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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Religião, prole numerosa e bem-estar versus poucos filhos e crise econômica

Os mansos possuirão a terra” também num sentido especial, contido em relatório do “U.S. Fertility Forecast” e divulgado pelo site “Demographic Intelligence” de Charlottesville, EUA.

O relatório aponta que as mulheres que frequentam regularmente os ofícios religiosos têm em geral famílias mais numerosas que as que não frequentam.
“Nós ficamos surpresos quando verificamos em diversos grupos sociais que a decisão de ter mais filhos depende de outros fatores que não são de ordem econômica ... então nós começamos a estudar esses grupos”, explicou Sam Sturgeon, dos Centros de Controle das Doenças (CDC), que também reúne estatísticas sobre a fertilidade nos EUA, informou a agência “LifeSiteNews”.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Ministro francês: Estado laico ensina uma nova religião que bane a Igreja Católica

Vincent Peillon: revolução moral laicista exige acabar com a Igreja
A polêmica na França sobre o “casamento” homossexual contribuiu para desvendar o pensamento oculto de inimigos da Igreja Católica.

Por exemplo, Vincent Peillon, ministro de Educação, explicitou o ódio de fundo anticatólico – diríamos satânico – do laicismo de Estado.

Em entrevista (ver vídeo embaixo) deixou claro esse fundo com palavras que dispensam comentários:

“Não se pode fazer uma revolução que consista unicamente em realizações materiais; é necessário fazê-la nos espíritos.

“Ora, até agora foi feita uma revolução essencialmente política, mas não a revolução moral e espiritual.

“Portanto, deixamos à Igreja Católica o controle da moral e do espiritual. Agora é preciso substituir isso [...].

domingo, 9 de junho de 2013

Jovem troca discurso de formatura por Pai-Nosso, apesar de proibição nos EUA

Roy Costner reza o Pai Nosso diante de todos e é aclamado
Roy Costner reza o Pai Nosso diante de todos e é aclamado

O estudante Roy Costner foi escolhido para orador na cerimônia de formatura da escola secundária Liberty, na Carolina do Sul.

Ele foi aclamado pelos presentes quando decidiu substituir pelo Pai-Nosso a mensagem que havia redigido.

Ele entendia enviar assim uma resposta às autoridades educativas do condado (distrito) de sua cidade, que proibiram as orações nessas cerimônias, segundo noticiou a agência ACIPrensa.

O público ficou emocionado quando o jovem rasgou o discurso já pronto e aprovado oficialmente pela diretoria da escola.

Logo a seguir afirmou desde o estrado que agradecia a seus pais por tê-lo educado na Fé desde criança.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

URGENTE: o vídeo pro-vida que está abalando EUA e Canadá


Ela é uma mocinha. É canadense, tem 12 anos e seu nome é Lia.

Sua escola em Toronto propôs um trabalho competição para os estudantes: fazer um vídeo em casa. E ela ganhou o primeiro lugar.

Porém, suscitou uma “controvérsia assombrosa”. Pois ela escolheu o tema do aborto. E o fez com uma desenvoltura e uma precisão de conceitos pela vida que é de deixar pasmo.

O seu trabalho já foi visionado mais de 200.000 vezes, (290.485 no momento que escrevemos; 394.427 cinco dias depois). Pode ser ainda visto em Youtube (em inglês, mas com direito a legendas em português). (Obs.: se v. estiver logado em outra língua que não for inglês, precisa sair).

Ela começou com clareza dizendo: “o que é que você acharia se te dizem agora que alguém está “decidindo” se v. vai viver ou morrer?

“Meus caros alunos e professores, milhares de crianças estão exatamente agora nessa situação. Alguém está decidindo ‒ e sem sequer conhecê-las ‒ sua vida ou sua morte. Esse alguém é mãe deles. E a ‘escolha’ é o aborto”.

Lia escolheu o tema contra a opinião da mãe, como esta contou. A professora era uma feminista abortista (pelo direito de decidir), mas teve que ceder diante da convicção pura e corajosa da aluna.

O painel de juízes da escola não queria aceitar o tema. Até um dos juízes abandonou a sala em ato de protesta e apresentou renúncia.

Lia não arredou. É verdade que tinha o apoio entusiasta e unânime dos alunos e muitos professores. Afinal o seu trabalho foi considerado.

Ela acabou levando o primeiro prêmio, fato que a qualifica para entrar no concurso regional.

A professora abortista, reconheceu que “Lia me fez refletir verdadeiramente”.

“Bem-aventurados os que têm fome e sede de Justiça”; “Bem-aventurados os corações puros!”; “Se vós não anunciardes a verdade eu farei falar as pedras!”; “Se vós não vos tornardes como estas crianças, vós não entrareis no Reino dos Céus!”

Ensinamentos divinos como estes vieram à cabeça de inúmeras pessoas que viram o vídeo . E realmente não fica muito mais para dizer. Outras fontes: LifeSiteNews; Catholic online; Forum Catholique (em francês).

Entrementes, cabe uma pergunta: o que é que houve que na geração dos pais ‒ e até avós ‒ de Lia, o fato de ser abortista fazia bonito e agora nas novas gerações causa horror?

Em poucas décadas, o mundo virou de ponta cabeça.

Já não são as aliás bem envelhecidas “Católicas pelo Direito de Decidir”, lideradas por uma ex-freira, que representam as tendências com futuro.

Nem quando são apoiadas astutamente por algum que outro teólogo pífio ou algum padre progressista ou bispo da CNBB.

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terça-feira, 21 de outubro de 2008

Manual para a supervivência dos católicos diante de investida laicista


Exemplo sintomático de até aonde vai a ofensiva anti-vida, anti-família e anti-católica é um livro que vem de sair na Itália.

“Meu filho volta a casa e conta que o professor quer convertê-lo ao evolucionismo. Na aula de catecismo lhe ensinam que todas as religiões são iguais (...). Na TV apreende que não há diferencia entre o casamento de um homem com uma mulher e entre pessoas do mesmo sexo... No sermão o padre explica que a Quaresma é como o Ramadã dos muçulmanos. A novela preferida da TV é um enredo em favor de algum casal homossexual. Nas conferências da paróquia ouvimos falar de comentaristas esquerdistas ou comunistas...”

Assim a agência Corrispondenza Romana condensa a denúncia do livro de Alessandro Gnocchi e Mario Palmaro “Eu espero ainda ficar católico. Novo manual de supervivência contra o laicismo moderno” [foto].

Segundo a agência, o livro descreve os sistemáticos ataques “culturais” que sofrem os católicos na Itália.

Trocando os nomes e as circunstâncias, a situação não é muito diferente no Brasil.

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terça-feira, 2 de setembro de 2008

Chefe do Supremo Tribunal da Santa Sé: abortistas estão em pecado mortal e lhes dar a Comunhão é sacrilégio

Arcebispo Raymond Leo Burke, chefe do Supremo Tribunal da Igreja. Valores inegociáveis
O Prefeito da Signatura Apostólica ‒ Supremo Tribunal da Santa Sé ‒, arcebispo Raymond Leo Burke, em entrevista à revista italiana Radici Cristiane (Raízes Cristãs), esclareceu que os católicos abortistas não podem receber a Santa Comunhão. A interdição vale para os simples leigos como para os políticos que promovem a massacre dos inocentes.

Igualmente, os ministros da comunhão ‒ sacerdotes ou leigos autoriza-dos ‒ têm obrigação de negar o Santíssimo Sacramento a esses abortistas até que “tenham reformado a própria vida”. I. é, tenham abandonado a profissão e defesa desse crime abominável. O arcebispo sublinhou que “receber indignamente o Corpo e a Sangue de Cristo é um sacrilégio, quando acontece delibera-damente em pecado mortal”.

“Se temos um pecado mortal na consciência, primeiro devemos nos confessar desse pecado, receber a absolvição, e só então nos aproximarmos do Sacramento Eucarístico”, explicou.

Arcebispo Raymond Leo Burke, chefe do Supremo Tribunal da Igreja. Valores inegociáveisComo exemplo de sacrilégio ele pôs o caso de qualquer “funcionário público que com conhecimento e consentimento sustenta ações que vão contra a lei moral Divina e Eterna. Por exemplo, se apóia publicamente o aborto procurado, que implica na supressão de vidas humanas inocentes e indefensas. Uma pessoa que comete pecado dessa maneira deve ser admoestada publicamente de modo que não receba a Comunhão até que tenha reformado a própria vida”.

“Se uma pessoa que foi admoestada persiste num pecado mortal público e se aproxima para receber a Comunhão, o ministro da Eucaristia tem a obrigação de lha negar. ¿Por quê? Sobre tudo pela salvação da própria pessoa, impedindo que realize um sacrilégio”, acrescentou.

O prelado vaticano explicou que negar a Comunhão nesses casos afasta o escândalo. Mons. Burke deixou claro que quando a Igreja impede um abortista de comungar “é simplesmente ridículo e errado tentar de silenciar o pastor acusando-o de interferir na política”.

Pois, completou, é “simplesmente errôneo” achar que a Fe deve se reduzir ao âmbito privado esquecendo o âmbito público. Nós devemos “dar testemunho da nossa fé não só na privacidade de nossos lares, mas também na nossa vida pública, no relacionamento com os demais, para dar um forte testemunho de Cristo”.

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quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Pró-aborto desfilam no Grito dos Excluídos


Grito dos Excluídos, Brasília, Marcelo Casal Jr/ABr

Sinal precursor aconteceu no Grito dos Excluídos, convocado pela CNBB, no 7 de setembro. Em São Paulo, na missa na Catedral da Sé, imensa faixa verde e amarela foi levada até ao altar em procissão com as “principais reivindicações do povo”.

Depois da missa, manifestantes seguiram para o Monumento do Ipiranga misturando músicas dos movimentos populares e Hino Nacional. Participaram militantes do MST, PSOL, PSTU, PCB e Partido Humanista. Entre os movimentos sociais estava o “Marcha Mundial das Mulheres”.

“Nem papas, nem juízes, as mulheres decidem”, dizia um cartaz dessa Marcha Mundial das Mulheres, exigindo a liberação do aborto. “Não é a posição da Igreja, mas não há como evitar esse tipo de manifestação”, comentou insensível a freira Beatriz Maestri, representante do Conselho Indigenista Missionário, CIMI, dependência da CNBB.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

“Revolução da modéstia” das jovens americanas espanta velhas


É a “revolução da modéstia”: as moças querem ser delicadas e não serem meros objetos de atração carnal. O impacto é direto na moda e nos modos de se vestir: fora os decotes exagerados, camisetas curtas, etc. O “new look” inclui a abstinência sexual pre-matrimonial. O diretor da revista “Lucky”, Allyson Waterman, qualifica a tendência de “contragolpe” em relação aos modelos que vêm de Hollywood.
Há programas que encorajam as adolescentes a viver e se vestir como filhas de Deus, com bom gosto e distinção. Eles incluem boas maneiras, modas, se maquiar e falar em público. Milhares de moças querem se sentir mulheres e não objetos descartáveis que se usa e joga fora. Na maioria das vezes a religião motiva essas moças. A jornalista Wendy Shalit, uma ex-feminista, acaba de escrever o livro “As meninas estão ficando delicadas” após o sucesso de “Um retorno à modéstia”.