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terça-feira, 8 de maio de 2018

Centenas de muçulmanos recebem o batismo católico na França

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Mais de 4.258 adultos – 40% a mais que no ano passado – receberam o batismo na Igreja Católica na França na vigília da Páscoa.

Entre esses havia 280 pessoas que renunciaram ao islamismo, um número que está crescendo nos últimos anos, segundo a Conferência Episcopal da França (CEF) citada pelo “Times of Israel”.

Na vigília da Páscoa se celebra a Missa da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo em que tradicionalmente é dado o batismo aos catecúmenos.

Perto de 60% dos adultos tinha entre 18 e 35 anos. 53% e provinha de famílias de tradição cristã. 22% até a conversão se diziam “sem religião”, ou ateus. O número dessas conversões aumentou 35% nos últimos dez anos.

Os dados foram comunicados à agência France Press pelo Pe. Vincent Feroldi, diretor do Serviço Nacional para as Relações com os Muçulmanos da CEF, quem destacou que “até 2016, o número desses casos estava sempre embaixo de 200”.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Islã progride porque a moral católica é contrariada e abandonada

Paris: a violência não lhes garante a ocupação, mas sim o vazio moral e populacional cristão
Paris: a violência não lhes garante a ocupação, mas sim o vazio moral e populacional cristão
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Os atentados terroristas islâmicos contra o Ocidente ex-cristão não cessam. Antes, multiplicam-se e se intensificam.

Na hora que começamos a escrever, o mais recente deles semeou a morte em Manhattan, Nova York. Mas não é impossível que, quando tivermos terminado de redigir, outro ou vários tenham sido perpetrados não se sabe onde.
Em território como o espanhol, invadido em algum momento histórico pelas hordas maometanas, a agressão alega o “direito” de “reconquista”.

Mas o Corão ordena avançar também sobre territórios nunca invadidos previamente por seus sequazes. Se o Brasil não está sofrendo atentados, é apenas por uma questão de proximidade geográfica. Em dado momento eles poderão começar.

Acresce que em países como a Espanha, com o desfazimento da família as crianças não nascem e a população mirra.

Uma consequência disso é o fechamento pelos governos de escolas do ensino fundamental.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Um milhão de poloneses reza o terço nas fronteiras pedindo seja afastada a invasão do Islã

Poloneses rezam caminhando na floresta de Szklarska Poreba, fronteira com a Republica Checa
Poloneses rezam na floresta de Szklarska Poreba, fronteira com a Republica Checa
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Um milhão de poloneses surpreenderam e abalaram a macromídia laicista com um impressionante ato coletivo de devoção e fé.

Foi no sábado, dia 7 de outubro e em explícita comemoração da histórica vitória naval em que as forças convocadas pelo Papa São Pio V puseram em humilhante fuga a imensa frota turca que singrava para invadir a Europa.

Porque com esse pano de fundo os católicos poloneses fizeram uma marcha nacional até as fronteiras de seu país, a fim de ali rezarem o Terço.

A intenção foi pedir a proteção da Mãe de Deus, vitoriosa em Lepanto, contra as forças do paganismo e da impiedade que ameaçam invadir a Polônia, além dos perigos do laicismo imoral e da apostasia de católicos.

O “Rosário das Fronteiras” engajou 320 paróquias e capelas de 22 dioceses vizinhas das fronteiras que convergiram para 4.000 locais de oração, incluindo o maior aeroporto internacional da Polônia.

A Public Radio International registrou que os Terços rezados nas praias do Mar Báltico foram acompanhados por tripulantes de veleiros, caiaques e botes que formavam correntes.

O país tem 38 milhões de habitantes, 90% dos quais se declaram católicos. Aqueles que não podiam ir até as fronteiras tinham locais escalados como praças e igrejas para se reunirem e rezar em união de intenções.

Por isso, algumas informações falam de “milhões” de participantes. De fato milhares de aglomerações num vasto território são de difícil cômputo.

As fronteiras polonesas medem 3.500 km e limitam até com o enclave russo de Kaliningrado e a Bielorrússia, país ainda esmagado por uma ditadura de impronta soviética alinhada a Vladimir Putin.

Não às invasões de islâmicos e de russos neo-comunistas

'Rosário nas Fronteiras' nas praias do Mar Báltico
'Rosário nas Fronteiras' nas praias do Mar Báltico
Os poloneses temem que por ali possa vir uma nova invasão russa como em 1920, e outra intenção foi que Nossa Senhora afaste ou derrote uma nova tentativa do gênero.

Unidos às mesmas orações, poloneses também rezaram em cidades europeias e em locais distantes como os soldados estacionados na base aérea de Bagram, no Afeganistão, informou a TVN.

A maioria dos católicos participantes estava ainda mais alarmados com o perigo de invasão islâmica que já se verifica no resto da Europa.

Invasão dissimulada em simples imigração decorrente de razões econômicas e acobertada pelas máximas autoridades da União Europeia, e de modo particular pelo Papa Francisco.

Não constituem segredo os violentos choques verbais e as ameaças ao governo polonês provenientes da cúpula da União Europeia.

Tampouco é segredo a quase mal-humorada atitude do Papa Francisco em relação ao povo polonês e suas autoridades civis e eclesiásticas.

O pretexto das invectivas é o mesmo: a recusa polonesa em receber “imigrantes” que professam o Islã.

A Polônia só aceita imigrantes médio-orientais de fé cristã e repele a “cultura da imigração” que abre as portas do país ao invasor anticristão.

O país experimentou ao longo de sua história as falácias e a crueldade dos seguidores do Corão. O território polonês está regado de sangue dos heróis que deram suas vidas para deter sucessivas invasões da Meia Lua.

Laicistas desconcertados

'Rosário nas Fronteiras' quem não podia ir até a fronteira tinha opções de reunião
'Rosário nas Fronteiras': quem não podia ir até a fronteira tinha opções de reunião
O “Rosário nas Fronteiras” promovido por organizações leigas católicas pela surpreendente magnitude forçou jornais militantemente laicistas a lhe dedicarem destacado espaço.

Foi o caso, por exemplo, do nova-iorquino “The New York Times”, que não escondeu sua irritação e atribuiu o fato a financiamentos de empresas estatais.

Avesso ao catolicismo, esse jornal como que mordeu a língua de surpresa ao ter de noticiar que o ato foi programado para coincidir com a festa de Nossa Senhora do Rosário.

Essa festa foi instituída para comemorar a batalha naval de Lepanto em 1571, quando a armada católica sob as ordens do Papa e o auxílio miraculoso de Nossa Senhora Auxiliadora, desfez a frota invasora do Império Otomano.

O jornal citou organizadores que sublinhavam que naquela batalha “a frota católica derrotou uma frota muçulmana muito maior, salvando a Europa do Islã”.

A “ABC News” ficou pasma ao ver multidões invocando Nossa Senhora e o próprio Deus pela salvação da Polônia ao longo de 3.500 quilômetros, com acentos incontroversamente anti-islâmicos.

A fonte laicista sublinhou o caráter inusual do “Rosário das Fronteiras”, realizado desde o Mar Báltico, ao Norte, até as fronteiras montanhosas do Sul, que chegam até a República Checa e a Eslováquia.

Sob um lema de Santa Teresa de Ávila

'Rosário nas Fronteiras' na região carpática
'Rosário nas Fronteiras' na região carpática
A fundação leiga Solo Dios Basta (“Só Deus basta”, frase cunhada pela grande Santa Teresa de Ávila) encontrou apoio no clero – escreveu o jornal americano. Este simples fato, que em épocas normais nem seria preciso mencionar, na conjuntura atual faz notícia.

Dito grupo defende em seu site que “o Rosário é a arma mais poderosa contra o mal” e estima que a participação tenha atingido um milhão de católicos.

O Pe. Pawel Rytel-Andrianik, porta-voz da Conferência Episcopal Polonesa, julgou que foi o segundo maior evento europeu de oração no século, observando a dificuldade de precisar o número exato, uma vez que houve cerca de quatro mil pontos de reunião e oração.

Por exemplo, no ponto escolhido em Varsóvia, capital do país, havia tanta gente que não cabia na igreja.

Como que se desculpando, o Pe. Rytel-Andrianik explicou: “esta foi uma iniciativa dos leigos, fato que torna o evento ainda mais extraordinário. Milhões de pessoas rezaram unidas o Terço. E os números excederam as mais ousadas expectativas dos organizadores”.

A manifestação religiosa foi endossada por muitas celebridades polonesas, inclusive atletas e políticos, fato que mostra quão fundo caiu o catolicismo no Brasil.

O Arcebispo de Cracóvia, Mons. Marek Jedraszewski, pediu em Missa transmitida pela Rádio Maria que os fiéis rezassem “pelas outras nações europeias, para que elas compreendam que é necessário voltar às raízes cristas para que a Europa continue sendo Europa”.

No centenário de Fátima, em espírito de Cruzada

'Rosário nas Fronteiras' nas praias do Mar Báltico 3
'Rosário nas Fronteiras' nas praias do Mar Báltico
A data também foi escolhida para comemorar o Centenário das Aparições de Nossa Senhora em Fátima, em 1917, escreveu Breitbart.

E os fiéis levaram muitas imagens de Nossa Senhora de Fátima nas concentrações.

O católico militante Marcin Dybowski disse à agência France Press que “está em andamento uma guerra religiosa na Europa entre a Cristandade e o Islã, exatamente como no passado”.

Foram frequentes às alusões às Cruzadas e às épicas batalhas dos guerreiros poloneses contra os turcos invasores e bolchevistas russos.

“A Polônia está em perigo. Nós precisamos proteger nossas famílias, nossos lares, nosso país de todas as formas de ameaça, incluindo a descristianização de nossa sociedade que os esquerdistas da União Europeia querem nos impor”, disse.

A primeira-ministra Beata Szydlo também exibiu sua adesão tuitando uma foto de um Rosário e um agradecimento a todos os participantes.

Halina Kotarska, de 65 anos, viajou 230 km desde sua casa em Kwieciszewo, no centro do país, para agradecer o milagre da salvação do filho num acidente de carro e para rezar pela salvação da Cristandade na Polônia e na Europa que, segundo ela, está sendo ameaçada pelo islamismo.

Católicos rezando o terço pedindo que Nossa Senhora afaste a invasão do Islã, da Rússia e a decadência dos costumes
Católicos rezando o terço pedindo que Nossa Senhora
afaste a invasão do Islã, da Rússia e a decadência dos costumes
“O Islã quer destruir a Europa. Quer nos afastar do catolicismo”, disse ela.

No porto báltico de Danzig, Krzysztof Januszewski disse à agência Associated Press que temia, porque a Europa está sendo ameaçada pelos extremistas islâmicos.

“No passado sofremos incursões de sultões e de turcos, além de povos de outras crenças inimigas dos cristãos. Hoje, o Islã está nos invadindo e nós tememos isto. Tememos os ataques terroristas, mas também o fato de as pessoas abandonarem a fé” – acrescentou Krzysztof.

Houve também críticas, como as do político liberal Krzysztof Luft, que deblaterou no Twitter: “Um ridículo cristianismo em escala de massa”.

Rafal Pankowski, que se apresenta como especialista em islamofobia, observou a força do sentimento antimuçulmano, apesar de os islamistas constituírem uma minoria muito pequena.


Vídeo: Um milhão de poloneses reza o terço nas fronteiras pedindo seja afastada a invasão do Islã














quinta-feira, 20 de julho de 2017

Sonâmbulos e sem filhos marcham felizes rumo à degola

Nenhum dos líderes dos maiores países europeus tem filhos.
Na foto: a alemã Merkel, a britânica May, o francês Macron e o italiano Gentiloni.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como hoje, registrou Giulio Meotti, editor cultural do jornal italiano “Il Foglio”, reproduzido pelo Gatestone Institute. 

Mas que ninguém os critique, pois será execrado como “fundamentalista” cristão, para o qual não há tolerância nem perdão.

Esses políticos são modernos, de mente aberta, multiculturais, sabem que “tudo termina com eles”, promovem a agenda LGBT e estão conscientizados de que o planeta não pode suportar a maioria de seus atuais habitantes.

Em curto prazo, escreve Meotti, não ter filhos é um alívio, pois significa não gastar dinheiro com a família, não fazer sacrifício, nem ter alguém para queixar-se das consequências futuras, conforme consta em uma pesquisa investigativa financiada pela União Europeia, “sem filhos, sem problemas!”

Se porventura houver problema de consciência – que não pode existir –, consulte um padre, que ele lhe dirá, com a “Amoris laetitia” na mão, que pode-se fazer de tudo, e que a infidelidade conjugal, o pecado e o inferno não existem.

A verdade é que, como ressalta Meotti, “ser mãe ou pai, no entanto, significa que se aposta, de forma legítima, no futuro do país que se governa”.

A Europa vai ficando irreconhecível habitada por outros povos não cristãos
A Europa vai ficando irreconhecível habitada por outros povos não cristãos
Muitos dos líderes mais importantes da Europa, porém, não têm filhos: a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro holandês Mark Rutte, o francês Emmanuel Macron; o primeiro-ministro sueco Stefan Löfven e o primeiro-ministro escocês Nicola Sturgeon.

Já o primeiro-ministro luxemburguês Xavier Bettel foi recebido oficialmente no Vaticano de mãos dadas com seu parceiro homossexual. Mais um acompanhamento coonestado pela “Amoris laetitia”!

O jornalista italiano cita a propósito o filósofo alemão Rüdiger Safranski: Para aqueles que não têm filhos, pensar em termos de gerações vindouras perde a relevância. Portanto, eles se comportam como se fossem os últimos e se consideram como se estivessem no fim da cadeia.

A Europa está cometendo suicídio ou no mínimo os líderes europeus decidiram se suicidar, ressaltou Douglas Murray no jornal “The Times”.

Os europeus hoje têm pouca vontade de ter filhos, de lutar por si ou até mesmo de defender seu ponto de vista em uma discussão.

Angela Merkel – prossegue Meotti – tomou a decisão fatal de abrir as portas da Alemanha para um milhão e meio de migrantes.

Chanceler alemã Angela Merdel tira selfie com imigrante. A entrada maciça de migrantes pode mudar a sociedade alemã para sempre
Chanceler alemã Angela Merdel tira selfie com imigrante.
A entrada maciça de migrantes pode mudar a Alemanha para sempre
Merkel, que não tem filhos, é tida de ‘Mãe Misericordiosa dos migrantes’, mas evidentemente pouco se importa com a perspectiva de o influxo maciço de migrantes mudar a sociedade alemã provavelmente para sempre.

Dennis Sewell escreveu recentemente no “Catholic Herald” que a inculpação da 'civilização ocidental' aumenta enormemente o pânico demográfico.

Isso já aconteceu em Gibraltar no remoto ano 714, quando os invasores islâmicos quase extinguiram a civilização cristã na Espanha e atingiram o coração da França, até serem barrados em Poitiers.

O resto da história implicou oito séculos de guerras de Reconquista para repor as coisas em seu lugar.

Mas visigodos, francos e espanhóis tinham filhos para restaurar a boa ordem. Quem restaurará a Europa se continuar assim?


Merkel reflete a sociedade germânica: segundo a União Europeia, 30% das alemãs não têm filhos, e entre as universitárias a percentagem vai a 40%.

A ministra da defesa alemã Ursula von der Leyen salientou que se a taxa de natalidade não voltar a crescer, o país terá que “apagar as luzes”.

Ou, por outra, as únicas luzes que ficarão acesas serão as dos lares e mesquitas islâmicas.

O Institut National d'Études Démographiques estima que um quarto das mulheres europeias nascidas nos anos 1970 poderá ficar sem filhos.

Macron rejeitou a afirmação de seu predecessor, o socialista François Hollande, que em meio às explosões dos caminhões-bombas chegou a blasfemar contra o ‘politicamente correto’, dizendo que “a França tem um problema com o Islã”.

As populações clamam para não desaparecer num naufrágio demográfico e religioso. Mas não têm vigor para refazer grandes famílias
As populações clamam para não desaparecer num naufrágio demográfico e religioso.
Mas não têm vigor para refazer grandes famílias
Macron é contra a suspensão da cidadania dos jihadistas, apesar de todas as evidências que clamam pelo contrário, escreveu o editor cultural do “Il Foglio”.

O presidente francês se sente autorizado a achar que o Estado Islâmico não é islâmico e decreta quem é o quê na religião de Maomé.

“O problema não é o Islã, mas certos comportamentos tachados de religiosos e depois impostos àqueles que praticam aquela religião”, pontificou o novo presidente.

Macron fala do colonialismo como “crime contra a humanidade”. Mas esse crime não existe quando o Islã coloniza qualquer país derramando rios de sangue.

O filósofo Mathieu Bock-Coté definiu Macron, de 39 anos, casado com sua ex-professora de 64, como símbolo da “feliz globalização, livre da memória da glória francesa perdida”. Ou símbolo do coveiro de um glorioso passado de dezessete séculos.

A “Manif Pour Tous”, movimento contra o “casamento” homossexual na França, viu em Macron o “candidato antifamília”.

Mas este escolheu para nome de seu partido o slogan “En Marche!” (Em Marcha!), visando encarnar as elites globalizadas e descristianizadas engajadas numa evolução que se autodestrói enquanto caminha.

Os líderes fundamentalistas islâmicos mandam usar os filhos como instrumento de invasão e ocupação dos países ex-cristãos
Os líderes fundamentalistas islâmicos mandam usar os filhos c
como instrumento de invasão e ocupação dos países ex-cristãos
Rumo a quê? – O líder turco Erdogan incentiva os muçulmanos a terem “cinco filhos”, e os imãs islâmicos exortam os fiéis a “terem filhos”.

Para quê?

Para ocupar o território dos infiéis cristãos envelhecidos e desfibrados. A História se repete: querem conquistar a Europa!

Os novos invasores criam o choque de civilizações no coração da Europa por meio de caminhão, bomba, punhal ou de qualquer outro argumento tirado do “Islã, religião de paz”.

Eles escarnecem os anfitriões ocidentais pelo fato de os verem suicidar-se, ficar voluntariamente sem população, sem valores, e abandonar sua própria cultura.

É claro que ao olharem para Merkel, Rutte, Macron e outros, esses islâmicos vão achar que a hora profetizada pelo Corão chegou.

“Nossos líderes europeus – conclui Meotti – estão caminhando como sonâmbulos para o desastre. Eles não se preocupam se no final de suas vidas a Europa ainda será a Europa”.

Joshua Mitchell pergunta-se num ensaio se vale a pena “construir um mundo”. E a resposta cínica aflora como um haraquiri final: “A longa cadeia de gerações já fez isso por nós. É hora de nos divertirmos”.


terça-feira, 11 de abril de 2017

Muçulmanos invadem espaços desertados pelos italianos

Número de bebes tem queda recorde na Itália, população diminui e média de idade aumenta.
Número de bebes tem queda recorde na Itália, população diminui e média de idade aumenta.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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No ano de 2016, o número de nascimentos na Itália caiu a um ponto tão baixo que é inédito na história, segundo a agência Reuters.

Obviamente, caiu junto o número da população do país, outrora famosa pelas suas famílias de abundante prole que enchiam a península com seu talento, arte e riqueza.

Em 2016 nasceram cerca de 12.000 crianças a menos que no ano anterior, que já tinha registrado números muito baixos. No total vieram, à luz 474.000 crianças, o número mais fraco desde 1861, ano marco da unificação italiana, segundo observou Reuters.

O índice de natalidade atingiu uma média 1,34 em nível nacional, com variações regionais. Mas região alguma atingiu o limite fundamental a partir do qual a população pelo menos se mantém estável.

O ISTAT informou que o número de óbitos em 2016 atingiu 608.000. O simples cômputo de nascimentos e mortes aponta uma perda de 134.000 habitantes. O número oficial, porém, é de menos 86.000, pois acrescenta os imigrantes que receberam visto de permanência.

Também pesam na balança negativa da vida real, mas não estão incluídos nos cálculos acima, os 115.000 italianos que partiram para se instalar no exterior, sem perder a nacionalidade.

Esses emigrantes aumentaram 12,6% em relação a 2015, enquanto o país vai sendo invadido pelos muçulmanos que praticam prescrições religiosas de conquista mandadas no Corão.

O país, outrora jovem e fervilhante de atividade, envelheceu e vai se apagando. Pois a média da idade, já muito alta, aumentou sensivelmente no mesmo ano, segundo o Instituto Nacional de Estatística (ISTAT).

Muçulmanos rezam diante do Coliseu de Roma onde milhares ofereceram suas vidas por Cristo em séculos passados.
Muçulmanos rezam diante do Coliseu de Roma
onde milhares ofereceram suas vidas por Cristo em séculos passados.
A média de idade este ano atingiu 44 anos e nove meses. Mais de 22% da população é idosa, com mais de 65 anos. É o índice mais elevado, e por certo mais alarmante, de todos os países da União Europeia.

As estatísticas oficiais são as piores registradas desde a unificação política da Itália, ou Rissorgimento, efetivada pelo rei Vítor Emanuel II da Saboia, que usurpou os Estados da Igreja em 1870, auxiliado pelas guerrilhas de Giuseppe Garibaldi, que agiam como uma espécie de FARC da época.

O bem-aventurado Papa Pio IX excomungou esses usurpadores, não reconheceu a espoliação da soberania dos Estados Pontifícios, e condenou seus fautores com solenes atos que pesaram na balança de Deus e da História como verdadeiras maldições.

Agora, o país unificado esvazia-se de filhos e abre espaço para a imigração anticristã militante que, apoiada por altos hierarcas da Igreja, o está fazendo invadir por massas de muçulmanos com abundante prole.

A justiça de Deus pode demorar, mas chega com força tremenda.

Onde estão os sacerdotes que deveriam implorar a genuína misericórdia divina e conduzir o povo pelas vias da penitência e da expiação, como pediu Nossa Senhora em La Salette e em Fátima?