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domingo, 19 de julho de 2015

Bispo nigeriano: o terço derrotará o Islã

D. Oliver Dashe Doeme, bispo da diocese de Maiduguri, Nigéria:
o terço está nos dando a vitória contra o terrorismo do Islã




Dom Oliver Dashe Doeme, bispo da diocese de Maiduguri, nordeste do estado de Borno, na Nigéria, disse ter visto Cristo lhe oferendo uma espada para combater a organização islâmica Boko Haram (figurativamente = “a educação ocidental ou não-islâmica é um pecado”), que aterroriza o país. Ele narrou o fato à agência Catholic News Agency.

Quando ele pegou a espada, ela se transformou no Terço de Nossa Senhora. O Terço é o instrumento chave para afastar o terrorismo islâmico do país. Ele deve ser rezado até que o islamismo desapareça da Nigéria, explicou.

Fato análogo aconteceu na Áustria, ocupada pelos soviéticos após a II Guerra Mundial: a cruzada de orações do Rosário foi tão bem sucedida que os invasores comunistas abandonaram o país que haviam dominado com seus tanques e suas botas.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

O que sofrem as mulheres
sequestradas em nome do Corão



Cerca de uma centena de meninas e moças nigerianas que foram sequestradas pelos fanáticos islâmicos do Boko Haram mas conseguiram fugir, descreveram os tormentos de que foram objeto, segundo noticiou o jornal “Clarín” de Buenos Aires. 

Aplicando os conselhos do Corão para o trato com os cristãos, os islamitas escravizaram-nas e as submeteram a trabalhos degradantes, estupros, torturas, abuso psicológico e “matrimônio forçado”, além de obrigá-las a se “converterem” pela força ao Islã.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Episcopado da Nigéria elogia criminalização do “casamento” homossexual

Goodluck Jonathan, presidente de Nigéria
O presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, aprovou lei que proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Este será punido com 14 anos de prisão para cada um dos envolvidos.

“As pessoas do mesmo sexo que tiverem um contrato de casamento ou uma união civil cometem um crime e são passíveis de condenação com uma pena de 14 anos de prisão para cada”, diz a lei.

A lei também pune o relacionamento homossexual e a adoção de crianças por casais sodomíticos.

“Qualquer pessoa que se registra, opera ou participa de clubes gays, sociedades e organizações, ou direta ou indiretamente faz demonstração pública de relacionamento amoroso com alguém do mesmo sexo na Nigéria, comete um delito e é passível de condenação a uma pena de 10 anos de prisão”, acrescenta.

O projeto foi transformado em lei pelo Parlamento da Nigéria e a assinatura do presidente deu-lhe pleno valor legal.

O país teve de enfrentar interferências descabidas e ameaças do exterior, inclusive econômicas.