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terça-feira, 29 de março de 2016

Itália e Japão perdem população

Berçário vazio na Itália.
Berçário vazio na Itália.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



A Itália sempre se destacou por sua população numerosa, trabalhadora e reveladora de infindos talentos.

Essa abundância também alimentou uma grandíssima emigração que contribuiu pujantemente para o desenvolvimento de países novos como o Brasil, a Argentina e os EUA.

As famílias numerosas estavam na base deste fenômeno demográfico abençoado por Deus.

Porém, no ano de 2015 a taxa de natalidade italiana foi a mais fraca nos últimos 154 anos, e sua população diminuiu pela primeira vez em 30 anos segundo informou o Instituto Nacional de Estatísticas (Istat).

Os decessos aumentaram em 9%, nível sem precedentes depois da II Guerra Mundial. Os nascimentos caíram 3% em relação ao ano anterior. Em outros números nasceram apenas 488.000 crianças incapazes de cobrir o vazio deixado por 653.000 falecimentos.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Sem crianças, metade das cidades japonesas pode se extinguir

Reprime-se a natalidade e o país vira um enorme refúgio de velhos
Reprime-se a natalidade e o país vira um enorme refúgio de velhos

O que nem a bomba atômica conseguiu a ‘cultura da morte’ está obtendo: extinguir a população do Japão.

Uma subcomissão ad hoc do Conselho de Política do Japão chegou à conclusão de que quase metade dos municípios do país terá dificuldades para continuar existindo normalmente até 2040, informou a BBC Brasil.

O estudo focou a população de mulheres com idade de 20 a 39 anos, pois elas são o fator-chave para o futuro da população japonesa.

Liderada pelo ex-ministro de Assuntos Internos, Hiroya Masuda, dita subcomissão elaborou a lista das cidades, vilas e aldeias cujas populações diminuirão em pelo menos 50% no período 2010-2040, se continuarem as atuais tendências anti-populacionais.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Brasil a caminho de virar um país muito idoso


A forte e rápida queda no índice de nascimentos fará que a população brasileira comece a diminuir em 2030, segundo a pesquisadora Ana Amélia Camarano do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/2008), citado por “O Globo” .

Estocolmo: média de idade cada vez mais alta é também o futuro do Brasil?

“Nos anos 80, projetávamos que a população brasileira chegaria a 200 milhões no ano 2000. Com a queda na taxa de fecundidade, devemos alcançar esse número em 2020. E talvez nem chegue a isso”, disse.

As repercussões econômicas serão múltiplas e os idosos terão que trabalhar para o País não afundar.

Mas, o pior é o desfazimento da família que está na base desta perda do desejo instintivo de ter filhos.

Mulheres que tem que sustentar a família, netos abandonados que moram com os avós, mães ausentes do lar são realidades quotidianas que refletem o afundar da família e afastam os filhos.

Sem restauração da família, o Brasil não tem futuro.

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