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segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

Suprema Corte de Massachusetts: não há direito ao suicídio assistido

9.	Suprema Corte de Massachusetts
Suprema Corte de Massachusetts: não há direito ao suicídio assistido
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Em 19 de dezembro de 2022, a Suprema Corte de Massachusetts, EUA, assentou que não há direito ao suicídio assistido e que, portanto, é constitucional a lei que proíbe tal conduta, noticiou “Infocatólica”.

A sentencia resultou de um processo aberto por um médico aposentado diagnosticado com câncer de próstata metastático e um médico em Falmouth que atende pacientes em fim de vida.

Eles pediram que os médicos que praticam a eutanásia sejam declarados que não violam a lei criminal de Massachusetts ou que é inconstitucional aplicar a lei criminal de Massachusetts quando a medicina ajuda em casos de morte.

Além disso, solicitaram uma cautelar para que os médicos que ajudam pacientes a morrer a seu pedido não sejam perseguidos.

O Tribunal rejeitou a alegação dos requerentes, definindo que não há direito ao suicídio assistido.

A Corte sublinhou ser inquestionável que, ao longo de sua história, a sociedade americana nunca considerou o suicídio como um direito individual.

Pelo contrário, as nações da Commonwealth e os EUA sempre trataram o suicídio como um problema que deve ser prevenido e remediado.

Portanto, não se pode argumentar que o suicídio em geral, e a assistência médica ao suicídio em particular, podem ser considerados um direito sob a Declaração de Direitos de Massachusetts.

Além disso, para a Corte não existem precedentes modernos que sustentem o suicídio como um direito.

O Tribunal também que a lei que pune o homicídio seja inconstitucional devido à sua imprecisão sobre a assistência médica ao suicídio.

Em síntese, a Corte julgou que “a aplicação da lei do homicídio à assistência médica ao suicídio passa no teste de constitucionalidade porque a lei está razoavelmente vinculada aos legítimos interesses do Estado em preservar a vida, prevenir o suicídio, proteger a integridade da profissão médica, garantir que todas as decisões de fim de vida sejam informadas, voluntárias e racionais e proteger as pessoas vulneráveis da indiferença, preconceito e pressões psicológicas e financeiras para acabar com suas vidas”.

Chris Schandevel, advogado da Alliance Defending Freedom (ADF), argumentou que o suicídio assistido por médicos degrada radicalmente a prática da medicina.

Os pacientes precisam ser capazes de confiar em seus médicos para apoiá-los e cuidar deles. Oferecer a morte de pacientes terminais por meio de drogas como um sucesso rápido destrói essa confiança, disse.


terça-feira, 15 de agosto de 2017

“Igreja da Eutanásia”: no fundo inconfessável do ambientalismo radical

Exibicionista, inumana, blasfema a 'Igreja da Eutanásia' não vai obter o que quer.  Mas agita uma bandeira para a qual tendem os "moderados" do ambientalismo
Exibicionista, inumana, blasfema a 'Igreja da Eutanásia' não vai obter o que quer.
Mas agita uma bandeira para a qual tendem os "moderados" do ambientalismo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Andando pelas ruas, é frequente bater os olhos em novas igrejas das mais inesperadas denominações, em sua maioria de inspiração evangélica ou de cultos e práticas orientais,

Mas nos arraiais ambientalistas radicais surge de vez em quando alguma seita ainda mais inesperada. É o caso da Igreja da Eutanásia, fundada no ano de 1992 em Boston, EUA, por Chris Korda.

Antinatalista, transgênero e vegana, Chris, nascida em 1962, é sobrinha-neta do magnata húngaro Sir Alexander Korda, muito conhecido na indústria cinematográfica britânica, e filha única do renomado escritor e romancista Michael Korda, antigo editor-chefe da rede de livrarias Simon & Schuster.

O dogma fundamental de sua igreja é único, muito simples e de acordo com as crenças verdes radicais: “Salva o planeta, suicida-te”!

Essa igreja verde se autodefine como “associação sem fins lucrativos cujos esforços se encaminham para restabelecer o equilíbrio entre os seres humanos e as demais espécies da Terra”, noticiou o jornal “El Mundo”, de Madri.

Dito equilíbrio planetário só seria possível com uma redução voluntária e massiva da população humana.

Parece uma singularidade de alguns exaltados, mas temos recolhido neste blog abundantes testemunhos de arautos do antinatalismo verde que ocupam altas posições no establishment político-midiático, possuem fortunas enormes e são recebidos com sorrisos nos ambientes vaticanos impregnados pela encíclica Laudato Si’.

A nova religião – não é tão nova assim – tem quatro pilares. O Islã tem cinco, mas nenhum é tão extremista quanto os desta:

Ei-los: 1) suicídio; 2) aborto; 3) canibalismo e, por fim, 4) a sodomia, entendida como qualquer ato sexual não reprodutivo.

Essas normas estão resumidas num só mandamento, exibido no alto de sua página web: “Não procriarás”. Não incluímos o link em virtude do conteúdo altamente pornográfico de algumas de suas páginas.

A homepage do site da “Church of Euthanasia” inclui um demagógico contador do crescimento da humanidade: seus dígitos progridem a quase quatro novas unidades por segundo.

Adeptos fazem passeata. Nenhum deles pensa em suicidar, mas se acham bem sucedidos convencendo que os homens estão 'matando o planeta'
Adeptos fazem passeata. Nenhum deles quer se suicidar,
mas se acham bem sucedidos convencendo que os homens estão 'matando o planeta'
A demagogia é fácil e, comenta “El Mundo”, poderiam ser acrescentados contadores das espécies que desaparecem, das árvores que caem, do desmatamento no Brasil, do aquecimento global, do aumento do nível dos mares, etc., etc.

O culpado por todos esses males apavorantes é um só: o ser humano e seu desejo de ter filhos!

“Estamos presenciando a extinção massiva das espécies. A cada hora desaparece uma. Se formos falar das florestas tropicais úmidas, o ritmo de desaparecimento se multiplica por quatro”, sentencia a “pastora verde” Korda.

Nessa base, a Igreja da Eutanásia prega uma cruzada de cruz invertida em nível global contra todas as formas de crescimento além do humano: o econômico e o tecnológico, por exemplo.

Não só os humanos precisam ser dizimados em proporções que nem Hitler, Stalin ou Mao sonharam, mas os que ficarem devem adotar um nível de vida análogo ao pré-histórico.

A verborragia anti-humana tem muito eco no jet-set planetário, especialmente quando se volta contra a fonte desses “males”: o Deus da Bíblia e os ensinamentos cristãos.

Esses põem o homem no centro da Criação e o definem como feito à imagem e semelhança de Deus, medida, por isso mesmo, de todas as coisas e que governa todo o criado.

A “pastora verde”, ou vermelha, pelo sangue derramado, reconhece que de imediato sua guerra está perdida. Com tais absurdos não poderia ser diferente.

Mas ela tem um segundo objetivo por baixo de suas espalhafatosas e inverossímeis pregações. Korda explica:

“Não podemos impedir que os humanos matem a Terra, mas podemos fazer que se sintam culpados por isso. E podemos convidá-los a se inculparem não tendo filhos, consumindo o mínimo possível e, finalmente, se suicidando”.

Desanimar ter filhos é o objetivo imediato. Cientistas "verdes" e clérigos progressistas vêm atrás mas com ares moderados. A meta é idêntica, mas a Igreja da Eutanásia está mais na frente.
Desanimar ter filhos é o objetivo imediato. Cientistas "verdes"
e clérigos progressistas vêm atrás mas com ares moderados.
A meta é idêntica, mas a Igreja da Eutanásia está mais na frente.
Leis que aprovam a eutanásia até quando solicitada por crianças já vigoram em países como a Holanda, onde é uma causa de morte em contínua ascensão.

Os membros dessa congregação se sentem bem interpretados quando são qualificados de a primeira religião “anti-humana”, como já o fizeram pertinentemente vários polemistas cristãos ou simplesmente humanistas.

A reverenda Korda esclarece que sua congregação não exige de seus membros o suicídio, mas sim que acalentem pensamentos suicidas.

E se o membro vier a praticar esse crime e pecado “que brada ao Céu e clama a Deus por vingança”, converte-se automaticamente em santo.

Após os atentados de 11 de setembro de 2001 contra as Torres Gémeas, essa igreja espalhou um vídeo combinando imagens pornográficas com outras em que mostrava impactos assassinos de massa com fundo de música eletrônica composta pela pastora.

Até 2003, o site distribuía um manual de instruções especificando passo a passo como se suicidar asfixiando-se com o gás hélio. Ele foi tirado do ar após um homem de 52 anos fazer uso da fórmula e o grupo verde religioso sofrer uma tempestade legal.

A pergunta mais óbvia faz rir a reverenda: por que ela não se suicidou?

Ela acredita que tem uma missão evangelizadora que é mais importante: difundir a palavra de sua religião e conscientizar os homens.

Alguns os qualificam de seita suicida, outros de meros provocadores que querem chamar a atenção.

Mas, o certo, diz “El Mundo”, é que eles funcionam como um “ministério da propaganda” de um movimento que vai muito além de suas estreitas paredes e está bem instalado nas cúpulas da “cultura da morte”.

A “solução final” está passando gradual e dissimuladamente em leis nacionais, recomendações da ONU ou do Parlamento Europeu, bem como em declarações internacionais tipo Acordo de Paris sobre o clima.

A máxima autoridade da Igreja da Eutanásia resume sua tarefa:

“Minha meta é passar ideias profundamente subversivas e antissociais. Isso só se faz usando os recursos da sociedade de massas.

“Em certa maneira, minha tarefa é convencer-te de que a causa é boa. E convencer-te até o ponto de fazer meu jogo e passar estas ideias para uma porcentagem crescente de público.

“Se eu conseguir te persuadir, terei êxito. Mas, pelo contrário, se achares que isto é uma charada ou uma brincadeira, eu terei fracassado na minha causa”.

Quantos que seguem as ideias da moda, com formulações vagas ou sentimentais, estão caindo no jogo, quiçá sem sabê-lo, dos apóstolos do suicídio de massa?


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Médico ativista da eutanásia tenta se suicidar

O arauto da eutanásia Nicolas Bonnemaison confessou ter assassinado 'só' uma mulher, mas era investigado por outras mortes.
O arauto da eutanásia Nicolas Bonnemaison
confessou ter assassinado 'só' uma mulher,
mas era investigado por outras mortes.



O médico francês Nicolas Bonnemaison, 54 anos, ativista da eutanásia, foi salvo in extremis quando tentava se suicidar numa floresta do sudoeste da França.

Ele havia sido condenado por matar um doente terminal injetando-lhe uma injeção letal e corria risco de ser preso, segundo noticiou o jornal britânico “The Telegraph”.

O ativista da eutanásia foi encontrado inconsciente em seu carro na floresta de Tosse.

Ele tentou se suicidar desviando a fumaça do escapamento para o interior do veículo com este funcionando.

E foi levado ao hospital em condições “extremamente graves”, “entre a vida e a morte”, segundo uma fonte médica.

Uma sentença judicial lhe havia tirado o direito de exercer a medicina. Mas Bonnemaison conseguiu uma suspensão da pena.

Seu processo apavorou a França, país maioritariamente católico e onde a eutanásia e ilegal.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Parlamento britânico repele projeto de eutanásia

Sessão da House of Commons, a Câmara dos Deputados britânica.
Sessão da House of Commons, a Câmara dos Deputados britânica.



O Parlamento britânico recusou em última instância a tentativa de legalizar a eutanásia, ou morte assistida na Inglaterra e em Gales, após um emotivo debate pleno de casuísticas individuais e argumentações genéricas, noticiou o jornal “El Mundo”, de Madri.

Em votação final, o mal chamado “direito a morrer” foi derrotado por 330 x 118.

O projeto de lei de morte assistida foi introduzido pelo deputado trabalhista (socialista) Rob Marris. O parlamentar tergiversava dizendo que “todas as pessoas que se encontram na perspectiva dentro de seis meses, deveriam ter a opção de decidir o que querem fazer”, leia-se se suicidarem com recursos fornecidos pelos médicos. Porém, esse e outros sofismas não convenceram os deputados.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Eutanásia pode vir se aplicar em crianças belgas

Eutanásia nas crianças, a caminho de ser aprovada na Bélgica
Eutanásia nas crianças, a caminho de ser aprovada na Bélgica
Na proximidade do último Natal, deputados belgas introduziram o debate da eutanásia infantil no Parlamento.

Na Bélgica a imoral eutanásia de adultos é legal desde 2002, mas os legisladores partidários da cultura da morte querem estendê-la aos menores de idade, informou o jornal portenho “Clarín”.

Nos jornais belgas ‘Le Soir’ e ‘De Morgen’, um grupo de médicos pediu a eutanásia infantil para os “menores submetidos a um sofrimento insuportável”.

Os opositores à sinistra proposta arguem que a criança não é capaz de compreender a portada de semelhante decisão.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

A eutanásia de recém-nascidos na Holanda abre nova fase na luta contra o aborto


Mathias von Gersdorff 
Sem dúvida foi chocante e indignante a notícia sobre a planejada legalização da matança de recém-nascidos doentes na Holanda. A introdução da eutanásia para neonatos está abrindo uma fase completamente nova na luta pelo direito à vida.

A partir de agora será possível matar recém-nascidos, evidentemente sem a sua anuência.

domingo, 8 de abril de 2012

Idosos fogem da Holanda com medo da “eutanásia não solicitada”


Se o leitor estiver fazendo turismo na Holanda com algum parente idoso ou doente e este passar mal, tome cuidado na hora de chamar uma ambulância: se discar o número errado, poderá receber a visita de uma “ambulância da morte”, encarregada de “eutanasiar” idosos ou doentes.

A eutanásia não desejada virou o pesadelo dos holandeses, informou a rádio oficial alemã Deustche Welle. Muitos procuram novo asilo na cidade alemã de Bocholt, perto da fronteira, temerosos de serem mortos contra a própria vontade.

Na Alemanha, a eutanásia não por enquanto é oficial. Os nazistas a praticaram em larga escala contra deficientes físicos e mentais, e em outras pessoas que eles consideravam indignas de viver. Mas esta lembrança não atrapalha os adeptos da “Cultura da Morte”, nem na Holanda nem no Brasil.

Nazismo, fascismo, etc. são meros slogans dos cultores da morte na hora de tentarem impor leis e regulamentos cristianofóbicos que o próprio Hitler teria assinado.

Ocupada pelos nazistas, a Holanda aplicou as regras que eles lhe impuseram. Isso não a impediu de se tornar pioneira de medidas liberais, inimagináveis na maior parte do mundo, como a legalização das drogas, prostituição, aborto e eutanásia.

O povo holandês foi o primeiro a adotar o criminoso “direito à morte abreviada e assistida por médicos”. Mas o medo da eutanásia é grande entre muitos holandeses idosos.

Segundo a Universidade de Göttingen, 41% dos sete mil casos de eutanásia praticados na Holanda foram a pedido da família, que queria liberar-se do “incômodo velho”. 14% das vítimas estavam totalmente conscientes na hora em que foram liquidadas.


Os médicos – ou frios exterminadores – escreveram que em 60% dos casos a eutanásia se justificava legalmente, por falta de perspectiva de melhora dos pacientes. Em 32% dos casos, eles alegaram incapacidade dos familiares para lidar com a situação.

A eutanásia ativa mata anualmente quatro mil pessoas na Holanda.

De acordo com Eugen Brysch, presidente do Movimento Alemão Hospice, a liberalidade da lei deixa os médicos de mãos livres para praticá-la de acordo com a sua própria interpretação do texto legal.

Resultado: há grande perda de confiança dos idosos holandeses na medicina nacional, levando-os a procurar mais os médicos alemães. É o que afirma Inge Kunz, da associação alemã Omega, voltada para a assistência de pacientes terminais e de suas respectivas famílias.

A lei determina que a eutanásia só pode ser permitida por uma comissão constituída por um jurista, um especialista em ética e um médico. Cinicamente, na prática a realidade é outra, conforme a citada análise da Universidade de Göttingen.

Esta é uma realidade a ser vista muito seriamente no Brasil, onde se quer inocular certa “principiologia” em inúmeras reformas legais. Desconhecida dos brasileiros, essa “principiologia” deixa via livre para aplicações legais iguais ou mais terríveis das que estão em curso na Holanda.



terça-feira, 27 de março de 2012

Do aborto ao infanticidio: pulo curto e rápido

Sob o cru e chocante mais realista título “Bebês para abate” o colunista João Pereira Coutinho, na “Folha de S. Paulo”, 6/3/2012 tece importantes considerações.

Se um feto pode ser abortado, por que não um recém-nascido?

Os filósofos Alberto Giubilini e Francesca Minerva tentaram responder positivamente a ela no reputado Journal of Medical Ethics. A Europa estremeceu de horror.

Em muitas sociedades do Ocidente, o aborto é livre por mera vontade dos pais.

Tradução: não é preciso invocar nenhuma razão médica para terminar a gravidez. Basta querer — e fazer.

Essa autonomia radical, que é a base da posição progressista sobre o assunto, deve ser extensível ao recém-nascido, diz o ensaio, sobretudo quando há doenças ou deformações que não foram detectadas durante a gestação.

Horrorizado, leitor? Não esteja.

Na Holanda, por exemplo, o Protocolo Groningen, já permite que crianças com doenças ou sofrimentos insuportáveis sejam “eutanizadas” por vontade dos pais e aconselhamento do médico.

Também por isso o aborto pós-nascimento não pode ser confundido com o “infanticídio”. Para haver um “infanticídio”, escrevem eles, é preciso haver uma “pessoa” no sentido moral do termo, ou seja, alguém que atribui à sua existência algum valor, considerando o fim dessa existência uma perda real.

O ensaio de Giubilini e Minerva é importante porque leva até as últimas consequências as premissas progressistas do debate sobre o aborto.

Sim, são raríssimas as sociedades contemporâneas que contemplam a possibilidade de legalizar o aborto pós-nascimento. Pelo menos por enquanto.

Que isso perturbe as consciências, a começar pelas progressistas, eis um problema a que os próprios progressistas terão de responder.

Mas, acrescentamos nós já na própria Holanda o ancião ou doente pode ser “eutanasiado” contra sua vontade, por conchavos entre familiares e médicos.

Na “novilingua” da cultura da morte poderíamos também ter como exigência da saúde mental, a eutanásia dos jornalistas – embora de uma inteligência digno de encomio como a do autor do artigo – que com suas idéias causem sofrimentos insuportáveis.

Seria um “triunfo” das novas gerações de Direitos Humanos que nessa lógica deverão aprofundar o PNDH-3, tal vez num PNDH-4 ou cinco.




quarta-feira, 11 de maio de 2011

Abaixo-assinado pela vida inocente desde a fecundação até a morte natural


Paulo Roberto Campos

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está promovendo uma importante campanha com o objetivo de garantir o fundamental direito à vida — negado por organizações abortistas que se vangloriam de defensoras dos propalados “direitos humanos”.

Trata-se de uma campanha de coleta de assinaturas a favor da introdução na Constituição do Estado de São Paulo de emenda defendendo a vida inocente desde a fecundação até a morte natural. Assim, dificultar-se-á a legalização do aborto e da eutanásia, pois tais práticas, se tipificadas como crime, serão colocadas no mesmo patamar de qualquer atentado contra a vida humana.

Pela Constituição do Estado de São Paulo (art. 22 §4º), é possível apresentar uma PEC (Projeto de Emenda Constitucional) de iniciativa popular, desde que se obtenha a aprovação de 1% do eleitorado do Estado (aproximadamente 300 mil assinaturas válidas). Com a ajuda da Providência Divina e o esforço de todos, poder-se-á obter uma cifra ainda maior.

A fim de que essa campanha alcance o maior resultado possível, convidamos os correspondentes da Agência Boa Imprensa a participar dessa ação, pedindo-lhes que estendam esse convite a seus respectivos leitores.

Para subscrever o abaixo-assinado basta um click no seguinte link: www.saopaulopelavida.com.br 

Para melhor conhecer a iniciativa, recomendamos o site: http://www.ipco.org.br/home/




_____________
PS: Para participar desse abaixo-assinado virtual é necessário possuir Título Eleitoral do Estado de São Paulo. Os que não o possuírem poderão auxiliar divulgando essa iniciativa entre seus conhecidos paulistas. Caso se alcance êxito no Estado de São Paulo, haverá mais facilidade para obter aprovação análoga em outros estados, e depois na própria Constituição Federal. Será uma grande vitória na luta contra a matança de inocentes no Brasil, e que poderá influenciar movimentos análogos no exterior.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Senado francês rechaça projeto de eutanásia

Em votação apertada mas definitiva, o Senado francês recusou um projeto de lei que legalizava uma hipócrita “assistência medicalisada para morrer que permete por meio de um ato deliberado uma morte rápida e sem dor”, informou “Le Figaro”.

Na véspera, o premier François Fillon se pronunciou contra.

O ministro da Saúde, Xavier Bertrand, disse que a proposta dissimulada sob muitas palavras era verdadeira “eutanásia” e, portanto, “contradiz nossos fundamentos jurídicos”.

De acordo com o generoso e sentimental projeto, segundo o ministro da Saúde os doentes d'Alzheimer não poderiam exprimir sua vontade e acabariam sendo mortos sem serem consultados.

A associação de inspiração católica “Droit de naître” fez ativa campanha para os senadores recusarem o inumano e anticristão projeto.

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Lourdes: temia ser "eutanasiada" e Nossa Senhora a curou

Antonietta Raco conta como se passou

O bispo de Tursi-Lagonegro, Itália, foi dos primeiros a anunciar a cura surpreendente de Antonietta Raco, paralisada desde 2005 por causa de uma esclerose lateral amiotrófica (SLA) e curada após uma peregrinação a Lourdes em 2009.

Sobre este caso já tivemos ocasião de publicar um post que inclui vídeo da curada caminhando no hospital de Turim.

Recebemos agora a indicação de página na Internet que reproduziu o testemunho da agraciada contando como aconteceu, o que ela sentiu e o que as testemunhas viram. Cfr: Zenit (em francês).

Pasmo e emoção dos especialistas

Antonieta, 50, vive em Francavilla in Sinni, cidadinha perto da cidade de Potenza, na região de Basilicata (sul da Itália).

Veja vídeo
Temia ser "eutanasiada"
e Nossa Senhora a curou

Ela vinha sendo tratada num grande hospital longe de seu lar: o hospital Le Molinette, em Turim, no norte da Itália. Após começar a caminhar maravilhosamente, ela voltou ao hospital onde o professor Adriano Chiò declarou:

“Jamais vi um caso do gênero em doentes de esclerose lateral amiotrófica. O diagnóstico era inequívoco: ela tinha uma forma da doença de evolução lenta.

Prof. Adriano Chiò responsável pelo caso
“É uma doença que pode diminuir de velocidade e, no máximo parar, mas não acreditamos possível que melhore, porque atinge os neurônios irreversivelmente”.

“O que nos temos visto por agora é uma regressão da doença, coisa que cientificamente nós acreditamos impossível em pacientes atingidos pela esclerose lateral amiotrófica”.

Em agosto de 2009, Antonieta narrou ao diário do episcopado italiano “Avvenire” o a consulta ao médico:

“Eu tinha presa para ver os médicos. Esperava que algum deles dissesse que eu não tinha mais nada.

“Na consulta, eu vi o estupor dos especialistas. O professor Chiò quis que eu contasse tudo o que me aconteceu sem esconder nada. Ele ficou estupefato e me disse: “Fiquei sem voz”.

Ele mandou fazer novos exames e proibiu suspender a terapia. E, sem acrescentar mais nada me abraçou. Ficamos todos emocionados. “Eu vou rezar sempre por ele desejando que se descubra logo a cura da SLA”.

Antonieta entra caminando no hospital
Como aconteceu a cura?

O medo de ser “eutanasiada”. Valor religioso da vida.

Antonieta contou a “Avvenire”:

“Em Lourdes, eu não pedi um milagre. Eu pedi a Nossa Senhora forças para viver com dignidade cada instante de vida que me restava.”

Antonieta tinha pânico de acontecer com ela o que foi feito com Piergiorgio Welby e Eluana Englaro. Este último caso é mais conhecido no Brasil: ela foi “eutanasiada” ‒ leia-se assassinada ‒ por decisão do Judiciário contra o protesto universal do mundo católico, especialmente dos católicos italianos.

Esses casos “impressionaram-me. Interromperam os auxílios vitais para essas pessoas. Eu rezei para que não me acontecesse nada parecido. A vida deve ser vivida sempre e em todas as circunstâncias, até o fim. Eu também rezei por uma menina de minha aldeia atingida ela também pelo SLA”.

Quando foi tomar banho nas piscinas de Lourdes:

Entrada das piscinas em Lourdes
“Entrando na água fui ajudada por três damas, dois delas afastaram-se logo e outra continuou me ajudando, mas enquanto ela agia senti a presença de mais alguém que segurava meu pescoço. Tentei virar-me para ver quem era, mas não tinha ninguém. Então senti uma grande dor nas pernas e depois um alivio. Foi nesse momento que eu ouvi, na minha esquerda uma voz feminina belíssima, delicada, tenra, leve. Jamais ouvi algo semelhante. O único fato de ouvi-la me aliviava fisicamente. Ela me dizia: “Não tenhas medo, não tenhas medo!” Mas, eu tremia, eu tinha muitíssimo medo, inclusive porque era a única que ouvia essa voz”.

O testemunho do bispo


O bispo diocesano de Tursi-Lagonegro, Dom Francescantonio Nolè, O.F.M.Conv, também contou ao mesmo jornal o que ele viu.

D.Francescantonio Nolè, bispo de Tursi-Lagonegro
“Esta senhora foi a Lourdes só para pedir morrer em paz”. Ela dizia: “Eu não quero acabar como Welby, eu quero que seja o Senhor, que é o dono da vida, que pegue minha vida em suas mãos”.

“Em Lourdes, após receber esta grande graça, a senhora não falou para ninguém: ela manteve o segredo durante três dias. Quando ela voltou a casa, ela ouviu uma voz interior que a convidava: “Conta! Fala!”

“Ela então me perguntou: “O que é que eu devo dizer? Eu não mereço, eu sou indigna...” Eu lhe disse, tranqüilizando-a, que o Senhor concede estas graças não somente para ela, mas para toda a comunidade e para todos os que vão apreender, e de fato estamos vivendo as conseqüências positivas”.

Na hora de contar ao marido

Na tarde do dia 5 de agosto de 2009, após a romaria a Lourdes, Antonieta ouviu de novo a mesma voz. Até aquele momento ela não tinha contado nada a ninguém.

Relata ela: “Eu estava sentada no canapé, meu marido estava a poucos metros de mim. Eu ouvi de novo e claramente a mesma voz de Lourdes: “Chama-o, conta para ele”. E eu dizia para mim mesma: “Mas o que devo lhe dizer?”

“E ouvi ainda: “chama teu marido e fala para ele”. Então chamei a meu marido Antonio, e eu me pus de pé, caminhei alguns passos e virei sobre mim mesma. Ele não acreditava no que estava vendo. E então lhe contei tudo”.

Antonietta Raco tem vivo desejo de voltar para Lourdes “mas como benévola, para ajudar os doentes, assim como outros me ajudaram”.

O bispo sublinha os efeitos desta cura: “Isto trouxe de volta o fervor para aqueles que tinham fé, chacoalhou as consciências tíbias ou apáticas. Muitos prometeram ir a Lourdes e se porem a serviço dos doentes. Os doentes dizem: “eis que essa mulher recebeu o milagre, mas ela nada pedira”.

Video: Lourdes: temia ser "eutanasiada" e obteve a cura




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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Bispos não podem dormir sem antes alertar contra o aborto, diz chefe do Supremo Tribunal do Vaticano


(Roma, 20 de Outubro de 2010)

Em Roma, o arcebispo Raymond L. Burke, presidente do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica (tribunal supremo da Santa Sé), e recentemente apontado para receber a púrpura cardinalícia por S. S. Bento XVI, concedeu entrevista a Thomas McKenna, fundador e presidente da associação Ação Católica pela Fé e Família, dos EUA. http://www.catholicaction.org/

O entrevistador interrogou ao arcebispo sobre as razões que o levaram a escrever uma carta pastoral ‒ quando dirigia a arquidiocese de St Louis ‒ sobre a maneira com que os católicos devem votar.



Há grave obrigação moral de votar, e pelos candidatos melhores


O prelado explicou que muitos católicos, embora professando bons princípios, na hora dar o voto acham que podem colocar as verdades da fé “entre parênteses e votar de acordo com outros critérios”.

‒ “Eu queria me certificar ‒ explicou o prelado ‒ que os fiéis se dessem conta de que têm uma obrigação moral muito grave de votar nos candidatos que defendam a verdade da lei moral, o que, naturalmente, também redunda no maior bem da sociedade”, explicou.

“Não podemos alegar, por exemplo, a respeito da existência em nossa sociedade da prática generalizada do aborto ou de uma permissão cada vez maior para os assim chamados casamentos entre pessoas do mesmo sexo, que ‘Nada temos a ver com isso.’ Temos sim, pois elegemos para cargos públicos pessoas que permitem essas coisas em nossa sociedade.”

“É minha real obrigação enquanto bispo de exortar os fiéis a cumprirem seu dever cívico de acordo com sua fé católica”.


Jamais votar por quem defende o aborto como “direito”


Pode-se votar em alguém que defende o aborto como ‘direito’?. A resposta foi clara:

‒ “Não se pode jamais votar em alguém que favoreça absolutamente o ‘direito’ de uma mulher de destruir uma vida humana em seu seio ou de procurar um aborto.”

Porém, esclareceu com muito equilíbrio um ponto delicado:

‒ “Em algumas circunstâncias em que não exista nenhum candidato que se proponha a eliminar todo e qualquer aborto, pode-se escolher o candidato que mais limite esse grave mal em nosso país; mas jamais seria justificável votar num candidato que não só não quer limitar o aborto mas entende que ele deva estar ao alcance de todos.


Bispos brasileiros não podem dormir sem antes denunciar o aborto


O entrevistador, Thomas McKenna, lembrou que esse é um problema também do Brasil e perguntou-lhe que mensagem enviaria aos bispos brasileiros engajados na luta contra o aborto.

O chefe do Supremo Tribunal de Justiça vaticano disse:

‒ “Eu os elogiaria por exercerem seu ministério como mestres da fé a respeito de um assunto fundamental. Como poderia um bispo dormir a noite se não ensinasse nem alertasse seus fiéis contra um mal tão grave quanto o aborto, que ameaça acometer a sua nação? Então, esses bispos devem ser parabenizados, pois o que estão fazendo é simplesmente exercer sua função de mestres da fé e da moral, num assunto como disse fundamental e essencial: a proteção da vida de inocentes e indefesos seres humanos.”

Thomas lembrou que há católicos que dizem: ‘socialmente, ou por outras razões, quero votar no outro lado a despeito do que a Igreja diga’.

Mons. Burke respondeu:

‒ “Eu simplesmente lhes perguntaria: ‘Vocês seguem a Regra de Ouro que nos foi ensinada pelo próprio Nosso Senhor nos Evangelhos? Em outras palavras, ‘façam aos outros aquilo que gostariam que lhes fizessem?’

“Vocês acham realmente justo negar o direito à vida de outros membros da sociedade, especialmente os que dependem totalmente de nós para viver, a fim de obter alguma vantagem, ainda que legítima, seja ela ambiental ou outra? (...) ou seja, fazer o mesmo que quereríamos que nos fizessem quando nos encontrávamos, pequeninos, no ventre de nossa mãe, em fase embrionária de desenvolvimento ou a caminho do nascimento; como gostaríamos então que os eleitores votassem para proteger e salvaguardar nossas vidas”.


“Casamento” homossexual e a sã e legítima discriminação


Diz-se também que o “casamento” homossexual é uma questão de não-discriminação, e isso impressionou a alguns católicos tíbios, observou McKenna. Qual seria a resposta da Igreja a isso?

D. Burke respondeu:

‒ “Há discriminação injusta, por exemplo, quando se diz que um ser humano, por causa da cor de sua pele, não é parte da mesma raça humana Mas há uma discriminação que é perfeitamente justa e boa, ou seja, a discriminação entre o que é certo e o que é errado. Entre aquilo que está de acordo com nossa natureza humana e que é contrário à nossa natureza humana.

“Assim, ao ensinar que atos sexuais entre pessoas do mesmo sexo são intrinsecamente maus e contra a natureza, a Igreja Católica está simplesmente anunciando a verdade, ajudando as pessoas a discriminarem o certo do errado em suas próprias atividades. (...)

“Portanto, não é de modo algum discriminação injusta simplesmente dizer ‘não’”.


Gravidade do escândalo dos políticos abortistas


Thomas apontou que personalidades públicas votam a favor do aborto ou são contrárias aos ensinamentos da Igreja, porém continuam a comungar e ir à igreja e a se apresentarem como católicos. E perguntou: “O senhor poderia dizer algo sobre o que é exatamente esse escândalo, qual sua gravidade?”

“É muito grave, ‒ explicou Mons. Burke ‒ isso lhe digo. Porque muitas pessoas, católicos e não-católicos, passaram a crer que o ensino da Igreja Católica sobre a gravidade do aborto não deve ser muito firme ou até mesmo que está prestes a ser alterado de um modo ou doutro. (...)

“O que é, pois, dar escândalo? Dar escândalo é fazer ou deixar de fazer algo que leve outros a ficarem confusos ou caírem em erro sobre o bem moral.

“Aqui está um perfeito exemplo de escândalo: católicos que traem a fé católica na vida política, como legisladores, juízes ou o que for, levando outras pessoas a acreditar que o aborto não deve ser o grande mal que realmente é, ou que de fato o aborto é uma coisa boa em certas circunstâncias.”


A caridade exige denunciar o escândalo


Porém, hoje se tende a menosprezar a pessoa que se manifesta escandalizada diante de atentados clamorosos contra os costumes e contra a Fé. O arcebispo abordou esse falso dilema moral:

‒ “Hoje tornou-se mais importante do que nunca considerar a realidade do escândalo porque há uma tendência a dizer: ‘O problema está em você. Esta é uma boa pessoa, está fazendo aquilo que acha certo’ e assim por diante, sem ligar para o que é verdadeiro e o que não o é. ‘Você é que cria problema para nós quando o critica’.

“Ora, isso não é verdade de modo algum. Quando manifestamos que algo nos causou escândalo, aconselhamos a pessoa que causou o escândalo a corrigir-se e reparar o mal que fez. Não se trata de acusar a outrem falsamente. Não se trata de introduzir discórdia ou desunião na comunidade. Trata-se na realidade de buscar os fundamentos da verdadeira unidade. Em outras palavras, a unidade na promoção do bem comum”.



Políticos e militantes abortistas devem fazer penitência pública


Mas, interrogou ainda McKenna, se um homem público católico dá escândalo, que tipo de reparação deve fazer para compensar o mal causado?

‒ “Em primeiro lugar, explicou D. Burke, deve haver uma genuína reforma do coração. Isso se faz através do sacramento da Penitência, por meio da satisfação ou penitência atribuída no sacramento.

“Mas é preciso reconhecer que, tratando-se de uma figura pública que tenha promovido algo muito mau de maneira pública, ela deve renunciar também publicamente ao erro que cometeu e ao qual estava levando outras pessoas.

“Então, para mim, a única coisa adequada é que essa figura pública diga: ‘Eu estava errado e agora entendo a verdade sobre a vida humana. E lamento profundamente o que fiz.’

“Por exemplo, no campo da medicina, alguém como Bernard Nathanson, que foi grande promotor do aborto provocado e depois se emendou, reconheceu o erro e passou a escrever livros e dar palestras para tentar reparar as muitas e muitas vidas para cujo assassinato serviu de instrumento.

“Você se pergunta: ‘Como pode alguém ser perdoado por cometer aborto?’ Mas Deus nos perdoa. Sua misericórdia é incomensurável, e em seguida nos leva a fazer a reparação que nós humanamente precisamos fazer para reparar o mal praticado e atrair as pessoas para o bem.


Rezemos a Nossa Senhora e obteremos a graça


Como conclusão o futuro Cardeal recomendou:

‒ “Desejo convidar todos a invocar de modo particular a intercessão de Nossa Senhora de Guadalupe. Ela foi-nos dada como Mãe da América. Ela é nossa Mãe. Ela é a Mãe de Jesus Nosso Senhor, mas nossa Mãe de modo muito particular.

“Apareceu em nosso continente em 1531 e mostrou-se protetora de toda vida humana. Rezemos muito especialmente sob sua intercessão, unindo nossos corações ao seu Coração Imaculado, para pedir o fim do aborto e de todos os ataques à família, especialmente a promoção de uniões do mesmo sexo.

“Estejamos confiantes de que Nosso Senhor vai ouvir nossa oração. Pelos nossos débeis esforços e orações, obteremos para os nossos irmãos e irmãs o dom do amor e da misericórdia de Deus.”

Video: Bispos não podem dormir sem alertar contra o aborto




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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Sacerdote esclarece: quem provoca ou participa num aborto se auto-excomunga da Igreja no ato de cometer esse crime

O Pe. Jânio Pereira, C.M, fez públicos esclarecimentos indispensáveis para todos os católicos neste delicado momento que vivemos, para nosso futuro, para o futuro do Brasil e para a salvação das nossas almas.

As palavras dele estão todas contidas no vídeo que vai neste post.

De início, o Pe Jânio explica que “neste momento que estamos vivendo, momento eleitoral, muitas das nossas ovelhas estão ... sendo usadas verdadeiramente por interesses que comprometem e até podem conduzir à perdição das vossas almas.

Falo da discussão que no momento eleitoral atual tem ganhado a temática do aborto.”

Veja vídeo
Sacerdote esclarece: quem promove,
favorece ou partecipa de um aborto
se auto-excomunga da Igreja
no mesmo ato de cometer esse crime

E esclarece:

“A pessoa que apóia, divulga, comete, incentiva, de todas as formas, até as mais simples: se v. sugere, dá um telefone, leva até uma clínica, se v. aconselha de forma errada, v. está participando de um modo material neste crime para nossa doutrina católica, neste pecado gravíssimo.

“Desta forma, a pessoa, ela se auto-excomunga.

“Não é necessário para entender a auto-excomunhão que um padre ou um bispo excomungue a pessoa. O próprio crime que a pessoa fez, ela por si ela já está excomungada.

“E aqueles que participaram se tornam criminosos e por isso pecadores.”

Por fim, ele conclui dizendo:

“Nós precisamos nos unir num só coração e numa só alma para rezar intensamente pelos rumos do Brasil.

“Não permitamos que as forças escuras e obscuras das trevas que estão a serviço de Satanás, que elas não imperem nesta Terra consagrada à Virgem Maria, Nossa Senhora Aparecida.

“Que todos os anjos, santos, todos os arcanjos, todos os santos protetores e padroeiros que são sempre invocados com devoção sincera por este milhões de brasileiros que professam a Fé católica sejam defendidos de todo mal.

“Que o Senhor abençoe e guie vossos corações que agora escutaram e estão prontos para decidir segundo a verdade do Santo Evangelho e da Tradição da Igreja.

“Que Deus vos abençoe e vos guarde sempre, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, Amém!”

Video: quem promove, favorece ou pratica o aborto se auto-excomunga da Igreja



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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Catecismo contra o aborto: como refutar os sofismas que tentam destruir a vida

Novo e original 'Catecismo contra o aborto', do Pe David Francisquini, sacerdote da Igreja do Imaculado Coração de Maria em Cardoso Moreira - RJ, está sendo vendido no Brasil.

Ele traz argumentos decisivos e essenciais para barrar os sofismas da 'cultura da morte'.

Para saber mais

Padre David lembra que aborto de bebés anencéfalos e grave violação da Lei de Deus e da Lei natural


Como comprar um



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