Lutero e o protestantismo evangélico denunciados pelo Pe. Leonel Franca S.J.
O Pe Leonel Franca nasceu em 7-1-1893, em São Gabriel, RS.
Ingressou na Companhia de Jesus em 12-11-1908.
Em 1912 foi estudar filosofia na Universidade Gregoriana, Roma,
onde recebeu o título de Doutor em Teologia (1924).
Durante sua estadia na Cidade Eterna
publicou “A Igreja, a Reforma e a Civilização” (1923).
Em 1928, fundou a Universidade Católica de Rio de Janeiro,
da qual foi Reitor magnífico durante oito anos.
Rendeu sua alma a Deus em 3-9-1948.
Uma jovem enfrenta dificuldades que muitos também encontram na vida. Perde o emprego, o marido a destrata. Na solidão e no desespero ela se interroga sobre o significado da vida.
Tocada pela Graça de Deus, ela entra na igreja de São Jorge em Lyon, e reencontra a Fé ...
Pio XI: Deus é juiz e vingador do sangue inocente, que da terra clama ao céu
63. Mas devemos recordar ainda, Veneráveis Irmãos, outro gravíssimo delito por que se atenta contra a vida da prole escondida ainda no seio materno.
Uns julgam que isso é permitido e deixado ao beneplácito da mãe e do pai. Outros, todavia, o consideram ilícito a não ser que haja gravíssimas causas, que chamam indicação médica, social, eugênica.
Todos estes exigem que, no que se refere às leis penais do Estado, pelas quais é proibida a morte da prole gerada mas ainda não nascida, as leis públicas reconheçam a declarem livre de qualquer castigo a indicação que preconizam e que uns entendem ser uma e outros entendem ser outra. E até não falta quem peça que as autoridades públicas prestem o seu auxílio nessas operações assassinas, o que, ai! todos sabem quão freqüentissimamente acontece em certos lugares.
“NÃO MATAR”
64. No que respeita, porém, à “indicação médica e terapêutica” — para Nos servirmos de suas próprias palavras — já dissemos, Veneráveis Irmãos, quanta compaixão sentimos pela mãe a quem o cumprimento do seu dever natural expõe a graves perigos da saúde e até da própria vida; mas que causa poderá jamais bastar para desculpar de algum modo a morte direta do inocente? Porque é desta que aqui se trata.
Quer a morte seja infligida à mãe, quer ao filho, é contra o preceito de Deus e a voz da natureza: “Não matar” (Ex 20, 13; Cf. Decr. Santo Ofício, 4 maio 1898, 24 julho 1895, 31 maio 1884). A vida de um e de outro é de fato coisa igualmente sagrada, que ninguém, nem sequer o poder público, terá jamais o direito de destruir.
Insensatissimamente se faz derivar contra os inocentes o jus gladii, que não tem valor senão contra os culpados; também de maneira nenhuma existe aqui o direito de defesa até ao sangue contra o injusto agressor (pois quem chamará injusto agressor a uma criancinha inocente?); tampouco o chamado direito de extrema necessidade, que pode ir até à morte direta do inocente.
Os médicos que têm probidade e ciência profissional louvavelmente se esforçam por defender e conservar ambas as vidas, a da mãe e a do filho; pelo contrário, mostrar-se-iam indigníssimos do nobre título e da glória de médicos aqueles que, sob a aparência de arte médica ou movidos de mal-entendida compaixão, se entregassem a práticas assassinas.
65. E tudo isto está plenamente de acordo com as severas palavras com que o Bispo de Hipona [Santo Agostinho] se insurge contra os cônjuges depravados que procuram evitar a prole e, não obtendo êxito, não receiam matá-la criminosamente. Diz ele:
“Algumas vezes essa crueldade impura ou impureza cruel chega ao ponto de recorrer aos venenos da esterilidade, e, se com eles nada consegue, procura extinguir de algum modo no ventre materno o fruto concebido e livrar-se dele, preferindo que a prole morra antes de viver ou se já vivia no ventre seja morta antes de nascer. Sem dúvida, se ambos assim são, não são cônjuges; e, se tais foram desde princípio, não se uniram por matrimônio, mas por ilícitas relações; se, porém, ambos assim não são, ouso dizer: ‘ou ela é de algum modo meretriz do marido, ou ele adúltero da mulher’” (S. Agostinho, De nupt. et concupisc. c. XV).
66. Aquilo, porém, que se propõe acerca da indicação social e eugênica pode e deve ser tomado em consideração, contanto que se proceda de modo lícito e honesto e dentro dos devidos limites; mas, quanto a querer prover à necessidade em que se apóia com a morte dos inocentes, repugna à razão e é contrário ao preceito divino, promulgado aliás por aquelas palavras apostólicas: “não se deve fazer mal para que daí venha bem” (Cf. Rom. III, 8).
67. Aqueles, enfim, que têm o supremo governo das nações e o poder legislativo não podem licitamente esquecer-se de que é dever da autoridade pública defender a vida dos inocentes com leis oportunas e sanções penais, tanto mais quanto menos se podem defender aqueles cuja vida está em perigo e é atacada, entre os quais ocupam, sem dúvida, o primeiro lugar as crianças ainda escondidas no seio materno.
Se os magistrados públicos não só não defenderem essas crianças mas, por leis e decretos, as deixarem ou até entregarem a mãos de médicos ou de outros para serem mortas, lembrem-se de que Deus é juiz e vingador do sangue inocente, que da terra clama ao céu (Cf. Gn 4, 10).
Encíclica “Casti Connubii”, 31 de dezembro de 1930.
As Sagradas Escrituras e o nascituro
«Antes de te formar no ventre materno, Eu te escolhi: antes que saísses do seio da tua mãe, Eu te consagrei» (Jr 1, 5).
«Vós conhecíeis já a minha alma e nada do meu ser Vos era oculto, quando secretamente era formado, modelado nas profundidades da terra» (Sl 139, 15)”.
Primeiro catecismo cristão: “o caminho da morte é… dos assassinos de crianças”
“Não matarás, não cometerás adultério… Não matarás criança por aborto nem criança já nascida” (2,2).
“O caminho da morte é… dos assassinos de crianças” (5,2).
“Súplica pelos cristãos”: “os que praticam o aborto são homicidas e prestarão contas a Deus”
Atenágoras (†181) de Atenas escreveu uma “Súplica pelos cristãos” endereçada ao imperador Marco Aurélio, na qual lê-se:
“Os que praticam o aborto cometem homicídio e irão prestar contas a Deus, do aborto. Por que razão haveríamos de matar? Não se pode conciliar o pensamento de que a mulher carrega no ventre um ser vivo, e, portanto objeto da Providência divina, com o de matar cedo o que já iniciou a vida…” (3, 10)
Concílio de Ancara: dez anos de penitência para as mulheres que fizerem aborto
Nos primeiros séculos, as mulheres culpadas de aborto ficavam excluídas da Igreja até a morte. O Concílio atenuou essa penalidade nos seguintes termos:
“As mulheres que fornicam e depois matam os seus filhos ou que procedem de tal modo que eliminem o fruto de seu útero, segundo uma lei antiga são afastadas da Igreja até o fim da sua vida. Todavia num trato mais humano determinamos que lhes sejam impostos dez anos de penitência segundo as etapas habituais”.
Concílio de Ancara, Ásia Menor, ano 314, cânon 20, apud Hardouin, Acta Conciliorum; Paris 1715, t. I, col. 279.
Beato Pio IX: “excomungamos os que praticam aborto”
“Declaramos estar sujeitos a excomunhão latae sententiae (anexa diretamente ao crime) os que praticam aborto com a eliminação do concebido” (Bula Apostolicae Sedis de 12/10/1869).
Congregação para a Doutrina da Fé: “Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o
“A Igreja afirmou, desde o século I, a malícia moral de todo o aborto provocado. E esta doutrina não mudou. Continua invariável. O aborto direto, isto é, querido como fim ou como meio, é gravemente contrário à lei moral: «Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o recém-nascido» (Didaké 2, 2; cf. Epistola Pseudo Barnabae 19. 5; Epistola a Diogneto 5, 6: Tertuliano, Apologeticum, 9, 8).
“«Deus [...], Senhor da vida, confiou aos homens, para que estes desempenhassem dum modo digno dos mesmos homens, o nobre encargo de conservar a vida. Esta deve, pois, ser salvaguardada, com extrema solicitude, desde o primeiro momento da concepção; o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis» (Gaudium et spes, 51).
“A colaboração formal num aborto constitui falta grave. A Igreja pune com a pena canônica da excomunhão este delito contra a vida humana.
“«Quem procurar o aborto, seguindo-se o efeito («effectu secuto») incorre em excomunhão latae sententiae (CIC can. 1398), isto é, «pelo facto mesmo de se cometer o delito» (CIC can. 1314) e nas condições previstas pelo Direito (cf. CIC can. 1323-1324).
“A Igreja não pretende, deste modo, restringir o campo da misericórdia. Simplesmente, manifesta a gravidade do crime cometido, o prejuízo irreparável causado ao inocente que foi morto, aos seus pais e a toda a sociedade”.
Esclarecimento da Congregação para a Doutrina da Fé sobre o aborto provocado, in L’Osservatore Romano”, 11 de julho de 2009.
Pio XII: aborto é sempre grave e ilícito atentado à vida humana
“A vida humana inocente, de qualquer modo que se encontre, é subtraída, desde o primeiro instante de sua existência, a qualquer direto ataque voluntário.
“É este um direito fundamental da pessoa humana, de valor geral no conceito cristão da vida; válido tanto para a vida ainda escondida no seio da mãe, como para a vida já desabrochada fora dela; tanto contra o aborto direto como contra a direta morte da criança antes, durante e depois do parto.
“Porquanto fundada possa ser a distinção entre os diversos momentos do desenvolvimento de vida nascida ou ainda não nascida para o direito profano e eclesiástico e para algumas conseqüências civis e penais, segundo a lei moral, trata-se em todos estes casos de um grave e ilícito atentado à inviolabilidade da vida humana.
“Este princípio vale para a vida da criança, como para a da mãe. Jamais e em nenhum caso a Igreja ensinou que a vida da criança deve ser preferida à da mãe.
“É errôneo colocar a questão com esta alternativa: ou a vida da criança ou a da mãe. Não; nem a vida da mãe, nem a da criança, podem ser submetidas a um ato de direta supressão.
“Para uma outra parte, a exigência não pode ser senão uma; fazer todo esforço possível para salvar a vida de ambas, da mãe e da criança.”
Discurso ao Congresso “Fronte da Família” de 27 de novembro de 1951.
João Paulo II: “com a autoridade de Cristo e seus sucessores: o aborto é crime abominável”
“Com a autoridade que Cristo conferiu a Pedro e aos seus Sucessores, em comunhão com os Bispos — que de várias e repetidas formas condenaram o aborto e que, na consulta referida anteriormente, apesar de dispersos pelo mundo, afirmaram unânime consenso sobre esta doutrina — declaro que o aborto directo, isto é, querido como fim ou como meio, constitui sempre uma desordem moral grave, enquanto morte deliberada de um ser humano inocente.
“Tal doutrina está fundada sobre a lei natural e sobre a Palavra de Deus escrita, é transmitida pela Tradição da Igreja e ensinada pelo Magistério ordinário e universal”.
João Paulo II, encíclica “Evangelium vitae”, (n. 62)
Pio XI: a Majestade divina odeia sumamente o nefando crime que vai contra a prole
INVESTIDAS CONTRA A UNIÃO CONJUGAL
46. É um fato, em verdade, que não já em segredo, nas trevas, mas abertamente, posto de parte todo o sentido do pudor, quer oralmente, quer por escrito, pelas representações teatrais de todos os gêneros, pelos romances, pelas novelas e leituras amenas, pelas projeções cinematográficas, pelos discursos radiofônicos, enfim, por todas as descobertas mais recentes da ciência, se calca aos pés e se ridiculariza a santidade do matrimônio; ao passo que ou se louvam os divórcios, os adultérios e os vícios mais ignominiosos, ou pelo menos se pintam com tais cores, que parecem querer mostrá-los como isentos de qualquer mácula e infâmia.
E não faltam livros que para tal se apresentam como científicos, mas que na realidade o mais das vezes não têm de ciências senão umas tinturas, com o fim de se poderem mais facilmente insinuar nos espíritos.
E as doutrinas neles defendidas preconizam-se como maravilhas do espírito moderno, isto é, daquele espírito que se vangloria de amar só a verdade, de se ter emancipado de todos os velhos preconceitos, no número dos quais inclui e relega a tradicional doutrina cristã do matrimônio.
ABOMINAÇÕES
52. Apoiados nestes princípios, chegam alguns a inventar formas de união, adaptadas, segundo crêem, às atuais condições dos homens e dos tempos, e que apresentam como novas formas de matrimônio: casamento temporário, casamento de experiência e casamento amigável, que reclamam para si a plena liberdade e todos os direitos do matrimônio, com exceção do vínculo indissolúvel e com exclusão da prole, a não ser no caso em que as partes venham depois a transformar essa comunidade e intimidade de vida em matrimônio de pleno direito.
53. E não faltam os que pretendem, a tal instando, que semelhantes abominações sejam coonestadas pelas leis ou pelo menos desculpadas pelos costumes públicos dos povos e por suas instituições; e parece que não suspeitam sequer que semelhantes coisas, longe de se poderem exaltar como conquistas da cultura moderna, de que tanto se vangloriam, são ao contrário aberrações nefandas, que reduziriam, sem dúvida, ainda as nações cultas aos bárbaros usos de alguns povos selvagens.
INSÍDIAS CONTRA A FECUNDIDADE
54. Mas, para tratarmos agora, Veneráveis Irmãos, de cada um dos pontos que se opõem aos diversos bens do matrimônio, falemos primeiro da prole, que muitos ousam chamar molesto encargo do casamento e afirmam dever ser evitada cuidadosamente pelos cônjuges, não pela honesta continência (permitida até no matrimônio, pelo consentimento de ambos os cônjuges), mas viciando o ato natural.
Alguns reclamam para si esta liberdade criminosa, porque, aborrecendo os cuidados da prole, desejam somente satisfazer a sua voluptuosidade, sem nenhum encargo; outros porque, dizem, não podem observar a continência nem permitir a prole, por causa das dificuldades quer pessoais, quer da mãe, quer da economia doméstica.
55. Mas nenhuma razão, sem dúvida, embora gravíssima, pode tornar conforme com à natureza e honesto aquilo que intrinsecamente é contra a natureza.
Sendo o ato conjugal, por sua própria natureza, destinado à geração da prole, aqueles que, exercendo-o, deliberadamente o destituem da sua força e da sua eficácia natural procedem contra a natureza e praticam um ato torpe e intrinsecamente desonesto.
56. Não admira pois que, segundo atesta a Sagrada Escritura, a Majestade divina odeie sumamente este nefando crime e algumas vezes o tenha castigado com a morte, como recorda Santo Agostinho:
“Ainda com a mulher legítima, o ato matrimonial é ilícito e desonesto quando se evita a concepção da prole. Assim fazia Onã, filho de Judá, e por isso Deus o matou” (Sto. Agost., De conjug., livro, II n. 12; cf. Gn 38, 8-10.).
Encíclica “Casti Connubii”, 31 de dezembro de 1930.
Pio XII: atentar contra a família é atentar contra a humanidade
“Precisamente porque [a família] é o elemento orgânico da sociedade, todo atentado perpetrado contra ela é um atentado contra a humanidade. Deus pôs no coração do homem e da mulher, como instinto inato, o amor conjugal, o amor paterno e materno, o amor filial. Por conseguinte, querer arrancar e paralisar este tríplice amor é uma profanação que por si mesma horroriza e leva à ruína a pátria e a humanidade”.
(Pio XII, Alocução "Aurions-nous pu", 20-9-1949).
Pio XII: a família e a propriedade asseguram a liberdade do homem
“A segurança! A aspiração mais viva dos homens de hoje! Eles a pedem à sociedade e às suas leis. Mas os pretensos realistas deste século demonstraram que não estavam em condições de proporcioná-la, precisamente porque querem substituir o Criador e fazer-se árbitro da ordem da criação.
“A Religião e a realidade do passado ensinam, pelo contrário, que as estruturas sociais, como o casamento e a família, a comunidade e as corporações profissionais, a união social na propriedade pessoal, são células essenciais que asseguram a liberdade do homem, e com isto, seu papel na História. Elas são pois intangíveis, e sua substância não pode ser submetida a revisão arbitrária.”
(Pio XII, Radiomensagem do Natal de 1956 - Discorsi e Radiomessaggi di Sua Santità Pio XII, vol. XVIII, p. 734).
Vocação e missão providencial do Brasil
Vídeo: vocação e missão providencial do Brasil
São Francisco de Assis criou o presépio
Em 1223, São Francisco de Assis criou na igreja de Grecchio, Itália, o primeiro presépio vivo com personagens reais. Os personagens (o Menino Jesus numa manjedoura, Nossa Senhora, São José, os Reis Magos, os pastores e os anjos) eram representados por habitantes da aldeia. Os animais, o boi, o burrico, as ovelhas e outros animais, também eram reais. O costume espalhou-se rapidamente.
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Mais de 4.258 adultos – 40% a mais que no ano passado – receberam o batismo na Igreja Católica na França na vigília da Páscoa.
Entre esses havia 280 pessoas que renunciaram ao islamismo, um número que está crescendo nos últimos anos, segundo a Conferência Episcopal da França (CEF) citada pelo “Times of Israel”.
Na vigília da Páscoa se celebra a Missa da Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo em que tradicionalmente é dado o batismo aos catecúmenos.
Perto de 60% dos adultos tinha entre 18 e 35 anos. 53% e provinha de famílias de tradição cristã. 22% até a conversão se diziam “sem religião”, ou ateus. O número dessas conversões aumentou 35% nos últimos dez anos.
Os dados foram comunicados à agência France Press pelo Pe. Vincent Feroldi, diretor do Serviço Nacional para as Relações com os Muçulmanos da CEF, quem destacou que “até 2016, o número desses casos estava sempre embaixo de 200”.
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Os atentados terroristas islâmicos contra o Ocidente ex-cristão não cessam. Antes, multiplicam-se e se intensificam.
Na hora que começamos a escrever, o mais recente deles semeou a morte em Manhattan, Nova York. Mas não é impossível que, quando tivermos terminado de redigir, outro ou vários tenham sido perpetrados não se sabe onde.
Em território como o espanhol, invadido em algum momento histórico pelas hordas maometanas, a agressão alega o “direito” de “reconquista”.
Mas o Corão ordena avançar também sobre territórios nunca invadidos previamente por seus sequazes. Se o Brasil não está sofrendo atentados, é apenas por uma questão de proximidade geográfica. Em dado momento eles poderão começar.
Acresce que em países como a Espanha, com o desfazimento da família as crianças não nascem e a população mirra.
Uma consequência disso é o fechamento pelos governos de escolas do ensino fundamental.
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Um milhão de poloneses surpreenderam e abalaram a macromídia laicista com um impressionante ato coletivo de devoção e fé.
Foi no sábado, dia 7 de outubro e em explícita comemoração da histórica vitória naval em que as forças convocadas pelo Papa São Pio V puseram em humilhante fuga a imensa frota turca que singrava para invadir a Europa.
Porque com esse pano de fundo os católicos poloneses fizeram uma marcha nacional até as fronteiras de seu país, a fim de ali rezarem o Terço.
A intenção foi pedir a proteção da Mãe de Deus, vitoriosa em Lepanto, contra as forças do paganismo e da impiedade que ameaçam invadir a Polônia, além dos perigos do laicismo imoral e da apostasia de católicos.
O “Rosário das Fronteiras” engajou 320 paróquias e capelas de 22 dioceses vizinhas das fronteiras que convergiram para 4.000 locais de oração, incluindo o maior aeroporto internacional da Polônia.
A Public Radio International registrou que os Terços rezados nas praias do Mar Báltico foram acompanhados por tripulantes de veleiros, caiaques e botes que formavam correntes.
O país tem 38 milhões de habitantes, 90% dos quais se declaram católicos. Aqueles que não podiam ir até as fronteiras tinham locais escalados como praças e igrejas para se reunirem e rezar em união de intenções.
Por isso, algumas informações falam de “milhões” de participantes. De fato milhares de aglomerações num vasto território são de difícil cômputo.
As fronteiras polonesas medem 3.500 km e limitam até com o enclave russo de Kaliningrado e a Bielorrússia, país ainda esmagado por uma ditadura de impronta soviética alinhada a Vladimir Putin.
Não às invasões de islâmicos e de russos neo-comunistas
'Rosário nas Fronteiras' nas praias do Mar Báltico
Os poloneses temem que por ali possa vir uma nova invasão russa como em 1920, e outra intenção foi que Nossa Senhora afaste ou derrote uma nova tentativa do gênero.
Unidos às mesmas orações, poloneses também rezaram em cidades europeias e em locais distantes como os soldados estacionados na base aérea de Bagram, no Afeganistão, informou a TVN.
A maioria dos católicos participantes estava ainda mais alarmados com o perigo de invasão islâmica que já se verifica no resto da Europa.
Invasão dissimulada em simples imigração decorrente de razões econômicas e acobertada pelas máximas autoridades da União Europeia, e de modo particular pelo Papa Francisco.
Não constituem segredo os violentos choques verbais e as ameaças ao governo polonês provenientes da cúpula da União Europeia.
Tampouco é segredo a quase mal-humorada atitude do Papa Francisco em relação ao povo polonês e suas autoridades civis e eclesiásticas.
O pretexto das invectivas é o mesmo: a recusa polonesa em receber “imigrantes” que professam o Islã.
A Polônia só aceita imigrantes médio-orientais de fé cristã e repele a “cultura da imigração” que abre as portas do país ao invasor anticristão.
O país experimentou ao longo de sua história as falácias e a crueldade dos seguidores do Corão. O território polonês está regado de sangue dos heróis que deram suas vidas para deter sucessivas invasões da Meia Lua.
Laicistas desconcertados
'Rosário nas Fronteiras': quem não podia ir até a fronteira tinha opções de reunião
O “Rosário nas Fronteiras” promovido por organizações leigas católicas pela surpreendente magnitude forçou jornais militantemente laicistas a lhe dedicarem destacado espaço.
Foi o caso, por exemplo, do nova-iorquino “The New York Times”, que não escondeu sua irritação e atribuiu o fato a financiamentos de empresas estatais.
Avesso ao catolicismo, esse jornal como que mordeu a língua de surpresa ao ter de noticiar que o ato foi programado para coincidir com a festa de Nossa Senhora do Rosário.
Essa festa foi instituída para comemorar a batalha naval de Lepanto em 1571, quando a armada católica sob as ordens do Papa e o auxílio miraculoso de Nossa Senhora Auxiliadora, desfez a frota invasora do Império Otomano.
O jornal citou organizadores que sublinhavam que naquela batalha “a frota católica derrotou uma frota muçulmana muito maior, salvando a Europa do Islã”.
A “ABC News” ficou pasma ao ver multidões invocando Nossa Senhora e o próprio Deus pela salvação da Polônia ao longo de 3.500 quilômetros, com acentos incontroversamente anti-islâmicos.
A fonte laicista sublinhou o caráter inusual do “Rosário das Fronteiras”, realizado desde o Mar Báltico, ao Norte, até as fronteiras montanhosas do Sul, que chegam até a República Checa e a Eslováquia.
Sob um lema de Santa Teresa de Ávila
'Rosário nas Fronteiras' na região carpática
A fundação leiga Solo Dios Basta (“Só Deus basta”, frase cunhada pela grande Santa Teresa de Ávila) encontrou apoio no clero – escreveu o jornal americano. Este simples fato, que em épocas normais nem seria preciso mencionar, na conjuntura atual faz notícia.
Dito grupo defende em seu site que “o Rosário é a arma mais poderosa contra o mal” e estima que a participação tenha atingido um milhão de católicos.
O Pe. Pawel Rytel-Andrianik, porta-voz da Conferência Episcopal Polonesa, julgou que foi o segundo maior evento europeu de oração no século, observando a dificuldade de precisar o número exato, uma vez que houve cerca de quatro mil pontos de reunião e oração.
Por exemplo, no ponto escolhido em Varsóvia, capital do país, havia tanta gente que não cabia na igreja.
Como que se desculpando, o Pe. Rytel-Andrianik explicou: “esta foi uma iniciativa dos leigos, fato que torna o evento ainda mais extraordinário. Milhões de pessoas rezaram unidas o Terço. E os números excederam as mais ousadas expectativas dos organizadores”.
A manifestação religiosa foi endossada por muitas celebridades polonesas, inclusive atletas e políticos, fato que mostra quão fundo caiu o catolicismo no Brasil.
O Arcebispo de Cracóvia, Mons. Marek Jedraszewski, pediu em Missa transmitida pela Rádio Maria que os fiéis rezassem “pelas outras nações europeias, para que elas compreendam que é necessário voltar às raízes cristas para que a Europa continue sendo Europa”.
No centenário de Fátima, em espírito de Cruzada
'Rosário nas Fronteiras' nas praias do Mar Báltico
A data também foi escolhida para comemorar o Centenário das Aparições de Nossa Senhora em Fátima, em 1917, escreveu Breitbart.
E os fiéis levaram muitas imagens de Nossa Senhora de Fátima nas concentrações.
O católico militante Marcin Dybowski disse à agência France Press que “está em andamento uma guerra religiosa na Europa entre a Cristandade e o Islã, exatamente como no passado”.
Foram frequentes às alusões às Cruzadas e às épicas batalhas dos guerreiros poloneses contra os turcos invasores e bolchevistas russos.
“A Polônia está em perigo. Nós precisamos proteger nossas famílias, nossos lares, nosso país de todas as formas de ameaça, incluindo a descristianização de nossa sociedade que os esquerdistas da União Europeia querem nos impor”, disse.
A primeira-ministra Beata Szydlo também exibiu sua adesão tuitando uma foto de um Rosário e um agradecimento a todos os participantes.
Halina Kotarska, de 65 anos, viajou 230 km desde sua casa em Kwieciszewo, no centro do país, para agradecer o milagre da salvação do filho num acidente de carro e para rezar pela salvação da Cristandade na Polônia e na Europa que, segundo ela, está sendo ameaçada pelo islamismo.
Católicos rezando o terço pedindo que Nossa Senhora
afaste a invasão do Islã, da Rússia e a decadência dos costumes
“O Islã quer destruir a Europa. Quer nos afastar do catolicismo”, disse ela.
No porto báltico de Danzig, Krzysztof Januszewski disse à agência Associated Press que temia, porque a Europa está sendo ameaçada pelos extremistas islâmicos.
“No passado sofremos incursões de sultões e de turcos, além de povos de outras crenças inimigas dos cristãos. Hoje, o Islã está nos invadindo e nós tememos isto. Tememos os ataques terroristas, mas também o fato de as pessoas abandonarem a fé” – acrescentou Krzysztof.
Houve também críticas, como as do político liberal Krzysztof Luft, que deblaterou no Twitter: “Um ridículo cristianismo em escala de massa”.
Rafal Pankowski, que se apresenta como especialista em islamofobia, observou a força do sentimento antimuçulmano, apesar de os islamistas constituírem uma minoria muito pequena.
Vídeo: Um milhão de poloneses reza o terço nas fronteiras pedindo seja afastada a invasão do Islã
Escritor, jornalista,
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Nunca houve tantos políticos sem filhos governando a Europa como hoje, registrou Giulio Meotti, editor cultural do jornal italiano “Il Foglio”, reproduzido pelo Gatestone Institute.
Mas que ninguém os critique, pois será execrado como “fundamentalista” cristão, para o qual não há tolerância nem perdão.
Esses políticos são modernos, de mente aberta, multiculturais, sabem que “tudo termina com eles”, promovem a agenda LGBT e estão conscientizados de que o planeta não pode suportar a maioria de seus atuais habitantes.
Em curto prazo, escreve Meotti, não ter filhos é um alívio, pois significa não gastar dinheiro com a família, não fazer sacrifício, nem ter alguém para queixar-se das consequências futuras, conforme consta em uma pesquisa investigativa financiada pela União Europeia, “sem filhos, sem problemas!”
Se porventura houver problema de consciência – que não pode existir –, consulte um padre, que ele lhe dirá, com a “Amoris laetitia” na mão, que pode-se fazer de tudo, e que a infidelidade conjugal, o pecado e o inferno não existem.
A verdade é que, como ressalta Meotti, “ser mãe ou pai, no entanto, significa que se aposta, de forma legítima, no futuro do país que se governa”.
A Europa vai ficando irreconhecível habitada por outros povos não cristãos
Muitos dos líderes mais importantes da Europa, porém, não têm filhos: a chanceler alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro holandês Mark Rutte, o francês Emmanuel Macron; o primeiro-ministro sueco Stefan Löfven e o primeiro-ministro escocês Nicola Sturgeon.
Já o primeiro-ministro luxemburguês Xavier Bettel foi recebido oficialmente no Vaticano de mãos dadas com seu parceiro homossexual. Mais um acompanhamento coonestado pela “Amoris laetitia”!
O jornalista italiano cita a propósito o filósofo alemão Rüdiger Safranski: Para aqueles que não têm filhos, pensar em termos de gerações vindouras perde a relevância. Portanto, eles se comportam como se fossem os últimos e se consideram como se estivessem no fim da cadeia.
A Europa está cometendo suicídio ou no mínimo os líderes europeus decidiram se suicidar, ressaltou Douglas Murray no jornal “The Times”.
Os europeus hoje têm pouca vontade de ter filhos, de lutar por si ou até mesmo de defender seu ponto de vista em uma discussão.
Angela Merkel – prossegue Meotti – tomou a decisão fatal de abrir as portas da Alemanha para um milhão e meio de migrantes.
Chanceler alemã Angela Merdel tira selfie com imigrante.
A entrada maciça de migrantes pode mudar a Alemanha para sempre
Merkel, que não tem filhos, é tida de ‘Mãe Misericordiosa dos migrantes’, mas evidentemente pouco se importa com a perspectiva de o influxo maciço de migrantes mudar a sociedade alemã provavelmente para sempre.
Dennis Sewell escreveu recentemente no “Catholic Herald” que a inculpação da 'civilização ocidental' aumenta enormemente o pânico demográfico.
Isso já aconteceu em Gibraltar no remoto ano 714, quando os invasores islâmicos quase extinguiram a civilização cristã na Espanha e atingiram o coração da França, até serem barrados em Poitiers.
O resto da história implicou oito séculos de guerras de Reconquista para repor as coisas em seu lugar.
Mas visigodos, francos e espanhóis tinham filhos para restaurar a boa ordem. Quem restaurará a Europa se continuar assim?
Merkel reflete a sociedade germânica: segundo a União Europeia, 30% das alemãs não têm filhos, e entre as universitárias a percentagem vai a 40%.
A ministra da defesa alemã Ursula von der Leyen salientou que se a taxa de natalidade não voltar a crescer, o país terá que “apagar as luzes”.
Ou, por outra, as únicas luzes que ficarão acesas serão as dos lares e mesquitas islâmicas.
O Institut National d'Études Démographiques estima que um quarto das mulheres europeias nascidas nos anos 1970 poderá ficar sem filhos.
Macron rejeitou a afirmação de seu predecessor, o socialista François Hollande, que em meio às explosões dos caminhões-bombas chegou a blasfemar contra o ‘politicamente correto’, dizendo que “a França tem um problema com o Islã”.
As populações clamam para não desaparecer num naufrágio demográfico e religioso.
Mas não têm vigor para refazer grandes famílias
Macron é contra a suspensão da cidadania dos jihadistas, apesar de todas as evidências que clamam pelo contrário, escreveu o editor cultural do “Il Foglio”.
O presidente francês se sente autorizado a achar que o Estado Islâmico não é islâmico e decreta quem é o quê na religião de Maomé.
“O problema não é o Islã, mas certos comportamentos tachados de religiosos e depois impostos àqueles que praticam aquela religião”, pontificou o novo presidente.
Macron fala do colonialismo como “crime contra a humanidade”. Mas esse crime não existe quando o Islã coloniza qualquer país derramando rios de sangue.
O filósofo Mathieu Bock-Coté definiu Macron, de 39 anos, casado com sua ex-professora de 64, como símbolo da “feliz globalização, livre da memória da glória francesa perdida”. Ou símbolo do coveiro de um glorioso passado de dezessete séculos.
A “Manif Pour Tous”, movimento contra o “casamento” homossexual na França, viu em Macron o “candidato antifamília”.
Mas este escolheu para nome de seu partido o slogan “En Marche!” (Em Marcha!), visando encarnar as elites globalizadas e descristianizadas engajadas numa evolução que se autodestrói enquanto caminha.
Os líderes fundamentalistas islâmicos mandam usar os filhos c
como instrumento de invasão e ocupação dos países ex-cristãos
Rumo a quê? – O líder turco Erdogan incentiva os muçulmanos a terem “cinco filhos”, e os imãs islâmicos exortam os fiéis a “terem filhos”.
Para quê?
Para ocupar o território dos infiéis cristãos envelhecidos e desfibrados. A História se repete: querem conquistar a Europa!
Os novos invasores criam o choque de civilizações no coração da Europa por meio de caminhão, bomba, punhal ou de qualquer outro argumento tirado do “Islã, religião de paz”.
Eles escarnecem os anfitriões ocidentais pelo fato de os verem suicidar-se, ficar voluntariamente sem população, sem valores, e abandonar sua própria cultura.
É claro que ao olharem para Merkel, Rutte, Macron e outros, esses islâmicos vão achar que a hora profetizada pelo Corão chegou.
“Nossos líderes europeus – conclui Meotti – estão caminhando como sonâmbulos para o desastre. Eles não se preocupam se no final de suas vidas a Europa ainda será a Europa”.
Joshua Mitchell pergunta-se num ensaio se vale a pena “construir um mundo”. E a resposta cínica aflora como um haraquiri final: “A longa cadeia de gerações já fez isso por nós. É hora de nos divertirmos”.
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs
No ano de 2016, o número de nascimentos na Itália caiu a um ponto tão baixo que é inédito na história, segundo a agência Reuters.
Obviamente, caiu junto o número da população do país, outrora famosa pelas suas famílias de abundante prole que enchiam a península com seu talento, arte e riqueza.
Em 2016 nasceram cerca de 12.000 crianças a menos que no ano anterior, que já tinha registrado números muito baixos. No total vieram, à luz 474.000 crianças, o número mais fraco desde 1861, ano marco da unificação italiana, segundo observou Reuters.
O índice de natalidade atingiu uma média 1,34 em nível nacional, com variações regionais. Mas região alguma atingiu o limite fundamental a partir do qual a população pelo menos se mantém estável.
O ISTAT informou que o número de óbitos em 2016 atingiu 608.000. O simples cômputo de nascimentos e mortes aponta uma perda de 134.000 habitantes. O número oficial, porém, é de menos 86.000, pois acrescenta os imigrantes que receberam visto de permanência.
Também pesam na balança negativa da vida real, mas não estão incluídos nos cálculos acima, os 115.000 italianos que partiram para se instalar no exterior, sem perder a nacionalidade.
Esses emigrantes aumentaram 12,6% em relação a 2015, enquanto o país vai sendo invadido pelos muçulmanos que praticam prescrições religiosas de conquista mandadas no Corão.
O país, outrora jovem e fervilhante de atividade, envelheceu e vai se apagando. Pois a média da idade, já muito alta, aumentou sensivelmente no mesmo ano, segundo o Instituto Nacional de Estatística (ISTAT).
Muçulmanos rezam diante do Coliseu de Roma
onde milhares ofereceram suas vidas por Cristo em séculos passados.
A média de idade este ano atingiu 44 anos e nove meses. Mais de 22% da população é idosa, com mais de 65 anos. É o índice mais elevado, e por certo mais alarmante, de todos os países da União Europeia.
As estatísticas oficiais são as piores registradas desde a unificação política da Itália, ou Rissorgimento, efetivada pelo rei Vítor Emanuel II da Saboia, que usurpou os Estados da Igreja em 1870, auxiliado pelas guerrilhas de Giuseppe Garibaldi, que agiam como uma espécie de FARC da época.
O bem-aventurado Papa Pio IX excomungou esses usurpadores, não reconheceu a espoliação da soberania dos Estados Pontifícios, e condenou seus fautores com solenes atos que pesaram na balança de Deus e da História como verdadeiras maldições.
Agora, o país unificado esvazia-se de filhos e abre espaço para a imigração anticristã militante que, apoiada por altos hierarcas da Igreja, o está fazendo invadir por massas de muçulmanos com abundante prole.
A justiça de Deus pode demorar, mas chega com força tremenda.
Onde estão os sacerdotes que deveriam implorar a genuína misericórdia divina e conduzir o povo pelas vias da penitência e da expiação, como pediu Nossa Senhora em La Salette e em Fátima?
WASHINGTON (-20º aprox) March for Life, 2014.01.22
CHICAGO, Marcha pela Vida, 18-1-2015
OTTAWA, Canadá, Marcha Nacional pela Vida 8/9-5-2013
Brasileira denuncia movimento feminista é contra a mulher
No Dia Internacional da Mulher, senadoras financiadas por empreiteiras do aborto como a Fundação Ford, Rockefeller e McArthur foram surpreendidas por uma mulher comum que denunciou: o movimento feminista é, sim, instrumentalizado para agir contra a mulher.
Os senadores deverão julgar o anteprojeto da Reforma do Código Penal.
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O médico e a mãe que queria abortar
Preocupada, uma mulher procurou seu ginecologista.
- Doutor, eu estou com um problema muito sério e preciso da sua ajuda desesperadamente! Meu bebê não tem um ano e eu estou grávida novamente. Eu não quero outro filho.
Então o médico disse:
- Em que exatamente você quer que eu a ajude?
- Eu quero fazer um aborto!
Depois de pensar por alguns instantes, o médico falou:
- Olha, eu tive uma idéia que me parece melhor e também é menos arriscada.
A mulher sorriu satisfeita.
Então o médico continuou:
- Veja bem, para que você não tenha que tomar conta de dois bebês, vamos matar esse que está nos seus braços. Assim, você poderá descansar até que o outro nasça. Já que vamos matar um dos seus filhos, não importa qual deles. Dizem que os filhos são todos iguais para as mães. Não é mesmo? E, além do mais, sua vida não correrá risco com procedimentos cirúrgicos, se você escolher esse aí para matarmos.
A mulher ficou horrorizada com as palavras do médico e disse-lhe:
- Que monstruosidade o senhor está me propondo. Matar uma criança é um crime!
O médico respondeu-lhe:
- Eu concordo. Mas eu pensei que isso não fosse problema para você. Eu só estou sugerindo que você troque o filho que será morto.
Pelo semblante da mulher, o médico viu que tinha conseguido esclarecer seu ponto de vista.
E ele a convenceu que não há diferença entre matar uma criança que está nos braços ou uma que está no ventre.
O crime é o mesmo.
O pinheiro de Natal na Alemanha
No Natal, 88% dos alemães enfeitam suas casas com um pinheirinho. Eles gastam mais de 1,5 bilhão de reais em mais de 28 milhões de árvores tiradas de 38 mil hectares plantados para este fim — informou a rádio Deutsche Welle.