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segunda-feira, 29 de maio de 2023

Oregon instala o “turismo do suicídio” nos EUA

Idosos e doentes não querem ser 'suicidados' em casas de saúde
Idosos e doentes não querem ser 'suicidados' em casas de saúde
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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O estado de Oregon inaugurou o mais sinistro dos turismos: o do “suicídio assistido”.

O estado desde 2021 praticava a eutanásia com um tempo médio entre a primeira aplicação mortal e a morte efetiva de 30 dias apenas em residentes da unidade federal, noticiou “Infocatólica”.

O fato é que em 2022 passou a executar pacientes de fora do estado pois renunciou a requerer a residência. Em 2022 foram registrados os três primeiros suicidas que viajaram ao estado para se fazer matar “legalmente”.

Apareceu até uma ONG sem fins lucrativos que oferece essa morte num “período mínimo de 15 dias” para pacientes de fora do estado.

“Tragicamente, o Oregon se abriu para o turismo suicida e agora convida os americanos a viajar para lá para acabar com suas vidas”, disse Tom Shakely, diretor de envolvimento da Americans United for Life, à Daily Caller News Foundation.

A residência requerida pela lei de Morte com Dignidade (DWDA) foi extinta em 28 de março de 2022, quando a Justiça aprovou uma ação movida pelo diretor do End of Life Choices Oregon, Dr. Nicholas Gideonse, que alegou que o requisito violava a Constituição dos EUA que garante a igualdade de tratamento.

Segundo relatório oficial em 2022 foram injetadas drogas letais em 431 pessoas, das quais 278 morreram.

O negócio do 'suicídio assistido' causa pânico
O negócio do 'suicídio assistido' causa pânico
Elas representam cerca de 0,6% dos óbitos no Oregon. Mas o número real de mortes pode ter sido maior porque a Autoridade de Saúde do Oregon (OHA) “não recebia atestados de óbito de outros estados”.

Os opositores do suicídio assistido temem que o estado de Vermont também revogue o requisito para atrair “clientes” que viajam ao estado para acabar com suas vidas.

“É um escândalo que alguém seja encorajado a acabar com a própria vida”, disse Shakely

De acordo com o relatório, a maioria dos pacientes suicidas querem acabar com sua vida porque já não podem gozar de atividades que tornam a vida agradável.

Lois Anderson, diretora executiva do Oregon Right to Life, denunciou ao Daily Caller News Foundation que “os legisladores pró-eutanásia no Oregon estão tentando abrir uma indústria para o resto do mundo”.

O 'suicídio assistido' é anticatólico e o negócio do 'turismo do suicídio' é um negócio perverso
O 'suicídio assistido' é anticatólico e o negócio do 'turismo do suicídio' é um negócio perverso
“O relatório anual da lei de 'Morte com Dignidade' demonstra que o suicídio assistido está sendo industrializado por médicos no Oregon”, disse Anderson.

“Esses médicos que injetam drogas letais estão levando à morte cada vez mais pessoas com problemas no fim da vida.

“Em vez de oferecer suicídio, devemos cuidar e apoiar as pessoas no final de suas vidas”, acrescentou Anderson.

Desde 1997, 2.454 pessoas acabaram com suas vidas no estado por meio de dita lei.

Pelo menos sete outros estados estão considerando legalizar o suicídio assistido.

O estilo de vida moderno esquecido da Fé e da religião prometia uma vida cada vez mais feliz.

Na prática criou um ambiente de desespero que faz apetecer a condenação final e eterna.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

Suprema Corte de Massachusetts: não há direito ao suicídio assistido

9.	Suprema Corte de Massachusetts
Suprema Corte de Massachusetts: não há direito ao suicídio assistido
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Em 19 de dezembro de 2022, a Suprema Corte de Massachusetts, EUA, assentou que não há direito ao suicídio assistido e que, portanto, é constitucional a lei que proíbe tal conduta, noticiou “Infocatólica”.

A sentencia resultou de um processo aberto por um médico aposentado diagnosticado com câncer de próstata metastático e um médico em Falmouth que atende pacientes em fim de vida.

Eles pediram que os médicos que praticam a eutanásia sejam declarados que não violam a lei criminal de Massachusetts ou que é inconstitucional aplicar a lei criminal de Massachusetts quando a medicina ajuda em casos de morte.

Além disso, solicitaram uma cautelar para que os médicos que ajudam pacientes a morrer a seu pedido não sejam perseguidos.

O Tribunal rejeitou a alegação dos requerentes, definindo que não há direito ao suicídio assistido.

A Corte sublinhou ser inquestionável que, ao longo de sua história, a sociedade americana nunca considerou o suicídio como um direito individual.

Pelo contrário, as nações da Commonwealth e os EUA sempre trataram o suicídio como um problema que deve ser prevenido e remediado.

Portanto, não se pode argumentar que o suicídio em geral, e a assistência médica ao suicídio em particular, podem ser considerados um direito sob a Declaração de Direitos de Massachusetts.

Além disso, para a Corte não existem precedentes modernos que sustentem o suicídio como um direito.

O Tribunal também que a lei que pune o homicídio seja inconstitucional devido à sua imprecisão sobre a assistência médica ao suicídio.

Em síntese, a Corte julgou que “a aplicação da lei do homicídio à assistência médica ao suicídio passa no teste de constitucionalidade porque a lei está razoavelmente vinculada aos legítimos interesses do Estado em preservar a vida, prevenir o suicídio, proteger a integridade da profissão médica, garantir que todas as decisões de fim de vida sejam informadas, voluntárias e racionais e proteger as pessoas vulneráveis da indiferença, preconceito e pressões psicológicas e financeiras para acabar com suas vidas”.

Chris Schandevel, advogado da Alliance Defending Freedom (ADF), argumentou que o suicídio assistido por médicos degrada radicalmente a prática da medicina.

Os pacientes precisam ser capazes de confiar em seus médicos para apoiá-los e cuidar deles. Oferecer a morte de pacientes terminais por meio de drogas como um sucesso rápido destrói essa confiança, disse.


segunda-feira, 25 de julho de 2022

Corrida a prohibir o aborto nos estados americanos

Kevin J. Stitt, governador de Oklahoma assina lei que proibe aborto
Kevin J. Stitt, governador de Oklahoma assina lei que proíbe o aborto
Luis Dufaur
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Antes mesmo de a Suprema Corte de Justiça anular a sentença Roe vs Wade de 1973 que introduziu sub-repticiamente o aborto na Constituição americana, o estado de Oklahoma se adiantou e virou oficialmente o primer estado da União a proibir o aborto por fertilização. Seu governador, o republicano Kevin Stitt, sancionou a lei, informou “Yahoo”.

Ele mesmo disse que quer fazer do seu estado “o mais pela-vida”, ou seja, o mais anti-aborto do país.

Oklahoma conta com seus cidadãos e os convidou a tomar medidas legais contra qualquer pessoa suspeita de ter ajudado ou mesmo encorajado uma mulher a fazer um aborto.

No ano passado, o vizinho estado de Texas impediu os tribunais de bloquear sua lei estadual que veta o aborto. Passou por cima da sentença Roe vs Wade estabelecida pela Suprema Corte em 1973 e que ainda vigorava nesse momento.

A forte ânsia dos parlamentos estaduais em legislar contra esse crime que inclui vinte e seis estados conservadores, mais da metade do país, fez que o Tribunal Supremo de Iowa emitisse sentença definindo que não há o direito ao aborto na Constituição do estado. Também antes mesmo do Tribunal Supremo anule Roe.

A lei do Iowa garantia que os centros de aborto dessem às mulheres oportunidade de ver a seus bebês não nascidos numa ecografia e escutar a pulsação do coração de seu bebe pelo menos 24 horas antes do aborto. Essa constatação fazia muitas mulheres desistir do hediondo crime.

A governadora de Iowa, Kim Reynolds,  assina os planos mais restritivoss do aborto no país
A governadora de Iowa, Kim Reynolds,  assina os planos mais restritivos do aborto no país

Iowa também exigia que os centros de aborto fornecessem informações sobre os recursos disponíveis para a criação e a adoção, e que confirmem por escrito que as mulheres foram notificadas.

A disputa estava acirrada entre o Tribunal Supremo de Iowa e a governadora Kim Reynolds e mais 60 legisladores estaduais pela vida.

Agora ficou encerrada a discussão, devendo a Corte Suprema de Iowa anular suas decisões e declarando que o direito ao aborto não está na constituição do estado e tampouco na lei federal superior.

Wisconsin tinha uma lei de 1849 proibindo o crime em todo o estado que voltou a entrar em vigor logo após a nova sentença da Corte Suprema. Os representantes do Partido Democrata tentaram derogar essa lei, mas foram impedidos.

O estado de Indiana baniu o aborto totalmente a partir do 15 de setembro 2022.

Em Dakota do Sul só ficava uma clínica de aborto, e em Minnesota não há nenhum médico disposto a fazê-lo, graças a Deus.

Por sua vez, a Planned Parenthood, o gigante do genocídio do aborto anunciou que não praticará mais esse assassinato a partir do 25 de junho, noticiou “Infocatólica”.


segunda-feira, 27 de junho de 2022

Suprema Corte dos EUA declara abolido o aborto. Isso rachará o país?

Militantes pela vida enfrentam partidarios do aborto diante da Suprema Corte
Militantes pela vida enfrentam partidários do aborto diante da Suprema Corte antes do anúncio
Luis Dufaur
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A Suprema Corte dos Estados Unidos revogou a delcaração Roe vs Wade que há 50 anos legalizou o aborto, noticiou “The New York Times”, como aliás toda a imprensa internacional espavorida. 

Todas as leis ou normas a todo nível que se apoiavam na delcaração Roe vs Wade ficaram sem fundamento na legislação.

O vazamento jogou fogo no crescente conflito cultural e moral que devora o país e pode pô-lo ao borde de um incêndio nacional com incalculáveis repercussões mundiais.

A decisão Roe vs Wade instituiu a massacre dos inocentes no maior e mais liberal país do mundo. E foi perverso pretexto ou inspiração para leis de aborto no mundo todo.

Invalidada aquela decisão, a disputa pelo aborto ficará com os legislativos estaduais, onde a oposição é intrincada e até furiosa há anos.

Assim sendo, a maioria das leis de aborto parece felizmente destinada à ilegalização em pelo menos metade dos estados americanos.

De fato, em numerosos estados as formalidades legais aprovadas tornaram impraticável o crime de aborto sendo frequente a desaparição das clínicas da morte.

Prevaleceu a maioria conservadora de 6-3 na Corte, mas a vida política nacional e estadual virará campo para uma das questões mais controversas da vida pública americana. 

Em breve, há um risco é de aprofundar a divisão do país já polarizada em dois blocos mutuamente hostis, em que um lado despreza o valor insondável da vida e o outro o defende.

Abortistas e anti-abortistas em disputa diante da Suprema Corte
Abortistas e anti-abortistas em disputa diante da Suprema Corte

De início, rapidamente o presidente abortista Joe Biden anunciou um projeto de lei e pediu votos para a eleição de meio termo para obter deputados e senadores que o aprovem. Algo muito discutível pois os legisladores preferem conservar sua cadeira e o aborto é um tema pelo qual podem perde-lha.

Como em outros países, os legisladores não querem perder suas cadeiras e despejam as grandes decisões sobre os juízes. O resultado é uma politicagem feroz nos tribunais. Agora não poderão.

Acresce que nas eleições, quando está em jogo uma causa moral, diminuem as abstenções e aumentam os votos conservadores. O gesto do Biden teve muita repercussão na mídia mas pode ter sido tolo.

A Suprema Corte exibia um rosto ativista libertário quando esgrimiu tortos sofismas para aprovar o aborto em 1973. Porém, o rosto de hoje é do oposto conservador.

Em boa medida a Corte não pode ir contra a opinião pública que está dividida em duas partes irredutíveis. O que fazer para as esquerdas?

Para “The Economist” procurar uma saída conciliadora ou exercer a moderação será tido como intolerável por alguma das partes em luta e o Tribunal poderá perder sua capacidade de resolver disputas pacificamente.

Abolindo como fizeram, o crime do aborto os juízes enfrentarão uma pressão política esquerdista crescente. 

Todos os candidatos presidenciais democratas, em geral favoráveis ao aborto, serão interpelados para pressionar a Suprema Corte. Pressão oposta virá do lado republicano contrário e o Tribunal que deve garantir o equilíbrio constitucional terá seu futuro hipotecado a uma tempestade ideológica.

Caindo a resolução Roe vs Wade as divisões dos EUA em estados conservadores e democratas se aprofundarão porque o sistema federal dá liberdade para cada um redigir suas próprias leis.

Leis estaduais em extremo divergentes poderão opor a Califórnia ao Texas por exemplo e as minorias nesses estados se sentiriam atropeladas.

Estados vizinhos divergentes em pontos hipersensíveis dificilmente poderiam coexistir e se unir num esforço nacional quando as circunstâncias o requererem.

E a coluna material que sustenta o mundo ocidental poderia se rachar em inúmeras partes pondo em dúvida a coesão do futuro do mundo atual.

Isso é o custo de uma decisão imoral que levou a vida de milhões de crianças em gestação.


terça-feira, 7 de setembro de 2021

Texas abole quase totalmente o aborto

'O futuro é contra o aborto': estudantes texanos apoiam o banimento do aborto
'O futuro é contra o aborto': estudantes texanos apoiam o banimento do aborto
Luis Dufaur
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O estado de Texas, o segundo maior dos EUA em superfície e população, e o terceiro mais rico da união americana, pôs em vigor uma lei que proíbe o aborto assim que os batimentos cardíacos do feto são sentidos.

Ou, em outras palavras, num momento em que muitas mães ainda não sabem que estão grávidas, informou BFMTV.

A lei estadual texana proíbe desta maneira todos os abortos após a sexta semana de gravidez.

Também encoraja a população a denunciar os infratores.

Texas, entretanto, fica aguardando uma decisão da Suprema Corte dos EUA sobre um recurso formulado em emergência contra dita lei.

No máximo tribunal judiciário os conservadores são a maioria (seis em nove).

Se não decidir contra esta lei – aliás, não é necessário decidir antes de entrar em vigor – o Texas se tornará um dos estados americanos mais severos contra o aborto, no limite de uma proibição total que de momento não é possível por causa de jurisprudência do Supremo americano.

Obviamente as organizações abortistas tentaram tudo o que podiam contra a decisão estadual pedindo com urgência ao Supremo o bloqueio da entrada em vigor da lei ou tentando forçar os tribunais federais a fazê-lo.

A lei foi assinada pelo governador do Texas, Greg Abbott, como parte de uma ofensiva liderada por estados americanos conservadores contra o crime do aborto.

A lei torna ilegais a grande maioria dos abortos – até em casos de incesto e estupro.

O grande e populoso Texas é vilipendiado pelas organizações de planejamento familiar, porque mais de 85% das mulheres que matam seus filhos ainda não nascidos o fazem após seis semanas de gravidez. E isso agora ficou impossível.

Antes do Texas, doze estados aprovaram leis para proibir o aborto assim que o batimento cardíaco fetal fosse perceptível.

Essas leis foram invalidadas pelo Supremo Tribunal Federal que autorizava o aborto até entre 22 e 24 semanas de gravidez.

'Cada coração importa' dizem estudantes em Austin, Texas
'Cada coração importa' dizem estudantes em Austin, Texas
Mas o Texas formulou sua lei de forma diferente: não cabe às autoridades fazer cumprir a medida, mas “exclusivamente” aos cidadãos, incentivados a apresentar queixas civis contra organizações ou pessoas que ajudam mulheres a fazer abortos.

Os cidadãos que iniciarem um processo desses receberão pelo menos US $ 10.000 em “indenização” em caso de condenação.

Na Internet já há formulários para registrar “informações anônimas” nesse sentido.

O dispositivo torna mais difícil a intervenção dos tribunais federais.

A entrada na Suprema Corte de Justiça de três juízes conservadores galvanizou os oponentes do aborto que aspiram reverter a polêmica decisão de 1973, Roe v. Wade, que achou constitucional o aborto.

Mas defensores da vida temiam que, como infelizmente tem acontecido, juízes ditos conservadores no momento decisivo votassem pela posição mais imoral.

Entretanto, a Suprema Corte, último recurso inapelável, deu luz verde à lei do Texas numa apertada votação 5-4. A votação libera temporariamente a aplicação da lei, adiando para o futuro um julgamento definitivo. Cfr. “The Guardian”.

Pela lei já em vigor qualquer cidadão que more no Texas ou em outro lugar pode processar um provedor de aborto que viole a lei.

A perspectiva de uma chuva de processos judiciais por parte dos militantes antiaborto pode fechar a maioria das clínicas abortistas no estado.

Os principais políticos democratas, desde o presidente Joe Biden até a ex-Secretária de Estado Hillary Clinton, deblateraram contra a Suprema Corte por ter deixado passar a lei do Texas.

Biden deplorou uma lei que segundo ele “viola flagrantemente o direito constitucional”, “direito” esse muito contestado nos EUA.


terça-feira, 22 de junho de 2021

Vaticano freia condena de políticos americanos abortistas

Arcebispo de São Francisco o presidente Biden e a chefe dos deputados Nancy Pelosi não podem comungar porque abortistas
Arcebispo de São Francisco: o presidente Biden e a chefe dos deputados Nancy Pelosi
não podem comungar porque abortistas
Luis Dufaur
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O prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, cardeal Luis F. Ladaria, solicitou ao presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos (USCCB), arcebispo José H. Gómez, adiar o documento que preparavam os bispos declarando “não idôneos a receber a comunhão” os políticos católicos abortistas, entre os quais sobressai o novo presidente Joe Biden, informou “Clarín”.

Políticos que se apresentam como católicos, como é o caso do presidente dos EUA, aprovaram com seu voto leis pelo aborto, a eutanásia e outras questões conflitantes com a moral católica.

Cardeal Ladaria da parte de Francisco freia vetar comunhão a políticos abortistas
Cardeal Ladaria da parte de Francisco: freia vetar comunhão a políticos abortistas
A carta vaticana datada 7 de maio e é uma resposta à outra enviada em 30 de março pelo presidente dos bispos informando que enviaria a minuta do documento “para uma revisão informal, antes de apresentá-la na assembleia para votação”.

O Cardeal Ladaria lembra que a proposta já fora feita em 2020 durante visitas “ad limina”, tendo o Vaticano “aconselhado realizar um diálogo entre os bispos para preservar a unidade da Conferência Episcopal em face das divergências sobre este assunto polêmico” e evitar “uma fonte de discórdia dentro do episcopado e da Igreja em geral nos EUA”.

De fato, bispos ultra-modernizados e relativistas estariam dispostos a aprovar ou fechar os olhos à profanação dos Sacramentos por políticos imorais e maus católicos.

Papa pede reconciliação aos bispos e salva Biden de condenação pelo aborto
Papa pede reconciliação aos bispos e salva Biden de reprovação pelo aborto
O Cardeal adverte que “uma política nacional sobre o valor da Comunhão” “precisaria expressar um verdadeiro consenso dos bispos sobre o assunto”.

Esqueceu que em primeiro lugar o “verdadeiro consenso” dos bispos deve ser com o ensinamento de Jesus Cristo e das Sagradas Escrituras.

A resposta foi entendida como uma recomendação do Papa Francisco em favor dos políticos de esquerda que pretendem continuar se dizendo “católicos” violando o ensinamento milenar da Igreja e escandalizando os fiéis.


terça-feira, 18 de junho de 2019

Onda pela vida varre os EUA

Mike Gonidakis, Sue Swayze Liebel e Eric Johnston obtiveram vitórias legislativas estaduais pela vida
Mike Gonidakis, Sue Swayze Liebel e Eric Johnston
obtiveram vitórias legislativas estaduais pela vida
Luis Dufaur
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É uma onda na maioria dos estados dos EUA. E é uma onda pela vida, avaliou com pesar o jornal arauto do aborto “The New York Times”.

Um estado após outro aprovou amplas restrições do massacre dos inocentes neste ano, chegando à proibição quase total em Alabama, à proibição em Ohio após detectar latido fetal e à interdição em Utah após as 18 semanas.

Vários estados sancionaram leis que desafiam as proteções judiciárias federais ao aborto com júbilo dos setores conservadores e temor nas esquerdas.

Por isso, diz o “The New York Times”, o movimento antiaborto, desenvolvido durante quase cinco décadas, está mais perto do que nunca de reverter a sentença Roe vs. Wade, da Corte Suprema. que legalizou o aborto no país e serviu de modelo para o resto do mundo.

terça-feira, 17 de julho de 2018

De volta as escolas que respeitam a psicologia dos meninos e das meninas

Rendimento escolar específico cresce a olhos vista.
Rendimento escolar específico cresce a olhos vista. Escola católica nos EUA.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Ressurgem as escolas exclusivas para meninos ou meninas. Elas favorecem o desenvolvimento de uns e de outras. E estão aumentando a cada ano. Hoje somam 240 mil escolas em 70 países no mundo.

Uma moda inspirada no espírito anárquico igualitário de Maio de 68 e no relativismo moral espalhado em nome de Concílio Vaticano II desqualificou as escolas single-sex (só para meninos ou só para meninas).

A revolução cultural-sexual da Sorbonne começou em marco de 1968 na Universidade de Nanterre, na periferia de Pais, reclamando toaletes comuns para homens e mulheres.

Hoje, essa reivindicação está no cerne da agenda LGBT e causa profundas divisões nos EUA, onde a população recusa a mistura de toaletes que admitiria aos transexuais.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Doceiro recusa bolo a dupla LGBT, é processado,
mas vence na Suprema Corte dos EUA

Clientes parabenizam Jack Phillips (de luvas) após vitória na Suprema Corte
Clientes parabenizam Jack Phillips (de luvas) após vitória na Suprema Corte
Luis Dufaur
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A Suprema Corte dos Estados Unidos julgou em favor do confeiteiro cristão Jack Phillips, dono da confeitaria familiar “Masterpiece Cakeshop” em Lakewood, Denver, estado do Colorado, que recusou fazer um bolo de casamento para um casal homossexual por motivos religiosos.

A informação agastou tubas da mídia americana como o “The Washington Post” e foi ecoada até por órgãos da mídia brasileira como o “O Estado de S.Paulo”. 

Os ministros do Supremo discordaram por 7 x 2 da Comissão de Direitos Civis do Colorado que aceitou como válidas as queixas LGBT contra Jack Phillips. A Suprema Corte considerou que a Comissão mostrou hostilidade a uma religião.

A Suprema Corte considerou que a ideologizada Comissão violou os direitos religiosos de Phillips garantidos pela Primeira Emenda da Constituição dos EUA.

A Comissão dizia que o confeiteiro violou a lei antidiscriminação do Colorado, que proíbe a qualquer um recusar serviços com base em raça, sexo, estado civil ou orientação sexual.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Templo Satânico pede aborto
em nome de ‘liberdade religiosa’

Estátua que grupos satanistas querem instalar
diante do Legislativo de Oklahoma,
perto de monumento ao 10 Mandamentos. É liberdade religiosa?



A militante feminista Amanda Marcotte achou contraproducente que uma seita satanista desafie as limitações ao aborto em nome da liberdade religiosa.

Ela alertou que se os luciferinos ideologicamente próximos dela obtiverem o que desejam, os conservadores tirarão proveito amanhã para restringir mais o aborto apelando para a liberdade religiosa, comentou a National Review.

O grupo luciferino Satanic Temple exigiu que uma clínica de aborto lhe fizesse uma exceção religiosa.

Amanda Marcotte não tem nada contra os satanistas. Para ela o aborto é uma questão de direito humano, e não de religião. Mas se, em nome da liberdade religiosa, os satanistas obtiverem um benefício para cultuar o príncipe dos infernos, amanhã os conservadores virão com mais argumentos religiosos contra o aborto.

Nesse sentido a extremista Amanda faz parte daqueles que omitem ou negam a essência religiosa do problema do aborto, e não querem tratar desse fundo religioso.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Bispo dos EUA reafirma proibição de dar a Comunhão a pecadores públicos

D. Thomas J. Paprocki, bispo de Springfield, Illinois, EUA
D. Thomas J. Paprocki, bispo de Springfield, Illinois, EUA

O bispo de Springfield (Illinois), D. Thomas J. Paprocki, apoia claramente os sacerdotes que negam a Comunhão aos políticos que se declaram católicos mas cooperam com projetos contrários aos ensinamentos da Igreja.

O site “Lifesitenews” noticiou que o bispo ratificou plenamente a decisão de um sacerdote diocesano que recusou a Eucaristia ao senador Dick Durbin. Este político sustenta a associação abortista Naral Pro-Choice.

O editorialista católico Matt Abbot divulgou que o escandaloso senador “foi informado há anos pelo responsável da paróquia do Santíssimo Sacramento de Springfield que não podia receber a Santa Comunhão em virtude do cânon 915 do Código de Direito Canônico”. O senador acatou a proibição.

O cânon 915 (equivalente a um artigo dos nossos Códigos) estabelece textualmente que “não devem ser admitidos à Sagrada Comunhão os excomungados e os interditados após a imposição ou declaração da pena, e aqueles que obstinadamente persistam num manifesto pecado grave”.

O cumprimento desta norma legal provoca debates e até ira na mídia e nos inimigos da Igreja. Também não é bem aceito por certos bispos da linha “progressista” ou amigos de governos de esquerda, que argüem por vezes um falso senso de caridade ou de misericórdia.

domingo, 25 de maio de 2014

Tentativa de “missa negra satânica” em Harvard.
Estudantes reparam ofensa ao Corpo de Cristo

Convite missa negra satânica
A encenação de uma “missa negra satânica” havia sido agendada para segunda-feira, 12 de maio, véspera da festa de Nossa Senhora de Fátima, na prestigiosa Universidade de Harvard, nos EUA.

A “missa negra” é um culto satânico com blasfêmias e sacrilégios, que faz as vezes de uma paródia da Missa católica. Muitas orações são invertidas para exprimir o contrário do rito católico e cultuar Lúcifer, informou o “Boston Globe”.

O satânico ritual foi aprovado pelo Harvard Extension Cultural Studies Club e deveria ser executado pelo grupo “Satanic Temple”, de Nova York. O responsável por esse grupo declarou que não seriam usadas hóstias consagradas, como é o sacrílego costume, segundo informou a CNSNews.

A tentativa de amortecer as reações incluía a “explicação” de que essa “missa negra” seria apenas uma manifestação de independência em relação à autoridade da Igreja, quando na realidade trata-se de cultuar a revolta de Satanás contra o Sacrifício Redentor da Cruz, renovado em toda Missa autenticamente católica.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

O quê explica o entusiasmo que houve pelo nascimento do bebê real inglês?

Primeira foto oficial do pequeno príncipe
Primeira foto oficial do pequeno príncipe
O nascimento do filho do príncipe William e da duquesa de Cambridge Kate Middleton desencadeou uma onda de alegria e simpatia no mundo inteiro.

Passado o primeiro momento, a reflexão sobre o acontecimento provoca surpresos e admirados comentários.

“O porvir da dinastia Windsor está garantido”: a manchete não foi de um jornal sério, mas do tabloide “The Sun”, o qual percebeu que seus leitores, inclusive os republicanos, se regozijavam de forma esmagadora com a feliz notícia para a monarquia.

Sociólogos, peritos e comentaristas ‘progressistas’ queimam os neurônios tentando “explicar a enorme popularidade da família real britânica” – comentou o jornal progressista e socialista francês “Le Monde”.

As pesquisas apontam o príncipe William, o feliz pai, como mais popular do que a rainha, cujo índice de aprovação superou 90% durante o Jubileu de Diamante em 2012. Só 17% dos interrogados se disseram abertamente republicanos, mas muitos deles partilhavam a emoção e o entusiasmo pelo bebê real.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Texas aprova uma das leis mais restritivas ao aborto nos EUA

Governador de Texas sanciona a lei mais restritiva ao aborto dos EUA
Rick Perry, governador do Estado de Texas – o terceiro mais importante dos EUA – assinou uma lei que exige a presença de um médico registrado no hospital durante o aborto, que os abortos só sejam praticados em instalações médicas capazes de realizar hospitalizações, e proíbe os abortos após 20 semanas de gravidez, noticiou o jornal “La Presse” do Canadá.

O aborto foi aprovado nos EUA por uma decisão iníqua da Suprema Corte que os Estados não podem contradizer, mas a cujo respeito podem baixar normas prudenciais.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Abaixo assinado recorde de 38.000 estonianos derruba “casamento” homossexual


A Fundação Estoniana pela Defesa da Família e da Tradição coletou o maior abaixo assinado da história do país, recolhendo 38.000 assinaturas contra o “casamento” homossexual que alguns deputados tentam passar no Parlamento.

A Fundação fez chegar um convite nesse sentido aos 580.000 lares existentes na Estônia, tendo recebido a adesão de 6,5% da população do pequeno país.

Slawomir Olejniczak, porta-voz da Fundação, declarou à agência LifeSiteNews que a petição atingiu essa adesão recorde malgrado o silencio massivo da imprensa oficial do país.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Astro católico e pró-vida do futebol americano cancela encontro com Obama

Matt Birk, jogador central do Baltimore Ravens, clube que acaba de ganhar o famoso Super Bowl (Super-Taça) do futebol americano, recusou-se a participar da habitual recepção concedida aos vencedores pelo presidente dos EUA, na Casa Branca.

Matt disse que seus princípios a favor da vida o impediam de encontrar-se com o presidente Obama, noticiou o “The Huffington Post”.
Católico e pai de seis crianças, Matt declarou à rádio KFAN-AM, de Minnesota, ter “grande respeito pela função da Presidência”, mas que “há cerca de cinco ou seis semanas, nosso presidente fez uma alocução na qual disse ‘Deus abençoe a Planned Parenthood’”.

domingo, 9 de junho de 2013

Jovem troca discurso de formatura por Pai-Nosso, apesar de proibição nos EUA

Roy Costner reza o Pai Nosso diante de todos e é aclamado
Roy Costner reza o Pai Nosso diante de todos e é aclamado

O estudante Roy Costner foi escolhido para orador na cerimônia de formatura da escola secundária Liberty, na Carolina do Sul.

Ele foi aclamado pelos presentes quando decidiu substituir pelo Pai-Nosso a mensagem que havia redigido.

Ele entendia enviar assim uma resposta às autoridades educativas do condado (distrito) de sua cidade, que proibiram as orações nessas cerimônias, segundo noticiou a agência ACIPrensa.

O público ficou emocionado quando o jovem rasgou o discurso já pronto e aprovado oficialmente pela diretoria da escola.

Logo a seguir afirmou desde o estrado que agradecia a seus pais por tê-lo educado na Fé desde criança.

domingo, 14 de abril de 2013

Dakota do Norte torna praticamente impossível o aborto

Jack Dalrymple 1280, governador de Dakota do Norte
Jack Dalrymple, governador de Dakota do Norte
Jack Dalrymple, governador do estado rural de Dakota do Norte (EUA), promulgou em 26 de março as leis mais restritivas do aborto no país, noticiou a revista socialista francesa “Le Nouvel Observateur” não sem mal-humor.

Nos EUA, o aborto foi introduzido por um acórdão da Suprema Corte de Justiça, equivalente ao nosso STF, e embora os estados não possam proibir essa prática assassina, podem pôr limites à sua aplicação e assim salvar grande número de vidas.

Neste caso, a primeira lei promulgada pelo governador proíbe toda forma de aborto desde o momento em que as primeiras batidas de coração da criancinha no ventre materno são perceptíveis.

Isto ocorre por volta da sexta semana após a concepção, quando muitas mulheres ainda ignoram que estão grávidas.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Abortômetro”: 55.772.015 crianças assassinadas nos EUA desde o acórdão ‘Roe v. Wade’ de 1973

Os Estados Unidos registraram um dos piores holocaustos da história da humanidade no 40º ano da legalização do aborto, aprovado em 22 de janeiro de 1973, escreveu a agência LifeNews.com.

Desde aquela data, pelo menos 55.772.015 crianças inocentes foram assassinadas pelo aborto no ventre materno.

Uma cifra de deixar atrás os piores criminosos de guerra condenados em Nuremberg, as chacinas coletivas ordenadas por Lenine e Stalin.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Nos EUA, novas gerações de católicos “pegam fogo por Jesus Cristo e sua Igreja”

“Nós somos a geração pela vida”
“Nós somos a geração pela vida”
No “The Washington Post”, um dos jornais líderes do esquerdismo “moderado” dos EUA, Ashley McGuire, editora de www.Altcatholicah.com, descreveu uma descoberta pessoal que a deixou muito pensativa.

Ashley McGuire
Convertida do protestantismo, no día da Santíssima Trindade de 2012, ela decidiu ir à Missa na catedral católica de sua cidade, Colorado Springs, tida como a “Meca Evangélica”.

Para sua surpresa, os bancos estavam cheios de casais jovens, com muitos filhos.

Eram na maioria “hispanos”, que a mídia costuma apresentar como esquerdistas e identificados com as propostas demagógicas e anticatólicas do presidente Obama.