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domingo, 7 de novembro de 2010

Tríplice coroa do Papa volta ao brasão pontifício

Brasão pessoal de S.S. Bento XVI, com a tiara, ou coroa do Papa



No domingo 10 de outubro foi ostentado pela primeira vez o brasão de S.S. Bento XVI com a tiara pontifícia, símbolo exclusivo dos Papas.

Até o presente, em seu lugar, havia uma mitra, símbolo próprio de um bispo.

A empresa italiana de bordados de luxo Ars Regia responsável pela confecção do brasão bordado no tapete exposto sob a janela em que o Pontífice fala aos peregrinos, explicou que foi feito segundo “a antiga tradição”.

A tiara, ou tri-regno (=tríplice reinado) consta de três coroas que, segundo “L Osservatore Romano” simbolizam:

Tiara, a coroa própria dos Papas
1ª) a jurisdição eclesiástica do Papa e o governo temporal sobre os feudos pontifícios;
2ª) a autoridade espiritual por cima da autoridade temporal dos reis;
3ª) a autoridade efetiva sobre todos os soberanos, podendo nomeá-los ou depô-los.

Elas também significam a potestade máxima na Ordem do Sacerdócio, na Jurisdição Universal e no Magistério Supremo.

O cardeal Andrea Cordero Lanza di Montezemolo explicou ao diário parisiense “La Croix” que a decisão de não mais usar a tiara fora do próprio Bento XVI, quem agora a restaurou.

“No dia seguinte de sua eleição, testemunhou o Cardeal, ele próprio disse-me que ele não queria que a tiara continuasse aparecendo e que queria substituí-la por uma mitra”.

A restauração foi recebida com júbilo pelos católicos amantes da Cristandade.

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terça-feira, 5 de maio de 2009

Ciência, África e Ásia confirmam que preservativo favorece expansão da AIDS

Edward C. GreenEdward C. Green, diretor do AIDS Prevention Research Project do Harvard Center for Population and Development Studies, declarou que a evidencia confirma que Bento XVI esteve correto dizendo que a distribuição de preservativos piora o problema da AIDS.

“O Papa está correto”, disse Green para a National Review Online, “ou para sermos mais claros, as melhores provas sustentam o comentário do Papa”, ratificou. Entrevista completa

Por sua parte, segundo a agência “Zenit”, os bispos camaroneses qualificaram de “desinformação” o modo de agir de “certos meios de imprensa ocidentais” negando que haja “mal-estar” na opinião pública do país pelas declarações do Pontífice. Aliás, era suficiente ver as imagens da viagem para perceber imediatamente a alegria popular que acompanhou a visita.

A gritaria dessa imprensa e de ONGs atingiu a blasfêmia com caricatura abaixo da crítica publicada pelo diário “Le Monde” de Paris porta-voz das esquerdas católica e socialista.

O cardeal arcebispo de Dakar, D. Théodore-Adrien Sarr, insistiu em que a Igreja contribui à prevenção da AIDS com a promoção “da abstinência e da fidelidade”.

D. Simon Ntamwana, arcebispo de Gitega (Burundi) defendeu que “não é o preservativo que vai diminuir o número de infecções da AIDS, mas certamente uma disciplina que cada um deve se impor”.

O arcebispo de Kinshasa (Congo) D. Laurent Monsengwo explicou que o uso desse instrumento imoral “agrava o problema, pois dá uma segurança falsa e enganosa”.

Os bispos da Índia, segundo LifeSiteNews, também confirmaram que a experiência mostra que esse recurso anti-natural aumenta o risco de contrair a doença.

Eles qualificaram o escândalo da mídia ocidental de “insensato” e “irresponsável”.

Um dos aspectos mais singulares do caso é que essa mídia, políticos, grupos homossexuais, laicistas, marcados pelo anti-catolicismo ou pela blasfêmia, dizem agir assim pelo bem dos povos pobres da África e da Ásia.

Bento XVI calorosamente recebido na AfricaEles até pretextam lutar contra essa doença. Entretanto, dos ambientes científicos e desses continentes atingidos pela pandemia vieram os mais taxativos desmentidos.

Como reagiram essa mídia e esses grupos?

Abafaram, silenciaram, não deram voz.

O seu interesse pelos pobres, mais desprovidos, pela saúde, etc. é um pretexto.

Objetivamente o que fazem é denegrir a Igreja Católica e seus preceitos morais que defendem a pureza e a santidade do matrimônio. Neles consiste a verdadeira e única tábua de salvação face à devastação da AIDS.

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