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segunda-feira, 24 de junho de 2024

Aborto é primeira causa de morte no mundo

Os soldados americanos tiveram repouso digno enquanto as crianças abortadas vão para trituradoras ou lixo hospitalar.
Os soldados americanos tiveram repouso digno
enquanto as crianças abortadas vão para trituradoras ou lixo hospitalar.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






O aborto é o maior genocídio da história com o agravante de ser praticado contra os seres humanos mais inocentes e indefesos, de acordo com o Worldometer, uma fonte apartidária que rastreia e avalia estatísticas em tempo real sobre uma ampla variedade de tópicos, com base em dados das Nações Unidas, da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Fundo Monetário Internacional (FMI) e outros.

Esse sinistro recorde de mortes no mundo foi batido pelo aborto por quinto ano consecutivo.

Nos EUA esse horrendo e covarde crime deixou de ser um direito constitucional, mas passou a sê-lo na Constituição na França outrora conhecida como “Filha primogênita da Igreja”, observou “Infovaticana”.

Não houve guerras, doenças ou pragas, nem mesmo o Covid 19, que fossem mais mortíferas.

Esse genocídio é praticado no mundo inteiro de forma ostensiva e deliberada sob o amparo de leis anticristãs, no seio das sociedades e de forma ‘legal’, exclamou “Infovaticana”.

No ano de 2023 esse cruel extermínio de vítimas indefesas no grembo materno atingiu mais de 44,6 milhões em toda a Terra.

Esse total superou ao total de mortes atribuídas às sete outras maiores causas de decessos somadas: doenças transmissíveis, cancro, tabagismo, consumo de álcool, VIH/SIDA, acidentes de viação e suicídio.

“O Worldometer avaliou o total de mortes em 2023 em mais de 60,6 milhões” sem considerar o aborto, observou o “Christian Post”.

Se houvesse contabilizado o aborto nas estatísticas, as mortes do ano passado teriam ultrapassado os 100 milhões e os abortos teriam representado mais de 40% delas”, acrescentou.

Macron incluiu aborto como direito na Constituição, em continuidade com a Revolução Francesa
Macron incluiu aborto como direito na Constituição, em coerência com a Revolução Francesa
No espírito da “Liberté-Égalité-Fraternité” da Revolução Francesa, 267 senadores referendaram o texto dos deputados da Assembleia Nacional. Apenas 50 senadores votou contra.

A Constituição hoje tinta de sangue exige para ser reformada um Congresso conjunto de deputados e senadores o qual ratificou a iníqua decisão garantindo a maioria de três quintos dos votos, noticiou “Infocatólica”.

Na França, o aborto é legal desde 1975, pela lei promovida por Simone Veil, uma figura política chave da direita francesa.

O atual presidente Emmanuel Macron, também tido artificiosamente como referência por certas direitas políticas da Europa toda, havia prometido: “comprometi-me a tornar irreversível a liberdade das mulheres de recorrer à interrupção voluntária da gravidez, inscrevendo-a na Constituição. O Senado deu um passo decisivo”, disse ele na rede social X.

As alterações propostas ao injusto texto não foram aprovadas, nem mesmo uma cláusula de objeção de consciência para o pessoal médico.

O Ministro da Justiça francês Éric Dupont-Moretti também exultou: “Esta é uma votação histórica. Seremos o primeiro país do mundo a inscrever na Constituição esta liberdade das mulheres de disporem dos seus corpos”.

O ministro da Justiça achou “necessário” a inclusão do aborto na Lei Fundamental para que “no futuro nenhuma maioria possa questioná-lo”.

Ele lembrou os casos da Hungria e da Polônia, onde certos partidos restringiram esse assassinato “legal”.

O ministro e seus sequazes políticos desde a extrema direita até a extrema esquerda quiseram impedir que no futuro possa se dar uma reversão democrática.

De momento, isso hoje parece remoto pela cumplicidade de políticos atuais tidos como muito conservadores na França.

Porém ele não explicou por que é improvável que num futuro seja escolhida uma maioria de deputados e senadores que anule o perverso novo artigo hoje introduzido na Constituição.

Aliás, ela é uma das muitas que vem sendo trocadas desde 1789.


segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

Diocese batiza 17 crianças salvas do aborto

O bispo auxiliar de Getafe já batizou em 2023 17 crianças resgatadas do crime de aborto
O bispo auxiliar de Getafe já batizou em 2023 17 crianças resgatadas do crime de aborto
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O bispo auxiliar da diocese de Getafe (Madri) Dom José María Avendaño batizou no 30 de setembro (2023) 17 crianças resgatadas do aborto pelas Associações Más Futuro e dos Socorristas João Paulo II nas portas dos centros de aborto Dator, Isadora e El Bosque, informou “Hispanidad”.

O ano de 2023 foi o período em que se celebraram mais batismos em Getafe nestas circunstâncias.

Os padrinhos foram escolhidos entre as pessoas que velarão pela fé destes novos membros da Igreja.

As mães que iam abortar nem sempre o faziam por pobreza.

Com frequência sofriam a pressão do parceiro, ou tinham outros filhos, ou viam no aborto uma solução rápida e fácil para seus problemas.

Em poucas palavras, desaparição do catecismo nas igrejas católicas, casamentos não religiosos e avidez de ganhar dinheiro ou poupar trabalhos caseiros.

Por exemplo, Carolina e Carlos, que batizarão o filho Mateus disseram que, em consequência do apostolado que salvou o filho, tiveram uma “mudança total”.

“O casal vai se casar em breve na Igreja e agora estão 'loucos' pelo filho”, explicou o presidente de Más Futuro.

Os membros das associações salvadoras se instalavam nas proximidades das clínicas que funcionam como “novos Auschwitz” do relativismo moral e tentavam mostrar aos pais no que é que consiste o aborto.

“Todo o esforço, as horas em frente às clínicas, a preparação, tudo vale a pena, quando a criança nasce, quando você finalmente diz: ‘está aqui’”, enfatizou o dirigente pela-vida.

Keilis tinha um emprego estável e um namorado quando engravidou do segundo filho.

A pressão do companheiro e da assistente social socialista a empurraram a abortar. Quando ouviu a militante pela vida Marta Velarde explicar a verdade do crime que ia cometer, mudou de vida.

Ela ia abortar na clínica da morte El Bosque, em Madri, estava grávida de seis meses e meio, mas se voltou para Deus e viveu um processo de conversão que culminará com o batismo de seus dois filhos.

'É meu filho!' é a refelxão decisiva para mudar a vontade de abortar
'É meu filho!' é a reflexão decisiva para mudar a vontade de abortar
Mariani ia fazer um aborto no mesmo centro quando descobriu que estava trazendo gêmeos ao mundo, mas as palavras e o apoio da Associação Más Futuro mudaram o destino das três.

Ángeles já havia praticado um aborto e estava traumatizada pelo que fez. Apesar de tudo, ela ia abortar pela segunda vez.

Conheceu essas associações de resgate e agora ela ajuda outras mães em risco de aborto.

O primeiro filho de Ani foi resgatado às portas do centro Dator, sob o olhar da polícia.

O “companheiro” dela tinha emprego estável e ambos achavam que não era o bom ter um filho. Hoje eles agradecem a Deus por terem mudado de ideia.

Todas essas mães mudaram de ideia quando ouviram: “É seu filho. O que você precisa para evitar fazer um aborto?”.

E, como relata Marta, “essas palavras, especialmente o fato de reconhecer que é seu próprio filho, é o que muda seus corações e suas decisões”.

“A partir do momento em que as mães decidem não abortar até ficarem completamente independentes, elas recebem ajuda material - se precisarem -, psicológica e espiritual”, explica Marta.

“Além disso, o ambiente em que viverão no futuro também é cuidado com atenção às suas famílias”, acrescenta.

“A cerimônia de batismo foi muito emocionante para as mães e os socorristas que, à porta dos centros de aborto, falaram com elas e explicaram que havia outra opção para além do aborto, a opção da vida” concluiu Marta.



segunda-feira, 13 de novembro de 2023

O aborto animaliza as pessoas, ensina bispo

Mons. José Ignacio Munilla toma posse da diocese de Orihuela-Alicante, seguindo a tradição local, que evoca a entrada de Jesus em Jerusalém
Mons. José Ignacio Munilla toma posse da diocese de Orihuela-Alicante,
seguindo a tradição local, que evoca a entrada de Jesus em Jerusalém
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Pior do que o próprio aborto é a animalização do homem que esse crime acarreta.

A aceitação social dessa degradação é, sem exceção, a coisa mais grave que aconteceu no século XX, reflexionou o filósofo espanhol Julián Marias, citado por “Infocatólica”.

Em seu país, Espanha, o Ministério da Saúde publicou que em 2022 deveriam ter nascido 428.208 bebes, mas apenas 329.892 conseguiram rir e chorar, os restantes 88.269 foram abortados. Números que evocam as chacinas de Hitler e Stalin.

Quer dizer que 23,0% das crianças concebidas são abortadas, ou o mais de 1 em cada cinco.

91,23% dos abortos ocorreram a pedido da mulher, que renunciam à maternidade para se tornarem mães do filho que ela quis matar.

A percentual aumenta em relação ao ano anterior com alegações “legais”; 5,66% porque a saúde e a vida da gestante estavam em “grave risco”, embora nenhum procedimento médico exija a eliminação do bebê; 2,8% por risco de anomalias graves no feto e 0,31% por anomalias fetais incompatíveis com a vida ou doenças gravíssimas e incuráveis.

Em doze províncias espanholas em que não foram realizados abortos, os médicos passaram a ser alvo de nova lei do aborto.

Lei dos socialistas e comunistas, sim, mas também o “conservador” Partido Popular tem sua parte não pequena de culpa moral: o seu candidato a presidente do Partido Popular, Feijóo disse que não ia mudar o morticínio: “É um direito que a mulher tem dentro da lei e não vou mudar de ideias”, disse.

A campanha de outono 40 Dias pela Vida “visa acabar com o aborto a nível local através da oração, do jejum, da sensibilização da comunidade e de uma vigília pacífica, diária e constante em frente às fábricas de aborto”.

“Os abortistas, não tolos, se eu fosse abortista teria pavor daqueles jovens e velhos que rezam. Se eu fosse um abortista, diria a eles para pararem de orar e confiarem em “seus políticos”, disse uma promotora.

Ao mesmo tempo entram em vigor normas legais que na Espanha são vistas como uma nova loucura inexplicável. Por exemplo, a Lei do Bem-Estar Animal.

Mons. José Ignacio Munilla, bispo de Orihuela-Alicante
Mons. José Ignacio Munilla, bispo de Orihuela-Alicante
O bispo de Orihuela-Alicante Mons. José Ignacio Munilla explica: “quando a pessoa é animalizada, o animal se personifica”.

Essa Lei do Bem-Estar Animal, prescreve entre outras coisas:

É proibido expor animais em vitrines ou vendê-los em lojas ou online.

Um registro de animal de estimação é criado.

Para ter um cachorro é preciso fazer um curso de adestramento.

É proibida a exibição de animais em circos.

Os animais não podem ser usados como isca, recompensa, prêmio ou promoção publicitária.

Os animais de estimação não podem ser alimentados com alimentos que não tenham passado pelos controles de saúde.

É proibido 'eutanásia' de animais de estimação, a menos que haja parecer e supervisão veterinária.

Porém, tirar a vida cruelmente a um ser humano indefeso virou um direito na Espanha!

A lei não reconhece que o homem é uma espécie de animal!



segunda-feira, 15 de maio de 2023

Wyoming proibiu a pílula abortiva

O governador do estaddo de Wyoming Mark Gordon abole a pílula abortiva
O governador do estado de Wyoming Mark Gordon abole a pílula abortiva
Luis Dufaur
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Wyoming se tornou o primeiro estado dos EUA a proibir a pílula abortiva. É uma nova vitória para aqueles que pretendem reverter o acesso à morte dos inocentes no país. https://fr.news.yahoo.com/pilule-abortive-interdite-wyoming-premier-092111896.html

O governador de Wyoming (oeste), Mark Gordon, convocou os legisladores a irem além e se consagrar a proibição total do aborto na Constituição do estado e submete-la à votação dos eleitores.

A decisão vem em um momento em que muitos opositores ao assassinato das crianças não nascidas estão tentando proibir a pílula abortiva em todo o país, após a decisão da Suprema Corte em 2022 de enterrar esse falso “direito” na esfera federal.

Desde então, quinze estados proibiram todas as interrupções de gravidez em seu território.

Análoga decisão é esperada em breve em Texas, onde um juiz deve se pronunciar sobre a possível proibição federal do mifepristone (RU 486).

Essa pílula é a mais utilizada para interrupção médica da gravidez, e fora autorizada em 2000 pela Agência Americana de Medicamentos (FDA).

Defensores da vida comemoram em Washington a proibição da pílula abortiva
Defensores da vida comemoram em Washington a proibição da pílula abortiva
O juiz federal do Texas, Matthew Kacsmaryk, pode ordenar que seja retirada do mercado em todo o país.

Os legisladores do Texas também consideram não só proibir as pílulas que provocam a morte dos que estão para nascer, mas exigir que os provedores de internet do estado bloqueiem o acesso a sites onde essas pílulas são vendidas online.

Mark Gordon, governador de Wyoming, disse que não recuará em sua luta contra o aborto.

“Acredito que toda vida é sagrada e que todo indivíduo, incluindo crianças ainda não nascidas, deve ser tratado com dignidade e compaixão”, explicou.

Desde que a Suprema Corte dos EUA concedeu liberdade de legislar a cada estado, cerca de quinze deles limitaram o acesso ao mifepristona exigindo a aprovação de um médico, segundo o centro de pesquisa Guttmacher Institute, que defende o assassinato dos inocentes.

Se o juiz federal do Texas decidir pela proibição nacional da pílula abortiva, segundo os grupos pela cultura da morte a decisão terá um impacto tão grande quanto a decisão da Suprema Corte de 2022.


segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Padre francês punido por dizer que o aborto matou mais que a I Guerra Mundial

O padre François Schneider ficou proibido
O padre François Schneider ficou proibido
Luis Dufaur
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O padre François Schneider ficou proibido de celebrar missas públicas por quatro semanas. Por qual crime? 

A absurda repressão foi por ter declarado que o aborto matou mais seres humanos do que a Primeira Guerra Mundial.

O padre François é um o ancião responsável por 17 paróquias no leste da França, mas foi punido pela audácia de ter dito a verdade noticiou “Infovaticana”.

O padre François Schneider fez a polêmica declaração em sua homilia na missa comemorativa do Dia do Armistício em 11 de novembro na pequena cidade de Bertrimoutier (307 habitantes), perto de Epinal, nas montanhas de Vosges.

No momento que escrevemos o contador do Worldometer apontava que só no ano de 2022 no mundo foram assassinadas 40.889.735 crianças pelo aborto e o número aumentava a cada segundo, na velocidade monstruosa de aproximadamente 125.000 por dia. https://www.worldometers.info/abortions/

Só nos EUA desde a famigerada decisão Roe vs Wade de 1973, recentemente abolida, segundo a Foxnews, foram abortadas por volta de 63 milhões de crianças.

Para comparar, na I Guerra Mundial, segundo o acatado Centre européen Robert Schuman, faleceram por volta de 20 milhões de pessoas e 21 milhões ficaram feridas.

“O aborto matou mais pessoas em todo o mundo do que a Grande Guerra”, disse o sacerdote, acrescentando que os políticos franceses deveriam “tomar medidas corajosas” para defender a natalidade.

As declarações do Pe. Schneider coincidem com a feroz tentativa de tornar o aborto um “direito humano” incluído na Constituição da França. A cruel, uma medida foi apresentada pelo partido do presidente Macron e está sendo debatida na Assembleia.

O espantoso é que o partido Rassemblement National que atrai votos se exibindo como de direita ou extrema-direita de Marine Le Pen votou majoritariamente em favor da iníqua proposta.

Outro projeto de lei com o mesmo objetivo, que inclui “os direitos dos transexuais” foi apresentado pelo partido de extrema-esquerda A França Insubmissa. É coerente que uma coalizão comunista faça essa cruel proposta.

Tal concordância se explica pelo fato que os dois partidos, um da extrema direita e o outro da extrema esquerda, são explícitos aliados do ditador russo Vladimir Putin que está massacrando civis, idosos, mulheres e crianças na Ucrânia, e recebem grossos financiamentos dele.

Ambos os textos passarão pelo processo legislativo. O próprio presidente Macron que banca de centrista sugeriu que o “direito” ao aborto fosse incluído na carta europeia dos direitos humanos.

A veraz reflexão do Pe. Schneider ao aborto foi reproduzida na imprensa local e nas redes sociais por pessoas que ouviram seu sermão, criando “comoção” entre os postuladores da matança de inocentes.

O deputado de Vosges pelo partido de Macron, David Valence, chamou os comentários do padre de “vergonhosos” no Twitter, acrescentando que eram “evidência de uma aberração completa” de sua parte. Tal vez o deputado estava se olhando no espelho enquanto escrevia essa verdadeira “aberração completa” contra o bom sacerdote.

Mas o auge do espanto aconteceu quando o site da diocese (chefiada pelo bispo Didier Berthet que tem graves problemas de saúde, e administrada pelo bispo Denis Jachiet, que preside a diocese vizinha de Belfort-Montbéliard), publicou um comunicado condenando ao sacerdote defensor do básico Mandamento de “Não matar”.

Sem palavras.


quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Basílica Vaticana: comunhão sacrílega para ativista do massacre dos inocentes

Nancy Pelosi pregadora da cultura da morte dos inocentes
Nancy Pelosi pregadora da cultura da morte dos inocentes
Luis Dufaur
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A ardida militante pelo massacre dos inocentes, a deputada democrata e porta-voz de seu partido no Congresso americano Nancy Pelosi comungou durante uma missa presidida pelo Papa Francisco desde um troneto.

A presidente da Câmara dos Deputados dos EUA fora proibida de receber a comunhão na arquidiocese por seu apoio declarado ao direito ao aborto, por Mons. Salvatore Cordileone, arcebispo de São Francisco, diocese de origem de Pelosi, lembrou o site progressista “Crux”.

Pelosi foi admitida à liturgia da festa de São Pedro e São Paulo na Basílica de São Pedro.

Um dos sacerdotes celebrantes no lugar do Papa Francisco com problemas no joelho, lhe deu a Eucaristia como se São Paulo não tivesse ensinado “aquele que come e bebe sem discernir o Corpo come e bebe sua própria condenação” (1Cor 11,27-29).

O arcebispo de São Francisco, Mons. Cordileone comunicou sua decisão de impedi-la de receber a comunhão escrevendo:

“Depois de inúmeras tentativas de falar com ela para ajudá-la a entender o grave mal que está cometendo, o escândalo que está causando e o perigo alma que ela está arriscando, eu determinei que chegou ao ponto em que eu devo fazer uma declaração de que ela não é admitida na Sagrada Comunhão a menos e até que ela repudie publicamente seu apoio aos 'direitos' ao aborto e confesse e receba a absolvição por sua cooperação em este mal no sacramento da penitência”.

Papa Francisco e Nancy Pelosi previamente à comunhão sacrílega na missa de São Pedro e São Paulo, na Basílica Vaticana
Papa Francisco e Nancy Pelosi previamente à comunhão sacrílega
na missa de São Pedro e São Paulo, na Basílica Vaticana
A democrata da Califórnia tirou o corpo na época, dizendo que ela vem de uma família grande com muitos membros que se opõem ao aborto, mas no continuou promovendo o massacre dos inocentes e até ofendeu ao arcebispo acrescentando a bandeira da agenda LGBT:

“Respeito a opinião das pessoas sobre isso. Mas eu não respeito a gente impingindo isso aos outros. Nosso arcebispo tem sido veementemente contra os direitos LGBTQ. Na verdade, ele liderou uma iniciativa nas urnas na Califórnia.”

Pelosi também disse que as mulheres e as famílias precisam saber que isso é mais do que aborto: “Essas mesmas pessoas são contra a contracepção, o planejamento familiar, a fertilização in vitro. É uma coisa geral e eles usam o aborto como a proa para isso.”

Bispos dos EUA apoiaram publicamente a decisão de Dom Cordileone e outros estenderam a proibição de Pelosi receber a comunhão em suas dioceses.

Então, nenhum deles foi escolhido pelo Papa para cardeal no próximo consistório, considerando que o próprio arcebispo de São Francisco, tradicionalmente é elevado ao cardinalato.

Nancy Pelosi na missa São Pedro e São Paulo na basílica vaticana toma ares de inocência fingida
Nancy Pelosi na missa São Pedro e São Paulo na basílica vaticana
toma ares de inocência fingida
Muito pelo contrário, foi escolhido Dom Robert McElroy, bispo de San Diego, que é um dos prelados americanos que mais tem defendido dar comunhão a políticos católicos pró-aborto, registrou “Infocatólica”.

O Papa Francisco em 2021, em seu retorno a Roma da Eslováquia chegou a dizer que a Eucaristia é para aqueles que estão “na comunidade” e os políticos que apoiam o aborto estão “fora da comunidade”.

Mas quando a Conferência dos Bispos Católicos dos EUA reunida se inclinou a promover uma pastoral contra dar a comunhão a políticos abortistas.

Essa incluiria ao presidente Biden e à própria Pelosi.

Porém, o cardeal Luis Ladaria, chefe do escritório de doutrina do Vaticano, os dissuadiu dessa única pastoral canonicamente legítima pela vida alegando, como representante do Papa Francisco, que poderia ser “uma fonte de discórdia em vez de unidade dentro do episcopado e a maior igreja nos Estados Unidos”.

Pelosi se dirige à profanação
Pelosi se dirige à profanação
Durante a homilia, o Papa Francisco teve palavras escorregadias e disse que a Igreja Católica deve ser um lugar onde “todos possam se sentir acolhidos e acompanhados”.

Na Basílica de São Pedro, Pelosi foi recebida pelo Papa Francisco antes da missa e recebeu uma bênção, de acordo com um dos participantes da missa, acrescentou “Clarín”.

O presidente Joe Biden, outro católico que apoia o direito ao aborto, contou após uma audiência com Francisco no ano passado que o pontífice lhe disse para continuar recebendo o sacramento.

Mais tarde, Biden recebeu a comunhão durante uma missa em uma igreja em Roma que está sob a autoridade do papa, que também atua como bispo de Roma.


segunda-feira, 25 de julho de 2022

Corrida a prohibir o aborto nos estados americanos

Kevin J. Stitt, governador de Oklahoma assina lei que proibe aborto
Kevin J. Stitt, governador de Oklahoma assina lei que proíbe o aborto
Luis Dufaur
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Antes mesmo de a Suprema Corte de Justiça anular a sentença Roe vs Wade de 1973 que introduziu sub-repticiamente o aborto na Constituição americana, o estado de Oklahoma se adiantou e virou oficialmente o primer estado da União a proibir o aborto por fertilização. Seu governador, o republicano Kevin Stitt, sancionou a lei, informou “Yahoo”.

Ele mesmo disse que quer fazer do seu estado “o mais pela-vida”, ou seja, o mais anti-aborto do país.

Oklahoma conta com seus cidadãos e os convidou a tomar medidas legais contra qualquer pessoa suspeita de ter ajudado ou mesmo encorajado uma mulher a fazer um aborto.

No ano passado, o vizinho estado de Texas impediu os tribunais de bloquear sua lei estadual que veta o aborto. Passou por cima da sentença Roe vs Wade estabelecida pela Suprema Corte em 1973 e que ainda vigorava nesse momento.

A forte ânsia dos parlamentos estaduais em legislar contra esse crime que inclui vinte e seis estados conservadores, mais da metade do país, fez que o Tribunal Supremo de Iowa emitisse sentença definindo que não há o direito ao aborto na Constituição do estado. Também antes mesmo do Tribunal Supremo anule Roe.

A lei do Iowa garantia que os centros de aborto dessem às mulheres oportunidade de ver a seus bebês não nascidos numa ecografia e escutar a pulsação do coração de seu bebe pelo menos 24 horas antes do aborto. Essa constatação fazia muitas mulheres desistir do hediondo crime.

A governadora de Iowa, Kim Reynolds,  assina os planos mais restritivoss do aborto no país
A governadora de Iowa, Kim Reynolds,  assina os planos mais restritivos do aborto no país

Iowa também exigia que os centros de aborto fornecessem informações sobre os recursos disponíveis para a criação e a adoção, e que confirmem por escrito que as mulheres foram notificadas.

A disputa estava acirrada entre o Tribunal Supremo de Iowa e a governadora Kim Reynolds e mais 60 legisladores estaduais pela vida.

Agora ficou encerrada a discussão, devendo a Corte Suprema de Iowa anular suas decisões e declarando que o direito ao aborto não está na constituição do estado e tampouco na lei federal superior.

Wisconsin tinha uma lei de 1849 proibindo o crime em todo o estado que voltou a entrar em vigor logo após a nova sentença da Corte Suprema. Os representantes do Partido Democrata tentaram derogar essa lei, mas foram impedidos.

O estado de Indiana baniu o aborto totalmente a partir do 15 de setembro 2022.

Em Dakota do Sul só ficava uma clínica de aborto, e em Minnesota não há nenhum médico disposto a fazê-lo, graças a Deus.

Por sua vez, a Planned Parenthood, o gigante do genocídio do aborto anunciou que não praticará mais esse assassinato a partir do 25 de junho, noticiou “Infocatólica”.


segunda-feira, 27 de junho de 2022

Suprema Corte dos EUA declara abolido o aborto. Isso rachará o país?

Militantes pela vida enfrentam partidarios do aborto diante da Suprema Corte
Militantes pela vida enfrentam partidários do aborto diante da Suprema Corte antes do anúncio
Luis Dufaur
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A Suprema Corte dos Estados Unidos revogou a delcaração Roe vs Wade que há 50 anos legalizou o aborto, noticiou “The New York Times”, como aliás toda a imprensa internacional espavorida. 

Todas as leis ou normas a todo nível que se apoiavam na delcaração Roe vs Wade ficaram sem fundamento na legislação.

O vazamento jogou fogo no crescente conflito cultural e moral que devora o país e pode pô-lo ao borde de um incêndio nacional com incalculáveis repercussões mundiais.

A decisão Roe vs Wade instituiu a massacre dos inocentes no maior e mais liberal país do mundo. E foi perverso pretexto ou inspiração para leis de aborto no mundo todo.

Invalidada aquela decisão, a disputa pelo aborto ficará com os legislativos estaduais, onde a oposição é intrincada e até furiosa há anos.

Assim sendo, a maioria das leis de aborto parece felizmente destinada à ilegalização em pelo menos metade dos estados americanos.

De fato, em numerosos estados as formalidades legais aprovadas tornaram impraticável o crime de aborto sendo frequente a desaparição das clínicas da morte.

Prevaleceu a maioria conservadora de 6-3 na Corte, mas a vida política nacional e estadual virará campo para uma das questões mais controversas da vida pública americana. 

Em breve, há um risco é de aprofundar a divisão do país já polarizada em dois blocos mutuamente hostis, em que um lado despreza o valor insondável da vida e o outro o defende.

Abortistas e anti-abortistas em disputa diante da Suprema Corte
Abortistas e anti-abortistas em disputa diante da Suprema Corte

De início, rapidamente o presidente abortista Joe Biden anunciou um projeto de lei e pediu votos para a eleição de meio termo para obter deputados e senadores que o aprovem. Algo muito discutível pois os legisladores preferem conservar sua cadeira e o aborto é um tema pelo qual podem perde-lha.

Como em outros países, os legisladores não querem perder suas cadeiras e despejam as grandes decisões sobre os juízes. O resultado é uma politicagem feroz nos tribunais. Agora não poderão.

Acresce que nas eleições, quando está em jogo uma causa moral, diminuem as abstenções e aumentam os votos conservadores. O gesto do Biden teve muita repercussão na mídia mas pode ter sido tolo.

A Suprema Corte exibia um rosto ativista libertário quando esgrimiu tortos sofismas para aprovar o aborto em 1973. Porém, o rosto de hoje é do oposto conservador.

Em boa medida a Corte não pode ir contra a opinião pública que está dividida em duas partes irredutíveis. O que fazer para as esquerdas?

Para “The Economist” procurar uma saída conciliadora ou exercer a moderação será tido como intolerável por alguma das partes em luta e o Tribunal poderá perder sua capacidade de resolver disputas pacificamente.

Abolindo como fizeram, o crime do aborto os juízes enfrentarão uma pressão política esquerdista crescente. 

Todos os candidatos presidenciais democratas, em geral favoráveis ao aborto, serão interpelados para pressionar a Suprema Corte. Pressão oposta virá do lado republicano contrário e o Tribunal que deve garantir o equilíbrio constitucional terá seu futuro hipotecado a uma tempestade ideológica.

Caindo a resolução Roe vs Wade as divisões dos EUA em estados conservadores e democratas se aprofundarão porque o sistema federal dá liberdade para cada um redigir suas próprias leis.

Leis estaduais em extremo divergentes poderão opor a Califórnia ao Texas por exemplo e as minorias nesses estados se sentiriam atropeladas.

Estados vizinhos divergentes em pontos hipersensíveis dificilmente poderiam coexistir e se unir num esforço nacional quando as circunstâncias o requererem.

E a coluna material que sustenta o mundo ocidental poderia se rachar em inúmeras partes pondo em dúvida a coesão do futuro do mundo atual.

Isso é o custo de uma decisão imoral que levou a vida de milhões de crianças em gestação.


terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Indígenas bolivianas chibateiam abortistas que atacaram catedral

Mulher guarayo mostra o latego que ela usou nas aboristas sacrílegas
Mulher guarayo mostra o látego artesanal que ela usou nas abortistas sacrílegas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Agitadoras abortistas bolivianas do “coletivo Mujeres Creando” invadiram a catedral de Santa Cruz enquanto o arcebispo celebrava a missa.

Elas protestavam contra a Igreja Católica que impediu uma menina de 11 anos de interromper a gravidez. A mãe foi vítima de um estupro e sua família foi pressionada para aprovar o crime.

Porém, após a intervenção da igreja, mudaram de ideia, noticiou o jornal da cidade “El Deber”.

Os ativistas picharam sacrilegamente a fachada da Basílica Menor de San Lorenzo e criticaram a Igreja Católica em faixas e arengas. “Igreja hipócrita e mesquinha, você força uma menina a dar à luz”, insultava uma das faixas.

O arcebispo Dom Sergio Gualberti estava pregando que “a defesa da vida, a rejeição da pena de morte e a eutanásia são um mandato de Deus para a Igreja e para cada crente em Cristo”.

A pintura jogada na catedral foi removida e as funções religiosas continuaram normalmente nos dias seguintes.

A demagogia abortista costuma apresentar do “direito” à matança dos inocentes como uma necessidade das mulheres pobres e das minorias étnicas menos favorecidas.

Inicio da provocação sacrílega abortista contra a catedral
Inicio da provocação sacrílega abortista contra a catedral


Esse embuste ideológico foi desmentido por mulheres de Santa Cruz que armadas com chicotes de couro feito à mão usado nas áreas rurais da Bolívia para repreender crianças.

Um grupo de indígenas bolivianas do povo Guarayo, deu umas boas às feministas que perturbaram a missa. Não houve queixas de ferimentos nem de contusões, sendo o efeito sobretudo moral.

Elas vendiam artesanatos entre os quais um 'látego' usado levemente para corrigir crianças mal comportadas

O exemplo mostra que o feminismo é um movimento violento que não defende as mulheres pobres como diz, comentou PanamPost.

A realidade é o oposto: as mulheres latino-americanas defendem amorosamente seus filhos e sua família. As mulheres indígenas na necessidade de trabalhar, amarram os filhos nas costas e dão continuidade ao trabalho.

Eles são o exemplo fiel de que os filhos não são um obstáculo, mas sua maior força.

O feminismo, criado em centros intelectuais esquerdista em geral ricos, levanta a bandeira do aborto, para acabar com vidas inocentes antes do nascimento para poder se entregar imoralmente aos prazeres ilícitos.

As feministas de Santa Cruz demonstraram não advogar pelas mulheres, mas por uma causa política: o socialismo.

Na ocasião, elas se manifestaram publicamente a favor da libertação do ex-presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, líder do Fórum de São Paulo.

Momento do incidente em que abortista recebe um 'latigazo' usado levemente para as crianças mal comportadas.
Momento do incidente em que abortista recebe um 'latigazo'
usado levemente para as crianças mal comportadas.
O socialismo que retomou o poder na Bolívia, atacou particularmente o povo Guarayo, cujas mulheres enfrentaram as feministas que atentam contra o patrimônio religioso.

Na província de Guarayos de Santa Cruz existem grupos armados apoiados pelas esquerdas que tentam se instalar em terras comunitárias que têm legítimos proprietários indígenas.

Diante da resistência dos indígenas Guarayos, os grupos irregulares já fizeram vários feridos a balas e facões.

Diante da tentativa de profanação da catedral de Santa Cruz, as mulheres que enfrentaram as feministas também se manifestaram contra o governo pela irrupção de seus aliados esquerdistas em seu território ancestral.

Evo Morales, protetor das abortistas e de todas as formas de esquerda e narcotráfico diz ser vítima de racismo por ser indígena.

Mas nunca demonstrou falar qualquer língua indígena e permitiu a destruição de terras ancestrais de povos indígenas por grupos armados que visam rouba-los.

Guadalupe Cárdenas, uma indígena perseguida politicamente, embaixadora dos Direitos Humanos, representante da federação das esposas de polícias, destacou em entrevista ao PanamPost, a hipocrisia de Evo Morales.

Cárdenas garantiu que Morales “é o pior racista, como nunca na história”. Ele mandou queimar terras dos índios do leste, da Chiquitanía, e ameaçou os indígenas.

As mulheres Guarayo de Santa Cruz desmontaram esses mitos ao mesmo tempo defendendo a Igreja dos ataques das feministas pagas pelo líder lulobolivariano.


segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Parlamentar católico pela-vida apunhalado por ativista muçulmano

Sir David Amess
Sir David Amess
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






O legislador britânico Sir David Amess, 69, militante pela-vida morreu após ser esfaqueado várias vezes durante uma reunião pública em Leigh-on-Sea, na Inglaterra, de acordo com “Infocatólica”.

O deputado conservador por Southend West em Essex era conhecido como defensor dos nascituros, mas morreu enquanto era tratado por serviços de emergência, de acordo com a polícia de Essex.

A BBC descreveu Amess como um católico devoto e “um proeminente ativista anti-aborto”. Outros o elogiaram por ser um “grande defensor de melhores serviços de maternidade” e protetor das crianças com deficiências.

A polícia prendeu um homem de 25 anos, recuperou a faca assassina e de início não quis revelar seu nome.

Por fim resultou ser um somali de nome Ali Harbi Ali, filho de um ex-dirigente da muçulmana Somália. Está indiciado por preparação de atos terroristas e se disse ligado ao Estado Islâmico.

A Sociedade de Proteção ao Nascimento (SPUC), Right to Life UK, March for Life UK expressaram seu horror com o crime e destacaram a personalidade amigável e jovial e devoção genuína Sir David Amess em cuidar dos mais vulneráveis na sociedade.

Amess estava casado e deixou uma família com cinco filhos. Há uma afinidade profunda entre os militantes da “cultura da morte”, os inimigos da família bem constituída e os terroristas islâmicos.


terça-feira, 5 de outubro de 2021

“Estamos sendo castigados” adverte bispo de Texas

Mons Joseph Strickland, bispo de Tyler. Fundo: queda dos anjos rebeldes, Pieter Bruegel
Mons Joseph Strickland, bispo de Tyler.
Fundo: queda dos anjos rebeldes, Pieter Bruegel
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






O bispo diocesano de Tyler, Texas, EUA, Mons. Joseph Strickland enviou um alerta pela rádio local para as nações e as pessoas de autoridade em todo o mundo que estão promovendo o aborto e a homossexualidade oprimindo os cidadãos comuns, noticiou LifeSiteNews.

Em alusão à pandemia, o bispo advertiu que o mundo está sofrendo por causa dos próprios pecados e por desconhecer a Deus enquanto Criador e verdadeiro autor da vida.

“Estamos no meio de um castigo porque estamos destruindo a vida de crianças, estamos massacrando bebes que ainda não nasceram, e numa proporção nunca antes vista na história”, exclamou o prelado ao apresentador Terry Barber.

O bispo esclareceu que, apesar desse castigo, Deus nosso criador “continua nos amando” e está clamando a cada indivíduo para se voltar para Ele.

Strickland apontou que, infelizmente, muitos políticos e autoridades não estão percebendo esses problemas e continuam a manipular a humanidade.

O bispo Strickland afirmou que a salvação do mundo nunca poderá vir “do controle do Estado ou do controle dos mandatários”.

Ele encorajou os cristãos a nunca terem medo na hora de defender as verdades da fé, ainda que isso signifique o martírio.

Mesmo que “eles possam nos matar ou restringir seriamente nossas liberdades como povo de Deus, eles não podem nos tirar a própria essência de aquilo que somos: seres livres que em seus corações podem escolher entre dizer sim a Deus ou dizer não”.


terça-feira, 21 de setembro de 2021

Terremoto abala o México quando despenaliza o aborto

Luzes de origen magnético iluminaram assustadoramente o céu do México no dia da aprovação do aborto
Luzes de origem magnética iluminaram assustadoramente o céu do México
no dia da aprovação do aborto
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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A Suprema Corte de Justiça do México descriminalizou o aborto, decisão considerada histórica por juízes ideologizados e feministas. A decisão não torna legal a interrupção da gravidez, mas abre as portas para esse crime, informou “El Universal” do México.

Por sua vez, o ator Eduardo Verástegui expressou no Twitter sua insatisfação pagando o preço de ataques, mensagens críticas e memes pelas redes sociais, por parte de ativistas da morte.

Aconteceu que na noite do dia que foi aprovada a medida contra a vida, no país se registrou um terremoto e tempestades em vários estados e Verástegui atribuiu as calamidades à descriminalização do aborto.

·Hoje o México chora. Hoje o México treme. Chove incontrolavelmente em várias partes do país, e a terra range.

Católicos mexicanos rezam para que não seja aprovado o aborto
Católicos mexicanos rezam diante da Suprema Corte
para que não seja aprovado o aborto
“Hoje, milhares de bebês mexicanos foram condenados à morte. Hoje, o México chora; hoje, o México treme, por suas filhas e filhos que não nascerão”, postou numa mensagem.

Em outra mensagem, Verástegui considera que os bebês no México são condenados à morte por causa do Ministro da Justiça e que este governo deixa um legado sangrento.

“Milhares de bebês mexicanos foram condenados à morte. Porque ao descriminalizar o aborto em todo o México, a mensagem dos irresponsáveis ministros da Justiça é: ‘Vá em frente, você pode matar seus bebês agora!’ A este governo, o povo cobrará caro por este legado sangrento”.

Embora alguns internautas concordassem com sua opinião, muitos outros criticaram que o ator descreveu os fenômenos naturais como uma punição para a descriminalização do aborto; os memes sobre isso foram imediatos.

A suprema corte aprovou por unanimidade a anulação de vários artigos de uma lei no estado de Coahuila, no norte do país, onde o aborto é considerado crime e tanto as mulheres quanto as pessoas que poderiam ajudá-las são criminalizadas.

A decisão do tribunal afetará imediatamente aquele estado.

Mas estabelece um importante “critério obrigatório para todos os juízes do país” que devem atuar no mesmo sentido se tiverem que decidir sobre um caso de aborto, disse o presidente do o Tribunal, Arturo Zaldívar.

“A partir de agora não será possível, sem violar os critérios do Tribunal e da Constituição, processar qualquer mulher que faça um aborto nos casos que este tribunal considerou válidos”, acrescentou Zaldívar.

A descriminalização afetará a interrupção da gravidez em até 12 semanas, período em que o aborto é permitido nos quatro estados em que essa prática é legal: Cidade do México, Oaxaca, Veracruz e Hidalgo.

Nos restantes 28 estados, ainda é penalizado, exceto em caso de estupro, e algumas regiões também permitem quando a saúde da mãe está em perigo.


Terremoto abala o México no dia que o aborto foi liberado. Padre rezava Ave-Maria no exato momento



Terremoto e luzes no dia da legalização do aborto!!