Num auditório superlotado por cerca de 1.200 pessoas, o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, recebeu em Recife o Prêmio Cardeal Von Galen, concedido pela instituição internacional Human Life International (HLI).
A HLI agiu em nome das associações católicas pró-vida de mais de 80 países do mundo.
“Foi uma surpresa muito grande para mim”, comentou o prelado. D. José ressaltou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica.
Ele acrescentou “apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico.” O egrégio prelado recebeu inúmeras manifestações de simpatia e apoio.
E até a solidariedade de pessoas de países longínquos como Austrália e Suécia, segundo informou o site da Abril.
O arcebispo esclareceu que se tivesse guardado silêncio diante do crime, teria sido cúmplice, “quase conivente”. “Cumpri meu dever”, resumiu.
É todo um exemplo para outros bispos que possam vir a estar na mesma difícil situação.
E matéria de reflexão ‒ e por quê não?, de respeitoso mea culpa ‒ da presidência da CNBB e alguns outros prelados do exterior e do Vaticano que desmoralizaram a causa da vida, com declarações imprudentes ou sorrateiramente anti-vida, e injustamente desmerecedoras da modelar conduta do arcebispo pernambucano.
Entre os representantes especialmente enviados para o evento estava Raymond de Souza, diretor de programações para os países de língua portuguesa da HLI.
Ele explicou o significado do Prêmio:
“O Prêmio leva o nome do Bem-Aventurado Clemens August von Galen (1878-1946), o qual foi bispo de Münster (Alemanha) durante a era nazista. (foto)“Levantou sua voz em defesa dos pobres e dos doentes, protestando contra a eutanásia, a perseguição dos judeus e a expulsão dos religiosos. Por causa de sua coragem, ficou conhecido como o “Leão de Münster”.
“O lema que escolheu quando foi eleito bispo foi “Nem elogios nem ameaças” [me distanciarão de Deus]. E verdadeiramente viveu conforme o seu lema.
“Dom José Cardoso Sobrinho se destacou pelo empenho com que lutou pelos dois gêmeos nascituros daquela pobre menina grávida de apenas 9 anos de idade, em face de tanto negativismo, tanto dentro como fora da Igreja.”
Na cerimônia participaram monsenhor Ignacio Barreiro, JD, STD, chefe do bureau da Human Life International em Roma, representado ao Rev. Padre Thomas Euteneuer, Presidente do Human Life International, e o próprio Raymond de Souza.Diante do auditório lotadíssimo, "dom José Cardoso reafirmou o fato de que todos os católicos que concorrem para a realização de um aborto provocado se põem automaticamente (latae sententiae) fora da comunhão eclesial e deixam de receber os benefícios advindos dos Céus pelos méritos intercessórios da Igreja", escreveu o blog "Por quê não dizem a verdade?".
Muita oportuna a escolha do Prêmio. A ofensiva contra a vida reedita a promoção nazista do eugenismo.
E a conduta de certos órgãos da grande imprensa, políticos e teólogos "da Libertação", a agressividade laicista e deformação dos fatos por eles ostentada, relembra os sórdidos tempos de Goebbels, Hitler e colaboradores.
Tempos esses de silenciamento e difamação hitlerista contra os corajosos resistentes católicos, como o glorioso Cardeal Von Galen, hoje glorificado nos altares.
Veja um clip de vídeo da sessão:
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Para saber mais: CATOLICISMO "Em Recife, tentativa de quebrar a barreira psicológica contra o aborto", uma análise jurídica e canônica do Dr. Frederico R. de Abranches Viotti.
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Nossa Senhora



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