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segunda-feira, 8 de maio de 2023

Filhos postos de lado por pets?

Casais sem filhos são grupo cada vez mais presente entre os donos de bichinos de estimação, segundo pesquisa Radar Pet
Casais sem filhos são maiores donos de animais de estimação, diz pesquisa Radar Pet
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






A fabricante de eletrônicos Multi (antiga Multilaser) iniciou um projeto de criação de artigos para pets em 2020 após incursionar seis anos no mercado de produtos para bebês, noticiou “O Estado de São Paulo”.

Hoje fabrica cerca de 300 produtos para o setor, e vê um grande potencial de crescimento, superando os produtos para bebês, como resultado de um forte desinteresse neles patenteada na queda da taxa de natalidade no Brasil e no mundo.

Thiago Maniezzo, gerente das áreas de bebês e pets na Multi, conta que a entrada da empresa atendeu o “boom” de pet shops e de pessoas adotando cães e gatos.

“Em cinco ou dez anos, o mercado pet vai crescer mais do que o de bebês”, explicou.

Não são pais com seu bebê, mas com seu cachorro
Não são pais com seu bebê, mas com seu cachorro
A Multi comprou maquinário para triplicar a produção em Extrema (MG). A diminuição das crianças não é só no Brasil, e o País se prepara para ser grande exportador de produtos para animais domésticos.

O consumidor desses produtos compra, por vezes, mais com a emoção do que com a razão, escreve “O Estado”. E leia-se: há menos amor pelos filhos.

A Fisher Price também criou uma linha voltada para animais caseiros, para os quais vende brinquedos e até um carrinho para eles inspirado nos carrinhos de bebês.

A Purina Brasil, que vende alimentos para bebês agora se voltou para rações para pets da Nestlé, porque as vendas no País dobraram nos últimos três anos.

“Purina é o pilar da Nestlé que mais cresce no mundo”, explicou e “o Brasil é o terceiro maior mercado do mundo para o segmento pet”, diz a diretora de marketing de Purina Brasil.

O afeto materno virou em favor do animal caseiro
O afeto materno virou em favor do animal caseiro
A empresa anunciou, em 2021, um investimento de R$ 1,3 bilhão para produzir mais ração para cães e gatos.

No País, o número de crianças com até 12 anos de idade era de 35,5 milhões, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua de 2018. Mas hoje o número de pets é bem mais expressivo, 139,3 milhões, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos Para Animais de Estimação (Abinpet), citado pelo “Estado”.

A UNFPA (Fundo de Populações das Nações Unidas) registrou em 2021 que o Brasil está tendo forte queda na taxa de fecundidade. No final da década de 1960, o número de filhos por mulher era de seis, hoje é 1,7, abaixo da média mundial de 2,4.

Animais caseiros vão sendo preferidos aos filhos
Animais caseiros vão sendo preferidos aos filhos
A onda pelos animais domésticos levou a Anjos Colchões & Sofás, com mais de 200 unidades no País, a criar novos produtos para cães e gatos instalados em casas dos consumidores, inclusive camas adaptadas para quem dorme com o pet.

Regina Schneidewind, co-CEO da Sestin, destacou que o incremento produtivo visa “estreitar a convivência dos pets com seus tutores e que os animais sejam levados para passeios, viagens e acompanhem sempre os tutores”, afirma.

O que será do futuro do Brasil, se continua por essa senda de distorção da ordem natural?


terça-feira, 11 de março de 2014

Pesquisas mostram que bebês têm senso moral

Novos testes psicológicos confirmaram: bebês de poucos meses já evidenciam possuir senso moral e noção instintiva do bem e do mal, informou a “Folha de S.Paulo”.

O psicólogo canadense Paul Bloom, de Yale, em seu mais recente livro, intitulado Just Babies (“Bebês Justos” ou “Apenas Bebês”), resume décadas de pesquisas que apontam nesse sentido.

Bloom, sua colega (e mulher) Karen Wynn e outros pesquisadores reuniram evidências em favor da ideia de que os seres humanos já vêm equipados com um “senso moral” desde o berço.

Eles citam diversos testes, inclusive no laboratório de psicologia da Universidade Yale, nos EUA.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Religião, prole numerosa e bem-estar versus poucos filhos e crise econômica

Os mansos possuirão a terra” também num sentido especial, contido em relatório do “U.S. Fertility Forecast” e divulgado pelo site “Demographic Intelligence” de Charlottesville, EUA.

O relatório aponta que as mulheres que frequentam regularmente os ofícios religiosos têm em geral famílias mais numerosas que as que não frequentam.
“Nós ficamos surpresos quando verificamos em diversos grupos sociais que a decisão de ter mais filhos depende de outros fatores que não são de ordem econômica ... então nós começamos a estudar esses grupos”, explicou Sam Sturgeon, dos Centros de Controle das Doenças (CDC), que também reúne estatísticas sobre a fertilidade nos EUA, informou a agência “LifeSiteNews”.

terça-feira, 12 de março de 2013

Mãe inglesa: “Não! Eu vou dar à luz os quatro!” – E todos passam muito bem.

O casal Robbins com os quadrigêmeos
O casal Martin e Emma Robbins, de 39 e 31 anos, respectivamente, residente em Bristol, na Inglaterra, já tinha um filho – Lucas, 3 – quando ficou sabendo que ganharia o segundo, informou o diário “Daily Mail”.

Mas, depois veio nova informação dos médicos do hospital Saint Michael de Bristol: não vinha um, mas quatro, e quadrigêmeos (dois são gêmeos).

domingo, 24 de junho de 2012

Jovem mãe italiana morreu de câncer para dar a luz o filho

“No sábado 16, na igreja de Santa Francisca Romana, da capital italiana, foi celebrado o funeral da jovem Chiara Petrillo, falecida (quarta-feira 13) depois de dois anos de sofrimento provocado por um tumor.

A cerimônia não teve nada de fúnebre: foi uma grande festa em que participaram cerca de mil pessoas, lotando a igreja, cantando e aplaudindo desde a entrada do caixão até a saída.

A extraordinária história de Chiara se difundiu pela internet com um vídeo no YouTube, que registrou mais de 500 visualizações em apenas um dia.

A luminosa jovem romana de 28 anos, com o sorriso sempre nos lábios, morreu porque escolher adiar o tratamento que podia salvá-la. Ela preferiu priorizar a gravidez de Francisco, um menino desejado desde o começo de seu casamento com Enrico.

Não era a primeira gravidez de Chiara. As duas anteriores acabaram com a morte dos bebês logo após cada parto, devido a graves malformações.

Sofrimentos, traumas, desânimo. Chiara e Enrico, porém, nunca se fecharam para a vida. Depois de algum tempo, chegou Francisco.

As ecografias agora confirmavam a boa saúde do menino, mas, no quinto mês, Chiara teve diagnosticada pelos médicos uma lesão na língua. Depois de uma primeira intervenção, confirmou-se a pior das hipóteses: era um carcinoma.

Começou uma nova série de lutas. Chiara e o marido não perderam a fé. Aliando-se a Deus, decidiram mais uma vez dizer sim à vida.

Chiara defendeu Francisco sem pensar duas vezes e, correndo um grave risco, adiou seu tratamento para levar a maternidade adiante. Só depois do parto é que a jovem pôde passar por uma nova intervenção cirúrgica, desta vez mais radical. Vieram os sucessivos ciclos de químio e radioterapia.

Francisco nasceu sadio no dia 30 de maio de 2011. Mas Chiara, consumida até perder a vista do olho direito, não conseguiu resistir por mais do que um ano. Na quarta-feira passada, por volta do meio dia, rodeada de parentes e de amigos, a sua batalha contra o dragão que a perseguia, como ela definia o tumor em referência à leitura do apocalipse, terminou.

Mas na mesma leitura, que não foi escolhida por acaso para a cerimônia fúnebre, ficamos sabendo também que uma mulher derrota o dragão. Chiara perdeu um combate na terra, mas ganhou a vida eterna e deixou para todos um testemunho verdadeiro de santidade.


“Uma nova Gianna Beretta Molla”, definiu-a o cardeal vigário de Roma, Agostino Vallini, que prestou homenagem pessoalmente a Chiara, a quem conhecera havia poucos meses, juntamente com Enrico.

“A vida é um bordado que olhamos ao contrário, pela parte cheia de fios soltos”, disse o purpurado. “Mas, de vez em quando, a fé nos faz ver a outra parte”. É o caso de Chiara, segundo o cardeal: “Uma grande lição de vida, uma luz, fruto de um maravilhoso desígnio divino que escapa ao nosso entendimento, mas que existe”.

“Eu não sei o que Deus preparou para nós através desta mulher”, acrescentou, “mas certamente é algo que não podemos perder. Vamos acolher esta herança que nos lembra o justo valor de cada pequeno gesto do cotidiano”.

“Nesta manhã, estamos vendo o que o centurião viveu há dois mil anos, ao ver Jesus morrer na cruz e proclamar: Este era verdadeiramente o filho de Deus”, afirmou em sua homilia o jovem franciscano frei Vito, que assistiu espiritualmente Chiara e a família no último período.
“A morte de Chiara foi o cumprimento de uma prece. Depois do diagnóstico de 4 de abril, que a declarou doente terminal, ela pediu um milagre: não a própria cura, mas o milagre de viver a doença e o sofrimento na paz, junto com as pessoas mais próximas”.

“E nós”, prosseguiu frei Vito, visivelmente emocionado, “vimos morrer uma mulher não apenas serena, mas feliz”. Uma mulher que viveu desgastando a vida por amor aos outros, chegando a confiar a Enrico: “Talvez, no fundo, eu não queira a cura. Um marido feliz e um filho sereno, mesmo sem ter a mãe por perto, são um testemunho maior do que uma mulher que venceu a doença. Um testemunho que poderia salvar muitas pessoas…”.

A esta fé, Chiara chegou pouco a pouco, “seguindo a regra assumida em Assis pelos franciscanos que ela tanto amava: pequenos passos possíveis”. Um modo, explicou o frade, “de enfrentar o medo do passado e do futuro perante os grandes eventos, e que ensina a começar pelas coisas pequenas. Nós não podemos transformar a água em vinho, mas podemos começar a encher os odres. Chiara acreditava nisto e isto a ajudou a viver uma vida santa e, portanto, uma morte santa, passo a passo”.

Todas as pessoas presentes levaram da igreja uma plantinha, por vontade de Chiara, que não queria flores em seu funeral. Ela preferia que cada um recebesse um presente. E no coração, todos levaram um “pedacinho” desse testemunho, orando e pedindo graças a esta jovem mulher que, um dia, quem sabe, será chamada de beata Chiara Corbela”.

Fonte: http://www.zenit.org/article-30612?l=portuguese acessado em 21 de junho de 2012.

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terça-feira, 29 de maio de 2012

Redução da natalidade: são registrados em Milão mais sobrenomes chineses que italianos

Chinatown em Milão
Chinatown em Milão
Na Itália, onde os nascimentos já não repõem os falecimentos, a crescente imigração chinesa legal e ilegal vai ocupando os vazios abertos pela limitação da natalidade.

Nos registros da prefeitura da rica e populosa cidade de Milão, o sobrenome Rossi ainda ocupa o primeiro lugar, mas é logo seguido por Hu.

Eis a lista dos quinze sobrenomes mais registrados naquela prefeitura, segundo o grande diário milanês “Il Giornale”: Rossi, Hu, Chen, Brambilla, Zhou, Wang, Wu, Lin, Zhang, Fumagalli, Liu, Zhao, Li, Zhu e Zheng.

Para o jornal, trata-se de uma revolução demográfica impensável há 25 anos. Mas não são os únicos nomes estrangeiros. Mohamed, Ahmed e Ibrahim estão entre os que crescem, refletindo a imigração de países islâmicos.

Na vida real, os chineses dominam os camelôs ilegais, as lojas sem registro, e as fábricas clandestinas, tendo se tornado também um fator de degradação de bairros antigos.

Chinatown é uma realidade chocante em Milão, uma das capitais da moda e do luxo ocidental – comentou o jornal milanês.


terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Desastrosa limitação da natalidade

Os filhos são uma bênção para os pais

Deus criou o mundo de acordo com leis sapienciais admiráveis. Ordenar todas as coisas segundo essas leis acarreta não apenas um equilíbrio perfeito em toda criação como atrai o beneplácito divino e sua misericórdia. Pelo contrário, transgredir sistematicamente essas leis leva à irracionalidade e ao desastre.

É o que está ocorrendo com o controle da natalidade. Pelo desejo de bem-estar e gozo da vida — ou outros eventuais — afronta-se a finalidade primária do matrimônio que é a procriação e a educação da prole. Para satisfazer esse desejo intemperante e desordenado multiplicam-se os meios de limitação dos nascimentos: pílulas, drogas, mecanismos e mais não se sabe o quê, condenados na Encíclica Humanae Vitae de Paulo VI. As consequências já se vão fazendo sentir e se anunciam trágicas.

Os filhos sempre foram considerados uma bênção para os pais. Hoje em dia, com o neopaganismo vigente, passaram a ser um estorvo.

Vejamos o caso do Brasil, em que a diminuição da natalidade tem sido enorme. Ela se opera em vista de se poder viver com maior riqueza e bonança. Pois bem, é isso mesmo que está ameaçado. A transgressão do mandamento divino “multiplicai-vos e enchei toda a Terra” (Gen. 1,28) traz em seu bojo o próprio castigo.

* * *

“Pela primeira vez na história, estima-se que as mulheres no Brasil terão, em média, um número de filhos menor que o considerado necessário para repor a população [...] A rápida mudança populacional expõe o risco de o Brasil ‘envelhecer antes de enriquecer’ [...]. Com o aumento da população aposentada ou idosa, elevam-se os custos privados e públicos da assistência e reduz-se um fator de produção, o trabalho” (“Folha de S. Paulo”, 20-11-11, editorial).

Note-se que o comentário acima só leva em conta o aspecto material. Pois bem, é por aí que vem a catástrofe. No mesmo sentido:

O Brasil virará um país asilo de velhos?


“Dados do Censo 2010 divulgados na última semana revelam que a fecundidade no Brasil caiu para 1,86 filho por mulher. Chama a atenção, em primeiro lugar, a grande velocidade com que o índice despencou. Meio século atrás, em 1960, ele era de 6,2 [...].

“Ocorre também o que os especialistas chamam de janela demográfica, na qual a proporção de trabalhadores na ativa é mais alta, produzindo o enriquecimento da sociedade [...]. O problema é que essa janela não dura para sempre. Ela se fecha à medida que a coorte de idosos que já não trabalham vai ganhando preponderância. Os desafios aí são tentar manter a viabilidade dos sistemas de previdência e de saúde, bem como a riqueza material da sociedade.

“Decisões antipáticas, como alterar (e para pior) o regime da aposentadoria, precisam ser tomadas. No limite, é preciso pensar em abrir o país à imigração, outra medida impopular. Os obstáculos são tantos que a tendência é empurrar a encrenca para nossos filhos e netos” (Hélio Schwartsman, “Folha de S. Paulo”, 20-11-11).

* * *

Outra consequência, nada desprezível: os que vão envelhecendo já não têm mais lugar na família. Aquelas estirpes de outrora, com numerosos filhos, cuidavam amorosamente de seus pais e avós. Hoje, estes vivem no amargo isolamento de um apartamento, quando não são relegados a depósitos de velhos, chamados Casas de Repouso, onde muitos vegetam até morrer (ou até serem “eutanasiados”), na amargura e na decepção de uma vida em que, pelo fato de colocarem o gozo e o prazer acima da lei de Deus, perderam não só a Deus, mas também a felicidade.

Aliás, sobre tais asilos de velhos, o antigo Rei do Marrocos, Hassan I — um muçulmano, portanto — disse, mais ou menos com estas palavras, a seguinte verdade, esquecida hoje pelos católicos: “No dia em que eu souber que em algum lugar do Marrocos foi colocada a primeira pedra para a construção de um asilo de velhos, posso dizer que a nossa nação acabou”.

Queira Deus que os que incorreram numa limitação da natalidade contrária à sabedoria e aos mandamentos divinos pelo menos reconheçam seu pecado e se reconciliem com o Criador. Mas como fenômeno social o desastre está feito e só nos resta pedir a Nossa Senhora que desencadeie os acontecimentos regeneradores previstos por Ela em Fátima.


domingo, 3 de janeiro de 2010

Mãe e bebê mortos ressuscitam no “milagre de Natal”


Tracy Hermanstorfer beijava seu filho recém-nascido, Coltyn, na conferência de imprensa, em 28 de dezembro de 2009 no Memorial Hospital, em Colorado Springs.

O fato é que na noite de Natal os dois foram declarados mortos pelos médicos do hospital.

Mike, o marido, segurava a mão dela quando começaram os trabalhos de parto no hospital. Mas, inesperadamente, ela deixou de respirar. De acordo com os médicos, o coração de Tracy parou e os sinais vitais cessaram.

A reação imediata dos médicos foi salvar o bebê. Fizeram então uma cesariana. Mas, foi inútil: a criança também não dava sinais de vida.

Os médicos passaram o cadáver do recém-nascido para Mike que embalou o corpo flácido e sem vida, enquanto os médicos tentaram durante vários minutos, sem sucesso, ressuscitar a mãe.

O drama teve um desenvolvimento inesperado, mas digno de um conto de Natal. Após de segurar demoradamente em seus braços o corpinho inerte do bebê, este começou a dar sinais de vida sob o olhar dos médicos.


Logo a seguir, sua esposa inexplicavelmente voltou a respirar novamente.

“Me tremiam as pernas”, disse Hermanstorfer na conferência de imprensa. “Eu tinha perdido tudo no mundo, e numa hora e meia eu tinha recuperado tudo”.

Segundo a Dra. Stephanie Martin, ginecologa do Memorial Hospital, de Colorado Springs, a mãe “não dava mais sinais de vida. Não havia batimento cardíaco, nem pressão arterial, ela não respirava mais”, noticiou “The Huffington Post”. “Ela tinha uma cor cinza como sua blusa”, acrescentou à uma TV.(ver vídeos embaixo)

Depois da recuperação surpreendente, a mãe e o bebê, chamado Coltyn, passam bem, e não têm sinais de problemas, disse a Dra. Martin. A médica acrescentou não poder explicar a recuperação da mãe após a parada cardíaca.

“Fizemos uma avaliação exaustiva e não conseguimos encontrar nada que explique por que isso aconteceu”, disse a doutora.

O pai, Mike Hermanstorfer, atribui o fato “à mão de Deus”. “Nós temos fé... mas se houver alguém sem fé, precisará me explicar como isso aconteceu. Não há outra explicação”, enfatizou.

O casal concedeu já mais de duas dúzias de entrevistas à imprensa, informou o site local Colorado Connection. Tracy só notou ter perdido a consciência, mas não lembra de nada, mostra-se com muita saúde e muito comunicativa. Mike que acompanhou o caso está profundamente impressionado.

O fato ‒ além de um eventual conteúdo sobrenatural ‒ pôs mais uma vez em destaque os profundos e misteriosos relacionamentos entre as vidas da mãe e do filho.

E, por contraste, ressaltou o caráter monstruoso ‒ quase se diria satânico ‒ do aborto procurado em que a mãe participa do assassinato do próprio filho.


Cobertura da Associated Press:





ABCNews:



CBS:


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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Por que Maria Mariana preferiu casamento e filhos à “fama”


A escritora Maria Mariana escandalizou o feminismo, que, aliás, anda bem na mídia, mas mal na vida real. Maria Mariana abandonou a fama do teatro e da TV para ser mãe de quatro filhos. Agora lançou o livro “Confissões de mãe”.

Em entrevista à revista “Época” explicou que “o fato de eu adorar ser mãe” lhe rendeu muitas qualidades.

Ela explicou por que se desinteressou pela “fama”: “Eu sonhava com uma enorme mesa de família com aquela macarronada no domingo. Eu queria mudar de degrau, mudar de história.”

Ela elogia o parto normal porque predispõe a ser uma “mãe melhor. Todos falam do nascimento do bebê, mas esquecem que a mãe também nasce naquela hora”.

“Amamentar não é um detalhe, diz ela, é para a mãe que merece. Há mulheres que passam nove meses no shopping, comprando roupinhas, aí depois marcam a cesárea e pronto. Aí sabe o que acontece? Elas têm depressão pós-parto.”

Para espanto das decadentes feministas hodiernas, ela continuou: “Não acredito na igualdade entre homens e mulheres. O homem tem uma função no mundo e a mulher tem outra. Homem e mulher estão no mesmo barco, no mesmo mar.

“Há ondas, tempestades, maremotos. Alguém precisa estar com o leme na mão. Os dois, não dá.

“Deus preparou o homem para estar com o leme na mão. Porque ele é mais forte, tem raciocínio mais frio. A mulher tem mais capacidade de olhar em volta, ver o todo e desenvolver a sensibilidade para aconselhar.

“A mulher pode dirigir tudo, mas o lugar dela não é com o leme.”

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terça-feira, 7 de abril de 2009

Pílula anticonceptiva provocou “catástrofe demográfica”, deplora um dos inventores


O químico austríaco Carl Djerassi [foto], 85, co-inventor da pílula anticonceptiva agora deplora sua invenção. Para ele, foi causa de uma “catástrofe demográfica”, segundo o diário “Der Standard” da Áustria.

Para Djerassi, a limitação da natalidade gerou um “cenário de horror”. Na maior parte da Europa deixou de haver “conexão entre a sexualidade e a reprodução”, disse ele.

“Na católica Áustria, país em que a média de crianças por família é 1,4, essa dissociação agora é completa”. Ele criticou as famílias que limitam os filhos por “quererem gozar comendo schnitzels (milanesa à moda de Viena) enquanto deixam o resto do mundo ir água abaixo”.

Os jovens austríacos que deixaram de gerar filhos, acrescentou, estão cometendo um suicídio nacional.

Por sua vez, em artigo publicado pelo jornal vaticano L’Osservatore Romano, o presidente da Federação Mundial de Associações Médicas Católicas, Jose Maria Simon, escreveu que a pílula anticoncepcional “tem em muitos casos um efeito genuinamente abortivo”.

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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Divórcio multiplica doenças mentais, diz estudo


O Health Research Board, órgão oficial irlandês para financiar pesquisas de saúde, editou enquete segundo a qual o divórcio implica um maior risco de problemas psiquiátricos.

O trabalho constatou que os divorciados solicitam 645 de cada 100 mil consultas em hospitais psiquiátricos, sendo um número assaz maior do que os de outros grupos.

A separação dos conjugues tem impacto danoso para a saúde mental dos filhos. Muitas crianças sofrem de depressão, problemas alimentares, esquizofrenia e neuroses por causa do divórcio dos pais.

Na realidade, a enquete só confirma o que a Igreja e ordem natural sempre ensinaram a respeito dos danos provocados pela quebra do sagrado vínculo conjugal.

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