segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Países Baixos proíbe dispositivos eletrônicos nas aulas

Família, escola e plataformas digitais quem protege nossos filhos
Família, escola e plataformas digitais quem protege nossos filhos?
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Países Baixos proibiu desde janeiro de 2024 o uso de smartphones e outros dispositivos eletrônicos nas salas de aula.

As autoridades educativas constataram que sua ausência favorece a concentração e o clima social dos alunos.

A proibição que melhorou a concentração (75%), o clima social (59%) e o desempenho de aprendizagem (28%) nas escolas de ensino médio foi assinada pelo Ministério da Educação, Cultura e Ciência.

Agora, 99% das escolas exige que os dispositivos eletrônicos sejam deixados em um cofre antes das aulas, caso não tenham ficado em casa, noticiou “La Nación”. 

As escolas holandesas proibiram o uso de celulares e outros dispositivos eletrônicos em salas de aula em janeiro de 2024.

Essa medida inclui apenas esses dispositivos quando usados para fins educacionais durante as aulas ou quando necessário, caso o aluno tenha necessidades de apoio adicionais ou necessidade médica.

A proibição foi assinada pelo Ministério da Educação, Cultura e Ciência com a concordância de representantes de professores, administradores, pais e alunos, que contrataram o Instituto Kohnstamm e Oberon para monitorar sua operação.

A generalização dos celulares traz o fim do relacionamento
A generalização dos celulares traz o fim do relacionamento
Os professores também relatam um aumento na carga de trabalho associado à aplicação dessa proibição e um aumento no bullying físico e no comportamento disruptivo.

Noventa e nove por cento dessas escolas implementaram uma política que exige que os celulares sejam deixados em um cofre ou entregues no início das aulas, caso não tenham sido deixados em casa.

Em geral, os adolescentes trazem seus celulares para a escola com menos frequência do que antes da proibição.

No caso das escolas de ensino fundamental, também se observa que poucos alunos carregam seus celulares, embora pareçam ter optado por smartwatches, que são mais difíceis de identificar, sem que isso represente um grande problema.

No 89% das escolas de ensino fundamental que não permitem celulares nas dependências da escola ou exigem que sejam entregues no início das aulas foram detectadas melhorias no bem-estar e no clima escolar (23%), bem como na concentração e no desempenho.

Perigos para as crianças detetados nos smartphones
Perigos para as crianças detetados nos smartphones
O relatório também mostra que os alunos da educação especial carregam menos celulares, embora o fizessem antes da proibição.

Aqui, as exceções são destacadas por motivos de saúde ou necessidades de apoio, leitores de tela ou aparelhos auditivos conectados a um smartphone.


segunda-feira, 24 de agosto de 2026

“Desintoxicação digital”: esperança de saúde mental

O uso intensivo do smartphone está caotizando as mentes
O uso intensivo do smartphone está caotizando as mentes
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Os americanos passam no celular cerca de 4 a 5 horas diárias e pais dizem que filhos perderam a vida por danos online.

Estudos científicos buscam uma desintoxicação digital.

Professores de psicologia da Universidade de Georgetown apagaram 10 anos de declínio cognitivo e melhoraram a saúde mental em 467 voluntários bloqueando o acesso à internet durante duas semanas.

Houve melhorias no humor, na atenção e na saúde mental.

Outro estudo de Harvard, achou que a ansiedade, a depressão e a insônia diminuem reduzindo o uso do smartphone, segundo artigo da AOL. 


segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Meta e YouTube condenadas na Justiça por danos mentais a crianças e jovens

Mark Zuckerberg, proprietário de META, compareceu ante a Corte Superior de Los Angeles
Mark Zuckerberg, proprietário de META, 
compareceu ante a Corte Superior de Los Angeles
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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A empresa de mídia social Meta e a YouTube prejudicaram uma usuária com recursos viciantes que lhe causaram problemas de saúde mental, decidiu o Tribunal Superior da Califórnia noticiou o “The New York Times”. 

Elas deverão pagar milionárias indenizações compensatórias e punitivas.

O caso é emblemático e poderá sentar jurisprudência para milhares de processos análogos contra Instagram, Facebook, YouTube, TikTok e Snapchat acusadas de causar ansiedade e depressão.

Júri do Novo México condenou a Meta em outro caso por não proteger os usuários de predadores infantis.

No presente momento a Meta enfrenta ante os tribunais as denúncias de 24 Estados americanos que podem resultar em sua falência.