãos” endereçada ao imperador Marco Aurélio, na qual lê-se:
“Os que praticam o aborto cometem homicídio e irão prestar contas a Deus, do aborto. Por que razão haveríamos de matar? Não se pode conciliar o pensamento de que a mulher carrega no ventre um ser vivo, e, portanto objeto da Providência divina, com o de matar cedo o que já iniciou a vida…” (3, 10)
Concílio de Ancara: dez anos de penitência para as mulheres que fizerem aborto
Nos primeiros séculos, as mulheres culpadas de aborto ficavam excluídas da Igreja até a morte. O Concílio atenuou essa penalidade nos seguintes termos:
“As mulheres que fornicam e depois matam os seus filhos ou que procedem de tal modo que eliminem o fruto de seu útero, segundo uma lei antiga são afastadas da Igreja até o fim da sua vida. Todavia num trato mais humano determinamos que lhes sejam impostos dez anos de penitência segundo as etapas habituais”.
Concílio de Ancara, Ásia Menor, ano 314, cânon 20, apud Hardouin, Acta Conciliorum; Paris 1715, t. I, col. 279.
Beato Pio IX: “excomungamos os que praticam aborto”
“Declaramos estar sujeitos a excomunhão latae sententiae (anexa diretamente ao crime) os que praticam aborto com a eliminação do concebido” (Bula Apostolicae Sedis de 12/10/1869).
Congregação para a Doutrina da Fé: “Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o
“A Igreja afirmou, desde o século I, a malícia moral de todo o aborto provocado. E esta doutrina não mudou. Continua invariável. O aborto direto, isto é, querido como fim ou como meio, é gravemente contrário à lei moral: «Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o recém-nascido» (Didaké 2, 2; cf. Epistola Pseudo Barnabae 19. 5; Epistola a Diogneto 5, 6: Tertuliano, Apologeticum, 9, 8).
“«Deus [...], Senhor da vida, confiou aos homens, para que estes desempenhassem dum modo digno dos mesmos homens, o nobre encargo de conservar a vida. Esta deve, pois, ser salvaguardada, com extrema solicitude, desde o primeiro momento da concepção; o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis» (Gaudium et spes, 51).
“A colaboração formal num aborto constitui falta grave. A Igreja pune com a pena canônica da excomunhão este delito contra a vida humana.
“«Quem procurar o aborto, seguindo-se o efeito («effectu secuto») incorre em excomunhão latae sententiae (CIC can. 1398), isto é, «pelo facto mesmo de se cometer o delito» (CIC can. 1314) e nas condições previstas pelo Direito (cf. CIC can. 1323-1324).
“A Igreja não pretende, deste modo, restringir o campo da misericórdia. Simplesmente, manifesta a gravidade do crime cometido, o prejuízo irreparável causado ao inocente que foi morto, aos seus pais e a toda a sociedade”.
Esclarecimento da Congregação para a Doutrina da Fé sobre o aborto provocado, in L’Osservatore Romano”, 11 de julho de 2009.
Pio XII: aborto é sempre grave e ilícito atentado à vida humana
“A vida humana inocente, de qualquer modo que se encontre, é subtraída, desde o primeiro instante de sua existência, a qualquer direto ataque voluntário.
“É este um direito fundamental da pessoa humana, de valor geral no conceito cristão da vida; válido tanto para a vida ainda escondida no seio da mãe, como para a vida já desabrochada fora dela; tanto contra o aborto direto como contra a direta morte da criança antes, durante e depois do parto.
“Porquanto fundada possa ser a distinção entre os diversos momentos do desenvolvimento de vida nascida ou ainda não nascida para o direito profano e eclesiástico e para algumas conseqüências civis e penais, segundo a lei moral, trata-se em todos estes casos de um grave e ilícito atentado à inviolabilidade da vida humana.
“Este princípio vale para a vida da criança, como para a da mãe. Jamais e em nenhum caso a Igreja ensinou que a vida da criança deve ser preferida à da mãe.
“É errôneo colocar a questão com esta alternativa: ou a vida da criança ou a da mãe. Não; nem a vida da mãe, nem a da criança, podem ser submetidas a um ato de direta supressão.
“Para uma outra parte, a exigência não pode ser senão uma; fazer todo esforço possível para salvar a vida de ambas, da mãe e da criança.”
Discurso ao Congresso “Fronte da Família” de 27 de novembro de 1951.
João Paulo II: “com a autoridade de Cristo e seus sucessores: o aborto é crime abominável”
“Com a autoridade que Cristo conferiu a Pedro e aos seus Sucessores, em comunhão com os Bispos — que de várias e repetidas formas condenaram o aborto e que, na consulta referida anteriormente, apesar de dispersos pelo mundo, afirmaram unânime consenso sobre esta doutrina — declaro que o aborto directo, isto é, querido como fim ou como meio, constitui sempre uma desordem moral grave, enquanto morte deliberada de um ser humano inocente.
“Tal doutrina está fundada sobre a lei natural e sobre a Palavra de Deus escrita, é transmitida pela Tradição da Igreja e ensinada pelo Magistério ordinário e universal”.
João Paulo II, encíclica “Evangelium vitae”, (n. 62)
Pio XI: a Majestade divina odeia sumamente o nefando crime que vai contra a prole
INVESTIDAS CONTRA A UNIÃO CONJUGAL
46. É um fato, em verdade, que não já em segredo, nas trevas, mas abertamente, posto de parte todo o sentido do pudor, quer oralmente, quer por escrito, pelas representações teatrais de todos os gêneros, pelos romances, pelas novelas e leituras amenas, pelas projeções cinematográficas, pelos discursos radiofônicos, enfim, por todas as descobertas mais recentes da ciência, se calca aos pés e se ridiculariza a santidade do matrimônio; ao passo que ou se louvam os divórcios, os adultérios e os vícios mais ignominiosos, ou pelo menos se pintam com tais cores, que parecem querer mostrá-los como isentos de qualquer mácula e infâmia.
E não faltam livros que para tal se apresentam como científicos, mas que na realidade o mais das vezes não têm de ciências senão umas tinturas, com o fim de se poderem mais facilmente insinuar nos espíritos.
E as doutrinas neles defendidas preconizam-se como maravilhas do espírito moderno, isto é, daquele espírito que se vangloria de amar só a verdade, de se ter emancipado de todos os velhos preconceitos, no número dos quais inclui e relega a tradicional doutrina cristã do matrimônio.
ABOMINAÇÕES
52. Apoiados nestes princípios, chegam alguns a inventar formas de união, adaptadas, segundo crêem, às atuais condições dos homens e dos tempos, e que apresentam como novas formas de matrimônio: casamento temporário, casamento de experiência e casamento amigável, que reclamam para si a plena liberdade e todos os direitos do matrimônio, com exceção do vínculo indissolúvel e com exclusão da prole, a não ser no caso em que as partes venham depois a transformar essa comunidade e intimidade de vida em matrimônio de pleno direito.
53. E não faltam os que pretendem, a tal instando, que semelhantes abominações sejam coonestadas pelas leis ou pelo menos desculpadas pelos costumes públicos dos povos e por suas instituições; e parece que não suspeitam sequer que semelhantes coisas, longe de se poderem exaltar como conquistas da cultura moderna, de que tanto se vangloriam, são ao contrário aberrações nefandas, que reduziriam, sem dúvida, ainda as nações cultas aos bárbaros usos de alguns povos selvagens.
INSÍDIAS CONTRA A FECUNDIDADE
54. Mas, para tratarmos agora, Veneráveis Irmãos, de cada um dos pontos que se opõem aos diversos bens do matrimônio, falemos primeiro da prole, que muitos ousam chamar molesto encargo do casamento e afirmam dever ser evitada cuidadosamente pelos cônjuges, não pela honesta continência (permitida até no matrimônio, pelo consentimento de ambos os cônjuges), mas viciando o ato natural.
Alguns reclamam para si esta liberdade criminosa, porque, aborrecendo os cuidados da prole, desejam somente satisfazer a sua voluptuosidade, sem nenhum encargo; outros porque, dizem, não podem observar a continência nem permitir a prole, por causa das dificuldades quer pessoais, quer da mãe, quer da economia doméstica.
55. Mas nenhuma razão, sem dúvida, embora gravíssima, pode tornar conforme com à natureza e honesto aquilo que intrinsecamente é contra a natureza.
Sendo o ato conjugal, por sua própria natureza, destinado à geração da prole, aqueles que, exercendo-o, deliberadamente o destituem da sua força e da sua eficácia natural procedem contra a natureza e praticam um ato torpe e intrinsecamente desonesto.
56. Não admira pois que, segundo atesta a Sagrada Escritura, a Majestade divina odeie sumamente este nefando crime e algumas vezes o tenha castigado com a morte, como recorda Santo Agostinho:
“Ainda com a mulher legítima, o ato matrimonial é ilícito e desonesto quando se evita a concepção da prole. Assim fazia Onã, filho de Judá, e por isso Deus o matou” (Sto. Agost., De conjug., livro, II n. 12; cf. Gn 38, 8-10.).
Encíclica “Casti Connubii”, 31 de dezembro de 1930.
Pio XII: atentar contra a família é atentar contra a humanidade
“Precisamente porque [a família] é o elemento orgânico da sociedade, todo atentado perpetrado contra ela é um atentado contra a humanidade. Deus pôs no coração do homem e da mulher, como instinto inato, o amor conjugal, o amor paterno e materno, o amor filial. Por conseguinte, querer arrancar e paralisar este tríplice amor é uma profanação que por si mesma horroriza e leva à ruína a pátria e a humanidade”.
(Pio XII, Alocução "Aurions-nous pu", 20-9-1949).
Pio XII: a família e a propriedade asseguram a liberdade do homem
“A segurança! A aspiração mais viva dos homens de hoje! Eles a pedem à sociedade e às suas leis. Mas os pretensos realistas deste século demonstraram que não estavam em condições de proporcioná-la, precisamente porque querem substituir o Criador e fazer-se árbitro da ordem da criação.
“A Religião e a realidade do passado ensinam, pelo contrário, que as estruturas sociais, como o casamento e a família, a comunidade e as corporações profissionais, a união social na propriedade pessoal, são células essenciais que asseguram a liberdade do homem, e com isto, seu papel na História. Elas são pois intangíveis, e sua substância não pode ser submetida a revisão arbitrária.”
(Pio XII, Radiomensagem do Natal de 1956 - Discorsi e Radiomessaggi di Sua Santità Pio XII, vol. XVIII, p. 734).
Vocação e missão providencial do Brasil
Vídeo: vocação e missão providencial do Brasil
São Francisco de Assis criou o presépio
Em 1223, São Francisco de Assis criou na igreja de Grecchio, Itália, o primeiro presépio vivo com personagens reais. Os personagens (o Menino Jesus numa manjedoura, Nossa Senhora, São José, os Reis Magos, os pastores e os anjos) eram representados por habitantes da aldeia. Os animais, o boi, o burrico, as ovelhas e outros animais, também eram reais. O costume espalhou-se rapidamente.
A encenação de uma “missa negra satânica” havia sido agendada para segunda-feira, 12 de maio, véspera da festa de Nossa Senhora de Fátima, na prestigiosa Universidade de Harvard, nos EUA.
A “missa negra” é um culto satânico com blasfêmias e sacrilégios, que faz as vezes de uma paródia da Missa católica. Muitas orações são invertidas para exprimir o contrário do rito católico e cultuar Lúcifer, informou o “Boston Globe”.
O satânico ritual foi aprovado pelo Harvard Extension Cultural Studies Club e deveria ser executado pelo grupo “Satanic Temple”, de Nova York. O responsável por esse grupo declarou que não seriam usadas hóstias consagradas, como é o sacrílego costume, segundo informou a CNSNews.
A tentativa de amortecer as reações incluía a “explicação” de que essa “missa negra” seria apenas uma manifestação de independência em relação à autoridade da Igreja, quando na realidade trata-se de cultuar a revolta de Satanás contra o Sacrifício Redentor da Cruz, renovado em toda Missa autenticamente católica.
Cardeal Burke, prefeito do Tribunal supremo da Signatura Apostólica
A conhecida revista francesa “Famille Chrétienne”, em sua edição de 20 de junho último, publica importante entrevista do Cardeal Burke, prefeito do Tribunal supremo da Signatura Apostólica, o mais elevado e decisivo Tribunal da Santa Sé.
Nessa entrevista, feita pelo jornalista Pierre de Calbiac, o Cardeal Burke, de origem norte-americana, expõe a doutrina católica e a lei natural a propósito de temas da maior atualidade, como a família, o aborto, o homossexualismo, a proibição da comunhão a políticos abortistas e a preservação moral das crianças.
O governo húngaro está transferindo as escolas públicas para instituições religiosas, noticiou a revista francesa L’Express.
Essa política deixa furiosos os líderes socialistas dentro e fora da Hungria, inclusive nos países europeus onde a educação pública apresenta resultados calamitosos. As iradas queixas vão contra o fato de que com política do governo húngaro está sendo restaurada a moral tradicional.
Nas escolas, voltam os cantos religiosos e a oração em comum no início das aulas. Os pais dos alunos escolhem o catecismo que será ensinado a seus filhos.
Para 77% dos adultos americanos, a existência e atividade dos anjos em torno dos homens é uma verdade muito real.
Foi o que revelou uma enquête da Associated Press e da GfK, após ouvir 1.000 pessoas no mês de dezembro.
Anjo, protetor contra o demônio. Simone Martin
Para 88% dos consultados, a fonte dessa convicção é a religião cristã, noticiou a agência CNSNews.
Mas a crença nos anjos é compartilhada pela maioria dos não cristãos.
Inclusive mais de quatro de cada 10 americanos que jamais assistem a um serviço religioso acreditam na existência dos espíritos, celestes ou infernais.
Análoga sondagem feita em 2006 constatou que 81% acreditavam na existência e ação dos anjos na Terra. A tendência para crer neles está aumentando.
Em maio de 2011, 92% dos adultos disseram ao Gallup que acreditavam em Deus.
Porém, 34% responderam a análoga enquête da Associated Press e da Ipsos dizendo que também acreditavam nos fantasmas e nos discos voadores, aliás muitas vezes ligados aos anjos infernais.
Diabo: único beneficiado com o silêncio
Contudo, se a gente fosse calcular a proporção de pregações dos púlpitos católicos sobre tão fundamental questão, o resultado seria provavelmente decepcionante.
Essa omissão pode ter efeitos trágicos no discernimento dos fiéis quanto à influência dos anjos bons e dos demônios.
Em Roma, o arcebispo Raymond L. Burke, presidente do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica (tribunal supremo da Santa Sé), e recentemente apontado para receber a púrpura cardinalícia por S. S. Bento XVI, concedeu entrevista a Thomas McKenna, fundador e presidente da associação Ação Católica pela Fé e Família, dos EUA. http://www.catholicaction.org/
O entrevistador interrogou ao arcebispo sobre as razões que o levaram a escrever uma carta pastoral ‒ quando dirigia a arquidiocese de St Louis ‒ sobre a maneira com que os católicos devem votar.
Há grave obrigação moral de votar, e pelos candidatos melhores
O prelado explicou que muitos católicos, embora professando bons princípios, na hora dar o voto acham que podem colocar as verdades da fé “entre parênteses e votar de acordo com outros critérios”.
‒ “Eu queria me certificar ‒ explicou o prelado ‒ que os fiéis se dessem conta de que têm uma obrigação moral muito grave de votar nos candidatos que defendam a verdade da lei moral, o que, naturalmente, também redunda no maior bem da sociedade”, explicou.
“Não podemos alegar, por exemplo, a respeito da existência em nossa sociedade da prática generalizada do aborto ou de uma permissão cada vez maior para os assim chamados casamentos entre pessoas do mesmo sexo, que ‘Nada temos a ver com isso.’ Temos sim, pois elegemos para cargos públicos pessoas que permitem essas coisas em nossa sociedade.”
“É minha real obrigação enquanto bispo de exortar os fiéis a cumprirem seu dever cívico de acordo com sua fé católica”.
Jamais votar por quem defende o aborto como “direito”
Pode-se votar em alguém que defende o aborto como ‘direito’?. A resposta foi clara:
‒ “Não se pode jamais votar em alguém que favoreça absolutamente o ‘direito’ de uma mulher de destruir uma vida humana em seu seio ou de procurar um aborto.”
Porém, esclareceu com muito equilíbrio um ponto delicado:
‒ “Em algumas circunstâncias em que não exista nenhum candidato que se proponha a eliminar todo e qualquer aborto, pode-se escolher o candidato que mais limite esse grave mal em nosso país; mas jamais seria justificável votar num candidato que não só não quer limitar o aborto mas entende que ele deva estar ao alcance de todos.
Bispos brasileiros não podem dormir sem antes denunciar o aborto
O entrevistador, Thomas McKenna, lembrou que esse é um problema também do Brasil e perguntou-lhe que mensagem enviaria aos bispos brasileiros engajados na luta contra o aborto.
O chefe do Supremo Tribunal de Justiça vaticano disse:
‒ “Eu os elogiaria por exercerem seu ministério como mestres da fé a respeito de um assunto fundamental. Como poderia um bispo dormir a noite se não ensinasse nem alertasse seus fiéis contra um mal tão grave quanto o aborto, que ameaça acometer a sua nação? Então, esses bispos devem ser parabenizados, pois o que estão fazendo é simplesmente exercer sua função de mestres da fé e da moral, num assunto como disse fundamental e essencial: a proteção da vida de inocentes e indefesos seres humanos.”
Thomas lembrou que há católicos que dizem: ‘socialmente, ou por outras razões, quero votar no outro lado a despeito do que a Igreja diga’.
Mons. Burke respondeu:
‒ “Eu simplesmente lhes perguntaria: ‘Vocês seguem a Regra de Ouro que nos foi ensinada pelo próprio Nosso Senhor nos Evangelhos? Em outras palavras, ‘façam aos outros aquilo que gostariam que lhes fizessem?’
“Vocês acham realmente justo negar o direito à vida de outros membros da sociedade, especialmente os que dependem totalmente de nós para viver, a fim de obter alguma vantagem, ainda que legítima, seja ela ambiental ou outra? (...) ou seja, fazer o mesmo que quereríamos que nos fizessem quando nos encontrávamos, pequeninos, no ventre de nossa mãe, em fase embrionária de desenvolvimento ou a caminho do nascimento; como gostaríamos então que os eleitores votassem para proteger e salvaguardar nossas vidas”.
“Casamento” homossexual e a sã e legítima discriminação
Diz-se também que o “casamento” homossexual é uma questão de não-discriminação, e isso impressionou a alguns católicos tíbios, observou McKenna. Qual seria a resposta da Igreja a isso?
D. Burke respondeu:
‒ “Há discriminação injusta, por exemplo, quando se diz que um ser humano, por causa da cor de sua pele, não é parte da mesma raça humana Mas há uma discriminação que é perfeitamente justa e boa, ou seja, a discriminação entre o que é certo e o que é errado. Entre aquilo que está de acordo com nossa natureza humana e que é contrário à nossa natureza humana.
“Assim, ao ensinar que atos sexuais entre pessoas do mesmo sexo são intrinsecamente maus e contra a natureza, a Igreja Católica está simplesmente anunciando a verdade, ajudando as pessoas a discriminarem o certo do errado em suas próprias atividades. (...)
“Portanto, não é de modo algum discriminação injusta simplesmente dizer ‘não’”.
Gravidade do escândalo dos políticos abortistas
Thomas apontou que personalidades públicas votam a favor do aborto ou são contrárias aos ensinamentos da Igreja, porém continuam a comungar e ir à igreja e a se apresentarem como católicos. E perguntou: “O senhor poderia dizer algo sobre o que é exatamente esse escândalo, qual sua gravidade?”
“É muito grave, ‒ explicou Mons. Burke ‒ isso lhe digo. Porque muitas pessoas, católicos e não-católicos, passaram a crer que o ensino da Igreja Católica sobre a gravidade do aborto não deve ser muito firme ou até mesmo que está prestes a ser alterado de um modo ou doutro. (...)
“O que é, pois, dar escândalo? Dar escândalo é fazer ou deixar de fazer algo que leve outros a ficarem confusos ou caírem em erro sobre o bem moral.
“Aqui está um perfeito exemplo de escândalo: católicos que traem a fé católica na vida política, como legisladores, juízes ou o que for, levando outras pessoas a acreditar que o aborto não deve ser o grande mal que realmente é, ou que de fato o aborto é uma coisa boa em certas circunstâncias.”
A caridade exige denunciar o escândalo
Porém, hoje se tende a menosprezar a pessoa que se manifesta escandalizada diante de atentados clamorosos contra os costumes e contra a Fé. O arcebispo abordou esse falso dilema moral:
‒ “Hoje tornou-se mais importante do que nunca considerar a realidade do escândalo porque há uma tendência a dizer: ‘O problema está em você. Esta é uma boa pessoa, está fazendo aquilo que acha certo’ e assim por diante, sem ligar para o que é verdadeiro e o que não o é. ‘Você é que cria problema para nós quando o critica’.
“Ora, isso não é verdade de modo algum. Quando manifestamos que algo nos causou escândalo, aconselhamos a pessoa que causou o escândalo a corrigir-se e reparar o mal que fez. Não se trata de acusar a outrem falsamente. Não se trata de introduzir discórdia ou desunião na comunidade. Trata-se na realidade de buscar os fundamentos da verdadeira unidade. Em outras palavras, a unidade na promoção do bem comum”.
Políticos e militantes abortistas devem fazer penitência pública
Mas, interrogou ainda McKenna, se um homem público católico dá escândalo, que tipo de reparação deve fazer para compensar o mal causado?
‒ “Em primeiro lugar, explicou D. Burke, deve haver uma genuína reforma do coração. Isso se faz através do sacramento da Penitência, por meio da satisfação ou penitência atribuída no sacramento.
“Mas é preciso reconhecer que, tratando-se de uma figura pública que tenha promovido algo muito mau de maneira pública, ela deve renunciar também publicamente ao erro que cometeu e ao qual estava levando outras pessoas.
“Então, para mim, a única coisa adequada é que essa figura pública diga: ‘Eu estava errado e agora entendo a verdade sobre a vida humana. E lamento profundamente o que fiz.’
“Por exemplo, no campo da medicina, alguém como Bernard Nathanson, que foi grande promotor do aborto provocado e depois se emendou, reconheceu o erro e passou a escrever livros e dar palestras para tentar reparar as muitas e muitas vidas para cujo assassinato serviu de instrumento.
“Você se pergunta: ‘Como pode alguém ser perdoado por cometer aborto?’ Mas Deus nos perdoa. Sua misericórdia é incomensurável, e em seguida nos leva a fazer a reparação que nós humanamente precisamos fazer para reparar o mal praticado e atrair as pessoas para o bem.
Rezemos a Nossa Senhora e obteremos a graça
Como conclusão o futuro Cardeal recomendou:
‒ “Desejo convidar todos a invocar de modo particular a intercessão de Nossa Senhora de Guadalupe. Ela foi-nos dada como Mãe da América. Ela é nossa Mãe. Ela é a Mãe de Jesus Nosso Senhor, mas nossa Mãe de modo muito particular.
“Apareceu em nosso continente em 1531 e mostrou-se protetora de toda vida humana. Rezemos muito especialmente sob sua intercessão, unindo nossos corações ao seu Coração Imaculado, para pedir o fim do aborto e de todos os ataques à família, especialmente a promoção de uniões do mesmo sexo.
“Estejamos confiantes de que Nosso Senhor vai ouvir nossa oração. Pelos nossos débeis esforços e orações, obteremos para os nossos irmãos e irmãs o dom do amor e da misericórdia de Deus.”
Video: Bispos não podem dormir sem alertar contra o aborto
O Pe. Jânio Pereira, C.M, fez públicos esclarecimentos indispensáveis para todos os católicos neste delicado momento que vivemos, para nosso futuro, para o futuro do Brasil e para a salvação das nossas almas.
As palavras dele estão todas contidas no vídeo que vai neste post.
De início, o Pe Jânio explica que “neste momento que estamos vivendo, momento eleitoral, muitas das nossas ovelhas estão ... sendo usadas verdadeiramente por interesses que comprometem e até podem conduzir à perdição das vossas almas.
Falo da discussão que no momento eleitoral atual tem ganhado a temática do aborto.”
Sacerdote esclarece: quem promove,
favorece ou partecipa de um aborto
se auto-excomunga da Igreja
no mesmo ato de cometer esse crime
E esclarece:
“A pessoa que apóia, divulga, comete, incentiva, de todas as formas, até as mais simples: se v. sugere, dá um telefone, leva até uma clínica, se v. aconselha de forma errada, v. está participando de um modo material neste crime para nossa doutrina católica, neste pecado gravíssimo.
“Desta forma, a pessoa, ela se auto-excomunga.
“Não é necessário para entender a auto-excomunhão que um padre ou um bispo excomungue a pessoa. O próprio crime que a pessoa fez, ela por si ela já está excomungada.
“E aqueles que participaram se tornam criminosos e por isso pecadores.”
Por fim, ele conclui dizendo:
“Nós precisamos nos unir num só coração e numa só alma para rezar intensamente pelos rumos do Brasil.
“Não permitamos que as forças escuras e obscuras das trevas que estão a serviço de Satanás, que elas não imperem nesta Terra consagrada à Virgem Maria, Nossa Senhora Aparecida.
“Que todos os anjos, santos, todos os arcanjos, todos os santos protetores e padroeiros que são sempre invocados com devoção sincera por este milhões de brasileiros que professam a Fé católica sejam defendidos de todo mal.
“Que o Senhor abençoe e guie vossos corações que agora escutaram e estão prontos para decidir segundo a verdade do Santo Evangelho e da Tradição da Igreja.
“Que Deus vos abençoe e vos guarde sempre, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, Amém!”
Video: quem promove, favorece ou pratica o aborto se auto-excomunga da Igreja
A reivindicação pelo “casamento homossexual” é estranhamente balofa. Por um lado aduz uma série de “Direitos Humanos”.
Além do mais proclama atender uma minoria muito vasta ‒ ao menos na mídia e entre os “famosos” do escândalo.
Porém, quando se desce à realidade, constata-se que as palavras e os pretextos não batem com a evidência.
E fica-se com a impressão que o motivo real da campanha para impor o “casamento” sodomítico é apagar a influência do cristianismo nas leis, nas instituições e nos costumes.
Na Suécia, o número de uniões de pessoas do mesmo sexo prova que o movimento homossexual é um bluff.
Por pressão do lobby homossexual, no dia 1º de maio de 2009, entrou em vigor na Suécia uma lei que autoriza a união entre pessoas do mesmo sexo. A lei foi aprovada pelo Parlamento com 261 votos a favor e 22 contra.
Ademais, também por pressão do lobby homossexual, este pseudo-casamento passou a ser celebrado, desde novembro de 2009, nos templos da Igreja Evangélica Luterana da Suécia.
E o que aconteceu após um ano de aplicação da lei?
Um fracasso, ocultado pela mídia e pelo lobby homossexual: apenas 48 uniões! E para 2010, estão previstas 44. Para se medir bem o fracasso, a cada ano, celebram-se 20.000 casamentos tradicionais na Suécia.
Bandeira nacional sueca
“Nós não esperávamos uma multidão, mas que sejam tão poucos nos surpreendeu”, disse Håkan Sjunnesson, porta-voz da Igreja Luterana de Luleå”.
Mais da metade destas uniões deram-se em Estocolmo, na capital. “Nas cidades pequenas, torna-se difícil os homossexuais se apresentarem”, declara Nelson Haraldson, representante de um movimento homossexual. E explicou: “Quando ocorre uma união entre homossexuais [em pequenas cidades] o povo vem para observar e não quer absolutamente que sua cidade se torne conhecida como uma cidade de homossexuais”. As declarações foram estampadas pelo jornal alemão “Frankfurter Rundschau” (1-8-2010).
As reações do povo sueco e o número ridiculamente baixo de uniões homossexuais mostram como são exageradas as informações da mídia sobre o movimento homossexual.
Agora na Suécia, aprovada a lei, a realidade aparece. Os homossexuais são uma minoria insignificante. Sua força vem do escandaloso apoio que recebem da mídia, da televisão com sua novelas, dos políticos esquerdistas comprometidos ideologicamente com a agenda do lobby homossexual e do abundante dinheiro público.
Fenômeno semelhante ocorre no Brasil. A Folha de São Paulo, mencionando apenas as fontes dos organizadores, citou 3,4 milhões de participantes na parada homossexual de São Paulo em 2008. Em 2009, a Rede Globo de TV transmitiu a parada em direto em cadeia nacional em seu programa “Fantástico”. Ainda em 2009, ela contou com a presença da ex-prefeita Marta Suplicy, do atual prefeito Gilberto Kassab e de sindicalistas da CTB, CUT, Força Sindical e UGT. Inúmeras notícias falam da ajuda financeira e logística dos governos federal e estadual, prefeituras e empresas públicas.
Sem este apoio a minoria homossexual jamais conseguiria chamar sobre si a atenção da opinião pública. O movimento homossexual é uma cobra criada, um bluff.
O Prefeito da Signatura Apostólica ‒ Supremo Tribunal da Santa Sé ‒, arcebispo Raymond Leo Burke, em entrevista à revista italiana Radici Cristiane (Raízes Cristãs), esclareceu que os católicos abortistas não podem receber a Santa Comunhão. A interdição vale para os simples leigos como para os políticos que promovem a massacre dos inocentes.
Igualmente, os ministros da comunhão ‒ sacerdotes ou leigos autoriza-dos ‒ têm obrigação de negar o Santíssimo Sacramento a esses abortistas até que “tenham reformado a própria vida”. I. é, tenham abandonado a profissão e defesa desse crime abominável. O arcebispo sublinhou que “receber indignamente o Corpo e a Sangue de Cristo é um sacrilégio, quando acontece delibera-damente em pecado mortal”.
“Se temos um pecado mortal na consciência, primeiro devemos nos confessar desse pecado, receber a absolvição, e só então nos aproximarmos do Sacramento Eucarístico”, explicou.
Como exemplo de sacrilégio ele pôs o caso de qualquer “funcionário público que com conhecimento e consentimento sustenta ações que vão contra a lei moral Divina e Eterna. Por exemplo, se apóia publicamente o aborto procurado, que implica na supressão de vidas humanas inocentes e indefensas. Uma pessoa que comete pecado dessa maneira deve ser admoestada publicamente de modo que não receba a Comunhão até que tenha reformado a própria vida”.
“Se uma pessoa que foi admoestada persiste num pecado mortal público e se aproxima para receber a Comunhão, o ministro da Eucaristia tem a obrigação de lha negar. ¿Por quê? Sobre tudo pela salvação da própria pessoa, impedindo que realize um sacrilégio”, acrescentou.
O prelado vaticano explicou que negar a Comunhão nesses casos afasta o escândalo. Mons. Burke deixou claro que quando a Igreja impede um abortista de comungar “é simplesmente ridículo e errado tentar de silenciar o pastor acusando-o de interferir na política”.
Pois, completou, é “simplesmente errôneo” achar que a Fe deve se reduzir ao âmbito privado esquecendo o âmbito público. Nós devemos “dar testemunho da nossa fé não só na privacidade de nossos lares, mas também na nossa vida pública, no relacionamento com os demais, para dar um forte testemunho de Cristo”.
Porque Marcela nasceu ‒ contrariamente ao que teriam querido os fanáticos do aborto ‒ foi batizada e recebeu um nome de família. Morreu como uma filha de Deus, como uma genuína brasileira.
A doutrina tradicional e imutável da Igreja Católica nos fornece uma certeza consoladora. Tendo entregado o espírito em tão curta idade, neste instante a alma inocente de Marcela está no Céu, usufruindo dos gáudios inefáveis da bem-aventurança eterna.
E desde lá intercede por todos nós que nos encomendamos a ela.
Seu exemplo e da sua valorosa família católica e brasileira animou os defensores da vida. Encorajou-os a lutar com mais ardor para impedir uma campanha reles que visava legalizar o aborto sob pretexto de anencefalia.
Envolvida pelo amor familiar, Marcela viveu muito além do esperado infringindo ao abortismo eficaz desmentido. Os juízes que autorizavam o aborto com pretexto de anencefalia passaram a se retrair vendo o exemplo de vida de Marcela.
Rezemos pela sua mãe dona Cacilda Galante Ferreira que, ao saber do decesso da sua filhinha, pode afirmar com tranqüilidade de consciência: “estou tranqüila, não triste, pois eu cuidei dela até quando Deus quis”.
Rezemos pelo seu pai Dionísio e seus parentes mais próximos que auxiliaram Cacilda nos seus desvelos para sustentar Marcela até o momento que fechou os olhos para esta terra e os abriu para o Céu.
Mas rezemos ‒ e lutemos ‒ de um modo muito especial por todas as crianças que estão em perigo de serem abortadas.
Para que Nossa Senhora afaste o flagelo da matança de inocentes brasileiros que quer se ampliar ainda mais com projetos de lei no Congresso Nacional.
Quantas dessas crianças abortadas são jogadas no lixo hospitalar sem batismo, sem nome, sem nunca poderem dizer que são filhos e filhas da nossa terra brasileira? A pergunta causa horror.
O Cardeal de Riga (Letônia), D. Janis Pujats [foto], advertiu que os homossexuais devem ser banidos dos cargos públicos do país.
Nas próximas eleições, disse o Cardeal, os candidatos devem se manifestar “preparados para defender a nação letã contra a invasão da homossexualidade na vida pública”, informou “The Baltic Times”.
O cardeal Pujats sublinhou que um indivíduo que não seja um “vigoroso advogado dos valores morais do povo não pode concorrer e não pode ser nomeado primeiro-ministro”.
Os princípios morais corajosamente defendidos por D. Pujats, entretanto, são considerados ilegais pelas iníquas normas da União Européia. Não é a primeira vez que um sucessor dos Apóstolos desafia corajosamente normas jurídicas imorais.
Os católicos ingleses não podiam acreditar, mas era verdadeiro: o Cardeal Cormac Murphy O'Connor [foto], primaz da Inglaterra, tinha autorizado “missas homossexuais” para militantes da sodomia aglutinados na rede “Quest”. Estes diziam que tais missas eram “só o começo”.
Porém os católicos ingleses apresentaram seus protestos diretamente ao Vaticano. Pouco depois o vigário geral da arquidiocese de Londres, Mons. Sheamus O'Boyle, encerrou as escandalosas missas.
Reuniões de estudantes homossexuais que se diziam católicos, na Universidade de Liverpool, promovidas pelo mesmo grupo, também foram extintas pela arquidiocese da cidade, após queixas apresentadas pelos fiéis.
Os católicos devem imitar os cristãos dos primeiros séculos que deram a vida antes de claudicar diante do paganismo imoral romano, disse Mons. Charles Chaput [foto], arcebispo de Denver, EUA, em New York.
Aqueles cristãos agiram com tanta constância e coragem que o catolicismo acabou virando a religião dominante e fundou a Civilização ocidental.
Ser cristão, disse, significa crêr que o matrimônio é sagrado, “recusar o aborto, o infanticidio, o controle da natalidade, o divórcio, as práticas homossexuais e a infidelidade conjugal”.
Praticar a fé não traz popularidade, concluiu, mas no fim, Deus reconhecerá aqueles que foram seus filhos fiéis não só na vida privada mas também na vida pública, concluiu.
Abortos simultâneos na mesma sala são freqüentes na China
Agentes do controle da natalidade em Guangxi e Shangdon vêm forçando dezenas de mulheres grávidas a abortarem no hospital de Baise, informou a rádio Free Asia. Os agentes fazem “arrastões” de grávidas invadindo as casas. À senhora Zhou fizeram uma aplicação “para trabalhar melhor” na altura da cabeça do bebê que logo nasceu morto.
He Caigan foi forçada a abortar porque não tinha 18 anos. Após a aplicação ela sentiu os estertores do bebê no seu próprio ventre até morrer.
Jovem traumatizada após praticarem nela o 2º aborto, Qingdao
As grávidas temem pisar o hospital por alguma outra razão pois está infestado de agentes do controle da natalidade. As convicções religiosas das mães são atropeladas em nome da política oficial do “filho único”. A polícia ameaçou um sacerdote católico da perseguida Igreja clandestina para que não falasse à imprensa, mas ele contou o caso de paroquianas seqüestradas e obrigadas a abortarem.
A China é sinistro “modelo” do que pode vir a acontecer no Brasil se a atual ofensiva pelo aborto atingir seus objetivos mais extremados.
O movimento Católicas pelo Direito de Decidir aluga vasto local no 4º andar num prédio propriedade da Ordem do Carmo, em São Paulo.
No 5º andar está a sede da Regional Sul da CNBB, e no 7º a sede da Conferência dos Religiosos do Brasil.
Nessas instalações pretendem dar curso que “põe em xeque o pensamento católico sobre a virgindade, uso de métodos anticoncepcionais, maternidade como destino, homossexualidade e aborto”.
Agentes de pastoral da Igreja Católica foram convidados, informou a Agencia Católica Internacional.
Segundo Fátima Oliveira (foto), secretária executiva de Rede Feminista de Saúde há anos grupos abortistas trabalham aliados ao Conselho Nacional de Igrejas Cristãs de Brasil (CONIC), no qual tem parte a CNBB.
Grito dos Excluídos, Brasília,Marcelo Casal Jr/ABr
Sinal precursor aconteceu no Grito dos Excluídos, convocado pela CNBB, no 7 de setembro. Em São Paulo, na missa na Catedral da Sé, imensa faixa verde e amarela foi levada até ao altar em procissão com as “principais reivindicações do povo”.
Depois da missa, manifestantes seguiram para o Monumento do Ipiranga misturando músicas dos movimentos populares e Hino Nacional. Participaram militantes do MST, PSOL, PSTU, PCB e Partido Humanista. Entre os movimentos sociais estava o “Marcha Mundial das Mulheres”.
“Nem papas, nem juízes, as mulheres decidem”, dizia um cartaz dessa Marcha Mundial das Mulheres, exigindo a liberação do aborto. “Não é a posição da Igreja, mas não há como evitar esse tipo de manifestação”, comentou insensível a freira Beatriz Maestri, representante do Conselho Indigenista Missionário, CIMI, dependência da CNBB.
Oito mil pessoas participaram da 1ª Marcha Nacional em Defesa da Vida, em Brasília. Percorreram o trecho que vai da Catedral até o Congresso Nacional. Foi capitaneada pelo Movimento Brasil Sem Aborto, e agrupou pessoas de sete estados além do Distrito Federal. Um dos cartazes dizia: "Deputados: os Srs. prestarão contas a Deus pelo seu voto". Havia grupos católicos paroquiais de todo o Distrito Federal. A Associação dos Fundadores marcou presença realçando com suas faixas as origens cristãs do Brasil, e a gravidade do pecado que significa a aprovação do assassinato de inocentes. A passeata parou frente ao Ministério da Saúde, para deixar uma mensagem de repúdio às declarações pró-aborto do Ministro José Gomes Temporão: "Aborto não; desiste Temporão!" foi o brado dos manifestantes. Frente ao Congresso Nacional, a multidão fez ecoar seu repúdio ao aborto no desfecho da Marcha. Uma pífia manifestação de movimentos pró-aborto, com menos de 20 pessoas, vestidas de roxo e portando tímidos cartazes passou quase despercebida. A imprensa paulista não noticiou o fato, ou lhe consagrou espaços diminutos. Tivesse sido uma marcha pelo aborto com essa presença popular, e teria saído nas marchetes.
Também em Itu (SP) houve uma primeira marcha pela vida e contra o extermínio dos inocentes, em que destacaram-se as forças católicas: paróquias e o movimento Ação Jovem pela Terra de Santa Cruz. Mais uma vez, a imprensa da capital paulista não sabia, não viu, não estava e nada publicou!
Na Bélgica, Dom André-Mutien Léonard, citou Freud em entrevista para o semanário Télé Moustique, mas um jornalista achou maliciosamente que acusara os homossexuais de “anormais”. O bispo de Namur disse, segundo “Le Soir”, que “a promoção da homossexualidade por meio de passeatas homossexuais nos leva de volta à antigüidade greco-romana. Glorificar a homossexualidade é um retrocesso de vinte séculos.” Esta constatação histórica foi outro pretexto para a denúncia cujo verdadeiro fundo é anti-religioso. Crime máximo, Mons. Léonard declarou uma evidência compartilhada pela humanidade há milênios. I. é, que o “casamento é, por definição a união estável entre um homem e uma mulher”, acrescentado que para as uniões homossexuais deveria se usar outro nome. Em janeiro o deputado francês Christian Vanneste foi condenado por “homofobia pela Justiça por dizer enquanto deputado — e sob as garantias especiais de livre expressão que tem os representantes — que a “heterossexualidade é moralmente superior à homossexualidade” e que a “homossexualidade põe em perigo a supervivência da humanidade.”
WASHINGTON (-20º aprox) March for Life, 2014.01.22
CHICAGO, Marcha pela Vida, 18-1-2015
OTTAWA, Canadá, Marcha Nacional pela Vida 8/9-5-2013
Brasileira denuncia movimento feminista é contra a mulher
No Dia Internacional da Mulher, senadoras financiadas por empreiteiras do aborto como a Fundação Ford, Rockefeller e McArthur foram surpreendidas por uma mulher comum que denunciou: o movimento feminista é, sim, instrumentalizado para agir contra a mulher.
Os senadores deverão julgar o anteprojeto da Reforma do Código Penal.
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O médico e a mãe que queria abortar
Preocupada, uma mulher procurou seu ginecologista.
- Doutor, eu estou com um problema muito sério e preciso da sua ajuda desesperadamente! Meu bebê não tem um ano e eu estou grávida novamente. Eu não quero outro filho.
Então o médico disse:
- Em que exatamente você quer que eu a ajude?
- Eu quero fazer um aborto!
Depois de pensar por alguns instantes, o médico falou:
- Olha, eu tive uma idéia que me parece melhor e também é menos arriscada.
A mulher sorriu satisfeita.
Então o médico continuou:
- Veja bem, para que você não tenha que tomar conta de dois bebês, vamos matar esse que está nos seus braços. Assim, você poderá descansar até que o outro nasça. Já que vamos matar um dos seus filhos, não importa qual deles. Dizem que os filhos são todos iguais para as mães. Não é mesmo? E, além do mais, sua vida não correrá risco com procedimentos cirúrgicos, se você escolher esse aí para matarmos.
A mulher ficou horrorizada com as palavras do médico e disse-lhe:
- Que monstruosidade o senhor está me propondo. Matar uma criança é um crime!
O médico respondeu-lhe:
- Eu concordo. Mas eu pensei que isso não fosse problema para você. Eu só estou sugerindo que você troque o filho que será morto.
Pelo semblante da mulher, o médico viu que tinha conseguido esclarecer seu ponto de vista.
E ele a convenceu que não há diferença entre matar uma criança que está nos braços ou uma que está no ventre.
O crime é o mesmo.
O pinheiro de Natal na Alemanha
No Natal, 88% dos alemães enfeitam suas casas com um pinheirinho. Eles gastam mais de 1,5 bilhão de reais em mais de 28 milhões de árvores tiradas de 38 mil hectares plantados para este fim — informou a rádio Deutsche Welle.