Mostrando postagens com marcador abstinência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador abstinência. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de maio de 2009

Ciência, África e Ásia confirmam que preservativo favorece expansão da AIDS

Edward C. GreenEdward C. Green, diretor do AIDS Prevention Research Project do Harvard Center for Population and Development Studies, declarou que a evidencia confirma que Bento XVI esteve correto dizendo que a distribuição de preservativos piora o problema da AIDS.

“O Papa está correto”, disse Green para a National Review Online, “ou para sermos mais claros, as melhores provas sustentam o comentário do Papa”, ratificou. Entrevista completa

Por sua parte, segundo a agência “Zenit”, os bispos camaroneses qualificaram de “desinformação” o modo de agir de “certos meios de imprensa ocidentais” negando que haja “mal-estar” na opinião pública do país pelas declarações do Pontífice. Aliás, era suficiente ver as imagens da viagem para perceber imediatamente a alegria popular que acompanhou a visita.

A gritaria dessa imprensa e de ONGs atingiu a blasfêmia com caricatura abaixo da crítica publicada pelo diário “Le Monde” de Paris porta-voz das esquerdas católica e socialista.

O cardeal arcebispo de Dakar, D. Théodore-Adrien Sarr, insistiu em que a Igreja contribui à prevenção da AIDS com a promoção “da abstinência e da fidelidade”.

D. Simon Ntamwana, arcebispo de Gitega (Burundi) defendeu que “não é o preservativo que vai diminuir o número de infecções da AIDS, mas certamente uma disciplina que cada um deve se impor”.

O arcebispo de Kinshasa (Congo) D. Laurent Monsengwo explicou que o uso desse instrumento imoral “agrava o problema, pois dá uma segurança falsa e enganosa”.

Os bispos da Índia, segundo LifeSiteNews, também confirmaram que a experiência mostra que esse recurso anti-natural aumenta o risco de contrair a doença.

Eles qualificaram o escândalo da mídia ocidental de “insensato” e “irresponsável”.

Um dos aspectos mais singulares do caso é que essa mídia, políticos, grupos homossexuais, laicistas, marcados pelo anti-catolicismo ou pela blasfêmia, dizem agir assim pelo bem dos povos pobres da África e da Ásia.

Bento XVI calorosamente recebido na AfricaEles até pretextam lutar contra essa doença. Entretanto, dos ambientes científicos e desses continentes atingidos pela pandemia vieram os mais taxativos desmentidos.

Como reagiram essa mídia e esses grupos?

Abafaram, silenciaram, não deram voz.

O seu interesse pelos pobres, mais desprovidos, pela saúde, etc. é um pretexto.

Objetivamente o que fazem é denegrir a Igreja Católica e seus preceitos morais que defendem a pureza e a santidade do matrimônio. Neles consiste a verdadeira e única tábua de salvação face à devastação da AIDS.

Desejaria receber gratuitamente as atualizações de 'Valores inegociáveis: respeito à vida, à família e à religião' no meu E-mail

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Petismo tenta derrubar estratégia que freia a AIDS

Enquanto a abstinência dos solteiros e a castidade matrimonial vêm se demonstrando o único método realmente eficaz para conter a AIDS, o governo petista segue empenhado em sabotar internacionalmente os programas de prevenção baseados na fidelidade conjugal e na abstinência.



Mariângela Simão, Roosewelt Pinheiro-ABr



A coordenadora do programa nacional de DST-Aids, Mariangela Simão [foto], disse que o Brasil elabora uma declaração conjunta com países latino-americanos, criticando os programas de prevenção de aids baseados em fidelidade e abstinência.

O documento, flagrantemente catastrófico, deverá ser apresentado na próxima reunião da Assembléia Geral das Nações Unidas sobre HIV/Aids, programada para junho em Nova York. Quem semeia ventos, colhe tempestades.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Maior estudo mundial mostra que a castidade pre-matrimonial é mais saudável que o “sexo seguro”

Jovens exibem anel prateado, símbolo da abstinência sexual até o casamento

Foi completado um dos maiores e mais abrangentes estudos já realizados no mundo sobre educação sexual para adolescentes. Foi conduzido pelo Dr. Stan Weed do Institute for Research and Evaluation de Salt Lake City e comprovou que a abstinência pre-matrimonial é o melhor sucedido método para prevenir problemas emocionais e físicos ligados à vida sexual pre-matrimonial. O estudo acompanhou a educação e a conduta de mais de 400.000 adolescentes em 30 Estados americanos durante 15 anos. A conclusão final desqualificou nominalmente certos relatórios que pretendiam que a educação para a castidade é ineficaz e que se deve ensinar e promover o imoral “sexo seguro” para controlar a natalidade e as crises de saúde e física derivadas do abuso da sexualidade humana.