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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Justiça polonesa condena partido que queria tirar crucifixo do Parlamento

Parlamento polonês: o crucifixo disputado fica à esquerda da foto
O Tribunal Distrital de Varsóvia pronunciou-se contra um partido polonês que abriu um processo exigindo a remoção de um crucifixo da sala de debates do Parlamento nacional, informou a agência Reuters.

O processo foi mais uma tentativa cristofóbica para banir a influência do catolicismo na vida dos poloneses.

O Tribunal argüiu que esse crucifixo nunca motivou protestos, que foi sempre aceito pelos poloneses, e que não violava os seus direitos.

domingo, 18 de março de 2012

Proibição do crucifixo no Judiciário estarrece RS

A retirada de crucifixos de salas do Judiciário gaúcho, decidida na semana passada, causou controvérsia pelo Estado e já desperta reações, da igreja ao meio político.

Dois desembargadores declararam oposição à medida e anunciaram que não vão retirar o símbolo religioso de suas salas até que haja decisão definitiva sobre o caso.

No último dia 6, o Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decidiu atender a pedido da ONG Liga Brasileira de Lésbicas e mandou tirar os crucifixos de todas as salas da Justiça do Estado.

O desembargador que relatou o caso argumentou que a presença do objeto religioso pode levar o julgador a não ficar de modo "equidistante" dos valores em conflito.

Cidadãos comuns e a Associação de Juristas Católicos mandaram representações ao tribunal solicitando a reconsideração da medida.

O arcebispo de Porto Alegre, Dadeus Grings, disse que a atitude não foi democrática. Anteontem, Grings se encontrou com o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Paulo Brossard, também crítico da decisão, e conversou sobre o assunto.

Em artigo, Brossard citou a medida como sinal de "tempos apocalípticos".

O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM) disse que irá enviar representação ao Conselho Nacional de Justiça contra a medida e prometeu levar o debate ao Congresso.

Um dos desembargadores que se opõem à decisão, Carlos Marchionatti, diz que o Conselho da Magistratura não é a instância adequada para tratar do assunto e que a separação entre Igreja e Estado não é absoluta no país.

"A maioria tem sentimento religioso, o hino nacional tem referência à divindade. Cristo, no âmbito do Judiciário, representa a Justiça", diz.

(Fonte: Folha.com)

ANTECEDENTES

A Justiça do Rio Grande do Sul acatou pedido da ONG Liga Brasileira de Lésbicas e vai retirar crucifixos e símbolos religiosos de todas as salas do Judiciário do Estado, noticiou a Folha.com, (06/03/2012).

O Tribunal de Justiça gaúcho considerou que a presença do objeto nos fóruns e na sede do Judiciário pode ir contra princípios constitucionais de um Estado laico.

Como se tirar os crucifixos não fosse um ato ele próprio caraterizador de uma posição religiosa anti-cristã reconhecida em séculos de história brasileira e dos países europeus que contribuiram a modelar cultural e juridicamente o Brasil.

O relator do caso, desembargador Cláudio B. Maciel, afirmou em seu voto que um julgamento feito em uma sala onde há um “expressivo símbolo” de uma doutrina religiosa não é a melhor forma de mostrar que o julgador está “equidistante” dos valores em conflito.

Mas quando o julgador baniu o expressivíssimo símbolo da cultura e do Direito ocidental também não se mostra mais equidistante. Antes bem, séculos de história do direito falam em sentido contrário.

A presença de símbolos cristãos em prédios públicos é objeto de campanha cristofóbica no mundo inteiro e especialmente no Brasil após a aprovação do PNDH-3 pelo então presidente Lula.

Antes mesmo, em 2009, em São Paulo, o Ministério Público Federal negou o pedido de retirada de crucifixos de edifícios federais.

A juíza responsável em primeira instancia considerou “natural” a exibição do objeto em um país de “formação histórico-cultural cristã”.

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos condenou a Itália por manter símbolos religiosos em salas de aula. Mas o despropósito jurídico foi revertido por instancia superior, de modo definitivo.








terça-feira, 22 de março de 2011

Tribunal europeu dá marcha ré e restaura crucifixos nas escolas públicas italianas

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, equivalente ao Supremo Tribunal Federal, reformou iníqua decisão que proíbe exibir crucifixos nas escolas públicas da Itália, noticiou a imprensa européia.

A proibição anticristã tinha sido aprovada por unanimidade dos juízes de um tribunal de primeira instância suscitando imenso clamor popular na Itália e nos ambientes católicos do mundo todo.

Agora, pela primeira vez uma instancia superior desse Tribunal revoga uma decisão unanime de uma alçada inferior.

O novo acórdão é definitivo e inapelável. Ele define que afixar crucifixos nas escolas públicas não infringe a Convenção Européia dos Direitos Humanos e que a Itália agiu bem no exercício de seus poderes no ensino mantendo os crucifixos.

A proibição foi motivada pela ideologia anticristã da Revolução Francesa sobre os direitos humanos que também inspira o PNDH-3 brasileiro.

A reação dos católicos impressionou o Tribunal que voltou atrás numa decisão histórica.

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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Liberdade para crucifixos: Não!; para criminosos perigosos: Logo!, diz Tribunal Europeu dos Direitos Humanos

Corte Européia de Direitos Humanos que proibiu a presença de crucifixos nas salas de aula italiana, agora condenou a prática alemã de custódia de segurança dos mais perigosos criminosos, assassinos e estupradores com todos os sinais de irrecuperáveis.

Esses delinqüentes cumpriram a pena ou foi-lhes reduzida, mas seus antecedentes os aponta como extremamente perigosos ou “bombas-relógios”.

Pela decisão os criminosos devem ser liberados logo, 1.685 deles em Berlim.

Mas, a população alemã tem medo e os parentes das vítimas estão revoltados pela decisão que liberta uma legião de criminosos e abre passo a novos crimes e violências.

Gabriele Karl, que em 1996 perdeu a filha Stefanie, assassinada por um maníaco sexual, diz: “não entendo como alguém que já destruiu uma vida tem a chance de ser libertado para destruir outras”.

Para ela, há na Alemanha um “lobby em defesa dos criminosos”. Pareceria que estava falando do Brasil...

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terça-feira, 29 de junho de 2010

Países e professores pedem mudar sentença que proibe crucifixos nas escolas

Crucifixo em escola italiana

Dez países integrantes do Conselho de Europa solidarizaram-se com a Itália, país condenado por exibir crucifixos nas salas de aula e se declararam parte no processo, ao lado de Roma.

Por sua vez, trinta e sete professores de Direito de onze países pediram ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos para que anule dita decisão proibindo as imagens de Cristo crucificado nas escolas e locais públicos italianos, informou a agência AICA.

Os professores sustentam que a decisão desse Tribunal atenta contra uma muito vasta gama de símbolos religiosos não só em locais públicos de toda Europa, mas também contra símbolos fundamentais, como bandeiras e escudos nacionais.

Selos italiano comemoram “raízes cristãs" da Europa
De fato, se o absurdo critério do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos prevalecer, seriam atingidas bandeiras nacionais como as da Suíça, Inglaterra e dos países escandinavos que ostentam o símbolo da Cruz.

“A tentativa de exilar os símbolos religiosos dos locais públicos seria temerária, porque esses símbolos e as idéias religiosas que eles representam são parte integral do tecido da civilização européia”, apontaram os professores.

Eles também advertiram que a sentença pode inspirar um conflito generalizado entre governo e religião.

Eric Rassbach, diretor nacional de litígios do Fundo Becket para a Liberdade Religiosa, explicou que “em vez de anunciar uma cruzada contra a religião, a Corte deveria procurar que a religião e governo ajam em dialogo harmonioso”.

Exemplo típico das novas tensões que podem ser geradas pela sentença desse Tribunal aconteceu na própria Itália. O governo italiano emitiu uma série de selos postais dedicados aos Santos Padroeiros de Europa.

Estes selos seriam proibidos pelo Tribuanl dos  "Direitos Humanos"
Os selos comemoram as “raízes cristãs na formação da identidade cultural européia”. A emissão não contraria a letra, mas o critério apontado pela contestada decisão do Tribunal dos Direitos Humanos de Estrasburgo.

Os selos reproduzem imagens dos santos Cirilo e Metódio, Santa Brígida de Suécia, São Bento de Nursia, Santa Catarina de Siena e Santa Teresa Benedita da Cruz. Na parte inferior está escrito “O poder e a graça”, “Santos padroeiros de Europa” junto com o logo do Correio italiano.

Na lógica dos “Direitos Humanos” como os entende o Tribunal Europeu, essa emissão também deveria ser condenada. A rigor a Igreja Católica ficaria impedida de cumprir sua missão: “Ide e pregai a todas as gentes”.

O Tribunal de Estrasburgo atentará para o bom senso corrigindo perturbadora sentença ou atiçará mais a ofensiva do laicismo anticristão?


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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Suprema Inquisição do PNDH-3 por cima de todas as religiões e símbolos religiosos

Programa Nacional dos Direitos Humanos - 3
O Programa Nacional dos Direitos Humanos ‒ PNDH-3 assume um posicionamento religioso singular. Ele se pretende laico, mas ao mesmo tempo quer estabelecer uma espécie de tribunal laico para controlar todas as religiões, seus símbolos e até as atitudes de seus membros.

No “Objetivo estratégico VI” ele inclui entre as “ações programáticas” a política de coibir as “manifestações de intolerância religiosa”. O único parceiro mencionado é a Fundação Cultural Palmares (FCP), destacado promotor dos “movimentos sociais” de tipo quilombola.

A respeito do que seja a “intolerância religiosa” hoje está criada uma generalizada confusão.

Por exemplo, entre os islâmicos há os “moderados tolerantes” e os “fundamentalistas”. Os extremistas julgam intolerável a tolerância face a outras religiões praticada pelos “moderados tolerantes”.

Para estes, por sua vez, é intolerável a obediência estrita dos “fundamentalistas” a ensinamentos anticristãos do Corão que os tolerantes julgam fonte da tolerância.

Há polêmicas análogas no seio de inúmeras denominações religiosas. O PNDH-3 resolve o caso recomendado “a criação de Conselhos para a diversidade religiosa e espaços de debate e convivência ecumênica para fomentar o diálogo entre estudiosos e praticantes de diferentes religiões”.

Agora bem os termos “ecumenismo” e “diálogo” que foram “menina dos olhos” do Concílio Vaticano II, hoje são objeto de uma das mais violentas disputas da história religiosa.

Quem é intolerante, radical, fanâtico ou tolerante, moderado e ecumênico? O PNDH-3 julgará!
Os “ecumenistas” acusam os “tradicionalistas” de recusarem o “ecumenismo” e o "diálogo" com outras “tradições” religiosas. E os “tradicionalistas” acham que os ecumenistas lhes negam o “diálogo” e a “atitude ecumênica” que mostram a outras religiões.

Por sua vez as outras religiões têm adeptos que se sentem mais próximas dos “tradicionalistas” católicos, e outros dos “ecumenistas pro-Vaticano II”. E assim sucesivamente.

Paz, tolerância, ecumenismo e diálogo como Kadaffi gosta. Foto R Stuckert-PR
Quem resolve a charada?

O PNDH-3!

Ele assume atribui ao poder público a missão de impor a tolerância e a paz religiosa. Em última análise o governo ‒ ouvindo os “conselhos” onde as ONGs e CEBs terão notável parte ‒ definirá quem e o quê é tolerante e quem e o quê não o é.

Fica assim instituído um poder estatal supra-religioso que julgará todas as religiões e dirá quem pode praticar o quê em matéria eclesiástica, teológica ou canônica. Um arqui-Vaticano erigido em nome da laicidade do Estado!

Em suma, uma super-Inquisição como nunca chegou a existir nem na Idade Média nem na época da “caça às bruxas” convocada por Lutero!

Exemplo chocante é o objetivo do PNDH-3 de “impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União”.

Há pouco a corte Européia dos Direitos Humanos obrigou a Itália a banir os crucifixos das escolas.

A decisão criou uma tal tempestade na península que na última reunião geral do Conselho da Europa, a totalidade dos países-membros resolveu que a Corte não mais se pronuncie sobre assuntos religiosos.

Os países membros argumentaram que “as decisões sobre os grandes valores não podem depender de um grupo restrito de funcionários”, informou o "Corriere della Sera".

É, entretanto, para convulsões religiosas desse gênero que o PNDH-3 empurra o Brasil instituindo uma espécie de Suprema Inquisição Laica para a Perfídia dos Intolerantes, esses hereges da tolerância e do ecumenismo!

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