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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

A França desliga celulares nas escolas

Sem personalidade, sem cultura, incapazes de se relacionar com os colegas
Sem personalidade, sem cultura, incapazes de se relacionar com os colegas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






A França proibiu que os alunos de até 15 anos tirem do bolso ou usem o celular no horário escolar, recreios incluídos.

Falando para a rádio RTL, o ministro da Educação Jean-Michel Blanquer explicou se tratar de “uma mensagem de saúde pública para as famílias”, reportou “El Mundo” de Madri.

“Por vezes, um celular pode ser necessário por razoes ligadas ao ensino. Porém, seu uso deve ser controlado”, sublinhou o ministro. “É bom que as crianças não fiquem tanto tempo diante da telinha. Melhor seria que nunca o façam antes do sete anos de idade”.

A proibição mentalmente profilática vigorará desde setembro (2018). Não impedirá levar os celulares para a escola, mas sim emprega-los em qualquer ponto do recinto educativo.

Os sindicatos de esquerda se revoltaram. Mas os pais dos alunos reclamavam muito a medida.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Banir celular na escola melhora as notas

O uso do smartphone nas aulas dissipa a atenção, degrada o aprendizado e abaixa as notas.
O uso do smartphone nas aulas dissipa a atenção,
degrada o aprendizado e abaixa as notas.



Estudo da reputada London School of Economics mostrou que nas escolas da Inglaterra que baniram os smartphones os alunos melhoraram em até 14% suas notas em exames de avaliação nacional, noticiou a Folha de S.Paulo.

A melhora foi constatada principalmente entre estudantes de 7 a 11 anos e com aproveitamento escolar inferior a 60%, que foram proibidos de usar os referidos aparelhos.

Para os alunos aplicados, o banimento não mudou nada.

“Distrações atingem todo mundo, mas são piores em alunos com celulares. E ainda piores naqueles com notas mais baixas”, disse à Folha Louis-Philippe Beland, um dos autores do estudo.