sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Vida ou anti-vida? Religião ou perseguição? Jesus Cristo ou socialismo? Padre fala e política fica abalada

O Pe. José Augusto Souza Moreira, da Canção Nova, pronunciou homilia se fundamentando no Evangelho e na natureza da vocação sacerdotal e apontou a incompatibilidade do plano de governo com o catolicismo.

O sermão feito durante a Missa foi medularmente religioso.

Entretanto, desencadeou uma ofensiva de críticas - de essência também religiosa por parte da esquerda católica - e de intimidações de fonte partidária.

Essas reações reforçaram a denúncia do sacerdote no sentido que paira sobre o Brasil uma ameaça muito real de perseguição religiosa.

A Canção Nova, em comunicado oficial assinado pelo seu fundador Mons. Jonas Abib dissociou-se do gesto do Padre José Augusto e retirou o vídeo do sermão de seu site e de Youtube.

Veja vídeo
Homilia do Pe. José Augusto
PARTE I
Veja vídeo
Homilia do Pe. José Augusto
PARTE II

O vídeo, entretanto, encontra-se em diversos endereços, inclusive em sites como Youtube ou Gloria.tv.

O Pe José Augusto, entretanto, parecia prever o que viria, pois afirmou no referido sermão:

“Podem me matar, podem me prender, podem fazer o que quiser. Não tenho advogado nenhum. Podem me processar e, se tiver de ser preso, serei. Não tem problema, mas eu não posso me calar diante de um partido que está apoiando o aborto, e a Igreja não aprova”.

A homilia do Pe. José Augusto está tendo larga repercussão internacional nos sites e agências católicas, grupos pró-vida e pro-democracia.

Apresentamos a continuação o vídeo com a homília completa (dividido em duas partes) do destemido sacerdote para que o leitores possam avaliar serenamente a gravidade dos perigos para o Brasil na atual encrucilhada.

Video: Homilia do Pe. José Augusto, 1ª parte



Video: Homilia do Pe. José Augusto, 2ª parte



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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Crueldade com os não-nascidos, falso sentimentalismo com os animais

Contradição: falso sentimentalismo pelos cavalos de corrida...
O Parlamento da Catalunha interditou as corridas de touros na região, alegando o bem-estar dos animais.

A lei era exigida pelo extremismo ambientalista e apoiada por uma campanha internacional de mídia, ONGs e até a União Européia.

Astutamente, o Parlamento não mexeu com outras festas taurinas que são muito mais populares na Catalunha.

Na esteira da proibição catalã, a ministra do Turismo da Itália Michela Brambilla propôs abolir a corrida de cavalos do Pálio de Siena alegando que alguns animais saem machucados e até são sacrificados.

... e insensibilide com pela cruel massacre dos inocentes
Para a ministra essa popularíssima corrida que vem do século XII passa uma imagem da Itália como país pouco amigo dos animais, informou o diário “The Telegraph” de Londres.

A corrida é a coroação de uma série de festividades de alto conteúdo cultural e religioso. Nelas são comemoradas duas festas de Nossa Senhora: a da Visitação em 2 de julho e a da Assunção em 15 de agosto.

Por sua parte, o Pe Rubén Tejedor, do Seminário Menor da diocese de Osma-Soria, Espanha, denunciou a hipocrisia dos ambientalistas: fingem sentimentalismo pelos animais, mas promovem leis de aborto condenando a espantosa morte milhares ‒ e até milhões ‒ de não nascidos.

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domingo, 19 de setembro de 2010

Palmada nos filhos não pode; machadada na família pode!

A maioria dos brasileiros já levou palmadinha dos pais, já deu nos filhos e é contra o projeto de lei federal que proíbe palmada, beliscões e castigos físicos em crianças, segundo pesquisa Datafolha.

É contra o projeto 54% dos 10.905 entrevistados. 36% é a favor.

Arrepia aos brasileiros a invasão do espaço privado “da casa” pelo Estado que passaria a interferir em fatos ínfimos e muito íntimos da vida do lar.

“Tomei poucas palmadas e foram bem dadas. Na hora, senti que era um castigo. Agora só tenho razões para dizer quão certa minha mãe estava”, disse José Gregori, 80, figura ligada à defesa dos direitos humanos.

O jogador William, 33, capitão do Corinthians confirma: “Levei palmada e apanhei com vara de árvore. Me ajudou a saber os limites”.

“Tenho 70 anos e seis irmãos. Apanhei quando criança. Meus pais sabiam por que batiam e nós sabíamos por que apanhávamos. Nenhum de nós foi lesionado física ou mentalmente. Igual-mente, nenhum de nós foi bandido, cheirador de pó, fumante de maconha ou de crack. Vêm agora “doutores”, psicólogos e outros, inventar uma nova educação, ou melhor, subverter a educação. Assiste-se à derrocada da educação em nome de uma modernidade bestial e grosseira, sem freios e sem respeito”, escreveu o leitor Mauricio Alves, de Vila Velha, ES, para a “Folha de S.Paulo”.

Porém para o radicalismo do PNDH-3, nenhum destes argumentos de bom senso têm valor.

Em nome dos “Direitos Humanos” como ele os entende não pode haver a maternal ou paternal palmadinha, mas o Estado ‒ esse sim ‒ pode interferir não seio da família dando-lhe machadadas como a planejada proibição.

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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

200 estudantes católicos americanos fazem protesto pacífico diante de clínica abortista

O grupo pró-vida "Shield of Roses" (Escudo de Rosas), movimento estudantil do Christendom College, realizou um exemplar protesto pacífico diante da clínica de abortos da “Planned Parenthood” sediada ao norte da Casa Branca, em Washington, D.C.

Participaram no ato mais de 200 estudantes e membros do corpo docente. O grupo rezou e cantou a “Salve Rainha” e a ladainha lauretana, além de outras orações.

Embora o vídeo chegou tarde para nós ‒ o ato aconteceu em 31 de outubro do ano passado ‒, pareceu-nos que merece ser divulgado.

Veja vídeo

Mais informações do ato em Catholic News Agency.

Video: 200 estudantes católicos americanos fazem protesto pacífico diante de clínica abortista
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domingo, 12 de setembro de 2010

ACI: Bispos e líderes cristãos alçam a voz contra iniqüidade proposta pelo PT

SÃO PAULO, 10 Set. 10 / 07:00 pm (ACI).- Bispos e líderes cristãos no Brasil estão somando forças para conscientizar os fiéis católicos e os membros das demais confissões cristãs que o Partido dos Trabalhadores, ao qual pertence o Presidente Lula e a candidata Dilma Roussef, vem trabalhando na promoção da iniqüidade através de iniciativas para legalizar as uniões homossexuais como matrimônio, remover os símbolos cristãos dos locais públicos, e despenalizar e promover o aborto no Brasil.

Um dos bispos que mais abertamente se pronunciou contra as práticas do PT, foi Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, Bispo de Guarulhos , que em um recente artigo denunciou que «na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência».

«Denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida,dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender», acrescentou.

«Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais "liberações", independentemente do partido a que pertençam», afirmou taxativamente Dom Bergozini.

No seu “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”, a comissão episcopal representativa do Conselho Episcopal do Regional sul 1 da CNBB, presidido por Dom Nelson Westrupp lê-se que «considerando que, em fevereiro de 2010, o IVº Congresso Nacional do PT manifestou apoio incondicional ao 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3)(...) no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, dando assim continuidade e levando às últimas conseqüências esta política antinatalista de controle populacional, desumana, antisocial e contrária ao verdadeiro progresso do nosso País, (...)

RECOMENDAMOS encarecidamente a todos os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras, em consonância com o art. 5º da Constituição Federal, que defende a inviolabilidade da vida humana e, conforme o Pacto de S. José da Costa Rica, desde a concepção, independentemente de sua convicções ideológicas ou religiosas, que, nas próximas eleições, dêem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalização do aborto».


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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Maioria de adolescentes americanos é virgem por razões religiosas

Estudo da agência do governo americano Center for Disease Control and Prevention detectou que entre 2006 e 2008, 58% das moças e 57% dos rapazes de entre 15 e 19 anos se declaram virgens, noticiou EWTN News. Os números são basicamente os mesmos de análoga pesquisa efetivada em 2002.

A principal razão aduzida pelos jovens para se abster de relações sexuais pré-conjugais foi porque essas vão “contra a religião ou a moral”. 41% das moças e 35% dos rapazes deram essa resposta.

Uma larga maioria (76% das moças e 79% dos moços) dos adolescentes declarou que não mantivera relações sexuais no mês anterior ao inquérito. O relatório é de junho de 2010 e leva o título “Teenagers in the United States: Sexual Activity, Contraceptive Use, and Childbearing.”

O relatório patenteou que políticas imorais e anti-vida para a juventude promovidas por organizações tipo Planned Parenthood estão desconectadas da realidade. Elas, mais bem, procuram “afastar os jovens da moralidade e da influência religiosa” sob pretexto de “educação sexual”.

A proporção de adolescentes que perderam a virgindade atingiu um máximo em 1988 e desde então vem diminuindo. A influência de Maio de 68 e a falsa impressão que a Igreja Católica aprovaria os desregramentos morais em decorrência do Vaticano II atingiu seu auge naquela data.

Porém, hoje os velhos hippies não tem quase seguidores e os seminários “progressistas” fecharam ou estão desertos.

O relatório é mais uma constatação de uma imensa virada que acontece em largos setores da juventude rumo ao conservadorismo, a família, a moral e a ortodoxia religiosa.

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domingo, 5 de setembro de 2010

Maioria é contra o aborto no Ceará

Fortaleza, vista aérea


Mais uma prova de que o PNDH3 está contra os desejos da população brasileira.

No que depender da maioria dos cearenses, os projetos que despenalizam o aborto e destroem a família tradicional, e que estão embutidos no PNDH3, devem ir para o cesto de lixo.

Nada menos que 70% dos cearenses ouvidos pela pesquisa Datafolha para o jornal “O POVO”, de Fortaleza, querem que a lei sobre aborto permaneça como está, opondo-se a propostas de descriminalizar a prática, como já chegou a apregoar até o ministro da Saúde, José Temporão.

Ministro da Saúde, José Temporão
Empossado como Ministro da Saúde em 2007, no segundo mandato do governo Lula, Temporão defendeu a posição de que “o aborto é uma questão de saúde pública”, como se matar inocentes no seio materno pudesse afetar a saúde do povo.

Suas declarações causaram indignação na sociedade brasileira, e mesmo de sua própria mãe, descrita por ele como sendo uma católica muito devota.

Em artigo estampado pelo jornal “O POVO” (28-8-2010), a articulista Gisele Dutra comenta os resultados da pesquisa.

Brasão de Fortaleza
“No Ceará, apenas 12% dos entrevistados acham que a prática deve deixar de ser crime em qualquer caso” ressaltando que a rejeição ao aborto está geralmente ligada a motivações religiosas e, por isso mesmo, causa divergências.

A pesquisa também tratou da união entre pessoas de mesmo sexo, o que foi visto com simpatia por apenas 26% dos cearenses ouvidos, enquanto 57% se disseram contrários a esta forma de união. Houve 15% dos entrevistados que se mostraram indiferentes.

A pesquisa ouviu 937 cearenses, com 16 anos ou mais, nos dias 24 e 25 de agosto últimos, em 41 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

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terça-feira, 24 de agosto de 2010

Mártires ugandeses animam resistência à Revolução Cultural


Mais de 500.000 católicos ugandeses foram ao santuário de São Carlos Lwanga e companheiros, os “Mártires de Uganda”, na peregrinação nacional anual dos santos, informou a agência CNA.
Os 22 mártires foram pajens da corte do rei pagão Mwanga e entre 1885 e 1887 preferiram a morte antes que renegar a Cristo.

Eles estavam entre os primeiros convertidos na Uganda. Seu sacrifício foi decisivo para que os católicos hoje atinjam o número 12,6 milhões num total de 28 milhões de habitantes.

Cada ano sejam celebrados por volta de 400.000 batismos.

Hoje, o catolicismo ugandês assume corajosa atitude contra a imoralidade dos preservativos e contra o falso “casamento” homossexual.

Na romaria, D. Henry Ssentongo, bispo de Moroto, lembrou aos fiéis que “não basta comemorar o fato de Uganda ser um país de mártires; mas, mais ainda devemos seguir suas pegadas e imitar Cristo até as últimas conseqüências!”.

Estas palavras fazem pleno sentido em resposta . A Uganda resiste à Revolução Cultural que quer lhe impor costumes antinaturais amaldiçoados por Deus Nosso Senhor.

O martírio

O rei reuniu a corte e ordenou:

‒ “Todos entre vocês que não têm intenção de rezar podem ficar aqui ao lado do trono; aqueles, porém, que querem rezar reúnam-se contra aquele muro”.

O chefe dos pajens, São Carlos Lwanga, foi o primeiro a ir até o muro, sendo seguido por outros quinze.

O rei perguntou então:

‒ “Mas vocês rezam de verdade?”

‒ “Sim meu senhor, nos rezamos”, respondeu Carlos em nome dos companheiros.

‒ “Querem continuar rezando?”

‒ “Sim meu senhor, até a morte.”

‒ “Então, matem-nos”, decidiu bruscamente o rei.

Rezar, tinha-se tornado sinônimo de ser cristão, e era absolutamente proibido no reino de Mwanga, rei de Buganda, hoje Uganda.

São Carlos Lwanga foi queimado lentamente a começar pelos pés. São Kalemba Murumba foi abandonado numa colina com as mãos e os pés amputados, morrendo de hemorragia. São André Kagua foi decapitado.

São Carlos Lwanga e os outros 21 mártires foram beatificados pelo Papa Bento XV em 1920 e canonizados por Paulo VI em 1964.

Um grandioso santuário foi erigido em Namugongo, onde os pajens guiados por São Carlos Lwanga proclamaram que iriam rezar até a morte. (Fonte: ACIDigital).

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O anti-cristianismo é o verdadeiro motor do “casamento” homossexual?


A reivindicação pelo “casamento homossexual” é estranhamente balofa. Por um lado aduz uma série de “Direitos Humanos”.

Além do mais proclama atender uma minoria muito vasta ‒ ao menos na mídia e entre os “famosos” do escândalo.

Porém, quando se desce à realidade, constata-se que as palavras e os pretextos não batem com a evidência.

E fica-se com a impressão que o motivo real da campanha para impor o “casamento” sodomítico é apagar a influência do cristianismo nas leis, nas instituições e nos costumes.

O artigo a seguir publicado no site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira traz valiosos dados nesse sentido:



Suécia: um fiasco o número de uniões homossexuais

Atilio Faoro

Na Suécia, o número de uniões de pessoas do mesmo sexo prova que o movimento homossexual é um bluff.

Por pressão do lobby homossexual, no dia 1º de maio de 2009, entrou em vigor na Suécia uma lei que autoriza a união entre pessoas do mesmo sexo. A lei foi aprovada pelo Parlamento com 261 votos a favor e 22 contra.

Ademais, também por pressão do lobby homossexual, este pseudo-casamento passou a ser celebrado, desde novembro de 2009, nos templos da Igreja Evangélica Luterana da Suécia.

E o que aconteceu após um ano de aplicação da lei?

Um fracasso, ocultado pela mídia e pelo lobby homossexual: apenas 48 uniões! E para 2010, estão previstas 44. Para se medir bem o fracasso, a cada ano, celebram-se 20.000 casamentos tradicionais na Suécia.

Bandeira nacional sueca
“Nós não esperávamos uma multidão, mas que sejam tão poucos nos surpreendeu”, disse Håkan Sjunnesson, porta-voz da Igreja Luterana de Luleå”.

Mais da metade destas uniões deram-se em Estocolmo, na capital. “Nas cidades pequenas, torna-se difícil os homossexuais se apresentarem”, declara Nelson Haraldson, representante de um movimento homossexual. E explicou: “Quando ocorre uma união entre homossexuais [em pequenas cidades] o povo vem para observar e não quer absolutamente que sua cidade se torne conhecida como uma cidade de homossexuais”. As declarações foram estampadas pelo jornal alemão “Frankfurter Rundschau” (1-8-2010).

As reações do povo sueco e o número ridiculamente baixo de uniões homossexuais mostram como são exageradas as informações da mídia sobre o movimento homossexual.

Agora na Suécia, aprovada a lei, a realidade aparece. Os homossexuais são uma minoria insignificante. Sua força vem do escandaloso apoio que recebem da mídia, da televisão com sua novelas, dos políticos esquerdistas comprometidos ideologicamente com a agenda do lobby homossexual e do abundante dinheiro público.

Fenômeno semelhante ocorre no Brasil. A Folha de São Paulo, mencionando apenas as fontes dos organizadores, citou 3,4 milhões de participantes na parada homossexual de São Paulo em 2008. Em 2009, a Rede Globo de TV transmitiu a parada em direto em cadeia nacional em seu programa “Fantástico”. Ainda em 2009, ela contou com a presença da ex-prefeita Marta Suplicy, do atual prefeito Gilberto Kassab e de sindicalistas da CTB, CUT, Força Sindical e UGT. Inúmeras notícias falam da ajuda financeira e logística dos governos federal e estadual, prefeituras e empresas públicas.

Sem este apoio a minoria homossexual jamais conseguiria chamar sobre si a atenção da opinião pública. O movimento homossexual é uma cobra criada, um bluff.


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terça-feira, 27 de julho de 2010

Bebês nascem com senso do bem e do mal

Bebês reconhecem e gostam dos personagens bons.
Na foto criança espanhola sauda os Reis Magos
Cada vez mais a ciência está se convencendo de que o bebê possui uma noção, rudimentar mais muito verdadeira, do bem e do mal desde o início de sua vida.

Teorias amorais até há pouco dominantes como as de Sigmund Freud, Jean Piaget ou Lawrence Kohlberg, hoje não recolhem o consenso científico. A objetividade dessas teorias é refutada por via experimental.

Por exemplo, o professor Paul Bloom, professor de Psicologia da Universidade de Yale, EUA, junto com sua esposa Karen Wynn e Kiley Hamlin, do Laboratório de Cognição Infantil da mesma Universidade, conduziram sucessivos estudos sobre a capacidade de avaliação moral dos bebês de entre 6 e 10 meses.

Os cientistas chegaram à conclusão de que nessa tenra idade os bebês já discernem o personagem bom e o mau, manifestando atração pelo primeiro e recusa pelo segundo.

Eles concluíram também que os bebês não explicitam racionalmente o que é bom ou mau, mas eles têm uma propensão inata a procurar o bom, decente e belo e a repelir o que é mau, feio ou cruel.

Professor Paul Bloom, diretor do estudo
A equipe descreveu as experiências em artigo para “The New York Times” e no livro “How Pleasure Works: The New Science of Why We Like What We Like”. O artigo foi vertido ao espanhol e reproduzido pelo diário “La Nación” de Buenos Aires.

Diante de fatos primários os bebês não são neutros: tendem a sorrir e bater palmas diante das coisas boas e belas, mas franzem a testa e viram a cabeça diante das coisas más e feias.

Estudos experimentais de outros cientistas mencionados pelo Prof. Bloom apontam que os bebes de três meses preferem as caras de pessoas da mesma raça de sua família. Quando atingem 11 meses gostam mais dos indivíduos que partilham seus costumes alimentares e querem que seus alimentos preferidos fiquem melhores. Com 12 meses eles preferem as pessoas que falam a língua deles.

A conclusão final do prof. Bloom é que os homens já nascem com uma moral visceral que escolhe instintivamente entre o bem e o mal. Isto é, a moral não é uma criação cultural, social, ou fruto de um condicionamento ambiental ou religioso.

A moral que o homem adota e cultiva ao longo da vida ‒ e que pode vir a ser sólida e raciocinada ‒, na prática é edificada sobre essa noção moral primordial com que os recém-nascidos vêm à vida.

“Tudo indica, conclui a equipe, que os bebês possuem os fundamentos da moral, a capacidade e a vontade de julgar as ações dos outros, certo senso de justiça e respostas viscerais diante da bondade e da maldade”.

Fica por saber o que o PNDH-3 tentará fazer com os bebês que nascem, aliás como sempre, visceralmente anti-ecumênicos!


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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Rebelião cívica contra o “casamento homossexual” na Argentina: povo reprova políticos e mídia

San Juan

Grupos de cidadãos saíram às ruas das cidades argentinas com panelaços em defesa do casamento, pedindo a revogação do voto do parlamento que incluiu o “casamento” sodomítico no Código Civil.

A população sente-se enganada por um processo legislativo que correu por baixo do pano e por deputados e senadores que prometeram votar no sentido contrário do que fizeram

O chefe do Cartório de Registro Civil da cidade de Concordia, na província de Entre Rios, fronteira com o Brasil, Alberto Arias, exprimiu no domingo sua rejeição ao “casamento” entre pessoas do mesmo sexo “por razão de consciência”. Ele delegará a obrigação a um funcionário caso alguém tente esse falso casamento.

Os cidadãos querem o veto em defesa do casamento. Apesar da impopularidade generalizada a reforma ameaça o próprio fundamento da família ‒ casamento ‒ equiparando-o às uniões homossexuais. É também uma ameaça contra os direitos da criança.

Arias, refletindo o sentimento da maioria da cidadania, declarou sua convicção de que não pode ser chamada de “casamento” a união de um par de duas pessoas do mesmo sexo.

Esta é a segunda rejeição da reforma do Código Civil nos últimos dias. Na sexta-feira, na cidade de General Pico, província de La Pampa, a juíza Martha Covell, também se recusou a “casar” homossexuais “por questão de princípios religiosos”.

A rebelião cívica em defesa do matrimonio, longe de ser desencorajada pela ratificação parlamentar do projeto, reforçou panelaços em todo o país exigindo o veto à Lei comicamente apelidada de “gaymônio”.

Espontaneamente, os cidadãos chamando uns aos outros, na Capital Federal reuniram-se em grande número perante o Congresso Nacional para repudiar a lei, batendo panelas e objetos em rumoroso protesto

Em San Juan

Na Praça 25 de maio de San Juan, província do noroeste, a convocação foi feita através de SMS, Facebook, e e-mails.

A rejeição da reforma do Código Civil para equiparar as uniões homossexuais ao casamento levou os cidadãos a continuar saindo às ruas para defender a família e defender o direito de menor de ser educado por um pai e uma mãe. Os manifestantes também protestaram contra a capciosa doutrinação do “gênero”. Esta exige educar as crianças na falsa idéia de que ninguém nasce com um determinado sexo, mas que cada um escolhe o que quer.

Em San Juan, a convocação começou ao meio-dia, mas espalhou-se por todo o país. Muitos em outras cidades seguiram o exemplo em protesto contra o governo e os partidos políticos que aprovaram a lei.

Tucumán
O bispo de San Juan, D. Alfonso Delgado, disse que a lei do casamento homossexual “não tem a necessária legitimidade social” e foi feita à revelia das convicções do povo.

D. Delgado disse que a luta não acabou com a derrota parlamentar. “O compromisso com a dignidade do indivíduo, família e as crianças que são mais vulneráveis não termina com esta votação no Senado”.

“A norma jurídica aprovada não tem a necessária legitimidade social, porque contradiz um amplo consenso social observado no país. Trata-se de um grave dano ao bem social”, acrescentou.

Em Tucumán

Na populosa cidade de Tucumán, norte argentino, diferentes setores convocaram outro panelaço na Praça da Independência, na noite de quinta-feira 15 de Julho, repudiando “a covardia do senador provincial Sergio Mansilla”.

Os manifestantes também repudiaram a atitude da senadora Beatriz Rojkés, que votou contra a vontade do povo de Tucumán que 'representa', segundo disseram os organizadores. Não é uma questão de partidos, mas uma questão de valores básicos como a família que estão por cima de qualquer outra consideração.

Deputados e senadores, habituados à impunidade, estão descobrindo que em matéria como vida e família o povo pune em democracia de um modo que os têm espantados.

No Brasil, as esquerdas anti-vida já se preparam para desencadear nova ofensiva estimuladas pela lei argentina

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quinta-feira, 15 de julho de 2010

NÃO ao "casamento" homossexual! : dizem 200.000 argentinos

200.000 diante do Congresso Nacional
Em uma histórica mobilização, 200 mil argentinos vindos de todo o país se congregaram esta tarde em frente ao Congresso da Nação para defender a família e o matrimônio como a união entre homem e mulher perante as tentativas de legalizar o “matrimônio” entre pessoas do mesmo sexo e conceder a estes casais o direito à adoção de crianças., informou ACI Digital.

Manifestação na cidade de Santa Fé
A poucas horas de que o Senado trate um polêmico projeto de reforma do Código Civil sobre este tema, já aprovado pela Câmara Inferior, os manifestantes se dedicaram a proclamar o valor do matrimônio e a necessidade de proteger a família.

Conforme informou a agência católica AICA, “os organizadores destacaram o caráter pacífico da manifestação cidadã.

“Só houve ordens positivas em favor do matrimônio homem-mulher, bandeiras argentinas, e uma frase em comum: ‘Salvemos a família’.

“A cor laranja identificou os manifestantes, em sua maioria famílias com filhos, estudantes e representantes de movimentos eclesiais”.

Um dos momentos culminantes foi o ingresso à praça de uma bandeira nacional de 200 metros.

Ela foi trazida especialmente desde Rosário, aos gritos de “Argentina, Argentina!”.

Não ao "casamento homossexual" em Córdoba, centro do país
Manifestações semelhantes vêm acontecendo em todo o imenso território argentino

Alguns grupúsculos de militantes homossexuais tentaram um "ruidazo" no Obelisco. O local é de muita circulação por causa de casas e cinemas noturnos.

Segundo a imprensa portenha teriam se aproximado ao ato perto de 300 pessoas.

O ato teve caráter escandaloso e provocativo, porém teve sirviu para patentear a espantosa desproporção entre os postuladores do aberrante "casamento" e os defensores da família bem constituída.

Infelizmente essa desproporção não se reproduz -- como seria normal numa democracia -- no recinto dos deputados e senadores. Antes bem prevalece o contrário.

Repúdio ao casamento sodomítico em Tucumán, no Norte argentino
A decalagem entre os desejos do povo representado e seus representantes ameaça fazer passar o "casamento" indesejado pela maioria dos argentinos.

Video: 200.000 argentinos dizem NÃO ao "casamento homossexual"
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terça-feira, 13 de julho de 2010

Arcebispo espanhol chama a desobedecer a lei do aborto

Contra o "direito" de matar (aborto) e pelo direito de viver, Madri
MADRI, 13 Jul. 10 / 11:13 am (ACI).- O Arcebispo de Burgos, Dom Francisco Gil Hellín, advertiu que não existe o direito a matar um inocente e portanto não existe a obrigação de obedecer a nova lei do aborto, deve haver porém "uma oposição frontal e sem restrições".

"Digamo-lo com total claridade: esta lei não é lei, embora se apresente assim por algumas instâncias políticas e legislativas. E não o é, porque ninguém tem direito a eliminar um inocente. Por isso, ela não obriga. Mais ainda, reclama uma oposição frontal e sem restrições", expressou o Prelado em uma carta pastoral.

Dom Gil Hellín chamou a impedir a tirania porque a reta razão não admite o aborto como um direito, já que se trata de matar "uma pessoa que não tem nenhuma culpa".

Por la vida, contra la muerte "legalizada"
O Prelado assinalou que o "direito a existir de uma pessoa já concebida, embora ainda não tenha nascido, não é uma crença desta ou aquela religião. Não é preciso ser um fiel religioso para afirmar que um inocente tem direito a ser defendido e respeitado em sua integridade".

O sentido comum se rebela ante o intento de eliminar a uma pessoa por uma responsabilidade alheia ou para "ganhar dinheiro ou votos", acrescentou.

O Arcebispo indicou também que "é uma falácia afirmar que esta lei tenha sido passada pela maioria do Parlamento e que este representa a maioria dos cidadãos; ou dizer que se o Tribunal Constitucional opinar dessa forma, seria uma desobediência opor-se, e mereceria uma sanção".

"Não existe o direito a matar um inocente", di arcebispo
"A falácia consiste em atribuir a políticos, juízes ou cidadãos um direito que eles não têm. E ninguém tem direito a legislar que se possa matar um inocente", expressou Dom Gil Hellín, quem chamou os espanhóis a ajudarem a "todas as mães que se encontram em dificuldades e facilitemos sua maternidade com todos os meios que dispomos", para assim "parar esta seqüela do aborto que, só na Espanha, destruiu já mais pessoas que o número de habitantes das cidades de Zaragoza, Córdoba e Burgos".

(Fonte: ACI Digital)

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Farcs exploram menores mas mídia não protesta

Menina de 13 anos recrutada pelas FARC
Elda Neyis Mosquera, ex guerrilheira das FARCs marxistas-leninistas, "Karina", confessou à Justiça colombiana a participação em 214 crimes, entre os quais o recrutamento de 108 menores de idade e perto de 80 fuzilamentos.

Os fuzilamentos incluíram 12 civis, acrescentou ela. Ela chefiou a Frente 47 das FARCs antes de desertar. Elda confirmou os fatos em declarações a radio Caracol.

Certa mídia e algumas figuras públicas e eclesiásticas se insurgem contra a Igreja Católica por maus procedimentos de um número reduzido de eclesiásticos em tempos remotos, mas fingem ignorar crimes imensamente piores contra menores de idade praticados hoje em dia por agentes da subversão comunista, socialista ou da Revolução Cultural.

O caso de Elda deita mais luz sobre o viés ideológico da ofensiva contra a Igreja sob pretexto de alguns abusos ou maus tratos de menores, muitas vezes não demonstrados, por parte de clérigos sob responsabilidade pessoal.

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terça-feira, 6 de julho de 2010

Dez mil jovens equatorianos prometem castidade. E fidelidade no casamento

Jóvens católicos equatorianos prometem castidade e fidelidade
Dez mil jovens equatorianos das cidades de Quito e Cuenca engajaram-se publicamente a ficarem castos até o casamento e, este uma vez realizado, a serem fiéis até a morte, informou a Agência da Igreja Católica Argentina ‒ AICA.

Amparo Medina, membro de Ação Provida, instituição organizadora do ato, os milhares de jovens ouviram “testemunhos sobre a indústria da morte, dos anticonceptivos, o aborto, a mentira do preservativo, as conseqüências da anticoncepção”.

Falaram mulheres que “nas portas de uma clínica de aborto com a ajuda de voluntárias de Provida, puderam ver o que é em verdade um aborto, receberam ajuda e disseram Sim à vida.

Os berros de emoção dos jovens vendo as criancinhas salvas e sua felizes mães, foram um grande Sim à vida”, acrescentou.

“Voltaremos a repetir atos como este, pela vida de nossos filhos e de nossas famílias. Por um Equador livre do impero da morte, da anticoncepção e do aborto", concluiu Amparo Medina.


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terça-feira, 29 de junho de 2010

Países e professores pedem mudar sentença que proibe crucifixos nas escolas

Crucifixo em escola italiana

Dez países integrantes do Conselho de Europa solidarizaram-se com a Itália, país condenado por exibir crucifixos nas salas de aula e se declararam parte no processo, ao lado de Roma.

Por sua vez, trinta e sete professores de Direito de onze países pediram ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos para que anule dita decisão proibindo as imagens de Cristo crucificado nas escolas e locais públicos italianos, informou a agência AICA.

Os professores sustentam que a decisão desse Tribunal atenta contra uma muito vasta gama de símbolos religiosos não só em locais públicos de toda Europa, mas também contra símbolos fundamentais, como bandeiras e escudos nacionais.

Selos italiano comemoram “raízes cristãs" da Europa
De fato, se o absurdo critério do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos prevalecer, seriam atingidas bandeiras nacionais como as da Suíça, Inglaterra e dos países escandinavos que ostentam o símbolo da Cruz.

“A tentativa de exilar os símbolos religiosos dos locais públicos seria temerária, porque esses símbolos e as idéias religiosas que eles representam são parte integral do tecido da civilização européia”, apontaram os professores.

Eles também advertiram que a sentença pode inspirar um conflito generalizado entre governo e religião.

Eric Rassbach, diretor nacional de litígios do Fundo Becket para a Liberdade Religiosa, explicou que “em vez de anunciar uma cruzada contra a religião, a Corte deveria procurar que a religião e governo ajam em dialogo harmonioso”.

Exemplo típico das novas tensões que podem ser geradas pela sentença desse Tribunal aconteceu na própria Itália. O governo italiano emitiu uma série de selos postais dedicados aos Santos Padroeiros de Europa.

Estes selos seriam proibidos pelo Tribuanl dos  "Direitos Humanos"
Os selos comemoram as “raízes cristãs na formação da identidade cultural européia”. A emissão não contraria a letra, mas o critério apontado pela contestada decisão do Tribunal dos Direitos Humanos de Estrasburgo.

Os selos reproduzem imagens dos santos Cirilo e Metódio, Santa Brígida de Suécia, São Bento de Nursia, Santa Catarina de Siena e Santa Teresa Benedita da Cruz. Na parte inferior está escrito “O poder e a graça”, “Santos padroeiros de Europa” junto com o logo do Correio italiano.

Na lógica dos “Direitos Humanos” como os entende o Tribunal Europeu, essa emissão também deveria ser condenada. A rigor a Igreja Católica ficaria impedida de cumprir sua missão: “Ide e pregai a todas as gentes”.

O Tribunal de Estrasburgo atentará para o bom senso corrigindo perturbadora sentença ou atiçará mais a ofensiva do laicismo anticristão?


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terça-feira, 22 de junho de 2010

Do Luxemburgo: apelo para salvar a vida de nascituros com um clique!

A associação SOSvita (conheça mais) desde o Luxemburgo pede nosso apoio moral para salvar incontáveis vida ameaçadas pelo aborto.

A sorrelfa o Parlamento do Luxemburgo planeja levar a cabo uma ampla liberalização do aborto.

A introdução de uma assim chamada “indicação social” nada mais é que um Aborto a Pedido, deixando assim as crianças nascituras inteiramente desprotegidas.

Os políticos afirmam desejar deste modo uma redução do número de abortos.

Contudo apenas uma proibição – e não uma liberalização – dos abortos é que poderá diminuir o derramamento do sangue de crianças inocentes.

Todos podemos agir e impedir esse crime. Sim, do Brasil também! Imagine a impressão dos legisladores de Luxemburgo quando perceberem que até do Brasil chegam protestos!

É necessário que empreendamos uma reação enérgica, e especialmente importante:

Mande seu e-mail de protesto. Já são mais de 50.000 no mundo todo!

Quero agir agora em prol da defesa dos nascituros!

Juntamente com a introdução da Indicação Social está planejada também a aprovação de um aconselhamento obrigatório. Este aconselhamento obrigatório não impedirá a matança de crianças nascituras e não passa de um mero disfarce. Todos devemos protestar contra esta planejada liberalização do aborto.

Por isso a SOSvita exige e nós apoiamos também:

Inicialmente: Nenhuma espécie de indicação para abortos!

E a meio prazo: Total proibição dos abortos!


Os deputados têm a livre escolha de se tornarem defensores dos nascituros ou seus carrascos.

Participe desta importante iniciativa e torne-se uma voz dos nascituros. Devemos isso a nossos filhos!

Leia por favor o que acontecerá, se você não reagir ou protestar agora.

Quero agir agora e participar desta campanha de protesto mundial. CLIQUE AQUI

Os políticos de Luxemburgo decidiram já em 2008 apoiar a expansão da cultura da morte, quando introduziram eutanásia com toda forca e contra a vontade do Grão-Duque Henri.

Esta expansão deve ser agora levada adiante. E só se deterá quando tiver alcançado tudo.

Isso não pode acontecer. Reaja agora e envie seu protesto aos deputados do Parlamento luxemburguês.

Não saia desta pagina enquanto não tiver levantado sua voz em defesa da vida.

Meu engajamento em prol da vida das crianças nascituras.


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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Jovens católicos impedem homossexuais de profanarem a catedral de Lyon

Jovens defenderam a honra da catedral rezando o terço

120 militantes homossexuais e de extrema-esquerda cantando a Internacional e bradando slogans anarquistas como “proibido proibir” e blasfemias reuniram-se para um provocatório “kiss-in” homossexual na saída da missa da catedral de Lyon.

A ofensa fazia parte do ‘Dia Mundial contra a Homofobia’.

Uma centena de jovens católicos ocupou previamente a praça frente à catedral local rezando o terço e bradando “chega de catofobia!”, “Saint-Jean (a catedral) é nossa!”.

Os homossexuais aumentaram o ambiente de agressão exigindo que os católicos recolhessem um estandarte do Sagrado Coração de Jesus.

Católicos ostentaram com ufania sua fé na Igreja
A polícia de choque recebera ordens de proteger a manifestação homossexual e os jovens católicos sentaram no chão para não serem expulsos. Eles ajoelharam e rezaram o terço.

Eles mantiveram a posição bradando “Europa, Juventude, Cristandade!” e agitando uma badeira do Vaticano.

Os policiais acabaram dispersando os provocadores homossexuais e tentaram dissolver os católicos que formavam uma cadeia com os braços dados.

Eles acabaram sendo espancados e resistiram aos gases.

Três horas depois deixaram a praça degustando a vitória moral, quando os extremistas do “Kiss do ódio anticristão” tinham desaparecido das redondezas.

Os católicos transmitiam os acontecimeentos pela Internet (pela E-deo.info ) minuto a minuto recebendo grande quantidade de apoios de outros jovens.

Vídeos de TV francesa sobre a defesa da catedral de Lyon

Se seu email não visualiza corretamente os vídeos embaixo CLIQUE AQUI





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terça-feira, 1 de junho de 2010

Ugandeses apóiam projeto de lei que pune severamente o homossexualismo

Campala, capital da Uganda
Uma passeata de dezenas milhares de pessoas em Jinja, Uganda, apoiou o projeto de lei contra os homossexuais que tramita no Parlamento de Campala, a capital.

O projeto prevê até pena de morte para o “homossexualismo agravado”, como a “violação” por homossexuais e o “homossexualismo pedófilo, segundo a agência EFE.


O protesto foi organizado pelo Movimento Internacional contra o Homossexualismo em Uganda. Na capital, a Polícia proibiu análoga manifestação. Os participantes carregavam cartazes com frases como “Não à sodomia, sim à família” e “Dizemos não aos homossexuais, o homossexualismo deve ser abolido”.


A opinião pública em numerosos países africanos mostra-se fortemente contrária ao homossexualismo. Porém, organizações pelos “direitos humanos” e governos ocidentais, como os dos EUA, Reino Unido e Canadá, condenaram o projeto que segue o percurso democrático e ameaçaram impor sanções a Uganda caso seja aprovado.

“Democracia” e “direitos humanos” parecem só valer quando servem ao esquerdismo e a imoralidade. Porém, falsos democratas e defensores de “direitos humanos” não os toleram quando esses direitos servem à boa causa.


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terça-feira, 18 de maio de 2010

Nova Constituição da República Dominicana proíbe aborto

Congresso da República Dominicana
A nova Constituição da República Dominicana que penaliza o aborto e “defende a vida desde a concepção até a morte natural” entrou em vigor neste ano, informou a agência ACIPrensa.

Ela foi objeto de um debate de quase sete meses no Parlamento, pois era fortemente objetada pelo abortismo. Mas os verdadeiros defensores da vida militantemente contrários à massacre dos inocentes e aos novos Herodes souberam afirmar suas posições no Direito com inteligência e coragem.

O artigo 37 da nova Constituição assinala que “o direito à vida é inviolável desde a concepção até a morte”.

Se algum parlamento ou algum juiz ideologizado tivessem ordenado praticar o aborto a matéria sairia nas manchetes de jornais e Internet. Mas como é um país inteiro que adota lei contra o aborto, a grande mídia, incluindo os grandes portais da web, abafaram a informação.

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terça-feira, 4 de maio de 2010

Pode-se eliminar um embrião? Não!

A Profa. Dra. Alice Teixeira Ferreira. demonstra estar cientificamente comprovado que a vida humana tem início desde a concepção.

Torna-se urgente empregar todos os esforços para impedir que a tragédia do aborto generalizado por lei se torne realidade.

Contra tal crime inominável, é de grande importância fazerem-se ouvir vozes autorizadas. Na área da ciência, a palavra da Profª. Dra. Alice Teixeira Ferreira é do maior peso.

Convicta anti-abortista, desenvolve ela intensa atividade em defesa da vida e contra a legalização do aborto no Brasil.

Em seu laboratório no Departamento de Biofísica na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), onde é livre docente, a Dra. Alice, médica pesquisadora na área biomédica, recebeu gentilmente a reportagem de Catolicismo.

Ela pesquisa há mais 15 anos na área de biologia celular, sobre os mecanismos de sinalização celular. A renomada pesquisadora é também coordenadora do Núcleo interdisciplinar de Bioética da UNIFESP e professora de Bioética no curso biomédico dessa Universidade.

* * *

Catolicismo — Quais as razões que fundamentam sua posição contrária ao aborto?

Profª Alice Teixeira — Eu baseio minha posição contra o aborto em razões científicas e éticas.

Porque está demonstrado pela ciência que a origem do ser humano se situa no momento da concepção.
O Sr., eu, todos nós tivemos nossa origem na concepção. Esse é um fato que foi descrito pela ciência. A ciência não dá o “porquê”, ela dá o "como”.

Já em 1827 isso foi descrito por Karl Ernst von Baer. Ele observou o ovo, ou zigoto, em divisão na tuba uterina e o blastócito no útero de animais. Em duas obras descreveu os estágios correspondentes ao desenvolvimento do embrião. Por isso é chamado “pai da embriologia moderna”.

Todo livro moderno de embriologia humana traz esta descrição. Todos os textos consultados, nas suas últimas edições, afirmam que o desenvolvimento humano se inicia quando o ovócito é fertilizado pelo espermatozóide. Todos afirmam que o desenvolvimento humano é a expressão do fluxo irreversível de eventos biológicos ao longo do tempo, que só pára com a morte.

O embrião se forma a partir de uma única célula: o zigoto, que, por meio de muitas divisões celulares, forma os tecidos e órgãos do ser vivo.

Já desde o primeiro momento da concepção você tem o aparecimento de um genoma humano específico, característico de cada indivíduo, que é único, e que não se repete mais. Isso significa que todas as células de um mesmo indivíduo, seja o zigoto, as do embrião e as do homem já nascido, têm a mesma organização genética, irrepetida em todos os demais indivíduos.

Com base nessas evidências experimentais, o papa Pio IX aceitou, em 1869, a concepção como a origem do ser humano. E, do ponto de vista da ética, nós temos que respeitar a dignidade do ser humano que está presente ali, na concepção.

Então, por estas razões, eu sou contra o aborto. Porque no aborto, seja com a "pílula do dia seguinte", seja com curetagem ou aspiração, se está eliminando um ser humano.

Se o embrião humano é um ser humano, uma pessoa humana, eu não posso matá-lo, destruí-lo, nem mesmo para utilizar as suas células em pesquisas. O argumento que usam alguns, de que são embriões não viáveis, é falso. Se não fossem viáveis, estariam em processo de morte, e não se faz pesquisa com células em processo de morte.


Catolicismo — A Sra. considera que existe uma indústria do aborto no mundo?

Profª Alice Teixeira — Existe. O Dr. Bernard Nathanson, por exemplo, que foi um dos principais líderes que promoveram o aborto nos EUA (reconheceu ter praticado ele mesmo 5.000 abortos na década de setenta), informa que se paga 300 dólares por um aborto nos EUA.

O Dr. Jorge Andalaft Neto, médico do Hospital do Jabaquara — único hospital onde se pratica oficialmente o aborto — diz que no Brasil um aborto custa entre mil e dois mil reais.

Também a deputada Jandira Feghali afirma que temos no Brasil “milhões” de abortos clandestinos. Esse dado é muito difícil de se confirmar, porque se trata de abortos clandestinos, que não são declarados. Como pode ela afirmar esses números? Quais as fontes de tais dados?


Catolicismo — A Sra. acha plausíveis os números divulgados que indicam algo em torno de 45 milhões de abortos por ano no mundo inteiro, sem contar países como a China, onde o número é provavelmente ainda maior?

Profª Alice Teixeira — Pode ser. Na China existe uma indústria de cérebros de fetos. É o que acontece quando se perde o conceito de vida humana.


Catolicismo — Qual a lógica que está por detrás da insistência em pesquisas com CTEH (células embrionárias), que supõem a morte do embrião, em vez de se utilizar na pesquisa CTAH (adultas)?

Profª Alice Teixeira — Dinheiro... O próprio James Watson — descobridor da composição do ADN, que lhe valeu o Prêmio Nobel — se opôs ao Projeto do Genoma Humano. Mas, como foram investidos no projeto cinco bilhões de dólares, ele acabou aceitando ser o diretor e coordenador do projeto no NIH (National Institute of Health, dos EUA).


Catolicismo — Existe uma ideologia escondida nesses intentos?

Profª Alice Teixeira — J.Watson era partidário da eugenia (“higiene racial”). Afirmava que com o genoma ele chegaria a distinguir quem era mais inteligente, saudável, etc., e que seria possível fazer uma seleção a fim de determinar quem teria o direito de viver, e quem não...


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terça-feira, 20 de abril de 2010

Perversões sexuais não são direitos humanos, diz Cardeal

Cardeal Janis Pujats, Arcebispo de Riga
O Cardeal Pujats, Arcebispo de Riga, capital da Letônia, esclarece o problema do homossexualismo, indica meios para lutar contra essa prática pecaminosa e expõe as razões pelas quais ele a combate, pois não se trata de uma orientação sexual, mas de perversão sexual

Em 1984, o Cardeal Janis Pujats, quando ainda simples sacerdote, foi declarado pela KGB persona non grata e transferido para uma paróquia do interior de sua pátria, a Letônia, então dominada pelo regime comunista. Basta este fato para nos revelar o quanto ele é sumamente persona grata para os católicos.

Nascido em Navireni, no ano de 1930, foi ordenado sacerdote em 1951. Lecionou História da Arte e Liturgia no seminário da capital da Letônia. De 1979 a 1984 foi vigário-geral da arquidiocese de Riga. Em 1988 recebeu o título de prelado honorário do Papa, tendo sido nomeado arcebispo em 1991. Sete anos depois foi designado por João Paulo II Cardeal de Riga –– primeiramente “in pectore”, e três anos mais tarde tal nomeação foi dada a público.

Sua Eminência o Cardeal Pujats é um baluarte na luta contra a difusão do homossexualismo, atuando publicamente contra as chamadas “paradas homossexuais”, e apelando ao governo letão para que proíba tais manifestações. O cardeal concedeu entrevista a nosso colaborador Sr. Valdis Grinsteins, também de origem letã, por ocasião de sua recente viagem à Letônia.

* * *

Catolicismo — O que favorece a expansão do homossexualismo?

Cardeal Pujats — De um lado, o homossexualismo é favorecido pelo enorme culto do sexo, que se propaga através dos meios modernos de comunicação de massa, e também pelo fato de que esse vício tem sido até oficialmente promovido em alguns países, em nome dos mal-entendidos “direitos do homem”. De outro lado, o caminho para o homossexualismo é aberto pela falta de fé e pelo enpedernimento moral de grande parte da sociedade.


Catolicismo — Por que tantas pessoas são indiferentes diante da expansão do homossexualismo?

Cardeal Pujats — Sobretudo são indiferentes a esse problema os que não crêem em Deus, como também os cristãos que não consideram a sua fé como algo importante.

Por que procedem assim? Exemplico com a situação em meu país. No governo, todo um grupo de pessoas depende financeira ou administrativamente de um só indivíduo. Sentindo-se elas pressionadas, ou ficam do lado do superior ou — no melhor dos casos — calam-se e manifestam indiferença, embora no fundo da alma não concordem com esse indivíduo. No aparelho estatal, mesmo um pequeno grupo de funcionários homossexuais pode facilmente obter o objetivo desejado. Essa questão apresenta-se de modo pior no âmbito judiciário. O regime de opressão da União Soviética era mantido pela recíproca dependência dos funcionários.

Entretanto, aos que crêem em Deus de todo o coração, mas não exercem uma real influência na sociedade, só resta organizar-se e corajosamente dar testemunho de Cristo pelo exemplo de suas vidas, baseadas no cumprimento dos mandamentos divinos. Os diversos sistemas mudam e caem, mas “a verdade divina permanece pelos séculos”, como diz o Livro dos Salmos (Sl. 116,2).



Catolicismo — Muitos autores conceituados, apoiando-se nas Sagradas Escrituras e no Magistério eclesiástico, em seus escritos sobre o homossexualismo condenam categoricamente essa prática pecaminosa. São eles entretanto raramente citados, e como conseqüência muitos católicos assumem posição de tolerância em relação ao problema. De que modo se pode proteger os fiéis em face desse perigo?

Cardeal Pujats — O clero tem a obrigação de, citando a Bíblia, lembrar aos fiéis que a Sagrada Escritura condena toda sorte de impurezas. Apoiando-se na Bíblia, podem-se tirar conclusões preliminares para que os fiéis se orientem melhor sobre o que pode e o que não pode ser tolerado.

Devemos pregar que o Direito divino e a Lei natural são estáveis e imutáveis. O que muda é a posição das pessoas e dos parlamentos e o direito que eles criam. Por isso, nenhum legislativo pode eliminar o Decálogo, porque ele se apóia no Direito natural, garantindo a existência da sociedade. Devemos falar que não é permitido extirpar o limite entre o bem e o mal, entre o que é permitido e o que é proibido, claramente estabelecido pela Lei divina. Finalmente, devemos asseverar que o homossexualismo é um vício que se contrai, podendo ser comparado com a dependência de drogas, o alcoolismo, o fumo, etc., razão pela qual os que o praticam não podem pretender serem tratados como uma “minoria”. Devemos dizer que a perversão sexual não pode ser tolerada na esfera pública, para que tal desordem não se transforme em um mau exemplo para toda a sociedade. Se alguém tem inclinações para o vício, este deve ser disciplinado e tratado. Não se pode legalizá-lo ou protegê-lo, invocando a noção erroneamente aplicada de direitos humanos. O homossexualismo não é uma orientação sexual, mas uma perversão sexual.



Catolicismo — Cada vez que a Igreja protesta contra leis que favorecem o homossexualismo, surge a objeção de que ela se imiscui em política. O que V. Emcia. diria sobre tal acusação?

Cardeal Pujats — A Igreja tem o direito de protestar, se o Estado impõe o homossexualismo. A Religião e a moral constituem uma específica esfera de sua competência. Condenando o homossexualismo, a Igreja não ultrapassa pois o limite de sua competência. Ao contrário, são os governos e parlamentos que extrapolam suas competências, tentando alterar os mandamentos divinos e o conceito de virtude e de vício.

Além disso, os acordos realizados pela Santa Sé com os governos de muitos países garantem à Igreja a liberdade de expressão. E também concedem aos fiéis “a possibilidade de livre criação e divulgação de iniciativas sociais, culturais e educacionais, que têm origem nos princípios da fé cristã” (Concordata da Santa Sé com a Letônia, item 9).

O princípio da separação entre o Estado e a Igreja indica unicamente as competências de ambas as partes. Em alguns países, os membros da Igreja católica constituem a maioria dos cidadãos. Poderá o Estado existir, se tais cidadãos forem separados dele de modo artificial? Tanto os fiéis em geral como os bispos são cidadãos de seu respectivo país, com todos os direitos que disso derivam. E também desfrutam o direito de protestar contra leis imorais.



Catolicismo — Como reação contra pressões do lobby homossexual do exterior, na Letônia foi votada uma lei estabelecendo que o casamento é a união exclusiva entre um homem e uma mulher. De que modo os letões protestam contra a pressão da União Européia a favor da propagação do homossexualismo?

Cardeal Pujats — Diante da crescente pressão da propaganda homossexual, o parlamento da Letônia estatuiu em 2005 uma emenda à lei, que estabelece: o Estado “protege o casamento ¬— união entre um homem e uma mulher”, excluindo assim o reconhecimento legal da coabitação homossexual. Um fator importante na luta contra essa perversão sexual na Letônia é a voz comum de todos nessas questões morais. Justamente por isso, no dia 13 de fevereiro de 2007 o primeiro-ministro abrogou o projeto de lei apresentado ao parlamento pelos homossexuais.

Praticamente desapareceram as iniciativas de organizar em Riga “paradas homossexuais”. Em seu lugar, os cristãos organizam no verão a Festa da Família, através de uma solene marcha pelas ruas da capital. Há também um concerto e entrega de prêmios às famílias que se destacam. Os cristãos utilizam-se também da televisão, rádio e imprensa leiga, que é simpática à Igreja.

Quando os homossexuais prepararam e apresentaram ao parlamento seu projeto, os professores de 200 escolas encaminharam ao primeiro-ministro uma carta de protesto. Durante um mês os fiéis das paróquias recolheram mais de 17.000 assinaturas pedindo que o parlamento rejeitasse os projetos de lei que favorecem os homossexuais.



Catolicismo — Nos meios de informação apareceram artigos favoráveis aos homossexuais, mas nada se escreveu sobre esta parte da sociedade que decididamente se opõe ao homossexualismo. V. Emcia. pode explicar isso?

Cardeal Pujats — A afirmação de que a maioria absoluta da sociedade se manifesta pela família normal não é nenhuma novidade. Donde também a posição da maioria não despertar o interesse da imprensa. Como o homossexualismo se liga a escândalo, é pretexto para, de tempos em tempos, aparecer no centro das atenções dos meios de informação.

Nesse assunto, é curioso o seguinte: analisando essa questão, não se procura a essência, mas a priori se anuncia que os homossexuais constituem uma “minoria” discriminada. Neste caso, a condição de “minoria”, com leis especiais, justificaria automaticamente serem recebidas em todos os ambientes pessoas que praticam algum vício, tais como o uso de drogas e o alcoolismo.

Brasão do Cardeal Pujats

Catolicismo — Há alguns meses a imprensa liberal polonesa criticou V. Emcia. pelo modo de combater o homossexualismo. Aparecem também opiniões no sentido de que é melhor silenciar, pois com o silêncio evita-se popularidade para os meios homossexuais. Como V. Emcia. julga isso?
Cardeal Pujats — Em cada país a situação é diferente. O fato é que o silêncio foi um erro nos países onde o homossexualismo já obtivera direitos. Igualmente na Letônia, a tática do silêncio não foi apropriada. O homossexualismo não teve aqui sucesso porque encontrou resistência, como já mencionei anteriormente. É claro, a Igreja condena a violência, mas não é responsável pelo que se passa nas ruas, quando os organizadores de paradas se encontram com opositores. Garantir a ordem nas ruas é competência da polícia.


Catolicismo — Nos Estados Unidos surgiu um movimento que, como resposta à expansão de doenças como a AIDS, promove a castidade, sobretudo entre os jovens. Nas universidades atuam grupos que propagam a abstenção de relações antes do casamento. Infelizmente, por diretrizes da UE, a Europa é “forçada” à promoção da imoralidade. Como lutar contra isso?
Cardeal Pujats — Para debelar as trevas, é necessário a luz. Sobretudo é preciso seguir este ideal: “Bem-aventurados os puros de coração, pois eles verão a Deus” (Mateus 5,8). É necessário viver de acordo com os ditames da fé, praticando-a pelo menos um dia. Então a luz se acende. Depois um segundo dia..., um terceiro, e assim por diante. O maior bem que se pode oferecer aos cônjuges é a guarda da castidade. Muito importante é também que na sociedade seja dominante a convicção de que as relações antes do casamento são um mal, da mesma forma como não é preciso hoje convencer ninguém de que o roubo é um ato a ser repudiado.

Deus reservou o prazer sexual aos cônjuges para que criem seus filhos e fortaleçam sua família. As pessoas que coabitam antes de se casarem são simples ladrões do prazer sexual. Aproveitam daquilo que Deus destinou exclusivamente aos cônjuges. Com isso, prejudicam a si mesmos e à sua família, pois nenhum pecado fica sem conseqüências negativas. Este pecado traz prejuízos também para a sociedade. Se alguém o comete antes do casamento, revela que depois poderá transgredir a lei do matrimônio. É preciso lutar pela pureza antes do casamento, em cada país, pois isso é do interesse da sociedade inteira.



Catolicismo — Na maioria dos casos a prática do homossexualismo tende para uma escalada cada vez maior do desregramento e de uma obsessiva procura de novas sensações, o que constitui a negação das relações existentes no casamento normal. Por que então os homossexuais desejam que suas uniões obtenham o status de casamento, uma vez que elas estão em oposição à essência do mesmo?

Cardeal Pujats — Nessa tendência para a legalização do homossexualismo, na verdade tem-se em vista exclusivamente o reconhecimento da libertinagem pela lei. Quanto às relações homossexuais, é difícil imaginar uma vida feliz onde esse pecado é praticado. Por que então os homossexuais fazem tanta questão de legalizar o pseudo-casamento? Pode-se dizer que o inferno é o lugar de um sofrimento sem limites, mas infelizmente não faltam candidatos que queiram ir para lá.

(Fonte: "Catolicismo", março de 2009)

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