segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Italianos defendem a imagem de Jesus crucificado nas salas de aula

O catolicidade do povo italiano está reagindo de um modo admirável à uma sentença anticristã do Tribunal Europeu de Direitos Humanos que proíbe os crucifixos nas salas de aula.

O Tribunal pretextou que a presença de Jesus Crucificado constitui “violação da liberdade dos pais a educar seus filhos segundo suas convicções” e uma “violação da liberdade religiosas dos alunos”.

A iníqua decisão é inteiramente acorde com o espírito e as finalidades do processo de unificação européia.

Nesse processo, a União Européia (UE) é a organização mais conhecida, e vem escondendo seu rosto anti-cristão e anti-europeu com artifícios verbais, textos legais obscuros e agindo de costas aos povos europeus.

Mas a católica Itália, desta vez, não se deixou ludibriar.

A agência alemã kreuz.net publicou farta informação sobre esta exemplar reação popular, sob o sintomático título: “Esta é a resposta ao Juiz turco de Estrasburgo!”  Em toda a Itália inicia-se uma competição para mostrar isso aos juízes de Estrasburgo.

Por exemplo, o prefeito de San Remo, Maurizio Zoccarato, colocou uma cruz de dois metros no prédio da prefeitura e convidou todos os diretores de escolas a afixarem cruzes nas salas de aula. A cidade de San Remo encontra-se no extremo noroeste da Itália.

Na cidade de Busto Arsizio, perto de Milão, a administração municipal hasteou a meio mastro as bandeiras da União Européia em frente aos prédios oficiais.

Teatro Bellini de Catania, na Sicília com a cruz




Um enorme crucifixo foi instalado diante da fachada do Teatro Bellini de Catania, na Sicília. A decisão foi do superintendente do Teatro Antonio Fiumefreddo. Ele declarou: “fique claro que nós não pretendemos esconder nossa Fé nem tirá-la dos muros, pelo contrário queremos nos mostrar orgulhosos dela”.

A iniciativa, entretanto, foi criticada pelo vice-pároco da igreja de São Pedro e São Paulo de Catania, Pe Salvatore Resca, um dos poucos que aderiu à campanha contra Cristo, tal vez em nome de uma mal-entendida modernidade "ecumênica". O sacerdote foi aplaudido pela União dos ateus e agnósticos racionalistas.

Inúmeras comunidades italianas encomendaram novas cruzes para suas escolas.

A cidade de Sassuolo, província de Modena no norte da Itália, encomendou cinqüenta novos crucifixos. Eles deverão ser pendurados em todas as salas de aula em que ainda não houver algum.

O Ministro da Defesa Ignazio La Russa abordou o tema da defesa nacional espiritual em uma discussão de TV: “Todas as cruzes devem permanecer penduradas, e os opositores da cruz que morram, juntamente com essas instituições aparentemente internacionais!”

A comunidade Montegrotto Terme com 10.000 habitantes – onze quilômetros a sudoeste de Pádua – anuncia em placas de néon: “Noi non lo togliamo” – “Nós não o tiramos”.

O prefeito da cidade de Treviso, noroeste da Itália, resumiu a situação muito bem: “Encontramo-nos no reino da demência, essa é uma decisão, que clama por vingança. O tribunal deve processar a si mesmo pelo crime que cometeu!”

O prefeito de Assis sugeriu que além dos crucifixos fossem colocados também presépios nas salas de aula. A piedosa prática do presépio foi concebida por São Francisco de Assis na Idade Média e agora está se aproximando a época de Natal.

O prefeito da cidade de Trieste esclareceu que tudo permaneceria do jeito que está.


A Câmara de Comércio de Roma ‒ Confcommercio, pediu que as lojas pendurassem crucifixos.

Na comunidade Abano Terme – onde mora a ateísta militante finlandesa que reclamou do crucifixo – houve protestos em frente das escolas a favor da Cruz de Cristo.

Segundo a União dos ateus e agnósticos racionalistas ‒ que obviamente rejubila com a proibição anticristã ‒ Massimo Bitonci, prefeito de Cittadella aconselhou ao prefeito de Abano Terme revogar a licencia de residência da família Albertin, e advertiu que “se estas pessoas tivessem que passar por Cittadella poderiam encontrar suas fotos coladas nas paredes com o dizer “Wanted”.

O prefeito de Galzignano Terme na província de Pádua, Riccardo Roman, ordenou colocação imediata de cruzes em todos os edifícios públicos – não somente escolas, mas também na Prefeitura e museus.

Dentro de duas semanas a polícia irá conferir se a ordem foi obedecida, caso contrário haverá uma multa de 500 Euros.

O Prefeito Maurizio Bizzarri da comunidade de Scarlino no sul da Toscana impôs uma multa de 500 €uros para aqueles que retirem uma cruz dos prédios públicos.

Na cidade de Trapani, no extremo oeste da Sicília, o presidente e o assessor do governo da província encomendaram 72 cruzes com recursos próprios.

Na cidade de Nápoles uma pichação dizia: “Se V. arrancar a cruz, eu arranco a tua mão!”



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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Humanidade “aquece o planeta” e deve ser drasticamente limitada, pedem ecologistas radicais


Aproxima-se a reunião em Copenhague da 15ª Conferência sobre Mudanças Climáticas (COP-15) para propor drásticas medidas ‒ abertamente contestadas por incontável número de cientistas ‒ visando reduzir a emissão de gases estufa. O pretexto de “salvar o planeta” e “reduzir o aquecimento global” contradiz a ciência que prova a inexistência do fenômeno.

Porém, grupos radicais “verdes” anti-vida estão reforçando sua pressão para obter um acordo sob efeito do pânico gerado pelas distorções sensacionalistas.

Numa reunião de cúpula paralela que acaba de acontecer em Barcelona, esses grupos exigiram: “Pára a mudança climática. Toma a pílula!”. Nessa cimeira, a humanidade foi transformada em réu, segundo se deduz das informações publicadas por “El País”, diário madrileno de grande difusão.


Roger Martin, da Optimum Population Trust (ao lado), ONG que postula a limitação da população mundial, o planeta têm cidadãos por demais “emissores de CO2”. Para ele, a humanidade “emite CO2 e se cresce a população aumentará o número de emissores”.

É dado básico que respirando o ser humano assimila oxigênio e expele CO2. Mas a ciência mostra que todo o CO2 emitido pelos humanos em todas as formas de atividades que eles têm, atinge cifras insignificantes, para não dizer desprezíveis, que a natureza assimila e transforma.

Martin fez coro com badalados ecologistas como o radical Paul Ehrlich. Este apelou para uma radical diminuição da humanidade, por meio de controles planetários da natalidade.

Ehrlich agora está na ponta da campanha contra o anti-científico “aquecimento global”. Dezenas de milhares de cientistas contestam a existência desse “aquecimento global” e denunciam que os dados estão sendo manipulados por ativistas outrora engajados com o comunismo, mas que continuam querendo implantar uma ditadura socialista universal. E, para isso, adotaram roupagens “verdes”.

Esses grupos extremistas têm muito eco na grande mídia e nos ambientes políticos.

No fim da cimeira, o próprio Ehrlich ia receber do governo da Catalunha o prêmio Ramon Margalef de ecologia. Ele defende ser “insensato que EUA tenha 380 milhões de habitantes. Não precisamos mais de 140”.


Tais frases induzem um pânico injustificado. E alimentam tendências eugênicas no público, em geral desprevenido, que é objeto de uma manipulação cripto-comunista.

Assim, o jornalista Rafael Méndez do “El País” conta ter ouvido de um taxista durante os dias da cimeira verde anti-vida: “a Espanha tem um 20% de desempregados. Com 20% a menos de população nós viveríamos muito melhor”. A frase parece tirada de um discurso de Hitler ou de Mao Tsé Tung. Mas não. É o resultado do bombardeio dos meios naqueles dias em Barcelona.

Ehrlich é professor em Stanford e autor do livro “A bomba demográfica” (“The population bomb”, 1968) no qual ataca o Papa por se opor a um controle ditatorial e anti-natural da vida.

Ele também ataca os políticos que têm medo de controlar a população de medo de serem acusados de racismo nazista. Porém, Ehrlich insiste que por ali passa “a forma mais simples e barata de tratar de problemas ambientais como a mudança climática”.

A UNICEF aceitou cinicamente em 1992 que o controle da natalidade era a medida mais barata e efetiva para melhorar a qualidade de vida.

Agora, na cimeira de Barcelona Martin exigiu que a ONU “rompa o tabu” e adote o principio de “que o aumento da população aumenta o número de emissores de CO2 e vítimas da mudança climática”.

Para Martin, “cada casal que decide ter um terceiro filho ameaça o equilíbrio ambiental”. Pouco falta para pedir a feroz política de controle das nascenças da China maoísta em nível mundial.

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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Brasil a caminho de virar um país muito idoso


A forte e rápida queda no índice de nascimentos fará que a população brasileira comece a diminuir em 2030, segundo a pesquisadora Ana Amélia Camarano do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad/2008), citado por “O Globo” .

Estocolmo: média de idade cada vez mais alta é também o futuro do Brasil?

“Nos anos 80, projetávamos que a população brasileira chegaria a 200 milhões no ano 2000. Com a queda na taxa de fecundidade, devemos alcançar esse número em 2020. E talvez nem chegue a isso”, disse.

As repercussões econômicas serão múltiplas e os idosos terão que trabalhar para o País não afundar.

Mas, o pior é o desfazimento da família que está na base desta perda do desejo instintivo de ter filhos.

Mulheres que tem que sustentar a família, netos abandonados que moram com os avós, mães ausentes do lar são realidades quotidianas que refletem o afundar da família e afastam os filhos.

Sem restauração da família, o Brasil não tem futuro.

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domingo, 18 de outubro de 2009

“Direito de viver”: mais de milhão e meio de espanhóis foi às ruas contra o aborto

Mais de 1,5 milhão de madrilenos – um milhão segundo a estimativa sempre menor da polícia – saíram às ruas no domingo para manifestar seu desacordo com a massacre dos inocentes que o governo socialista pretende piorar ainda mais.

A grande mídia – e, nisso destacou-se infelizmente mais uma vez a brasileira – não concedeu proporcionada relevância à enorme manifestação de Madri. A imprensa socialista fingiu ter visto apenas alguns “milhares” ou, no máximo, “dezenas de milhares”.

Mas nenhuma destas trapaças jornalísticas ou governamentais foi capaz de diminuir a transcendental importância do acontecido. Tratou-se de maior manifestação jamais realizada em favor da vida. Ela superou largamente até a famosa e multitudinária marcha pela-vida que acontece todos os anos em Washington.

Não há nem mesmo ponto de comparação com as cada vez mais esquálidas manifestações pelo aborto, paradoxalmente muito favorecidas pela mídia.

A imensa multidão estava composta em grande parte de jovens. E transcorreu num ambiente de alegria familiar, ufana de sua condição de católica e bem ordenada.

A manifestação foi organizada por um vasto leque de associações pela vida articuladas pelo grupo “Hazte Oir” http://www.hazteoir.org/. A manifestação foi estritamente apartidária. Ela teve o apoio moral de associações pela vida de 88 países, inclusive do Brasil.

Em Madri participaram delegações de destacadas organizações pela vida como Luci sull'Est da Itália, ou Human Life International que enviaram delegações para a passeata.


Simultaneamente, ou em dias imediatos, ocorreram ou vão ainda acontecer em sintonia manifestações análogas na Irlanda, Colômbia, Argentina, Chile, Costa Rica e Polônia, entre outros.

Associações em favor da vida dos EUA, Itália, França, Holanda, Polônia, Romênia, Eslováquia, Irlanda, México, Chile, Argentina, Equador, Costa Rica, Colômbia, Porto Rico, Venezuela e El Salvador promoveram protestos diante das embaixadas espanholas em seus países segundo informou “HazteOír.org”.

Em Madri, o fato de alguns políticos ‒ não convidados enquanto políticos ‒ comparecerem para se fazerem fotografar não mudou a verdadeira natureza do ato.

Os partidos da situação ou da oposição, em verdade, só tem trabalhado contra a vida, embora em graus mais mitigados que as esquerdas.


O novo projeto socialista de Lei de Aborto leva esse crime a níveis inauditos. Ele estabelece a “liberdade total de abortar” nas primeiras 14 semanas. Atualmente, esse abominável crime está autorizado quando ocorre estupro (até as 12 semanas), malformações do feto (22 semanas) ou “perigo para a saúde física ou psíquica da mãe” (sem limites de tempo).

Porém, um clamor continuado da sociedade denuncia o cinismo com que vêm sendo tolerados ou acobertados os centros abortistas públicos e privados que trabalham em acintosa violação da lei com escuras cumplicidades nos governos nacional ou locais.

Ao mesmo tempo, o governo age com mão pesada contra os defensores da vida que tentam manifestar diante dos locais onde a lei ‒ não só a moral, mas a positiva ‒ é violada com acinte.


A imensidão da manifestação "Direito de viver" de domingo sinaliza que a Espanha não engole essas manobras anti-humanas e anticristãs dos partidos ‒ socialista e aliados ‒ de certa mídia e o lobby da morte.

Ela fala de um porvir esperançoso para a nação espanhola representada super-abundantemente pelas suas famílias e pela sua juventude.

Ela patenteou que o movimento pela vida cresce cada vez mais entre a juventude. Muitas outras iniciativas positivas acontecerão até se eliminar o genocídio feito sob a forma de aborto legal.

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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Família brasileira sofre com decadência religiosa e igualitarismo no lar

Nas últimas quatro décadas a família brasileira sofreu séria erosão, informou “O Globo”. Nesta queda pesou a desnaturação do relacionamento interno na família foi marcada pelo igualitarismo e pelo espírito materialista.

Assim se depreende das palavras de Ana Saboia, chefe da Divisão de Indicadores Sociais do IBGE: “mudaram as relações sociais e familiares. A mulher passou a dividir a provisão da família. O tamanho do respeito dentro de casa passou pelo tamanho do contracheque”.

Tratou-se de uma verdadeira revolução que mudou as relações familiares nos últimos 40 anos. A entrada maciça da mulher no mercado de trabalho nos anos 80 foi uma das principais causas, segundo o diário carioca.

Em 1985, 33% das mulheres saiam do lar para trabalhar. A proporção hoje atinge 52% e continua em expansão. Obviamente, as crianças ficaram relegadas. Quando nos anos 70, o casal tinha em média 5,8 filhos, hoje tem menos dois filhos e o número prossegue em queda.

A degradação não está ligada à pobreza. Pelo contrário as estatísticas apontam um progresso econômico consistente no período analisado.

Para a “cultura da morte” esta decadência ainda é pouco. A socióloga Elisabete Dória Bilac, pesquisadora do Núcleo de Estudos Populacionais da Unicamp, pediu mais do fator mais dinâmico no dano a família: igualitarismo. “Não temos absolutamente equidade de gênero, mas avançamos muito”, disse ela.

Os casamentos, praticamente indissolúveis pela benéfica influência da Igreja, foram se desfazendo. A proporção de mulheres casadas caiu de 60% em 1970 para 45% em 2000.

O “recasamento” está corrigindo os números, mas não conserta as feridas afetivas e não dá ao lar a legitimidade moral e religiosa do casamento indissolúvel.

A sensação de solidão e abandono lateja nos números de mulheres que sozinhas chefiam uma família: 18% em 1991, em 2007, eram 33%.

Mas, segundo a reportagem de “O Globo” a agentes da degradação familiar querem mais igualdade que só será exeqüível com uma maior intromissão das leis do Estado dentro da vida do lar.

A grande solução para o problema está na reconstituição do tecido familiar sob o bafejo doce e sobrenatural da Igreja, mas esta entrou no misterioso “processo de autodemolição” apontado por S.S. Paulo VI.

Este, em pelo menos o caso de numerosos eclesiásticos, contribui e até estimulou a o esfacelamento dos lares, da fidelidade conjugal, do amor a prole com a conseqüente frustração moral e afetiva e aumento de crises psicológicas.

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terça-feira, 22 de setembro de 2009

86% dos americanos querem restringir o aborto

86% dos americanos querem restringir significativamente o aborto revelou a enquete Moral Compass encomendada pelos Cavaleiros de Colombo e o Instituto Marista.

Os números refletem os resultados de pesquisas análogas.

O 79% apóia a objeção de consciência para os trabalhadores da saúde que não querem participar em um aborto.

69% acha que é apropriado que os líderes religiosos se pronunciem sobre o assunto, e 59% pensa que esses líderes devem desempenhar um papel central na polêmica sobre o massacre dos inocentes, informou LifeSiteNews.

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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Escolas mais seguras na Lituânia: governo proíbe promoção da violência e do homossexualismo

O Parlamento da Lituânia aprovou lei que proíbe a promoção da violência, do suicídio, do homossexualismo, da poligamia e outras condutas negativas para a saúde mental, física, intelectual e moral da juventude nas escolas e na mídia, informou LifeSiteNews.

O projeto já tinha sido aprovado, mas o presidente da República cedeu às pressões de Amnesty International e ONGs homossexuais e vetou. O projeto voltou ao Parlamento, onde foi aprovado por uma esmagadora maioria que inviabilizou o veto.

Para os líderes homossexuais foi uma “terça-feira negra” que institucionalizou a “homofobia”.

O novo presidente, Dalia Grybauskait, ficou obrigado pela Constituição a assinar a lei, embora, ela pessoalmente se oponha virulentamente a vontade dos representantes populares.

Pelo outro lado, o deputado Jaroslaw Narkiewicz disse ao diário católico polonês “Nasz Dziennik” que os “membros do Parlamento concluíram que as condutas que têm um efeito destrutivo nas crianças não podem ser toleradas.” Ele acrescentou que hoje a mídia promove essas condutas aberrantes.

“O fato de que esse tipo de condutas é contra a lei natural e contra o cristianismo, é largamente ignorado” pela mídia, completou.

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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Assessor de Obama quer aborto forçado e tirania planetária para limitar a população

O presidente Obama nomeou para Diretor do Escritório de Política para Ciência e Tecnologia a John Holdren [foto] um dos mais radicais pregadores do controle forçado da natalidade.

Holdren advogou também pela esterilização massiva de populações inteiras introduzindo agentes esterilizantes na rede de água potável. Ele também é um grande arauto do que ele chamou de “Regime planetário” que aplicaria esse programa. A matéria foi revelada pela agência LifeSiteNews e se encontra largamente disponível na Internet.

Holdren formulou esse programa para os EUA no livro “Ecoscience: Population, Resources, Environment”, do qual é co-autor.

“Tem sido mostrado ‒ escreveu ele ‒ que leis compulsórias de controle da população, incluindo até leis impondo o aborto compulsório, podem se sustentar sob a atual Constituição se a crise da população se torna suficientemente severa para pôr em perigo a sociedade” (p. 837).

Holdren pretende que “nem a Declaração de Independência nem a Constituição americana mencionam um direito a se reproduzir” e que por causa disso o governo pode obrigar as mulheres a terem crianças ou forçá-las a abortar.

Holdren ataca as famílias numerosas com o infamante e falso argumento de que “contribuem para uma geral deterioração social super-produzindo crianças”.

Nas páginas 786-7 propõe uma “cápsula esterilizante com efeitos de longo prazo que poderia ser implantada sob a pele” das mulheres na puberdade e que “poderia ser removível, com autorização oficial, para um limitado número de nascenças.”

Holdren almejou a introdução de “um esterilizante na água potável ou alimentos” que deveria ser inventado.

Holdren propõe nas páginas 942-3 uma autoridade política internacional que ele chama de “regime planetário”, para garantir o controle da população, dos recursos e do meio ambiente. Esse tirânico poder controlaria e distribuiria os recursos naturais e decidiria qual seria a “população ótima do mundo”.

Para Holdren esse novo despotismo deveria ter poder efetivo para impor suas decisões. Para isso deveria dispor de uma “organização internacional armada, um analogado global das forças de polícia” (p. 917).

Se estas propostas fossem de algum líder autoridade nazista, muitos “democratas” teriam se indignado, mas como bem de um homem de confiança do “social-democrata” Obama fingem que não percebem e ainda recebem bem a seu chefe.

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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Catecismo contra o aborto: como refutar os sofismas que tentam destruir a vida

Novo e original 'Catecismo contra o aborto', do Pe David Francisquini, sacerdote da Igreja do Imaculado Coração de Maria em Cardoso Moreira - RJ, está sendo vendido no Brasil.

Ele traz argumentos decisivos e essenciais para barrar os sofismas da 'cultura da morte'.

Para saber mais

Padre David lembra que aborto de bebés anencéfalos e grave violação da Lei de Deus e da Lei natural


Como comprar um



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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Divórcio causa danos indeléveis à saúde, diz estudo americano

O divórcio causa uma deterioração da saúde física dos conjugues que não se recupera totalmente, ainda que voltem a casar, constatou estudo publicado pela revista científica “The Journal of Health and Social Behavior”, informaram “The New York Times” e “La Nación”.

Linda White, professora de sociologia da Universidade de Chicago e co-autora do estudo, observou do divorciado: “a pessoa não dorme bem, a dieta piora, não dá para fazer ginástica, a pessoa não quer ou não pode ver os amigos. É todo um pacote de dados negativos”.

O estudo foi nacional e consultou 8.652 homens e mulheres com idades entre 50 e 60 anos. Os resultados apontaram que o stress físico causado pela perda do matrimônio persiste ainda quando as feridas emocionais parecem ter sarado.

Homens e mulheres que divorciaram acusaram um 20% a mais de problemas crônicos de saúde, como complicações cardíacas, diabetes ou câncer, se comparados com os que continuavam casados. Também tinham maiores problemas de mobilidade.

As pessoas que tentaram um segundo matrimônio ainda acusavam um 12% a mais de problemas crônicos de saúde e um 19% a mais de dificuldades de mobilidade.

O segundo matrimonio tampouco cura as feridas emocionais. Aqueles que o tentaram manifestavam mais sintomas depressivos que aqueles que seguiam casados.

A Universidade de Ohio realizou uma série de experiências para determinar a relação entre brigas maritais e resposta imunológica, medida pelo tempo que uma ferida pede para cicatrizar.

Após uma briga entre marido e mulher, os ferimentos demoravam um dia a mais para sarar. Porém, nos casais com maiores níveis de hostilidade, as feridas tomavam mais dois dias do que os casais menos briguentos.

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Por que Maria Mariana preferiu casamento e filhos à “fama”


A escritora Maria Mariana escandalizou o feminismo, que, aliás, anda bem na mídia, mas mal na vida real. Maria Mariana abandonou a fama do teatro e da TV para ser mãe de quatro filhos. Agora lançou o livro “Confissões de mãe”.

Em entrevista à revista “Época” explicou que “o fato de eu adorar ser mãe” lhe rendeu muitas qualidades.

Ela explicou por que se desinteressou pela “fama”: “Eu sonhava com uma enorme mesa de família com aquela macarronada no domingo. Eu queria mudar de degrau, mudar de história.”

Ela elogia o parto normal porque predispõe a ser uma “mãe melhor. Todos falam do nascimento do bebê, mas esquecem que a mãe também nasce naquela hora”.

“Amamentar não é um detalhe, diz ela, é para a mãe que merece. Há mulheres que passam nove meses no shopping, comprando roupinhas, aí depois marcam a cesárea e pronto. Aí sabe o que acontece? Elas têm depressão pós-parto.”

Para espanto das decadentes feministas hodiernas, ela continuou: “Não acredito na igualdade entre homens e mulheres. O homem tem uma função no mundo e a mulher tem outra. Homem e mulher estão no mesmo barco, no mesmo mar.

“Há ondas, tempestades, maremotos. Alguém precisa estar com o leme na mão. Os dois, não dá.

“Deus preparou o homem para estar com o leme na mão. Porque ele é mais forte, tem raciocínio mais frio. A mulher tem mais capacidade de olhar em volta, ver o todo e desenvolver a sensibilidade para aconselhar.

“A mulher pode dirigir tudo, mas o lugar dela não é com o leme.”

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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Crescente maioria de americanos pela vida e contra o “casamento” homossexual


Em matéria de aborto, a maioria dos americanos agora se define pela vida, noticiou “La Stampa” de Turim.

Sondagem da empresa Gallup demostrou os católicos lideram essa tendência. Para a Gallup 51% dos americanos agora se dizem “pro-vida” e só 42% “pro choice”.

É a primeira vez que isto acontece desde que a empresa começou a pesquisar este quesito em 1995. No ano anterior 50% se disseram “pro choice” e só 44% “pro-life”.

Para a Gallup a controversia pela visita do presidente Obama à Universidade Católica Notre Dame reforzou os sentimentos “pro life” dos católicos.

A mesma Gallup, informou “LifeSiteNews”, constatou que a maioria dos americanos se opõe ao “casamento” homossexual. 57% acham que não pode ser reconhecido como válido.

A tendência contrária a esse falso casamento cresce ano após ano, diz a Gallup, enquanto que os favoráveis caíram de 46% em 2007 ao atual 40%.

Numa outra questão, 48% dos americanos disseram que o “casamento” homosexual cambiaria a sociedade para pior.


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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Casal neo-pagão e casal cristão

O caso de um casal inglês que se “fez suicidar” pela empresa Dignitas de Zurique, dividiu dois países: Suíça e Inglaterra.

Foram Sir Edward Downes considerado "um dos melhores diretores de orquestra britânicos da pós-guerra" seguno "El País", e sua esposa lady Joan ex-bailarina, produtora e coreógrafa.

Engrossaram o mundo dos “famosos” (acha-se que isto é sinônimo de “felizes”), mas não tinham fé, só viram os prazeres e esqueceram do destino trascendente do homem.

Idosos e pacientes terminais ingleses alimentam um “turismo da morte” até a Suíça. 116 britânicos foram mortos pela Dignitas num total de mais de mil desde 1988.

Entretanto, Dignitas não encontra local para funcionar pelo repúdio dos moradores dos bairros onde se instalou.

A Corte Européia de Direitos Humanos e o Supremo suíço emitiram acórdãos favoráveis a Dignitas. Mas a indignação popular não arredou e um advogado cedeu sua própria casa para o horrendo ato.

O imoral negócio rende 10 mil francos suíços (R$ 18.400) por suicídio. Há mais quatro clínicas semelhantes na Suíça, mas nenhuma aceita estrangeiros.

O jornal londrino “The Guardian” mostrou que muitos não tinham as doenças mortais que diziam. Na realidade, não se resignavam a não tirar mais prazeres da vida.

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Concepção da vida baseada na Fé

Numa era de fé, procuraram servir a Deus nesta terra e encontraram a paz do repouso eterno.

Túmulo de Juvenal des Ursins e de sua esposa na catedral Notre Dame de Paris.

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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Órgão dos bispos canadenses financia ONGS abortistas e subversivas do Brasil


A agência LifeSiteNews publicou lautos análises mostrando que o aborto no Brasil está sendo promovido também por ONGs que recebem financiamentos de fundos supostamente humanitários do Canadá.

A agência denunciou o órgão oficial da Conferencia dos Bispos de Canadá Dévélopment et Paix ‒ D&P porque financia ONGs que apoiam o aborto e a subversão no Brasil.

D&P coleta esmolas nas igrejas canadenses supostamente para auxiliar os necessitados no Terceiro Mundo.

Mas, há meses vem provocando sucessivos escândalos por financiar grupos abortistas no mundo, sobre tudo na América Latina.

Os bispos do Peru, por exemplo, escreveram aos bispos canadenses pedindo que cessem de financiar esses grupos contrários à vida na nação peruana.

D&P recolhe apoios de bispos canadensesNo Brasil, Dévélopment et Paix financia o Movimento de Mulheres Camponesas, que apóia projetos de aborto argumentando que o assassinato de inocentes é um “direito humano”.

D&P recolhe apoios de bispos canadenses

“Criminalizar as mulheres que praticam o aborto é um ato de absoluta injustiça e contra os Direitos Humanos” difunde esse Movimento no seu site.

O Movimento está incluído na lista dos “parceiros” de D&P no País, junto com o Centro Ecumenico ao Servico de Educacao Popular, a Comissão Pastoral da Terra (CPT); o MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra; FASE-Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional; CIMI - Conselho Indigenista Missionário; o Movimento dos Atingido por Barragens; e muitos outros órgãos ligados à esquerda católica, o petismo e até à CNBB.

Vários deles, como o MST e o CIMI, são uma fonte contínua de revolução social.
A FASE trabalha pelo aborto enquanto “direito” e difunde literatura pela liberalização do extermínio de inocentes até por meio do SUS.

A FASE integra a Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos.

O escândalo atinge também o México, a Bolívia, e a África, onde a D&P subvenciona Ongs pela contracepção, pelo feminismo radical e pela homossexualismo.

D&P responde dizendo que é “um braço da Igreja” porque trabalha a serviço da Conferência dos Bispos do Canadá, acrescenta LifeSiteNews.

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terça-feira, 28 de julho de 2009

Senado indiano recusa educação sexual nas escolas com métodos imorais da UNICEF


O Senado da Índia recusou a aplicação de programas ocidentais de educação sexual argumentando que só exacerbam as gravidezes prematuras e incitam à promiscuidade sexual, informou “LifeSiteNews”.

O Senado respondeu à pressão de ONGs ocidentais que queriam impor a educação sexual nas escolas com material da UNICEF, órgão ligado à ONU que promovem a revolução sexual até no Brasil.

Para o Senado, dito material “chocou as consciências” do país e “promove uma promiscuidade da pior classe”. Se aplicado, o programa proposto “corromperia a juventude indiana e levaria ao colapso o sistema educacional”.

Ele não é senão uma “educação para usar preservativos” que produz uma “sociedade imoral” e aumenta o número de famílias monoparentais.

Com relação à Aids, o professor Pratiba Naitthani declarou ao comitê do Senado que elaborou o relatório que “nada é mais seguro do que a abstinência até o casamento”.

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terça-feira, 14 de julho de 2009

Embaixador inglês em Varsóvia promove homossexuais e é contraditado

Embaixador RicTodd levanta bandeira homossexual na embaixada britânica de Varsóvia
O embaixador britânico na Polônia protagonizou incidente diplomático promovendo indevidamente uma controvertida passeata homossexual na capital polonesa.

O embaixador Ric Todd já tinha se salientado içando a bandeira do Arco Iris junto com a do Reino Unido no jardim da embaixada.

Janusz Kochanowski, ombudsman do governo polonês para os direitos civis, disse ao diário “The Daily Mail” que Todd ultrapassou os limites.

Também o mundo católico reagiu. Slawomir Skiba, diretor da renomeada revista Polonia Cristiana disse ao diário: “O embaixador mostrou uma extrema falta de diplomacia e uma absoluta ignorância dos valores em função dos quais vive a vasta maioria de nossa sociedade”.

O desrespeito de toda norma é uma bandeira da revolução homossexual. A coragem dos católicos poloneses deve ser uma bandeira a ser imitada pelos católicos no mundo que defendem seus valores. E estes são os da Igreja e da Civilização Cristã.

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terça-feira, 30 de junho de 2009

Arcebispo de Recife agradece onda de apoios e lembra verdades úteis para a salvação eterna

Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e RecifeD. José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e Recife escreveu ao presidente da Sociedade Britânica para a Proteção da Criança Não-nascida (SPUC) reiterando que “a excomunhão é um medicamento para os pecadores”, informou a agência LifeSiteNews.

O prelado conta na carta que “recebeu mensagens de solidariedade e congratulações” de organizações pela vida do mundo todo.

“Eu quero manifestar minha mais profunda gratidão a todos e a cada um deles, invocando sobre eles muito abundantes bênçãos de Nosso Salvador Jesus Cristo que ‘veio para nos dar a vida e para que a tenham em abundância’”, acrescenta o destemido arcebispo.

D. José Cardoso explicou mais uma vez que tomou aquela controvertida decisão de anunciar a excomunhão para alertar os responsáveis pelo aborto que poria em perigo suas almas.

Para a “salvação eterna” – escreveu ele – “a conversão é necessária, em outras palavras um câmbio de comportamento, que consiste em não mais praticar o mal e adequar a própria vida às Leis de Deus. A misericórdia não é uma conivência com o mal, com as violações das Leis de Deus.”

Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e RecifeA pena da excomunhão, disse ainda, é um “medicamento espiritual” que “visa auxiliar espiritualmente todos os membros da Igreja para evitar uma gravíssima violação do 5º Mandamento... a supressão de vidas inocentes e indefesas.”

“Ignorar esta pena automática – ou, ainda pior, pretender aboli-la é um grande dano para o bem comum da comunidade eclesiástica e para a salvação eterna dos filhos de Deus”.

O arcebispo de Recife continuou: “nós temos muitas provas de que a grande publicidade da ocorrência acontecida na nossa diocese está produzindo muito bons frutos para a vida spiritual de muitas pessoas.”

A carta do corajoso prelado é cheia de bons ensinamentos. Sobre tudo é reconfortante ver um sucessor dos Apóstolos falar da salvação eterna, das Leis de Deus ‒ isto é, seus Mandamentos ‒, da verdadeira conversão a Deus e do salutar efeito da excomunhão.

Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e RecifeTodas essas são verdades fundamentais e conselhos indispensáveis para a defesa da vida. Porém, muitas vezes essas verdades faltam em apologias até bem intencionadas da defesa da vida.

Porém, o ilustre prelado pernambucano relembra essas grandes verdades da nossa religião ‒ que alguns achariam muito duras, fora da moda ou antipáticas para o público em geral.

Entretanto, ele prova que os católicos em número incontável ficaram agradecidos por estas altas e graves verdades e conselhos, e souberam reconhecer a voz de Cristo, segundo as palavras de Nosso Senhor: “Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem a mim” (Jo 10,14).

Veja o clip da entrega do Prêmio Cardeal Von Galen, a D. Cardoso Sobrinho:

Se o seu email não visualiza corretamente o clip embaixo clique aqui

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terça-feira, 16 de junho de 2009

Cai IQ de jovens ingleses sem tradição familiar

Jovens ingleses perdendo a tradição, perdem IQ
Testes comparativos do coeficiente de inteligência (IQ, em inglês) entre adolescentes de 1980 e 2008 apontam forte queda na Inglaterra, informou o diário "The Telegraph", de Londres.

A queda foi de seis pontos ‒ numa escala de 100 ‒ na classe média, mas atingiu todas as faixas etárias e categorias econômicas. Reverteu-se a tendência de melhora que caracterizou os primeiros 80 anos do século XX.

O reputado professor James Flynn, da Universidade de Otago, Nova Zelanda, descobridor do efeito que leva seu nome, observou que nos anos de progresso “os pais forneciam a seus filhos um ambiente onde os jovens se sentiam estimulados a apreender”.

Porém, hoje cessou a transmissão de saber de pais para filhos. Os adolescentes extraem seus conhecimentos de seus pares, que não tão pouco quanto eles.

Nas famílias em crise, não há comunicação. Não há relacionamentos em casa.

O que é que há, então?

James R Flynn“O que nós sabemos – continuou Flynn ‒ é que a cultura jovem está mais articulada em torno dos videojogos visuais do que em termos de leitura e conversação”.

Em termos católicos ou de bom senso, a tradição – que é precisamente a transmissão do saber de pais para filhos ‒ enriquece a inteligência. E a ausência de tradição embrutece.

Segundo o prof. Flynn, quando os adolescentes entram na Universidade ou começam a trabalhar , há uma recuperação do intelecto dos jovens, pois nesses ambientes ainda existem formas de relacionamento tradicionais.

O prof. Flynn publicou os resultados de seu trabalho na revista Economics and Human Biology.

Ele afasta a idéia de que o andamento do IQ esteja na dependência da nutrição.

Feira de videogames, Leipzig, AlemanhaPesquisas baseadas num teste concebido pelo Dr John Raven, psicólogo de Edimburgo apontaram que o uso de mensagens de texto via computador ou celular favorece queda abrupta da concentração, reduzindo temporariamente o IQ em 10 pontos (na escala de 100).

Para se ter uma idéia do que isto significa, o fumar maconha provoca uma queda de 4 pontos no IQ.

Richard House, especialista em educação terapêutica na Universidade de Roehampton e pesquisador dos efeitos da TV nas crianças, disse: “Os videogames e a cultura computacional levaram a uma diminuição na leitura de livros. A atual tendência dos professores de “ensinar para passar a prova” ajudou a esta perda na capacidade de pensar”.

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terça-feira, 2 de junho de 2009

Células-tronco embrionárias geram tumores em criança


A tentativa de usar células-tronco sacrificando embriões produziu sinistro efeito numa criança, informou a revista médica PLoS Medicine. A identidade da criança, obviamente não foi divulgada. Os perigos são notórios para os cientistas, mas a propaganda faz acreditar que esse monstruoso procedimento é uma panacéia.

Os pais do menino caíram na sedução da propaganda. Eles aprovaram que um hospital de Moscou injetasse células-tronco embrionárias no cérebro e no fluido da espinha dorsal da criança que sofria de uma rara doença: a ataxia telangiectasia, ou A-T. Degeneration.

As células-tronco embrionárias provinham de diferentes embriões sacrificados. Quatro anos depois médicos do Centro Médico Sheba, em Tel Aviv, constataram na criança múltiplos tumores e retiraram dois [foto]. Estavam nos mesmos lugares onde haviam sido ministradas as injeções de células-tronco. O DNA dos tumores pertencia a pelos menos duas pessoas diferentes, inclusive de uma mulher, sugerindo que provinham das células-tronco embrionárias inoculadas.

O uso destas células é intrinsecamente imoral, pois importa em sacrificar vidas humanas. Além do mais, o método acarreta muitos riscos, é tecnicamente superado e ficou dispensável. Hoje pode se obter células-tronco a partir de células adultas, com a vantagem extra de não apresentarem os riscos grotescos do uso de células-tronco embrionárias.

A revista Public Library of Science Medicine descreveu o assustador resultado como alerta para médicos e pacientes. Porém, logo depois, o presidente Obama liberou verbas federais para essa perigosa e amoral tecnologia, sendo muito aplaudido pela imprensa esquerdista e sensacionalista.

Um obscuro desígnio ‒ medularmente ateu, aliás ‒, subjaz na tentativa de canibalizar embriões como se fossem máquinas em desuso.

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terça-feira, 19 de maio de 2009

Jovens católicos frustram provocação de homossexuais e comunistas na catedral de Paris

Militantes verdes e comunistas tentaram impedir saida de fieis da catedral de Paris
Militantes ecologistas, anarquista e comunistas perturbaram a saída dos fiéis após a missa de domingo na catedral Notre-Dame de Paris.

Eles faziam uma provocativa distribuição de preservativos.

Os agitadores, junto com grupos de homossexuais, participaram de um fim de semana nomeado Sidaction, financiado pela prefeitura socialista da capital francesa.

Militantes do grupo Act Up deitaram-se no chão da saída da catedral portando grandes fotos de S.S. Bento XVI e o grosseiro dizer, que também entoavam ritmicamente: “o preservativo é a vida, mas o papa o proíbe”.

Por volta de 50 jovens católicos responderam bradando “comunistas assassinos!”, arrancaram as ofensivas fotos e calcaram aos pés os imorais preservativos.

Jovens católicos não querem provocação homossexual, verde e comunista, Notre DameA polícia interveio para proteger os provocadores.

O grupo de jovens católicos foi crescendo e se animando. Alguns deles cantavam a “Ave Maria”.

Os fiéis que saiam da catedral uniram-se aos jovens.

No fim, voaram ovos e baldes d’água por cima dos agitadores. “Chega de subvenção, para Act Up: dissolução!”

Todos os anos, homossexuais, ecologistas e comunistas montam uma provocação contra a catedral da Cidade Luz, sob pretexto de luta contra a AIDS.

Desta vez, a agressão frustrou-se diante da determinação dos jovens católicos.

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terça-feira, 5 de maio de 2009

Ciência, África e Ásia confirmam que preservativo favorece expansão da AIDS

Edward C. GreenEdward C. Green, diretor do AIDS Prevention Research Project do Harvard Center for Population and Development Studies, declarou que a evidencia confirma que Bento XVI esteve correto dizendo que a distribuição de preservativos piora o problema da AIDS.

“O Papa está correto”, disse Green para a National Review Online, “ou para sermos mais claros, as melhores provas sustentam o comentário do Papa”, ratificou. Entrevista completa

Por sua parte, segundo a agência “Zenit”, os bispos camaroneses qualificaram de “desinformação” o modo de agir de “certos meios de imprensa ocidentais” negando que haja “mal-estar” na opinião pública do país pelas declarações do Pontífice. Aliás, era suficiente ver as imagens da viagem para perceber imediatamente a alegria popular que acompanhou a visita.

A gritaria dessa imprensa e de ONGs atingiu a blasfêmia com caricatura abaixo da crítica publicada pelo diário “Le Monde” de Paris porta-voz das esquerdas católica e socialista.

O cardeal arcebispo de Dakar, D. Théodore-Adrien Sarr, insistiu em que a Igreja contribui à prevenção da AIDS com a promoção “da abstinência e da fidelidade”.

D. Simon Ntamwana, arcebispo de Gitega (Burundi) defendeu que “não é o preservativo que vai diminuir o número de infecções da AIDS, mas certamente uma disciplina que cada um deve se impor”.

O arcebispo de Kinshasa (Congo) D. Laurent Monsengwo explicou que o uso desse instrumento imoral “agrava o problema, pois dá uma segurança falsa e enganosa”.

Os bispos da Índia, segundo LifeSiteNews, também confirmaram que a experiência mostra que esse recurso anti-natural aumenta o risco de contrair a doença.

Eles qualificaram o escândalo da mídia ocidental de “insensato” e “irresponsável”.

Um dos aspectos mais singulares do caso é que essa mídia, políticos, grupos homossexuais, laicistas, marcados pelo anti-catolicismo ou pela blasfêmia, dizem agir assim pelo bem dos povos pobres da África e da Ásia.

Bento XVI calorosamente recebido na AfricaEles até pretextam lutar contra essa doença. Entretanto, dos ambientes científicos e desses continentes atingidos pela pandemia vieram os mais taxativos desmentidos.

Como reagiram essa mídia e esses grupos?

Abafaram, silenciaram, não deram voz.

O seu interesse pelos pobres, mais desprovidos, pela saúde, etc. é um pretexto.

Objetivamente o que fazem é denegrir a Igreja Católica e seus preceitos morais que defendem a pureza e a santidade do matrimônio. Neles consiste a verdadeira e única tábua de salvação face à devastação da AIDS.

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terça-feira, 21 de abril de 2009

Familiares de grande empresário do aborto morrem junto ao 'Tumulo dos não nascidos'

Avião que levava família do maior empresário do aborto cai e pega fogo
Grande parte da família de Irving 'Bud' Feldkamp III, dono da maior rede privada de aborto dos EUA morreu num acidente aéreo em Butte, Montana, informou o jornal local “Redland Daily Facts”.

No acidente pereceram 7 netos do empresário da morte, duas filhas e os dois genros, mais os pilotos. O avião, um turbo-hélice Pilatus PC-12, não apresentava problemas. O piloto era muito experiente e nada comunicou a torre de controle enquanto tentava um pouso de rotina.

Segundo testemunhas, o aparelho subitamente apontou ao chão e explodiu em chamas na área do cemitério católico da Santa Cruz, contiguo à pista do aeroporto de Butte.

O fato simbólico é que nesse cemitério se encontra o 'Tumulo dos Não Nascidos', erigido em lembrança dos bebês mortos pelo aborto. Residentes da região acostumam se reunir diante dele para rezarem o terço pelas almas desses inocentes massacrados.

A empresa de Irving Feldkamp ‒ a Family Planning Associates ‒ gerencia 17 clinicas da morte, que realizam mais abortos na Califórnia do que qualquer outro sinistro provedor desse crime legalizado. Mais inclusive que a malfadada Planned Parenthood.

Restos do avião que levava família do maior empresário do abortoA jornalista pro-vida Gingi Edmonds, de Hanford, Califórnia, escreveu ter alertado o empresário para que, por amor aos seus filhos, parasse de derramar sangue inocente. Mas Feldkamp parecia só se interessar pelo dinheiro.

Ele visitou o local do desastre com sua esposa e os dois filhos que restaram. Ele se deteve junto aos restos retorcidos e carbonizados da aeronave, falando com os investigadores diante das sacolas de polietileno que recobriam os restos mortais dos falecidos.

A imprensa local deu bom espaço ao desastre, mas omitiu informar sobre o simbolismo de ocorrer junto ao Memorial das vítimas do aborto, muitas delas do próprio empresário enlutado.

Este aspecto dá à ocorrência um caráter de advertência divina, disse Gingi. Se é assim com um empresário ganancioso o que será do mundo que adota a “cultura da morte”, caso não mude seus costumes?

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sexta-feira, 17 de abril de 2009

D. José Cardoso Sobrinho premiado pela firme defesa da vida e do ordenamento canônico da Igreja

Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e RecifeNum auditório superlotado por cerca de 1.200 pessoas, o arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, recebeu em Recife o Prêmio Cardeal Von Galen, concedido pela instituição internacional Human Life International (HLI).

A HLI agiu em nome das associações católicas pró-vida de mais de 80 países do mundo.

“Foi uma surpresa muito grande para mim”, comentou o prelado. D. José ressaltou que o prêmio não é pessoal, dele, mas da Igreja Católica.

Ele acrescentou “apenas ter seguido os princípios da Igreja e do Direito Canônico.” O egrégio prelado recebeu inúmeras manifestações de simpatia e apoio.

E até a solidariedade de pessoas de países longínquos como Austrália e Suécia, segundo informou o site da Abril.

O arcebispo esclareceu que se tivesse guardado silêncio diante do crime, teria sido cúmplice, “quase conivente”. “Cumpri meu dever”, resumiu.

É todo um exemplo para outros bispos que possam vir a estar na mesma difícil situação.

Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e RecifeE matéria de reflexão ‒ e por quê não?, de respeitoso mea culpa ‒ da presidência da CNBB e alguns outros prelados do exterior e do Vaticano que desmoralizaram a causa da vida, com declarações imprudentes ou sorrateiramente anti-vida, e injustamente desmerecedoras da modelar conduta do arcebispo pernambucano.

Entre os representantes especialmente enviados para o evento estava Raymond de Souza, diretor de programações para os países de língua portuguesa da HLI.

Ele explicou o significado do Prêmio:

“O Prêmio leva o nome do Bem-Aventurado Clemens August von Galen (1878-1946), o qual foi bispo de Münster (Alemanha) durante a era nazista. (foto)

“Levantou sua voz em defesa dos pobres e dos doentes, protestando contra a eutanásia, a perseguição dos judeus e a expulsão dos religiosos. Por causa de sua coragem, ficou conhecido como o “Leão de Münster”.

“O lema que escolheu quando foi eleito bispo foi “Nem elogios nem ameaças” [me distanciarão de Deus]. E verdadeiramente viveu conforme o seu lema.

“Dom José Cardoso Sobrinho se destacou pelo empenho com que lutou pelos dois gêmeos nascituros daquela pobre menina grávida de apenas 9 anos de idade, em face de tanto negativismo, tanto dentro como fora da Igreja.”

Dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Olinda e RecifeNa cerimônia participaram monsenhor Ignacio Barreiro, JD, STD, chefe do bureau da Human Life International em Roma, representado ao Rev. Padre Thomas Euteneuer, Presidente do Human Life International, e o próprio Raymond de Souza.

Diante do auditório lotadíssimo, "dom José Cardoso reafirmou o fato de que todos os católicos que concorrem para a realização de um aborto provocado se põem automaticamente (latae sententiae) fora da comunhão eclesial e deixam de receber os benefícios advindos dos Céus pelos méritos intercessórios da Igreja", escreveu o blog "Por quê não dizem a verdade?".

Muita oportuna a escolha do Prêmio. A ofensiva contra a vida reedita a promoção nazista do eugenismo.

E a conduta de certos órgãos da grande imprensa, políticos e teólogos "da Libertação", a agressividade laicista e deformação dos fatos por eles ostentada, relembra os sórdidos tempos de Goebbels, Hitler e colaboradores.

Tempos esses de silenciamento e difamação hitlerista contra os corajosos resistentes católicos, como o glorioso Cardeal Von Galen, hoje glorificado nos altares.

Veja um clip de vídeo da sessão:



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Para saber mais: CATOLICISMO "Em Recife, tentativa de quebrar a barreira psicológica contra o aborto", uma análise jurídica e canônica do Dr. Frederico R. de Abranches Viotti.


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segunda-feira, 13 de abril de 2009

Menina de 11 anos dá a luz em Rio Grande do Sul. Bispo reafirmou a excomunhão dos médicos abortistas

Dom Antonio Carlos Keller
Em Tenente Portela, diocese de Frederico Westphalen (RS) nasceu um bebê de garota de 11 anos estuprada. O parto não teve complicações. A mãe e a criança passam bem.

O bispo diocesano, D. Antonio Carlos Keller, defendeu em nota pastoral lida nas missas a excomunhão dos médicos que realizaram o aborto na menina em Pernambuco.

D. José Cardoso Sobrinho, arcebispo de RecifeA excomunhão automática prevista pelo Código Canônico foi advertida para aqueles médicos e confirmada por D. José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Recife.

O prelado cumpriu estritamente seu dever enfrentando com dignidade e firmeza uma onda de difamações, inclusive vindas de altos meios eclesiásticos.

Por sua parte, D. Keller também sublinhou que “em relação aos que violentaram estas crianças, é importante dizer que cometeram um pecado gravíssimo. Estão também eles afastados da comunhão eclesial, efeito do pecado grave”.

A atitude determinada do prelado foi decisiva para salvar a vida do bebê.

Os verdadeiros defensores da vida estão do lado da excomunhão dos assassinos. Pelas mesmas razões a imensa maioria dos brasileiros aprova a prisão (espécie de excomunhão da vida social) dos criminosos violentos pela polícia e pela Justiça.

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terça-feira, 7 de abril de 2009

Pílula anticonceptiva provocou “catástrofe demográfica”, deplora um dos inventores


O químico austríaco Carl Djerassi [foto], 85, co-inventor da pílula anticonceptiva agora deplora sua invenção. Para ele, foi causa de uma “catástrofe demográfica”, segundo o diário “Der Standard” da Áustria.

Para Djerassi, a limitação da natalidade gerou um “cenário de horror”. Na maior parte da Europa deixou de haver “conexão entre a sexualidade e a reprodução”, disse ele.

“Na católica Áustria, país em que a média de crianças por família é 1,4, essa dissociação agora é completa”. Ele criticou as famílias que limitam os filhos por “quererem gozar comendo schnitzels (milanesa à moda de Viena) enquanto deixam o resto do mundo ir água abaixo”.

Os jovens austríacos que deixaram de gerar filhos, acrescentou, estão cometendo um suicídio nacional.

Por sua vez, em artigo publicado pelo jornal vaticano L’Osservatore Romano, o presidente da Federação Mundial de Associações Médicas Católicas, Jose Maria Simon, escreveu que a pílula anticoncepcional “tem em muitos casos um efeito genuinamente abortivo”.

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