segunda-feira, 27 de junho de 2022

Suprema Corte dos EUA declara abolido o aborto. Isso rachará o país?

Militantes pela vida enfrentam partidarios do aborto diante da Suprema Corte
Militantes pela vida enfrentam partidários do aborto diante da Suprema Corte antes do anúncio
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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sócio do IPCO,
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A Suprema Corte dos Estados Unidos revogou a delcaração Roe vs Wade que há 50 anos legalizou o aborto, noticiou “The New York Times”, como aliás toda a imprensa internacional espavorida. 

Todas as leis ou normas a todo nível que se apoiavam na delcaração Roe vs Wade ficaram sem fundamento na legislação.

O vazamento jogou fogo no crescente conflito cultural e moral que devora o país e pode pô-lo ao borde de um incêndio nacional com incalculáveis repercussões mundiais.

A decisão Roe vs Wade instituiu a massacre dos inocentes no maior e mais liberal país do mundo. E foi perverso pretexto ou inspiração para leis de aborto no mundo todo.

Invalidada aquela decisão, a disputa pelo aborto ficará com os legislativos estaduais, onde a oposição é intrincada e até furiosa há anos.

Assim sendo, a maioria das leis de aborto parece felizmente destinada à ilegalização em pelo menos metade dos estados americanos.

De fato, em numerosos estados as formalidades legais aprovadas tornaram impraticável o crime de aborto sendo frequente a desaparição das clínicas da morte.

Prevaleceu a maioria conservadora de 6-3 na Corte, mas a vida política nacional e estadual virará campo para uma das questões mais controversas da vida pública americana. 

Em breve, há um risco é de aprofundar a divisão do país já polarizada em dois blocos mutuamente hostis, em que um lado despreza o valor insondável da vida e o outro o defende.

Abortistas e anti-abortistas em disputa diante da Suprema Corte
Abortistas e anti-abortistas em disputa diante da Suprema Corte

De início, rapidamente o presidente abortista Joe Biden anunciou um projeto de lei e pediu votos para a eleição de meio termo para obter deputados e senadores que o aprovem. Algo muito discutível pois os legisladores preferem conservar sua cadeira e o aborto é um tema pelo qual podem perde-lha.

Como em outros países, os legisladores não querem perder suas cadeiras e despejam as grandes decisões sobre os juízes. O resultado é uma politicagem feroz nos tribunais. Agora não poderão.

Acresce que nas eleições, quando está em jogo uma causa moral, diminuem as abstenções e aumentam os votos conservadores. O gesto do Biden teve muita repercussão na mídia mas pode ter sido tolo.

A Suprema Corte exibia um rosto ativista libertário quando esgrimiu tortos sofismas para aprovar o aborto em 1973. Porém, o rosto de hoje é do oposto conservador.

Em boa medida a Corte não pode ir contra a opinião pública que está dividida em duas partes irredutíveis. O que fazer para as esquerdas?

Para “The Economist” procurar uma saída conciliadora ou exercer a moderação será tido como intolerável por alguma das partes em luta e o Tribunal poderá perder sua capacidade de resolver disputas pacificamente.

Abolindo como fizeram, o crime do aborto os juízes enfrentarão uma pressão política esquerdista crescente. 

Todos os candidatos presidenciais democratas, em geral favoráveis ao aborto, serão interpelados para pressionar a Suprema Corte. Pressão oposta virá do lado republicano contrário e o Tribunal que deve garantir o equilíbrio constitucional terá seu futuro hipotecado a uma tempestade ideológica.

Caindo a resolução Roe vs Wade as divisões dos EUA em estados conservadores e democratas se aprofundarão porque o sistema federal dá liberdade para cada um redigir suas próprias leis.

Leis estaduais em extremo divergentes poderão opor a Califórnia ao Texas por exemplo e as minorias nesses estados se sentiriam atropeladas.

Estados vizinhos divergentes em pontos hipersensíveis dificilmente poderiam coexistir e se unir num esforço nacional quando as circunstâncias o requererem.

E a coluna material que sustenta o mundo ocidental poderia se rachar em inúmeras partes pondo em dúvida a coesão do futuro do mundo atual.

Isso é o custo de uma decisão imoral que levou a vida de milhões de crianças em gestação.


segunda-feira, 16 de maio de 2022

Disney World defende agenda LGBT e perde status na Florida

Governador DeSantis aprovou lei defensora dos direitos parentais enfrentando a oposição de Disney
Governador DeSantis aprovou lei defensora dos direitos parentais
enfrentando a oposição de Disney
Luis Dufaur
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O estado de Florida cancelou o status que favorecia o parque de diversões Disney World. A causa é que esse se posicionou politicamente contra a lei estadual moralizadora e anti-agenda LGBT “Don't Say Gay”, noticiou a BFMTV.

O gigantesco parque de diversões Disney World pesa muito na economia do estado. Mas acha que com seu dinheiro pode desafiar a legislatura estadual. A bilionária multinacional milita por bandeiras progressistas extrapolando seu estatuto legal não-político.

O CEO da Disney Bob Chapek já se tinha manifestado publicamente contra uma lei que proíbe o ensino nas escolas de temas de orientação sexual e de igualdade de gênero. A lei é apelidada “Não diga gay”.

As duas casas do Parlamento da capital Tallahassee, onde há maioria republicana, votaram a favor do projeto.

Disney World, parque de diversões perto de Orlando, tem um status especial da década de 1960 que lhe concede grande autonomia e a isenta da maioria das regulamentações estaduais.

O CEO Bob Chapek relutava em se posicionar sobre a lei, mas funcionários do grupo e manifestaram contra essa “apatia” e levaram o CEO a se declarar contra a lei. Mas, agora são mais fortes as críticas moralizadoras.

Atolado nessa polêmica, o gigante viu seu título cair na bolsa até o menor nível em meses.

Bob Chapek, CEO da Disney, jogou o peso econômico pela agenda LGBT e perdeu.
Bob Chapek, CEO da Disney, jogou o peso econômico pela agenda LGBT e perdeu.
“A Disney não está dizendo uma palavra sobre ditadura na China porque custaria bilhões de dólares.

“Mas não tem problema em usar seu poder corporativo para mentir sobre leis democraticamente aprovadas por legisladores na Flórida”, declarou o senador Marco Rubio.

E o deputado Randy Fine, que visa limitar a isenção da Disney World, lembrou que a Disney é apenas um “convidado” na Flórida.

Ron DeSantis, governador da Flórida, alertou a Disney que não toleraria suas ameaças pela aprovação de uma lei que impede a doutrinação LGBT em aulas de pré-escola e até a terceira série no estado, noticiou Infocatólica.

O CEO da Disney World, Bob Chapek, afirmou que a lei “nunca deveria ter sido aprovada” e declarou que o objetivo da empresa é que ela seja “revogada pelo legislativo ou anulada na Justiça”.

Ao mesmo tempo, ele se desculpou pela empresa manter silêncio e optar por fazer campanha contra a lei “nos bastidores”.

Militantes LGBT se jogaram pela Disney World
Militantes LGBT se identificaram com a Disney World
O governador De Santis já havia sido claro com as empresas que brincam de entrar na política em favor de certas ideologias. Então ele disse:

“Se você está em uma dessas corporações, se você é o CEO de uma empresa acordada e quer se envolver em nosso negócio legislativo, veja, é um país livre.

“Mas entenda, se você fizer isso, eu vou lutar com você. E vou garantir que as pessoas entendam os limites de suas práticas de negócios e qualquer coisa que eu não goste do que você está fazendo”.

Legislativo de Louisiana aprovou lei semelhante à de Florida
Legislativo de Louisiana aprovou lei semelhante à de Florida
O governador pediu ao Congresso estadual uma lei para desmantelar o regime tributário especial que vem sendo aplicado há décadas aos mais de dez mil hectares do condado de Orlando, onde fica o parque temático e as instalações da empresa.

Com esse status especial, aprovado em 1967, a empresa economizou centenas de milhões de dólares em impostos e adquiriu uma capacidade de pressão que extrapola de sua natureza econômica.

A proposta legislativa foi adiante com 23 votos a favor e 16 contra.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Arcebispo africano: “a atividade homossexual é intrínsecamente desordenada”

Mons Charles Gabriel Palmer-Buckle, arcebispo de Cape Coast
Mons Charles Gabriel Palmer-Buckle, arcebispo de Cape Coast
Luis Dufaur
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O Arcebispo Metropolitano de Cape Coast, arquidiocese localizada no sul de Gana, Mons. Charles Gabriel Angela Palmer-Buckle, destacou a oposição da Igreja Católica do país às atividades homossexuais, classificando-as como desordenadas, relata Ghanaweb ecoada por Infovaticana

O arcebispo compareceu ante o Comitê de Assuntos Constitucionais e Legais do Parlamento para defender o apoio da Igreja Católica a um polêmico projeto de lei anti-LGBT, o Arcebispo de Cape Coast.

Na ocasião disse que a Igreja em geral apoia fortemente o projeto de lei que visa proibir a homossexualidade e suas atividades relacionadas em Gana.

O prelado defendeu que o Parlamento deve acolher positivamente as aspirações soberanas da população ganense, que, em geral, é contra as atividades homossexuais.

“A generalidade do projeto de lei que apoiamos fortemente é que a atividade homossexual é intrinsecamente desordenada”, declarou na sessão.

“E, portanto, se for inerentemente desordenado, de acordo com nossas crenças cristãs, nossas crenças islâmicas, nossas crenças religiosas tradicionais, etc...., vocês, nossos legisladores em quem nós votamos; têm a responsabilidade de elaborar o projeto de lei que responda às nossas aspirações soberanas. E acredito que essa é a base da qual nós e vocês não devemos fugir”, afirmou.

Sobre a necessidade de o Parlamento cumprir adequadamente seu dever e ajustar o projeto de lei à vontade popular, Mons. Palmer-Buckle disse que “um projeto de lei foi submetido ao Parlamento e acho que seu papel é examinar o projeto. E rejeitar os excessos ou falhas que possa haver nele”, acrescentou.

Mons Charles Gabriel Palmer-Buckle, arcebispo de Cape Coast
Mons Charles Gabriel Palmer-Buckle, arcebispo de Cape Coast
O comitê do Parlamento está recebendo contribuições e memorandos de grupos e indivíduos tanto a favor quanto contra o projeto de lei.

Sexo entre homossexuais já é punível com até três anos de prisão em Gana, embora ninguém seja processado há anos, diz a Agência Reuters.

O novo projeto iria além, alongando as penas de prisão e forçando alguns a se submeterem à terapia de conversão, práticas destinadas a corrigir as tendências homossexuais em uma pessoa.

Também criminalizaria a promoção e o financiamento de atividades LGBT, bem como a manifestação pública de “afeto” entre pessoas do mesmo sexo e o travestismo.


terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Indígenas bolivianas chibateiam abortistas que atacaram catedral

Mulher guarayo mostra o latego que ela usou nas aboristas sacrílegas
Mulher guarayo mostra o látego artesanal que ela usou nas abortistas sacrílegas
Luis Dufaur
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Agitadoras abortistas bolivianas do “coletivo Mujeres Creando” invadiram a catedral de Santa Cruz enquanto o arcebispo celebrava a missa.

Elas protestavam contra a Igreja Católica que impediu uma menina de 11 anos de interromper a gravidez. A mãe foi vítima de um estupro e sua família foi pressionada para aprovar o crime.

Porém, após a intervenção da igreja, mudaram de ideia, noticiou o jornal da cidade “El Deber”.

Os ativistas picharam sacrilegamente a fachada da Basílica Menor de San Lorenzo e criticaram a Igreja Católica em faixas e arengas. “Igreja hipócrita e mesquinha, você força uma menina a dar à luz”, insultava uma das faixas.

O arcebispo Dom Sergio Gualberti estava pregando que “a defesa da vida, a rejeição da pena de morte e a eutanásia são um mandato de Deus para a Igreja e para cada crente em Cristo”.

A pintura jogada na catedral foi removida e as funções religiosas continuaram normalmente nos dias seguintes.

A demagogia abortista costuma apresentar do “direito” à matança dos inocentes como uma necessidade das mulheres pobres e das minorias étnicas menos favorecidas.

Inicio da provocação sacrílega abortista contra a catedral
Inicio da provocação sacrílega abortista contra a catedral


Esse embuste ideológico foi desmentido por mulheres de Santa Cruz que armadas com chicotes de couro feito à mão usado nas áreas rurais da Bolívia para repreender crianças.

Um grupo de indígenas bolivianas do povo Guarayo, deu umas boas às feministas que perturbaram a missa. Não houve queixas de ferimentos nem de contusões, sendo o efeito sobretudo moral.

Elas vendiam artesanatos entre os quais um 'látego' usado levemente para corrigir crianças mal comportadas

O exemplo mostra que o feminismo é um movimento violento que não defende as mulheres pobres como diz, comentou PanamPost.

A realidade é o oposto: as mulheres latino-americanas defendem amorosamente seus filhos e sua família. As mulheres indígenas na necessidade de trabalhar, amarram os filhos nas costas e dão continuidade ao trabalho.

Eles são o exemplo fiel de que os filhos não são um obstáculo, mas sua maior força.

O feminismo, criado em centros intelectuais esquerdista em geral ricos, levanta a bandeira do aborto, para acabar com vidas inocentes antes do nascimento para poder se entregar imoralmente aos prazeres ilícitos.

As feministas de Santa Cruz demonstraram não advogar pelas mulheres, mas por uma causa política: o socialismo.

Na ocasião, elas se manifestaram publicamente a favor da libertação do ex-presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, líder do Fórum de São Paulo.

Momento do incidente em que abortista recebe um 'latigazo' usado levemente para as crianças mal comportadas.
Momento do incidente em que abortista recebe um 'latigazo'
usado levemente para as crianças mal comportadas.
O socialismo que retomou o poder na Bolívia, atacou particularmente o povo Guarayo, cujas mulheres enfrentaram as feministas que atentam contra o patrimônio religioso.

Na província de Guarayos de Santa Cruz existem grupos armados apoiados pelas esquerdas que tentam se instalar em terras comunitárias que têm legítimos proprietários indígenas.

Diante da resistência dos indígenas Guarayos, os grupos irregulares já fizeram vários feridos a balas e facões.

Diante da tentativa de profanação da catedral de Santa Cruz, as mulheres que enfrentaram as feministas também se manifestaram contra o governo pela irrupção de seus aliados esquerdistas em seu território ancestral.

Evo Morales, protetor das abortistas e de todas as formas de esquerda e narcotráfico diz ser vítima de racismo por ser indígena.

Mas nunca demonstrou falar qualquer língua indígena e permitiu a destruição de terras ancestrais de povos indígenas por grupos armados que visam rouba-los.

Guadalupe Cárdenas, uma indígena perseguida politicamente, embaixadora dos Direitos Humanos, representante da federação das esposas de polícias, destacou em entrevista ao PanamPost, a hipocrisia de Evo Morales.

Cárdenas garantiu que Morales “é o pior racista, como nunca na história”. Ele mandou queimar terras dos índios do leste, da Chiquitanía, e ameaçou os indígenas.

As mulheres Guarayo de Santa Cruz desmontaram esses mitos ao mesmo tempo defendendo a Igreja dos ataques das feministas pagas pelo líder lulobolivariano.


segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Parlamentar católico pela-vida apunhalado por ativista muçulmano

Sir David Amess
Sir David Amess
Luis Dufaur
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O legislador britânico Sir David Amess, 69, militante pela-vida morreu após ser esfaqueado várias vezes durante uma reunião pública em Leigh-on-Sea, na Inglaterra, de acordo com “Infocatólica”.

O deputado conservador por Southend West em Essex era conhecido como defensor dos nascituros, mas morreu enquanto era tratado por serviços de emergência, de acordo com a polícia de Essex.

A BBC descreveu Amess como um católico devoto e “um proeminente ativista anti-aborto”. Outros o elogiaram por ser um “grande defensor de melhores serviços de maternidade” e protetor das crianças com deficiências.

A polícia prendeu um homem de 25 anos, recuperou a faca assassina e de início não quis revelar seu nome.

Por fim resultou ser um somali de nome Ali Harbi Ali, filho de um ex-dirigente da muçulmana Somália. Está indiciado por preparação de atos terroristas e se disse ligado ao Estado Islâmico.

A Sociedade de Proteção ao Nascimento (SPUC), Right to Life UK, March for Life UK expressaram seu horror com o crime e destacaram a personalidade amigável e jovial e devoção genuína Sir David Amess em cuidar dos mais vulneráveis na sociedade.

Amess estava casado e deixou uma família com cinco filhos. Há uma afinidade profunda entre os militantes da “cultura da morte”, os inimigos da família bem constituída e os terroristas islâmicos.


terça-feira, 5 de outubro de 2021

“Estamos sendo castigados” adverte bispo de Texas

Mons Joseph Strickland, bispo de Tyler. Fundo: queda dos anjos rebeldes, Pieter Bruegel
Mons Joseph Strickland, bispo de Tyler.
Fundo: queda dos anjos rebeldes, Pieter Bruegel
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O bispo diocesano de Tyler, Texas, EUA, Mons. Joseph Strickland enviou um alerta pela rádio local para as nações e as pessoas de autoridade em todo o mundo que estão promovendo o aborto e a homossexualidade oprimindo os cidadãos comuns, noticiou LifeSiteNews.

Em alusão à pandemia, o bispo advertiu que o mundo está sofrendo por causa dos próprios pecados e por desconhecer a Deus enquanto Criador e verdadeiro autor da vida.

“Estamos no meio de um castigo porque estamos destruindo a vida de crianças, estamos massacrando bebes que ainda não nasceram, e numa proporção nunca antes vista na história”, exclamou o prelado ao apresentador Terry Barber.

O bispo esclareceu que, apesar desse castigo, Deus nosso criador “continua nos amando” e está clamando a cada indivíduo para se voltar para Ele.

Strickland apontou que, infelizmente, muitos políticos e autoridades não estão percebendo esses problemas e continuam a manipular a humanidade.

O bispo Strickland afirmou que a salvação do mundo nunca poderá vir “do controle do Estado ou do controle dos mandatários”.

Ele encorajou os cristãos a nunca terem medo na hora de defender as verdades da fé, ainda que isso signifique o martírio.

Mesmo que “eles possam nos matar ou restringir seriamente nossas liberdades como povo de Deus, eles não podem nos tirar a própria essência de aquilo que somos: seres livres que em seus corações podem escolher entre dizer sim a Deus ou dizer não”.


terça-feira, 21 de setembro de 2021

Terremoto abala o México quando despenaliza o aborto

Luzes de origen magnético iluminaram assustadoramente o céu do México no dia da aprovação do aborto
Luzes de origem magnética iluminaram assustadoramente o céu do México
no dia da aprovação do aborto
Luis Dufaur
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A Suprema Corte de Justiça do México descriminalizou o aborto, decisão considerada histórica por juízes ideologizados e feministas. A decisão não torna legal a interrupção da gravidez, mas abre as portas para esse crime, informou “El Universal” do México.

Por sua vez, o ator Eduardo Verástegui expressou no Twitter sua insatisfação pagando o preço de ataques, mensagens críticas e memes pelas redes sociais, por parte de ativistas da morte.

Aconteceu que na noite do dia que foi aprovada a medida contra a vida, no país se registrou um terremoto e tempestades em vários estados e Verástegui atribuiu as calamidades à descriminalização do aborto.

·Hoje o México chora. Hoje o México treme. Chove incontrolavelmente em várias partes do país, e a terra range.

Católicos mexicanos rezam para que não seja aprovado o aborto
Católicos mexicanos rezam diante da Suprema Corte
para que não seja aprovado o aborto
“Hoje, milhares de bebês mexicanos foram condenados à morte. Hoje, o México chora; hoje, o México treme, por suas filhas e filhos que não nascerão”, postou numa mensagem.

Em outra mensagem, Verástegui considera que os bebês no México são condenados à morte por causa do Ministro da Justiça e que este governo deixa um legado sangrento.

“Milhares de bebês mexicanos foram condenados à morte. Porque ao descriminalizar o aborto em todo o México, a mensagem dos irresponsáveis ministros da Justiça é: ‘Vá em frente, você pode matar seus bebês agora!’ A este governo, o povo cobrará caro por este legado sangrento”.

Embora alguns internautas concordassem com sua opinião, muitos outros criticaram que o ator descreveu os fenômenos naturais como uma punição para a descriminalização do aborto; os memes sobre isso foram imediatos.

A suprema corte aprovou por unanimidade a anulação de vários artigos de uma lei no estado de Coahuila, no norte do país, onde o aborto é considerado crime e tanto as mulheres quanto as pessoas que poderiam ajudá-las são criminalizadas.

A decisão do tribunal afetará imediatamente aquele estado.

Mas estabelece um importante “critério obrigatório para todos os juízes do país” que devem atuar no mesmo sentido se tiverem que decidir sobre um caso de aborto, disse o presidente do o Tribunal, Arturo Zaldívar.

“A partir de agora não será possível, sem violar os critérios do Tribunal e da Constituição, processar qualquer mulher que faça um aborto nos casos que este tribunal considerou válidos”, acrescentou Zaldívar.

A descriminalização afetará a interrupção da gravidez em até 12 semanas, período em que o aborto é permitido nos quatro estados em que essa prática é legal: Cidade do México, Oaxaca, Veracruz e Hidalgo.

Nos restantes 28 estados, ainda é penalizado, exceto em caso de estupro, e algumas regiões também permitem quando a saúde da mãe está em perigo.


Terremoto abala o México no dia que o aborto foi liberado. Padre rezava Ave-Maria no exato momento



Terremoto e luzes no dia da legalização do aborto!!




terça-feira, 7 de setembro de 2021

Texas abole quase totalmente o aborto

'O futuro é contra o aborto': estudantes texanos apoiam o banimento do aborto
'O futuro é contra o aborto': estudantes texanos apoiam o banimento do aborto
Luis Dufaur
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O estado de Texas, o segundo maior dos EUA em superfície e população, e o terceiro mais rico da união americana, pôs em vigor uma lei que proíbe o aborto assim que os batimentos cardíacos do feto são sentidos.

Ou, em outras palavras, num momento em que muitas mães ainda não sabem que estão grávidas, informou BFMTV.

A lei estadual texana proíbe desta maneira todos os abortos após a sexta semana de gravidez.

Também encoraja a população a denunciar os infratores.

Texas, entretanto, fica aguardando uma decisão da Suprema Corte dos EUA sobre um recurso formulado em emergência contra dita lei.

No máximo tribunal judiciário os conservadores são a maioria (seis em nove).

Se não decidir contra esta lei – aliás, não é necessário decidir antes de entrar em vigor – o Texas se tornará um dos estados americanos mais severos contra o aborto, no limite de uma proibição total que de momento não é possível por causa de jurisprudência do Supremo americano.

Obviamente as organizações abortistas tentaram tudo o que podiam contra a decisão estadual pedindo com urgência ao Supremo o bloqueio da entrada em vigor da lei ou tentando forçar os tribunais federais a fazê-lo.

A lei foi assinada pelo governador do Texas, Greg Abbott, como parte de uma ofensiva liderada por estados americanos conservadores contra o crime do aborto.

A lei torna ilegais a grande maioria dos abortos – até em casos de incesto e estupro.

O grande e populoso Texas é vilipendiado pelas organizações de planejamento familiar, porque mais de 85% das mulheres que matam seus filhos ainda não nascidos o fazem após seis semanas de gravidez. E isso agora ficou impossível.

Antes do Texas, doze estados aprovaram leis para proibir o aborto assim que o batimento cardíaco fetal fosse perceptível.

Essas leis foram invalidadas pelo Supremo Tribunal Federal que autorizava o aborto até entre 22 e 24 semanas de gravidez.

'Cada coração importa' dizem estudantes em Austin, Texas
'Cada coração importa' dizem estudantes em Austin, Texas
Mas o Texas formulou sua lei de forma diferente: não cabe às autoridades fazer cumprir a medida, mas “exclusivamente” aos cidadãos, incentivados a apresentar queixas civis contra organizações ou pessoas que ajudam mulheres a fazer abortos.

Os cidadãos que iniciarem um processo desses receberão pelo menos US $ 10.000 em “indenização” em caso de condenação.

Na Internet já há formulários para registrar “informações anônimas” nesse sentido.

O dispositivo torna mais difícil a intervenção dos tribunais federais.

A entrada na Suprema Corte de Justiça de três juízes conservadores galvanizou os oponentes do aborto que aspiram reverter a polêmica decisão de 1973, Roe v. Wade, que achou constitucional o aborto.

Mas defensores da vida temiam que, como infelizmente tem acontecido, juízes ditos conservadores no momento decisivo votassem pela posição mais imoral.

Entretanto, a Suprema Corte, último recurso inapelável, deu luz verde à lei do Texas numa apertada votação 5-4. A votação libera temporariamente a aplicação da lei, adiando para o futuro um julgamento definitivo. Cfr. “The Guardian”.

Pela lei já em vigor qualquer cidadão que more no Texas ou em outro lugar pode processar um provedor de aborto que viole a lei.

A perspectiva de uma chuva de processos judiciais por parte dos militantes antiaborto pode fechar a maioria das clínicas abortistas no estado.

Os principais políticos democratas, desde o presidente Joe Biden até a ex-Secretária de Estado Hillary Clinton, deblateraram contra a Suprema Corte por ter deixado passar a lei do Texas.

Biden deplorou uma lei que segundo ele “viola flagrantemente o direito constitucional”, “direito” esse muito contestado nos EUA.


terça-feira, 22 de junho de 2021

Vaticano freia condena de políticos americanos abortistas

Arcebispo de São Francisco o presidente Biden e a chefe dos deputados Nancy Pelosi não podem comungar porque abortistas
Arcebispo de São Francisco: o presidente Biden e a chefe dos deputados Nancy Pelosi
não podem comungar porque abortistas
Luis Dufaur
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O prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, cardeal Luis F. Ladaria, solicitou ao presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos (USCCB), arcebispo José H. Gómez, adiar o documento que preparavam os bispos declarando “não idôneos a receber a comunhão” os políticos católicos abortistas, entre os quais sobressai o novo presidente Joe Biden, informou “Clarín”.

Políticos que se apresentam como católicos, como é o caso do presidente dos EUA, aprovaram com seu voto leis pelo aborto, a eutanásia e outras questões conflitantes com a moral católica.

Cardeal Ladaria da parte de Francisco freia vetar comunhão a políticos abortistas
Cardeal Ladaria da parte de Francisco: freia vetar comunhão a políticos abortistas
A carta vaticana datada 7 de maio e é uma resposta à outra enviada em 30 de março pelo presidente dos bispos informando que enviaria a minuta do documento “para uma revisão informal, antes de apresentá-la na assembleia para votação”.

O Cardeal Ladaria lembra que a proposta já fora feita em 2020 durante visitas “ad limina”, tendo o Vaticano “aconselhado realizar um diálogo entre os bispos para preservar a unidade da Conferência Episcopal em face das divergências sobre este assunto polêmico” e evitar “uma fonte de discórdia dentro do episcopado e da Igreja em geral nos EUA”.

De fato, bispos ultra-modernizados e relativistas estariam dispostos a aprovar ou fechar os olhos à profanação dos Sacramentos por políticos imorais e maus católicos.

Papa pede reconciliação aos bispos e salva Biden de condenação pelo aborto
Papa pede reconciliação aos bispos e salva Biden de reprovação pelo aborto
O Cardeal adverte que “uma política nacional sobre o valor da Comunhão” “precisaria expressar um verdadeiro consenso dos bispos sobre o assunto”.

Esqueceu que em primeiro lugar o “verdadeiro consenso” dos bispos deve ser com o ensinamento de Jesus Cristo e das Sagradas Escrituras.

A resposta foi entendida como uma recomendação do Papa Francisco em favor dos políticos de esquerda que pretendem continuar se dizendo “católicos” violando o ensinamento milenar da Igreja e escandalizando os fiéis.


terça-feira, 15 de junho de 2021

Juiz interdita lei de aborto na Argentina

Juíz Alfredo López registrou na sentência sua 'condição de católico respeitoso da vida humana'
Juíz Alfredo López registrou na sentença
sua 'condição de católico respeitoso da vida humana'
Luis Dufaur
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O titular do Juizado Federal n.º 4 de Mar del Plata, juiz Alfredo Eugenio López, com decisão cautelar suspendeu a Lei 27.610 que liberalizou a interrupção voluntária da gravidez, noticiou a imprensa argentina.

Se tratando de decisão de um juiz federal, a interdição vale na Argentina inteira. O mandato cautelar não poderá ser derrubado pelo governo central esquerdista que está atropelando a Justiça em numerosos e escandalosos casos, se os procedimentos estabelecidos fossem respeitados.

Ficará valendo até o julgamento do mérito da causa que não é nada pequeno pois “a Constituição defende a vida desde a concepção”, explicou o juiz.

A decisão suscitou apaixonadas polêmicas a todos os níveis institucionais, sociais, políticos e até morais, malgrado a paralisia da Conferência Episcopal nesta matéria que envolve a fundo o Quinto Mandamento “não matarás”.

Obviamente, os defensores da vida ficaram empolgados e os abortistas, feministas e anarquistas, enfurecidos.

Foi de se destacar o apoio oficial ao juiz da Câmara de Deputados da Província (equivalente a um Estado do Brasil) de Santa Fé, a terceira unidade mais importante da federação argentina.

Em documento oficial “declara seu beneplácito com a sentença ditada pela justiça bonaerense (Mar del Plata fica na província de Bs. Aires) nos autos “S.E.A. c./Poder Executivo Nacional s./Amparo Lei Nº. 16.986 que tem como efeito a suspensão em todo o território nacional da Lei Nº 27.610 que legalizou a prática do aborto em nosso país”. Seguem-se as assinaturas e carimbos de ofício.

“Acredito que há credibilidade e perigo na demora”, acrescentou o magistrado.

“A medida cautelar pedida visa o amparo para evitar o homicídio de nascituros, por isso há perigo na demora, e para justificar a medida em virtude da credibilidade que existe de acordo com as normas constitucionais e os tratados internacionais”, completou.

O juiz López se apoiou nos tratados internacionais contemplados na Constituição Nacional com valor de lei como a Convenção sobre os Direitos da Criança e a Convenção Americana sobre Direitos Humanos – Pacto de São José de Costa Rica.

Houve virulenta oposição de juízes, promotores e funcionários do Judiciário ideologizados e alinhados ao governo esquerdista. Enfrentaram a magistrados e funcionários judiciais conservadores que sempre tiveram a lei em conta de flagrante violação dos princípios básicos do Direito e da Constituição que o populismo sempre menosprezou.

Cristina Caamaño dirige a Agência Federal de Inteligência e preside a governista Justicia Legítima
Cristina Caamaño dirige a Agência Federal de Inteligência
e preside a governista Justicia Legítima
A tendência esquerdista se reúne no grupo Justicia Legítima , presidido pela funcionária governamental Cristina Caamaño, ideologicamente militante do bolivarianismo e do kirchnerismo estreitamente ligado ao PT, explicou “La Nación”.

Do lado oposto se posicionaram os membros da Lista Bordó, uma das três correntes que compõem a Associação dos Magistrados e Funcionários da Justiça Nacional, e que é presidida pelo juiz Marcelo Gallo Tagle.

O debate também envolve a discussão do poder dos juízes para questionar a constitucionalidade das decisões do Congresso.

A governista Justicia Legítima partiu logo para o desrespeito declarando ofensivamente que a sentença “não é um ato democrático, mas quase fascista”.

A Lista Bordó respondeu que a Justicia Legítima subordina seu proceder “às suas afinidades ideológicas” com o governo e que “tem como dirigente a chefe dos serviços de inteligência”, “pouco comprometida com o serviço da Justiça”.

A Justiça Legítima repudiou a decisão do juiz de Mar del Plata “o feminismo que busca expandir e legalizar os direitos legítimos é mais uma vez obscurecido pelo passado, o arcaico, o antigo, por aqueles que em nome de Deus e da religião se consideram moralmente autorizados a impor-se acima do resto da sociedade”.

Acrescentando mais chavões do Corão das esquerdas, o grupo governista deblaterou contra a “tentativa de transformar o sistema judiciário num Poder Anti-Direitos e Antidemocrático”.

Vituperou grosseiramente a “esses senhores, filhos dignos do patriarcado, (...) onde as mulheres são sujeitas ao modelo cultural imposto pelo sistema patriarcal”, responsável de 92 feminicídios no que vai do ano 2021.

Os juízes da Lista Bordó responderam que “a Justiça legítima ignora a função dos juízes de custódia da validade da Constituição Nacional”, pois podem julgar se uma lei é constitucional ou não.

Católicos pela vida
Católicos pela vida
Ressaltaram que negar o controle da constitucionalidade equivale a fechar os tribunais como estão constituídos, citou “La Nación”.

O Ministério da Saúde e o Ministério da Mulher, Género e Diversidade da Nação apelaram contra a decisão alegando que a lei interditada “significa reduzir as desigualdades que acabam em mortes, doenças e outros danos”.

Ficaram também suspensos os protocolos que devem cumprir as equipes e estabelecimentos de saúde na matança dos inocentes.

Nas redes sociais os autodenominados ‘Católicos pelo Direito de Decidir’ associam o juiz a imagens religiosas e o acusam de agir com “um olhar atormentado por preconceitos”, informou “Clarín”.

O titular da Vara Federal nº 4 de Mar del Plata, não esconde sua condição de católico e deixou constância em carta “que a minha condição de católico e respeitador da vida humana não é obstáculo à intervenção” no caso.

Mas os católicos de esquerda insistem em que se trata de “evidente manobra antidemocrática” reveladora da “permanência no Poder Judiciário de pessoas que colocam as opiniões pessoais em primeiro lugar”.

Petulantemente acrescentam que “como grupo, não consentimos com uma nova perseguição dos direitos sexuais nem na manutenção de um sistema de justiça patriarcal e desigual”.



segunda-feira, 5 de abril de 2021

Em 2021 o aborto matou o triplo que a pandemia desde o início

Aborto matou o triplo que a pandemia
Aborto matou o triplo que a pandemia, mas 'cultura da morte' e mídia silenciam
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






No dia 10 de março (2021), a soma das mortes provocadas pela Covid-19 em todo o planeta desde o começo da pandemia estava perto de 2,625 milhões.

Nessa mesma data o total de abortos perpetrados no mundo somente em 2021, portanto em menos de 2 meses e meio, superou o triplo dessa sinistra marca: mais de 7,985 milhões de abortos desde o 1º de janeiro, informou “Aleteia”.

Isso mesmo: em menos de 2 meses e meio de 2021, as vítimas de abortos propositais triplicavam o total de mortes decorrentes da peste histórica do Covid-19 ao longo de mais de 14 meses desde seu início na China.

Os números foram calculados pelo site Worldometers.info, um painel de estatísticas mundiais que apresenta números a partir de fontes oficiais em constante atualização.

Ele mostra, por exemplo, que do dia 1º de janeiro de 2021 até o dia 10 de março, nasceram 26,2 milhões de pessoas, enquanto faleceram 11 milhões de seres humanos, sem contar os abortos.

Os números do Worldometers, por mais chocantes e inacreditáveis que pareçam, guardam coerência com os dados da própria Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo as estatísticas da OMS confirmadas pelo Instituto Guttmacher, entre 2015 e 2019 foram provocados em média 73,3 milhões de abortos não espontâneos POR ANO, ou seja, uma média de 6,10 milhões de abortos POR MÊS.

Além disso, dados de 2018 do Center for Disease Control (Centro de Controle de Doenças) dos EUA, mostram que 33,6% dos bebês mortos em abortos eram negros, embora a população dessa cor no país represente apenas 12,3% da população.


segunda-feira, 22 de março de 2021

Polônia restringe aborto e “anti-vida” apelam à violência

Protestos contra proibição quase total do aborto
Protestos contra proibição quase total do aborto
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Tribunal Constitucional da Polônia proibiu o aborto em outubro de 2020 em caso de malformação grave do feto, considerando que esse crime é “incompatível” com a Constituição, informou Yahoo notícias.

O acórdão em favor da vida foi pretexto de agressivos desmandos dos militantes da cultura da morte. O governo então suspendeu a publicação da decisão.

Em Varsóvia, capital do país, os contestatários foram centenas, uma cifra muito pouco relevante numa cidade que conta milhões.

Mas eles compensaram seu baixo número com gestos espalhafatosos que lhes garantem espaço na macromídia pichando monumentos com tinta vermelha.

Houve provocações em outras cidades onde manifestantes carregavam cartazes incitadores à violência como “Isso significa guerra” e usavam máscaras adornadas com um raio vermelho, símbolo dos ativistas pró-aborto.

A polícia prendeu pessoas que tentaram entrar na sede do Tribunal Constitucional, incluindo a líder abortista Klementyna Suchanow da Greve das Mulheres.

Hoje, há menos de 2.000 abortos legais por ano na Polônia, de acordo com dados oficiais.

Mas feministas exageram dizendo que cerca de 200.000 abortos são realizados ilegalmente no país ou no exterior cada ano, com uma certa percentagem de óbitos.

Mas, se o aborto fosse livre e impune quantos milhões de crianças seriam privadas da existência?

São cifras incomparáveis que patenteiam o desequilíbrio de senso moral que subjaz, como gargalhada infernal, na manipulação dos números do massacre dos inocentes.



terça-feira, 9 de março de 2021

Papa Francisco troca hostilidade por simpatía aos EUA de Biden

Francisco mostrou simpatía com a eleição de Biden, arauto da cultura da morte
Francisco mostrou simpatia com a eleição de Biden, arauto da cultura da morte
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Vaticano sempre agiu com prudência diplomática ao divulgar audiências papais pessoais concedidas a personagens proeminentes da vida pública, sobretudo quando estão em conflito com dogmas da Igreja, observou o “National Catholic Register”.

Assim foi feito numa audiência concedida em 2011 ao então vice-presidente Joe Biden que se professa católico mas promove políticas cruamente contrárias ao ensino da Igreja Católica.

São Pio X recebeu ao Kronprinz, herdeiro do império alemão protestante que aplicava a política dita Kulturkampf abertamente hostil à Igreja.

Em tempos mais próximos, Bento XVI recebeu em Castel Gandolfo ao teólogo suíço dissidente Pe. Hans Küng em 2005, ou no mesmo ano à jornalista ateísta Oriana Fallaci, encontro esse nunca anunciado publicamente.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Enchente cobre o sacrário, mas hóstias saem secas e intactas em Minas Gerais

Sagrário e hóstias do milagre em Lacerdina. Foto de Carangola notícias
Sagrário e hóstias do milagre em Lacerdina. Foto de Carangola notícias
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Na manhã do domingo 21 de fevereiro 2021, fortes chuvas elevaram o nível do Rio Carangola que crescia desde a sexta-feira, dia 19 de fevereiro.

Elas provocaram uma enchente que deixou debaixo d’água o bairro Lacerdina, em Carangola MG, na Zona da Mata Mineira. O município está a 357 km de Belo Horizonte.

As águas invadiram a Capela Santo Antônio onde atingiram mais de 2 metros de altura cobrindo inteiramente o pequeno sacrário onde fica guardado o Santíssimo.

Quando essas desceram e foi se ver a dimensão do dano, aliás previsível, os moradores locais ficaram pasmos.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Lei de aborto na Argentina é rejeitada por 93% da população

Manifestação pela vida em frente ao Congresso Nacional, Buenos Aires
Manifestação pela vida em frente ao Congresso Nacional, Buenos Aires,
durante a discussão da contestada lei de massacre dos inocentes
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Na Argentina, conchavos entre partidos políticos e a omissão de pregação religiosa e moral da hierarquia eclesiástica, inclusive do Vaticano resultaram na aprovação do aborto até a 14ªsemana.

É o primeiro grande país sul-americano que aprova a massacre dos inocentes, informou “Aleteia”.

Entretanto, o 93% dos argentinos rejeitavam essa lei, segundo pesquisa da Universidade do Norte Santo Tomás de Aquino (Unsta), divulgaram “Aleteia” e a agência ACI Prensa.

A pesquisa entrevistou 8.101 pessoas entre os dias 20 e 24 de dezembro enquanto se votava o projeto em 23 províncias argentinas, ou a quase totalidade delas.

70% dos consultados foram mulheres,

95% defendeu que a vida humana começa desde a concepção;