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segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Parlamentar católico pela-vida apunhalado por ativista muçulmano

Sir David Amess
Sir David Amess
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






O legislador britânico Sir David Amess, 69, militante pela-vida morreu após ser esfaqueado várias vezes durante uma reunião pública em Leigh-on-Sea, na Inglaterra, de acordo com “Infocatólica”.

O deputado conservador por Southend West em Essex era conhecido como defensor dos nascituros, mas morreu enquanto era tratado por serviços de emergência, de acordo com a polícia de Essex.

A BBC descreveu Amess como um católico devoto e “um proeminente ativista anti-aborto”. Outros o elogiaram por ser um “grande defensor de melhores serviços de maternidade” e protetor das crianças com deficiências.

A polícia prendeu um homem de 25 anos, recuperou a faca assassina e de início não quis revelar seu nome.

Por fim resultou ser um somali de nome Ali Harbi Ali, filho de um ex-dirigente da muçulmana Somália. Está indiciado por preparação de atos terroristas e se disse ligado ao Estado Islâmico.

A Sociedade de Proteção ao Nascimento (SPUC), Right to Life UK, March for Life UK expressaram seu horror com o crime e destacaram a personalidade amigável e jovial e devoção genuína Sir David Amess em cuidar dos mais vulneráveis na sociedade.

Amess estava casado e deixou uma família com cinco filhos. Há uma afinidade profunda entre os militantes da “cultura da morte”, os inimigos da família bem constituída e os terroristas islâmicos.


terça-feira, 27 de outubro de 2015

Parlamento britânico repele projeto de eutanásia

Sessão da House of Commons, a Câmara dos Deputados britânica.
Sessão da House of Commons, a Câmara dos Deputados britânica.



O Parlamento britânico recusou em última instância a tentativa de legalizar a eutanásia, ou morte assistida na Inglaterra e em Gales, após um emotivo debate pleno de casuísticas individuais e argumentações genéricas, noticiou o jornal “El Mundo”, de Madri.

Em votação final, o mal chamado “direito a morrer” foi derrotado por 330 x 118.

O projeto de lei de morte assistida foi introduzido pelo deputado trabalhista (socialista) Rob Marris. O parlamentar tergiversava dizendo que “todas as pessoas que se encontram na perspectiva dentro de seis meses, deveriam ter a opção de decidir o que querem fazer”, leia-se se suicidarem com recursos fornecidos pelos médicos. Porém, esse e outros sofismas não convenceram os deputados.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Alunos de Oxford não abrem mão de uniforme académico semelhante ao fraque

Alunos querem o subfusc todos os dias em Oxford
Alunos querem o subfusc todos os dias em Oxford



Tradição é tradição e as novas gerações gostam dela.

Um fato característico aconteceu na Universidade de Oxford, Grã-Bretanha, fundada na Idade Média, onde nas ocasiões importantes os alunos usam obrigatoriamente o academic dress, e no quotidiano o subfusc, semelhante ao fraque.

O jornal dos estudantes The Oxford Student entrevistou os alunos sobre a oportunidade de abolir esse vestígio medieval, adaptado através dos séculos. Sete de cada dez responderam que não querem renunciar ao uniforme escuro tradicional.

Em 2006 um grupo tentou aboli-lo através de um referendo, mas a proposta foi recusada por 81% dos alunos.

Oxford é um laboratório do futuro, da modernidade e do progresso, mas continua sendo um zeloso cultor do antigo bom tom, comentou o jornal de Milão Il Corriere della Sera.

Chegaram o Facebook e o Twitter, e ainda continua chegando toda espécie de coisa moderna. Porém, o uniforme subfusc não é abandonado, seja por nostalgia, orgulho ou alegria.

Quem disse – pergunta  Il Corriere della Sera – que as novas gerações são alérgicas à tradição?

Os estudantes se mostram assim tradicionalistas, responde o jornal. E também revolucionários, porque hoje a tradição com raízes na Idade Média inverte as tendências.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

O quê explica o entusiasmo que houve pelo nascimento do bebê real inglês?

Primeira foto oficial do pequeno príncipe
Primeira foto oficial do pequeno príncipe
O nascimento do filho do príncipe William e da duquesa de Cambridge Kate Middleton desencadeou uma onda de alegria e simpatia no mundo inteiro.

Passado o primeiro momento, a reflexão sobre o acontecimento provoca surpresos e admirados comentários.

“O porvir da dinastia Windsor está garantido”: a manchete não foi de um jornal sério, mas do tabloide “The Sun”, o qual percebeu que seus leitores, inclusive os republicanos, se regozijavam de forma esmagadora com a feliz notícia para a monarquia.

Sociólogos, peritos e comentaristas ‘progressistas’ queimam os neurônios tentando “explicar a enorme popularidade da família real britânica” – comentou o jornal progressista e socialista francês “Le Monde”.

As pesquisas apontam o príncipe William, o feliz pai, como mais popular do que a rainha, cujo índice de aprovação superou 90% durante o Jubileu de Diamante em 2012. Só 17% dos interrogados se disseram abertamente republicanos, mas muitos deles partilhavam a emoção e o entusiasmo pelo bebê real.

terça-feira, 12 de março de 2013

Mãe inglesa: “Não! Eu vou dar à luz os quatro!” – E todos passam muito bem.

O casal Robbins com os quadrigêmeos
O casal Martin e Emma Robbins, de 39 e 31 anos, respectivamente, residente em Bristol, na Inglaterra, já tinha um filho – Lucas, 3 – quando ficou sabendo que ganharia o segundo, informou o diário “Daily Mail”.

Mas, depois veio nova informação dos médicos do hospital Saint Michael de Bristol: não vinha um, mas quatro, e quadrigêmeos (dois são gêmeos).

terça-feira, 1 de maio de 2012

Na Inglaterra, câmaras flagram abortos criminosos disfarçados de “legais”

Dr Raj Mohan flagrando falsificando causal para aborto

A hipocrisia das causas para o aborto admitidas pela lei inglesa veio à luz quando agentes da polícia interrogaram clínicas e médicos do sistema de saúde credenciados a autorizar a morte do inocente não-nascido.

Munida de uma câmara digital escondida, uma jovem jornalista grávida apresentou-se nessas clínicas arguindo que queria abortar porque seu exame pré-natal revelara que ela teria uma menina, o que não desejava.

O jornal londrino “The Telegraph”  revelou o conteúdo de algumas dessas consultas médicas gravadas. (Ver video anexo).

Numa clínica de Edgbaston, Birmingham, o Dr. Raj Mohan apenas observou, sorridente, que eliminar a criança por razão de sexo era ilegal, e propôs um falso argumento no formulário para proceder ao aborto.

O jornal “The Telegraph” vinha denunciando o fato de clínicas da morte da Grã-Bretanha se oferecerem para matar o feto quando este não fosse do sexo desejado pelos pais.

Jornalistas desse órgão acompanharam a mencionada jovem a nove clínicas da morte por diversas localidades representativas de todo o país. Três clínicas se ofereceram para arranjar os papéis a fim acabar com a criança “legalmente”.

Clinica Calthorpe em Birmingham,é  pioneira na matança de inocentes
Na clínica Calthorpe, a jovem grávida disse:

– “Não quero uma menina”. E o Dr. Raj Mohan respondeu:

– “Essa é a razão? Isso não está bem. Parece com infanticídio feminino, não é?”.

Ante a insistência da mulher, o doutor deu a saída criminosa:

– “Tudo bem, em qualquer caso não é uma boa razão... Eu porei que você é jovem demais para engravidar, está bem?”.

A mulher concordou, tendo o Dr. Raj Mohan acrescentado cinicamente:

– “No Terceiro Mundo é comum haver infanticídio feminino”.

No final, ele marcou o aborto para a semana seguinte.

Uma enfermeira da clínica foi informada da razão do aborto e não apresentou nenhuma objeção. Nenhum aconselhamento, conforme o previsto pela lei, foi oferecido à grávida.

A clínica Calthorpe Clinic é uma das mais antigas “clínicas da morte”. Começou seu sinistro trabalho no fim dos anos 60, mas agora foi indiciada pela “simplificação” com que procede aos abortos.

Médicos do Pall Mall Medical de Manchester e do Chelsea and Westminster Hospital de Londres também foram flagrados com câmaras oferecendo abortos igualmente ilegais.

Dr Raj Mohan falsificando causal para aborto
O Secretário de Saúde inglês, Andrew Lansley, passou aos detetives da polícia britânica um arquivo contendo as denúncias de práticas “criminosas” em clínicas do aborto.

Anthony Ozimic, porta-voz da Sociedade para a Proteção das Crianças Não-nascidas, comentou: “Esta investigação confirma a realidade da eugenia na medicina moderna britânica. Nela, inocentes seres humanos são considerados inconvenientes demais para viver.

“O aborto por razões de sexo é uma consequência inevitável do fácil acesso ao aborto, uma situação para a qual o lobby pró-aborto não tem respostas convincentes”.

Darinka Aleksic, coordenadora da campanha Direito de Abortar, defendeu que as práticas criminosas de uma minoria não deveriam ser usadas para impor maiores restrições.

O fato moral permanece: quando o assassinato de inocentes fica liberado em determinadas condições, quem será capaz de segurar o crime nos seus limites “legais”?







domingo, 11 de março de 2012

Bispos católicos da Inglaterra se opõem à legalização do 'casamento' homossexual

Os bispos católicos manifestaram sua profunda preocupação em uma carta para ser lida em todas as paróquias no domingo, 11 de março.

“Mudar a definição legal de casamento seria um passo profundamente radical. As conseqüências de tal mudança devem ser levadas muito a sério”, escrevem eles, argumentando:

“A mudança na lei de forma gradual e permanente transformam a compreensão da sociedade sobre a finalidade do casamento. Isto reduziria a apenas um compromisso entre duas pessoas envolvidas. Não seria mais reconhecimento da complementaridade entre homem e mulher ou a intenção de casamento para a procriação e criação da criança”.

“As raízes da instituição do casamento estão enraizadas na nossa natureza”, eles nos lembram, notando que “nem a Igreja nem o Estado tem o poder de mudar esta compreensão fundamental do próprio casamento”.

Confrontado com as razões dadas pelo governo para essa mudança – Igualdade e discriminação – os bispos em atenção que a lei atual inglesa “não discrimina de forma injusta quando alguém pergunta a um homem e uma mulher para o casamento. Ele simplesmente reconhece e protege a natureza distinta do casamento”.

Enquanto isso, a associação católica Vozes publicou um levantamento mostrando que sete em cada dez britânicos acreditam que o casamento deve continuar a ser definido como a união ao longo da vida entre um homem e uma mulher. Mais de oito em cada dez acreditam que as crianças têm uma chance melhor na vida, se forem criados por seus pais biológicos.

“Nossa pesquisa mostra que o governo não tem mandato para alterar uma instituição que é a base da nossa sociedade, diz Austen Ivereigh de Vozes católicas. [...] Esta pesquisa é um aviso claro para o governo que vai contra a opinião pública sobre esta questão”.



terça-feira, 14 de julho de 2009

Embaixador inglês em Varsóvia promove homossexuais e é contraditado

Embaixador RicTodd levanta bandeira homossexual na embaixada britânica de Varsóvia
O embaixador britânico na Polônia protagonizou incidente diplomático promovendo indevidamente uma controvertida passeata homossexual na capital polonesa.

O embaixador Ric Todd já tinha se salientado içando a bandeira do Arco Iris junto com a do Reino Unido no jardim da embaixada.

Janusz Kochanowski, ombudsman do governo polonês para os direitos civis, disse ao diário “The Daily Mail” que Todd ultrapassou os limites.

Também o mundo católico reagiu. Slawomir Skiba, diretor da renomeada revista Polonia Cristiana disse ao diário: “O embaixador mostrou uma extrema falta de diplomacia e uma absoluta ignorância dos valores em função dos quais vive a vasta maioria de nossa sociedade”.

O desrespeito de toda norma é uma bandeira da revolução homossexual. A coragem dos católicos poloneses deve ser uma bandeira a ser imitada pelos católicos no mundo que defendem seus valores. E estes são os da Igreja e da Civilização Cristã.

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