Lutero e o protestantismo evangélico denunciados pelo Pe. Leonel Franca S.J.
O Pe Leonel Franca nasceu em 7-1-1893, em São Gabriel, RS.
Ingressou na Companhia de Jesus em 12-11-1908.
Em 1912 foi estudar filosofia na Universidade Gregoriana, Roma,
onde recebeu o título de Doutor em Teologia (1924).
Durante sua estadia na Cidade Eterna
publicou “A Igreja, a Reforma e a Civilização” (1923).
Em 1928, fundou a Universidade Católica de Rio de Janeiro,
da qual foi Reitor magnífico durante oito anos.
Rendeu sua alma a Deus em 3-9-1948.
Uma jovem enfrenta dificuldades que muitos também encontram na vida. Perde o emprego, o marido a destrata. Na solidão e no desespero ela se interroga sobre o significado da vida.
Tocada pela Graça de Deus, ela entra na igreja de São Jorge em Lyon, e reencontra a Fé ...
Pio XI: Deus é juiz e vingador do sangue inocente, que da terra clama ao céu
63. Mas devemos recordar ainda, Veneráveis Irmãos, outro gravíssimo delito por que se atenta contra a vida da prole escondida ainda no seio materno.
Uns julgam que isso é permitido e deixado ao beneplácito da mãe e do pai. Outros, todavia, o consideram ilícito a não ser que haja gravíssimas causas, que chamam indicação médica, social, eugênica.
Todos estes exigem que, no que se refere às leis penais do Estado, pelas quais é proibida a morte da prole gerada mas ainda não nascida, as leis públicas reconheçam a declarem livre de qualquer castigo a indicação que preconizam e que uns entendem ser uma e outros entendem ser outra. E até não falta quem peça que as autoridades públicas prestem o seu auxílio nessas operações assassinas, o que, ai! todos sabem quão freqüentissimamente acontece em certos lugares.
“NÃO MATAR”
64. No que respeita, porém, à “indicação médica e terapêutica” — para Nos servirmos de suas próprias palavras — já dissemos, Veneráveis Irmãos, quanta compaixão sentimos pela mãe a quem o cumprimento do seu dever natural expõe a graves perigos da saúde e até da própria vida; mas que causa poderá jamais bastar para desculpar de algum modo a morte direta do inocente? Porque é desta que aqui se trata.
Quer a morte seja infligida à mãe, quer ao filho, é contra o preceito de Deus e a voz da natureza: “Não matar” (Ex 20, 13; Cf. Decr. Santo Ofício, 4 maio 1898, 24 julho 1895, 31 maio 1884). A vida de um e de outro é de fato coisa igualmente sagrada, que ninguém, nem sequer o poder público, terá jamais o direito de destruir.
Insensatissimamente se faz derivar contra os inocentes o jus gladii, que não tem valor senão contra os culpados; também de maneira nenhuma existe aqui o direito de defesa até ao sangue contra o injusto agressor (pois quem chamará injusto agressor a uma criancinha inocente?); tampouco o chamado direito de extrema necessidade, que pode ir até à morte direta do inocente.
Os médicos que têm probidade e ciência profissional louvavelmente se esforçam por defender e conservar ambas as vidas, a da mãe e a do filho; pelo contrário, mostrar-se-iam indigníssimos do nobre título e da glória de médicos aqueles que, sob a aparência de arte médica ou movidos de mal-entendida compaixão, se entregassem a práticas assassinas.
65. E tudo isto está plenamente de acordo com as severas palavras com que o Bispo de Hipona [Santo Agostinho] se insurge contra os cônjuges depravados que procuram evitar a prole e, não obtendo êxito, não receiam matá-la criminosamente. Diz ele:
“Algumas vezes essa crueldade impura ou impureza cruel chega ao ponto de recorrer aos venenos da esterilidade, e, se com eles nada consegue, procura extinguir de algum modo no ventre materno o fruto concebido e livrar-se dele, preferindo que a prole morra antes de viver ou se já vivia no ventre seja morta antes de nascer. Sem dúvida, se ambos assim são, não são cônjuges; e, se tais foram desde princípio, não se uniram por matrimônio, mas por ilícitas relações; se, porém, ambos assim não são, ouso dizer: ‘ou ela é de algum modo meretriz do marido, ou ele adúltero da mulher’” (S. Agostinho, De nupt. et concupisc. c. XV).
66. Aquilo, porém, que se propõe acerca da indicação social e eugênica pode e deve ser tomado em consideração, contanto que se proceda de modo lícito e honesto e dentro dos devidos limites; mas, quanto a querer prover à necessidade em que se apóia com a morte dos inocentes, repugna à razão e é contrário ao preceito divino, promulgado aliás por aquelas palavras apostólicas: “não se deve fazer mal para que daí venha bem” (Cf. Rom. III, 8).
67. Aqueles, enfim, que têm o supremo governo das nações e o poder legislativo não podem licitamente esquecer-se de que é dever da autoridade pública defender a vida dos inocentes com leis oportunas e sanções penais, tanto mais quanto menos se podem defender aqueles cuja vida está em perigo e é atacada, entre os quais ocupam, sem dúvida, o primeiro lugar as crianças ainda escondidas no seio materno.
Se os magistrados públicos não só não defenderem essas crianças mas, por leis e decretos, as deixarem ou até entregarem a mãos de médicos ou de outros para serem mortas, lembrem-se de que Deus é juiz e vingador do sangue inocente, que da terra clama ao céu (Cf. Gn 4, 10).
Encíclica “Casti Connubii”, 31 de dezembro de 1930.
As Sagradas Escrituras e o nascituro
«Antes de te formar no ventre materno, Eu te escolhi: antes que saísses do seio da tua mãe, Eu te consagrei» (Jr 1, 5).
«Vós conhecíeis já a minha alma e nada do meu ser Vos era oculto, quando secretamente era formado, modelado nas profundidades da terra» (Sl 139, 15)”.
Primeiro catecismo cristão: “o caminho da morte é… dos assassinos de crianças”
“Não matarás, não cometerás adultério… Não matarás criança por aborto nem criança já nascida” (2,2).
“O caminho da morte é… dos assassinos de crianças” (5,2).
“Súplica pelos cristãos”: “os que praticam o aborto são homicidas e prestarão contas a Deus”
Atenágoras (†181) de Atenas escreveu uma “Súplica pelos cristãos” endereçada ao imperador Marco Aurélio, na qual lê-se:
“Os que praticam o aborto cometem homicídio e irão prestar contas a Deus, do aborto. Por que razão haveríamos de matar? Não se pode conciliar o pensamento de que a mulher carrega no ventre um ser vivo, e, portanto objeto da Providência divina, com o de matar cedo o que já iniciou a vida…” (3, 10)
Concílio de Ancara: dez anos de penitência para as mulheres que fizerem aborto
Nos primeiros séculos, as mulheres culpadas de aborto ficavam excluídas da Igreja até a morte. O Concílio atenuou essa penalidade nos seguintes termos:
“As mulheres que fornicam e depois matam os seus filhos ou que procedem de tal modo que eliminem o fruto de seu útero, segundo uma lei antiga são afastadas da Igreja até o fim da sua vida. Todavia num trato mais humano determinamos que lhes sejam impostos dez anos de penitência segundo as etapas habituais”.
Concílio de Ancara, Ásia Menor, ano 314, cânon 20, apud Hardouin, Acta Conciliorum; Paris 1715, t. I, col. 279.
Beato Pio IX: “excomungamos os que praticam aborto”
“Declaramos estar sujeitos a excomunhão latae sententiae (anexa diretamente ao crime) os que praticam aborto com a eliminação do concebido” (Bula Apostolicae Sedis de 12/10/1869).
Congregação para a Doutrina da Fé: “Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o
“A Igreja afirmou, desde o século I, a malícia moral de todo o aborto provocado. E esta doutrina não mudou. Continua invariável. O aborto direto, isto é, querido como fim ou como meio, é gravemente contrário à lei moral: «Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o recém-nascido» (Didaké 2, 2; cf. Epistola Pseudo Barnabae 19. 5; Epistola a Diogneto 5, 6: Tertuliano, Apologeticum, 9, 8).
“«Deus [...], Senhor da vida, confiou aos homens, para que estes desempenhassem dum modo digno dos mesmos homens, o nobre encargo de conservar a vida. Esta deve, pois, ser salvaguardada, com extrema solicitude, desde o primeiro momento da concepção; o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis» (Gaudium et spes, 51).
“A colaboração formal num aborto constitui falta grave. A Igreja pune com a pena canônica da excomunhão este delito contra a vida humana.
“«Quem procurar o aborto, seguindo-se o efeito («effectu secuto») incorre em excomunhão latae sententiae (CIC can. 1398), isto é, «pelo facto mesmo de se cometer o delito» (CIC can. 1314) e nas condições previstas pelo Direito (cf. CIC can. 1323-1324).
“A Igreja não pretende, deste modo, restringir o campo da misericórdia. Simplesmente, manifesta a gravidade do crime cometido, o prejuízo irreparável causado ao inocente que foi morto, aos seus pais e a toda a sociedade”.
Esclarecimento da Congregação para a Doutrina da Fé sobre o aborto provocado, in L’Osservatore Romano”, 11 de julho de 2009.
Pio XII: aborto é sempre grave e ilícito atentado à vida humana
“A vida humana inocente, de qualquer modo que se encontre, é subtraída, desde o primeiro instante de sua existência, a qualquer direto ataque voluntário.
“É este um direito fundamental da pessoa humana, de valor geral no conceito cristão da vida; válido tanto para a vida ainda escondida no seio da mãe, como para a vida já desabrochada fora dela; tanto contra o aborto direto como contra a direta morte da criança antes, durante e depois do parto.
“Porquanto fundada possa ser a distinção entre os diversos momentos do desenvolvimento de vida nascida ou ainda não nascida para o direito profano e eclesiástico e para algumas conseqüências civis e penais, segundo a lei moral, trata-se em todos estes casos de um grave e ilícito atentado à inviolabilidade da vida humana.
“Este princípio vale para a vida da criança, como para a da mãe. Jamais e em nenhum caso a Igreja ensinou que a vida da criança deve ser preferida à da mãe.
“É errôneo colocar a questão com esta alternativa: ou a vida da criança ou a da mãe. Não; nem a vida da mãe, nem a da criança, podem ser submetidas a um ato de direta supressão.
“Para uma outra parte, a exigência não pode ser senão uma; fazer todo esforço possível para salvar a vida de ambas, da mãe e da criança.”
Discurso ao Congresso “Fronte da Família” de 27 de novembro de 1951.
João Paulo II: “com a autoridade de Cristo e seus sucessores: o aborto é crime abominável”
“Com a autoridade que Cristo conferiu a Pedro e aos seus Sucessores, em comunhão com os Bispos — que de várias e repetidas formas condenaram o aborto e que, na consulta referida anteriormente, apesar de dispersos pelo mundo, afirmaram unânime consenso sobre esta doutrina — declaro que o aborto directo, isto é, querido como fim ou como meio, constitui sempre uma desordem moral grave, enquanto morte deliberada de um ser humano inocente.
“Tal doutrina está fundada sobre a lei natural e sobre a Palavra de Deus escrita, é transmitida pela Tradição da Igreja e ensinada pelo Magistério ordinário e universal”.
João Paulo II, encíclica “Evangelium vitae”, (n. 62)
Pio XI: a Majestade divina odeia sumamente o nefando crime que vai contra a prole
INVESTIDAS CONTRA A UNIÃO CONJUGAL
46. É um fato, em verdade, que não já em segredo, nas trevas, mas abertamente, posto de parte todo o sentido do pudor, quer oralmente, quer por escrito, pelas representações teatrais de todos os gêneros, pelos romances, pelas novelas e leituras amenas, pelas projeções cinematográficas, pelos discursos radiofônicos, enfim, por todas as descobertas mais recentes da ciência, se calca aos pés e se ridiculariza a santidade do matrimônio; ao passo que ou se louvam os divórcios, os adultérios e os vícios mais ignominiosos, ou pelo menos se pintam com tais cores, que parecem querer mostrá-los como isentos de qualquer mácula e infâmia.
E não faltam livros que para tal se apresentam como científicos, mas que na realidade o mais das vezes não têm de ciências senão umas tinturas, com o fim de se poderem mais facilmente insinuar nos espíritos.
E as doutrinas neles defendidas preconizam-se como maravilhas do espírito moderno, isto é, daquele espírito que se vangloria de amar só a verdade, de se ter emancipado de todos os velhos preconceitos, no número dos quais inclui e relega a tradicional doutrina cristã do matrimônio.
ABOMINAÇÕES
52. Apoiados nestes princípios, chegam alguns a inventar formas de união, adaptadas, segundo crêem, às atuais condições dos homens e dos tempos, e que apresentam como novas formas de matrimônio: casamento temporário, casamento de experiência e casamento amigável, que reclamam para si a plena liberdade e todos os direitos do matrimônio, com exceção do vínculo indissolúvel e com exclusão da prole, a não ser no caso em que as partes venham depois a transformar essa comunidade e intimidade de vida em matrimônio de pleno direito.
53. E não faltam os que pretendem, a tal instando, que semelhantes abominações sejam coonestadas pelas leis ou pelo menos desculpadas pelos costumes públicos dos povos e por suas instituições; e parece que não suspeitam sequer que semelhantes coisas, longe de se poderem exaltar como conquistas da cultura moderna, de que tanto se vangloriam, são ao contrário aberrações nefandas, que reduziriam, sem dúvida, ainda as nações cultas aos bárbaros usos de alguns povos selvagens.
INSÍDIAS CONTRA A FECUNDIDADE
54. Mas, para tratarmos agora, Veneráveis Irmãos, de cada um dos pontos que se opõem aos diversos bens do matrimônio, falemos primeiro da prole, que muitos ousam chamar molesto encargo do casamento e afirmam dever ser evitada cuidadosamente pelos cônjuges, não pela honesta continência (permitida até no matrimônio, pelo consentimento de ambos os cônjuges), mas viciando o ato natural.
Alguns reclamam para si esta liberdade criminosa, porque, aborrecendo os cuidados da prole, desejam somente satisfazer a sua voluptuosidade, sem nenhum encargo; outros porque, dizem, não podem observar a continência nem permitir a prole, por causa das dificuldades quer pessoais, quer da mãe, quer da economia doméstica.
55. Mas nenhuma razão, sem dúvida, embora gravíssima, pode tornar conforme com à natureza e honesto aquilo que intrinsecamente é contra a natureza.
Sendo o ato conjugal, por sua própria natureza, destinado à geração da prole, aqueles que, exercendo-o, deliberadamente o destituem da sua força e da sua eficácia natural procedem contra a natureza e praticam um ato torpe e intrinsecamente desonesto.
56. Não admira pois que, segundo atesta a Sagrada Escritura, a Majestade divina odeie sumamente este nefando crime e algumas vezes o tenha castigado com a morte, como recorda Santo Agostinho:
“Ainda com a mulher legítima, o ato matrimonial é ilícito e desonesto quando se evita a concepção da prole. Assim fazia Onã, filho de Judá, e por isso Deus o matou” (Sto. Agost., De conjug., livro, II n. 12; cf. Gn 38, 8-10.).
Encíclica “Casti Connubii”, 31 de dezembro de 1930.
Pio XII: atentar contra a família é atentar contra a humanidade
“Precisamente porque [a família] é o elemento orgânico da sociedade, todo atentado perpetrado contra ela é um atentado contra a humanidade. Deus pôs no coração do homem e da mulher, como instinto inato, o amor conjugal, o amor paterno e materno, o amor filial. Por conseguinte, querer arrancar e paralisar este tríplice amor é uma profanação que por si mesma horroriza e leva à ruína a pátria e a humanidade”.
(Pio XII, Alocução "Aurions-nous pu", 20-9-1949).
Pio XII: a família e a propriedade asseguram a liberdade do homem
“A segurança! A aspiração mais viva dos homens de hoje! Eles a pedem à sociedade e às suas leis. Mas os pretensos realistas deste século demonstraram que não estavam em condições de proporcioná-la, precisamente porque querem substituir o Criador e fazer-se árbitro da ordem da criação.
“A Religião e a realidade do passado ensinam, pelo contrário, que as estruturas sociais, como o casamento e a família, a comunidade e as corporações profissionais, a união social na propriedade pessoal, são células essenciais que asseguram a liberdade do homem, e com isto, seu papel na História. Elas são pois intangíveis, e sua substância não pode ser submetida a revisão arbitrária.”
(Pio XII, Radiomensagem do Natal de 1956 - Discorsi e Radiomessaggi di Sua Santità Pio XII, vol. XVIII, p. 734).
Vocação e missão providencial do Brasil
Vídeo: vocação e missão providencial do Brasil
São Francisco de Assis criou o presépio
Em 1223, São Francisco de Assis criou na igreja de Grecchio, Itália, o primeiro presépio vivo com personagens reais. Os personagens (o Menino Jesus numa manjedoura, Nossa Senhora, São José, os Reis Magos, os pastores e os anjos) eram representados por habitantes da aldeia. Os animais, o boi, o burrico, as ovelhas e outros animais, também eram reais. O costume espalhou-se rapidamente.
Brasão pessoal de S.S. Bento XVI, com a tiara, ou coroa do Papa
No domingo 10 de outubro foi ostentado pela primeira vez o brasão de S.S. Bento XVI com a tiara pontifícia, símbolo exclusivo dos Papas.
Até o presente, em seu lugar, havia uma mitra, símbolo próprio de um bispo.
A empresa italiana de bordados de luxo Ars Regia responsável pela confecção do brasão bordado no tapete exposto sob a janela em que o Pontífice fala aos peregrinos, explicou que foi feito segundo “a antiga tradição”.
A tiara, ou tri-regno (=tríplice reinado) consta de três coroas que, segundo “L Osservatore Romano” simbolizam:
Tiara, a coroa própria dos Papas
1ª) a jurisdição eclesiástica do Papa e o governo temporal sobre os feudos pontifícios;
2ª) a autoridade espiritual por cima da autoridade temporal dos reis;
3ª) a autoridade efetiva sobre todos os soberanos, podendo nomeá-los ou depô-los.
Elas também significam a potestade máxima na Ordem do Sacerdócio, na Jurisdição Universal e no Magistério Supremo.
O cardeal Andrea Cordero Lanza di Montezemolo explicou ao diário parisiense “La Croix” que a decisão de não mais usar a tiara fora do próprio Bento XVI, quem agora a restaurou.
“No dia seguinte de sua eleição, testemunhou o Cardeal, ele próprio disse-me que ele não queria que a tiara continuasse aparecendo e que queria substituí-la por uma mitra”.
A restauração foi recebida com júbilo pelos católicos amantes da Cristandade.
No anoitecer em São João d’El Rei, o imponderável das ruas evoca um Brasil que deveria ter sido, um Brasil que não podemos admitir que nunca venha a ser.
Traz uma saudade de um Brasil tão diferente disso que hoje presenciamos, que até parece um sonho.
Mas não é um mero sonho, é uma promessa:
É a promessa da Providência Divina, que chamou o Brasil para uma missão especial.
Qual é essa missão providencial?
O que diz essa promessa?
Ei-la:
“Talvez não fosse ousado afirmar que Deus colocou os povos de sua eleição em panoramas adequados à realização dos grandes destinos a que os chama.
“E não há quem, viajando por nosso Brasil, não experimente a confusa impressão de que Deus destinou para teatro de grandes feitos este País, cujas montanhas trágicas e misteriosas penedias parecem convidar o homem às supremas afoitezas do heroísmo cristão, cujas verdejantes planícies parecem querer inspirar o surto de novas escolas artísticas e literárias, de novas formas e tipos de belezas, e na orla de cujo litoral os mares parecem cantar a glória futura de um dos maiores povos da Terra.
“Quando nosso poeta cantava que "nossa terra tem palmeiras onde canta o sabiá, e as aves que aqui gorjeiam não gorjeiam como lá”, percebeu, talvez confusamente, que a Providência depositou na natureza brasileira a promessa de um porvir igual ao dos maiores povos da Terra.
“E hoje, que o Brasil emerge de sua adolescência para a maturidade, e titubeia nas mãos da velha Europa o cetro da cultura cristã que o totalitarismo quereria destruir, aos olhos de todos se patenteia que os países católicos da América são na realidade o grande celeiro da Igreja e da Civilização, o terreno fecundo onde poderão reflorir, com brilho maior do que nunca, as plantas que a barbárie devasta no velho mundo.
“A América inteira é uma constelação de povos irmãos. Nessa constelação, inútil é dizer que as dimensões materiais do Brasil são uma figura da magnitude de seu papel providencial.
“Tempo houve em que a História do mundo se pôde intitular Gesta Dei per francos. Dia virá em que se escreverá a Gesta Dei per brasilienses — as ações de Deus pelos brasileiros.
“A missão providencial do Brasil consiste em crescer dentro de suas próprias fronteiras, em desdobrar aqui os esplendores de uma civilização genuinamente católica, apostólica, romana, em iluminar amorosamente todo o mundo com o facho desta grande luz, que será verdadeiramente o lumen Christi que a Igreja irradia.
“Nossa índole meiga e hospitaleira, a pluralidade das raças que aqui vivem em fraternal harmonia, o concurso providencial dos imigrantes que tão intimamente se inseriram na vida nacional, e mais do que tudo as normas do Santo Evangelho, jamais farão de nossos anseios de grandeza um pretexto para jacobinismos tacanhos, para racismos estultos, para imperialismos criminosos.
“Dái a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.
“Se algum dia o Brasil for grande, sê-lo-á para bem do mundo inteiro.
“Explorai, senhores do poder temporal, as riquezas de nossa terra.
“Estruturai todas as nossas instituições civis segundo as máximas da Igreja, que são a essência da civilização cristã.
“Auxiliai a Santa Igreja de Deus, quanto em vós estiver, e plasmai a alma nacional na vida da graça, para a glória do Céu.
“Fazei do Brasil uma pátria próspera, organizada e pujante, enquanto a Igreja fará do povo brasileiro um dos maiores povos da História.
“Na harmonia desta mesma obra está a predestinação de uma íntima cooperação entre dois poderes.
“Deus jamais é tão bem servido como quando César se porta como seu filho.
“Senhores, em nome dos católicos do Brasil, eu vo-lo afianço: César jamais é tão grande como quando é filho de Deus.
“Nessa colaboração está o segredo de nosso progresso, e nela vossa parte é verdadeiramente magnífica.
“Trabalhai, senhores, trabalhai neste sentido.
“Tereis a cooperação entusiástica de todos os nossos recursos, de todos os nossos corações, de todo o nosso fervor.
“E quando algum dia Deus vos chamar à vida eterna, tereis a suprema ventura de contemplar um Brasil imensamente grande e profundamente cristão, sobre o qual o Cristo do Corcovado, com seus braços abertos, poderá dizer aquilo que é o supremo título de glória de um povo cristão.
“Executai um programa de governo, que consista em procurar antes o reino de Deus e sua justiça, pois todas as coisas serão dadas por acréscimo.
“Em um Brasil imensamente rico, vereis florescer um povo imensamente rico, vereis florescer um povo imensamente grande, porque dele se poderá dizer:
“Bem-aventurado este povo sóbrio e desapegado, embora no esplendor de sua riqueza, porque dele é o reino dos céus.
“Bem-aventurado este povo generoso e acolhedor, que ama a paz mais do que as riquezas, porque ele possui a terra.
“Bem-aventurado este povo de coração sensível ao amor e às dores do Homem-Deus, às dores e ao amor de seu próximo, porque nisto mesmo encontrará sua consolação.
“Bem-aventurado este povo varonil e forte, intrépido e corajoso, faminto e sedento das virtudes heróicas e totais, porque será saciado em seu apetite de santidade e grandeza sobrenatural.
“Bem-aventurado este povo misericordioso, porque ele alcançará misericórdia.
“Bem-aventurado este povo casto e limpo de coração.
“Bem aventurada a inviolável pureza de suas famílias cristãs, porque verá a Deus.
“Bem-aventurado este povo pacífico, de idealismo isento de jacobismos e racismos, porque será chamado filho de Deus.
“Bem-aventurado este povo que leva seu amor à Igreja a ponto de lutar e sofrer por Ela, porque dele é o reino dos céus.”
(Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, discurso no IV Congresso Eucarístico Nacional — 7 de setembro de 1942, “O Legionário” de 7-9-1942).
Em Roma, o arcebispo Raymond L. Burke, presidente do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica (tribunal supremo da Santa Sé), e recentemente apontado para receber a púrpura cardinalícia por S. S. Bento XVI, concedeu entrevista a Thomas McKenna, fundador e presidente da associação Ação Católica pela Fé e Família, dos EUA. http://www.catholicaction.org/
O entrevistador interrogou ao arcebispo sobre as razões que o levaram a escrever uma carta pastoral ‒ quando dirigia a arquidiocese de St Louis ‒ sobre a maneira com que os católicos devem votar.
Há grave obrigação moral de votar, e pelos candidatos melhores
O prelado explicou que muitos católicos, embora professando bons princípios, na hora dar o voto acham que podem colocar as verdades da fé “entre parênteses e votar de acordo com outros critérios”.
‒ “Eu queria me certificar ‒ explicou o prelado ‒ que os fiéis se dessem conta de que têm uma obrigação moral muito grave de votar nos candidatos que defendam a verdade da lei moral, o que, naturalmente, também redunda no maior bem da sociedade”, explicou.
“Não podemos alegar, por exemplo, a respeito da existência em nossa sociedade da prática generalizada do aborto ou de uma permissão cada vez maior para os assim chamados casamentos entre pessoas do mesmo sexo, que ‘Nada temos a ver com isso.’ Temos sim, pois elegemos para cargos públicos pessoas que permitem essas coisas em nossa sociedade.”
“É minha real obrigação enquanto bispo de exortar os fiéis a cumprirem seu dever cívico de acordo com sua fé católica”.
Jamais votar por quem defende o aborto como “direito”
Pode-se votar em alguém que defende o aborto como ‘direito’?. A resposta foi clara:
‒ “Não se pode jamais votar em alguém que favoreça absolutamente o ‘direito’ de uma mulher de destruir uma vida humana em seu seio ou de procurar um aborto.”
Porém, esclareceu com muito equilíbrio um ponto delicado:
‒ “Em algumas circunstâncias em que não exista nenhum candidato que se proponha a eliminar todo e qualquer aborto, pode-se escolher o candidato que mais limite esse grave mal em nosso país; mas jamais seria justificável votar num candidato que não só não quer limitar o aborto mas entende que ele deva estar ao alcance de todos.
Bispos brasileiros não podem dormir sem antes denunciar o aborto
O entrevistador, Thomas McKenna, lembrou que esse é um problema também do Brasil e perguntou-lhe que mensagem enviaria aos bispos brasileiros engajados na luta contra o aborto.
O chefe do Supremo Tribunal de Justiça vaticano disse:
‒ “Eu os elogiaria por exercerem seu ministério como mestres da fé a respeito de um assunto fundamental. Como poderia um bispo dormir a noite se não ensinasse nem alertasse seus fiéis contra um mal tão grave quanto o aborto, que ameaça acometer a sua nação? Então, esses bispos devem ser parabenizados, pois o que estão fazendo é simplesmente exercer sua função de mestres da fé e da moral, num assunto como disse fundamental e essencial: a proteção da vida de inocentes e indefesos seres humanos.”
Thomas lembrou que há católicos que dizem: ‘socialmente, ou por outras razões, quero votar no outro lado a despeito do que a Igreja diga’.
Mons. Burke respondeu:
‒ “Eu simplesmente lhes perguntaria: ‘Vocês seguem a Regra de Ouro que nos foi ensinada pelo próprio Nosso Senhor nos Evangelhos? Em outras palavras, ‘façam aos outros aquilo que gostariam que lhes fizessem?’
“Vocês acham realmente justo negar o direito à vida de outros membros da sociedade, especialmente os que dependem totalmente de nós para viver, a fim de obter alguma vantagem, ainda que legítima, seja ela ambiental ou outra? (...) ou seja, fazer o mesmo que quereríamos que nos fizessem quando nos encontrávamos, pequeninos, no ventre de nossa mãe, em fase embrionária de desenvolvimento ou a caminho do nascimento; como gostaríamos então que os eleitores votassem para proteger e salvaguardar nossas vidas”.
“Casamento” homossexual e a sã e legítima discriminação
Diz-se também que o “casamento” homossexual é uma questão de não-discriminação, e isso impressionou a alguns católicos tíbios, observou McKenna. Qual seria a resposta da Igreja a isso?
D. Burke respondeu:
‒ “Há discriminação injusta, por exemplo, quando se diz que um ser humano, por causa da cor de sua pele, não é parte da mesma raça humana Mas há uma discriminação que é perfeitamente justa e boa, ou seja, a discriminação entre o que é certo e o que é errado. Entre aquilo que está de acordo com nossa natureza humana e que é contrário à nossa natureza humana.
“Assim, ao ensinar que atos sexuais entre pessoas do mesmo sexo são intrinsecamente maus e contra a natureza, a Igreja Católica está simplesmente anunciando a verdade, ajudando as pessoas a discriminarem o certo do errado em suas próprias atividades. (...)
“Portanto, não é de modo algum discriminação injusta simplesmente dizer ‘não’”.
Gravidade do escândalo dos políticos abortistas
Thomas apontou que personalidades públicas votam a favor do aborto ou são contrárias aos ensinamentos da Igreja, porém continuam a comungar e ir à igreja e a se apresentarem como católicos. E perguntou: “O senhor poderia dizer algo sobre o que é exatamente esse escândalo, qual sua gravidade?”
“É muito grave, ‒ explicou Mons. Burke ‒ isso lhe digo. Porque muitas pessoas, católicos e não-católicos, passaram a crer que o ensino da Igreja Católica sobre a gravidade do aborto não deve ser muito firme ou até mesmo que está prestes a ser alterado de um modo ou doutro. (...)
“O que é, pois, dar escândalo? Dar escândalo é fazer ou deixar de fazer algo que leve outros a ficarem confusos ou caírem em erro sobre o bem moral.
“Aqui está um perfeito exemplo de escândalo: católicos que traem a fé católica na vida política, como legisladores, juízes ou o que for, levando outras pessoas a acreditar que o aborto não deve ser o grande mal que realmente é, ou que de fato o aborto é uma coisa boa em certas circunstâncias.”
A caridade exige denunciar o escândalo
Porém, hoje se tende a menosprezar a pessoa que se manifesta escandalizada diante de atentados clamorosos contra os costumes e contra a Fé. O arcebispo abordou esse falso dilema moral:
‒ “Hoje tornou-se mais importante do que nunca considerar a realidade do escândalo porque há uma tendência a dizer: ‘O problema está em você. Esta é uma boa pessoa, está fazendo aquilo que acha certo’ e assim por diante, sem ligar para o que é verdadeiro e o que não o é. ‘Você é que cria problema para nós quando o critica’.
“Ora, isso não é verdade de modo algum. Quando manifestamos que algo nos causou escândalo, aconselhamos a pessoa que causou o escândalo a corrigir-se e reparar o mal que fez. Não se trata de acusar a outrem falsamente. Não se trata de introduzir discórdia ou desunião na comunidade. Trata-se na realidade de buscar os fundamentos da verdadeira unidade. Em outras palavras, a unidade na promoção do bem comum”.
Políticos e militantes abortistas devem fazer penitência pública
Mas, interrogou ainda McKenna, se um homem público católico dá escândalo, que tipo de reparação deve fazer para compensar o mal causado?
‒ “Em primeiro lugar, explicou D. Burke, deve haver uma genuína reforma do coração. Isso se faz através do sacramento da Penitência, por meio da satisfação ou penitência atribuída no sacramento.
“Mas é preciso reconhecer que, tratando-se de uma figura pública que tenha promovido algo muito mau de maneira pública, ela deve renunciar também publicamente ao erro que cometeu e ao qual estava levando outras pessoas.
“Então, para mim, a única coisa adequada é que essa figura pública diga: ‘Eu estava errado e agora entendo a verdade sobre a vida humana. E lamento profundamente o que fiz.’
“Por exemplo, no campo da medicina, alguém como Bernard Nathanson, que foi grande promotor do aborto provocado e depois se emendou, reconheceu o erro e passou a escrever livros e dar palestras para tentar reparar as muitas e muitas vidas para cujo assassinato serviu de instrumento.
“Você se pergunta: ‘Como pode alguém ser perdoado por cometer aborto?’ Mas Deus nos perdoa. Sua misericórdia é incomensurável, e em seguida nos leva a fazer a reparação que nós humanamente precisamos fazer para reparar o mal praticado e atrair as pessoas para o bem.
Rezemos a Nossa Senhora e obteremos a graça
Como conclusão o futuro Cardeal recomendou:
‒ “Desejo convidar todos a invocar de modo particular a intercessão de Nossa Senhora de Guadalupe. Ela foi-nos dada como Mãe da América. Ela é nossa Mãe. Ela é a Mãe de Jesus Nosso Senhor, mas nossa Mãe de modo muito particular.
“Apareceu em nosso continente em 1531 e mostrou-se protetora de toda vida humana. Rezemos muito especialmente sob sua intercessão, unindo nossos corações ao seu Coração Imaculado, para pedir o fim do aborto e de todos os ataques à família, especialmente a promoção de uniões do mesmo sexo.
“Estejamos confiantes de que Nosso Senhor vai ouvir nossa oração. Pelos nossos débeis esforços e orações, obteremos para os nossos irmãos e irmãs o dom do amor e da misericórdia de Deus.”
Video: Bispos não podem dormir sem alertar contra o aborto
A confraria religiosa de San Benito decidiu revestir de rigoroso luto a venerada imagem de Nossa Senhora da Encarnação (slideshow acima) durante o IX Congresso da Federação Internacional de Profissionais do Aborto e da Contracepção (Fiapac) realizado em Sevilha.
Até o arcebispo da cidade D. Juan José Asenjo escreveu uma Carta Pastoral sobre o caso e a enviou às numerosas e influentes irmandades da cidade.
Clima distendido e alegre
De fato, o congresso beirou na provocação. Na Espanha, imensos setores da população consideram-se agredidos pela promoção do aborto impulsionada pelo governo socialista de José Luis Rodríguez Zapatero.
Esse sentimento é particularmente vivo na cidade de Sevilha, onde o catolicismo ostenta uma vitalidade borbulhante.
O Congresso abortista tinha apoio e financiamento da Prefeitura da cidade e da Junta de Andalucía (equivalente a um Governo de Estado) entre outros.
O Congresso da Fiapac realizou-se no Hotel Meliá nos dias 21 a 23 de outubro com a presença de 600 pessoas vindas do mundo todo, sobre o tema “Aborto provocado: consolidar a qualidade e o acompanhamento”.
Guarda-costas foram contratados para impedir a entrada de qualquer profissional que não pertencesse aos grupos abortistas.
Protesto popular desagradou abortistas
De modo espontâneo, mães e avôs com suas crianças aproximaram-se do local para manifestar seu repúdio a dito Congresso.
Em 23 de outubro aconteceu a manifestação oficial de protesto diante do Hotel Meliá, com a participação de 10.000 pessoas, segundo os organizadores. Entre estes destacava-se “Hazte Oir” e mais 60 associações, algumas de Portugal e Irlanda.
A manifestação pela vida e contra o aborto teve um caráter festivo familiar com dominante presença de casais jovens e muitas crianças. A expansiva população sevilhana cantou diversos slogans pela vida e pela família como «Viva la vida» ou «Que canten los niños».
Defensores da vida vieram de vários países
Mas não faltaram sonoros epítetos como “Fuera asesinos!, Mafiosos!, Verdugos! e Matarifes!”. O pacífico evento encerrou-se sem ocorrências.
Os congressistas da morte tal vez acostumados a tratamento cinco estrelas por órgãos oficiais dos governos e da ONU se auto-declararam em pânico e se enclausuraram no hotel, como algum ditador populista já fizera na América Latina para fingir que estava sendo objeto de um “golpe de Estado”.
Acostumados a manipular a linguagem democrática subitamente viram-se rodeados pelo povo verdadeiro que está na essência da democracia. Modificaram então sua linguagem, e começaram a falar em acosso e ofensas aos militantes abortistas.
A polícia que garantia a segurança - aliás nunca ameaçada - tranqüilizou esses abortistas e apenas lhes recomendou não sair do hotel durante a manifestação, como é de bom senso nessas circunstâncias.
Mães e avós intimidaram militantes da morte
Os exageros e teatralizações dos ativistas pró-aborto provocado receberam eco e solidariedade de grupelhos da esquerda católica, como do site Redes cristianas.
Do outro lado, o grupo Derecho a Vivir (DAV) de Sevilha, declarou ao diário “El Imparcial” que “a sociedade sevilhana está rechaçando de maneira espontânea e individual um congresso abortista”.
Membros de Derecho a Vivir deram pacíficas mas expressivas “boas-vindas” aos congressistas da Fiapac com “cartazes e faixas”, sem que nenhum incidente fosse registrado.
Porém, a democracia só vale quando é em favor dos ativistas da morte que passaram a se sentir ameaçados por uma prática por eles largamente praticada para demolir a família e a vida.
Polícia garantiu a ordem e protegeu abortistas
“Hazte Oir” denunciou que o aspecto de “congresso científico” foi só um disfarce para o “negocio do aborto” respaldado pelo governo socialista.
“Hazte Oir” pediu que o dinheiro do governo seja aplicado em “programas de promoção integral da maternidade e ajuda à mulher embaraçada” e não no crime abominável do aborto provocado.
O enfrentamento cultural acontecido em Sevilha era previsível. A ofensiva abortista assumiu um grau de empáfia e agressividade que levantou a população espanhola.
As avançadas abortistas podem esperar reações populares de grande extensão. E Sevilha foi uma amostra.
Uma situação perigosamente anormal vem crescendo no campo religioso. A posição multissecular da Igreja Católica ‒ e da Lei Natural ‒ defendida por destacados bispos brasileiros vem causando um furor anti-católico nas esquerdas.
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos, foi objeto de ameaças de morte que proviriam de seguidores do petismo, por causa de suas notórias posições contra o aborto e pela vida humana.
Radio Vaticana ecoa
A crise já reboa no exterior. A Radio Vaticana diz que “infelizmente não se trata de um caso isolado: receberam ameaças explícitas, informa a agência vaticana Fides, também o bispo de Lorena, D. Benedito Beni Dos Santos, e o bispo de Santo André, e presidente da Regional Sul 1, D. Nelson Westrupp.”
Vídeo: Bispo de Guarulhos:
não votar em candidatos
abortistas, como do PT
Ações de Dom Bergonzini estão “dentro da normalidade” indica presidência da CNBB
Acima do bispo só está o papa destacou Dom Geraldo.
BRASILIA, 22 Out. 10 / 02:40 pm (ACI).- Em uma entrevista coletiva concedida ontem na Sede da CNBB em Brasília, Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da entidade afirmou sobre as recentes ações do Bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, que estas estiveram “dentro da normalidade”.
Em julho deste ano o bispo de Guarulhos escreveu um artigo orientando os fiéis a não votarem por candidatos que proponham a liberação do aborto e chegou a ser ameaçado de morte.
Dom Lyrio Rocha destacou que cada bispo tem o direito de orientar os fiéis de sua diocese como desejar e que a CNBB não tem qualquer poder de interferência em dioceses.
“Acima do bispo no governo da Igreja só existe uma autoridade: o Papa”, afirmou o presidente da CNBB quem também desmentiu que haja uma ruptura no episcopado brasileiro sobre o tema do aborto.
Dom Geraldo destacou também que "a CNBB não aponta candidatos nem partido, ela indica critérios para que o cidadão cristão, orientado nesses critérios, possa exercer o voto."
O presidente da entidade considerou positivo que o tema do aborto esteja sendo discutido na eleição.
"Não vamos ter um Estado Laico, mas uma ditadura laica”.
Além disso, o arcebispo afirmou que o fato de o Brasil ser um "Estado laico" não impede o debate sobre temas ligados à religião nas eleições. "Estado laico não é sinônimo de estado ateu, antireligioso ou areligioso. O estado brasileiro é laico, mas a sociedade brasileira não é laica, é profundamente religiosa, não estou dizendo só católica, mas evangélica, afro, dos cultos indígenas".
Dom Geraldo ressaltou que a laicidade do Estado deve garantir à Igreja o direito de se pronunciar sobre quaisquer questões. “O argumento de que o Estado é laico, às vezes, é mal usado. Por que a Igreja não pode expressar o seu ponto de vista a respeito dessas questões? A Igreja está propondo à sociedade aquilo que é da sua convicção. Um Estado laico deve garantir que a Igreja Católica expresse sua posição, como também as outras religiões, porque se Estado Laico for confundido com o Estado que não permite posições discordantes, não vamos ter um Estado Laico, mas uma ditadura laica”.
Video: Bispo de Guarulhos: não votar em candidatos abortistas, como do PT
Parada homosexual era imprudência, previa prefeito de Belgrado
A Parada Homossexual 2010 transformou o centro de Belgrado (Sérvia) num campo de batalha que envolveu manifestantes, opositores e 5.000 policiais, e resultou em centenas de feridos além de 249 pessoas presas, informou a imprensa internacional.
“Isto é um desastre, uma tragédia”, confessou um policial consternado pelas violências.
Os organizadores da Marcha procuraram refúgio na embaixada francesa e agora estão sob custodia policial. Um ativista lamentou a censura moral do povo búlgaro dizendo que “ser homossexual na Servia é quase uma tortura”.
A Parada foi como uma provocação e a briga estava anunciada após milhares de cidadãos manifestarem sua inconformidade com o evento no dia anterior. Os cidadãos protestaram em nome da religião e da moral, liderados pelo clero local, majoritariamente cismático.
O prefeito da cidade não aprovou a Parada julgando-a imprudente, mas os homossexuais foram estimulados e protegidos por representantes da União Européia e o apoio do ex-presidente Bill Clinton.
Para a população de Belgrado, a Parada era provocação contra a religião
Os opositores queixam-se do governo que apóia atos do gênero e nada faz para ajudar à família, segundo a “Folha”.
A Revolução Homossexual não progride tanto pelo recrutamento de novos adeptos quanto pela impunidade, promoção e estímulo de certos ambientes políticos e midiáticos que querem mudar a mentalidade dos povos por razões ideológicas igualitárias.
Mas, as populações resistem a isso sobre tudo quando percebem que sua religião está sendo ofendida. A ofensiva homossexual prepara conflitos sociais de uma magnitude insuspeitada até agora.
O Pe. Jânio Pereira, C.M, fez públicos esclarecimentos indispensáveis para todos os católicos neste delicado momento que vivemos, para nosso futuro, para o futuro do Brasil e para a salvação das nossas almas.
As palavras dele estão todas contidas no vídeo que vai neste post.
De início, o Pe Jânio explica que “neste momento que estamos vivendo, momento eleitoral, muitas das nossas ovelhas estão ... sendo usadas verdadeiramente por interesses que comprometem e até podem conduzir à perdição das vossas almas.
Falo da discussão que no momento eleitoral atual tem ganhado a temática do aborto.”
Sacerdote esclarece: quem promove,
favorece ou partecipa de um aborto
se auto-excomunga da Igreja
no mesmo ato de cometer esse crime
E esclarece:
“A pessoa que apóia, divulga, comete, incentiva, de todas as formas, até as mais simples: se v. sugere, dá um telefone, leva até uma clínica, se v. aconselha de forma errada, v. está participando de um modo material neste crime para nossa doutrina católica, neste pecado gravíssimo.
“Desta forma, a pessoa, ela se auto-excomunga.
“Não é necessário para entender a auto-excomunhão que um padre ou um bispo excomungue a pessoa. O próprio crime que a pessoa fez, ela por si ela já está excomungada.
“E aqueles que participaram se tornam criminosos e por isso pecadores.”
Por fim, ele conclui dizendo:
“Nós precisamos nos unir num só coração e numa só alma para rezar intensamente pelos rumos do Brasil.
“Não permitamos que as forças escuras e obscuras das trevas que estão a serviço de Satanás, que elas não imperem nesta Terra consagrada à Virgem Maria, Nossa Senhora Aparecida.
“Que todos os anjos, santos, todos os arcanjos, todos os santos protetores e padroeiros que são sempre invocados com devoção sincera por este milhões de brasileiros que professam a Fé católica sejam defendidos de todo mal.
“Que o Senhor abençoe e guie vossos corações que agora escutaram e estão prontos para decidir segundo a verdade do Santo Evangelho e da Tradição da Igreja.
“Que Deus vos abençoe e vos guarde sempre, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, Amém!”
Video: quem promove, favorece ou pratica o aborto se auto-excomunga da Igreja
Arcebispo Raymond L. Burke, falando em 15 de outubro
Ao discursar no Congresso Mundial de Oração de Vida Humana Internacional, em Roma, o arcebispo Raymond L. Burke recebeu aplausos quando ele mostrou que os políticos católicos que apóiam o aborto devem arrepender-se publicamente, informou a agência canadense LifeSiteNews.
Falando aos líderes pró-vida de 45 nações, o Prefeito da Assinatura Apostólica (o mais alto tribunal do Vaticano, equivalente ao Supremo Tribunal Federal ‒ STF) também observou que esses católicos dissidentes que reconhecem o escândalo causado de público devem reparar o grave mal feito à Igreja, porém, nunca devem ser ridicularizados por isso.
O arcebispo Burke sublinhou que “tanto os bispos quanto os fiéis” devem ser obedientes ao Magistério ‒ que ele descreveu como o ensinamento de Cristo transmitido para o povo através do sucessor de Pedro e pelos Bispos em união com ele.
“Quando os pastores do rebanho são obedientes ao Magistério, a eles confiado, então, certamente, os membros do rebanho crescem na obediência e avançam junto com Cristo pelo caminho da salvação", disse ele. “Se o pastor não é obediente, facilmente se introduz a confusão e o erro no rebanho”.
O presidente do Supremo Tribunal da Igreja, que também é membro da Congregação para os Bispos, acrescentou:
“O mais trágico exemplo de falta de obediência na fé, inclusive por parte de certos Bispos, foi a resposta de muitos à Carta Encíclica Humanae Vitae do Papa Paulo VI, publicada em 25 de julho de 1968. A confusão que resultou empurrou muitos católicos para costumes pecaminosos em matérias relativas à procriação e à educação da vida humana”.
Malefícios dos bispos que não condenam claramente os atentados contra a vida e contra a família
A Humanae Vitae reafirmou o imemorial ensino cristão sobre a imoralidade do uso de contracepção artificial.
No entanto, após sua publicação a encíclica foi repudiada por muitas pessoas dentro da Igreja Católica, incluindo padres e bispos, que tinham acreditado que a Igreja mudaria sua posição sobre a contracepção."
Voltando à questão do escândalo dentro da Igreja, o arcebispo disse:
“Nós achamos auto-proclamados católicos, por exemplo, que sustentam e apóiam o direito da mulher a provocar a morte do bebê em seu ventre, ou o direito de duas pessoas do mesmo sexo a serem reconhecidas pelo Estado em pé de igualdade com o homem e a mulher que contraíram casamento. Não é possível ser católico praticante e agir publicamente desta forma”.
Arrependimento dos abortistas deve ser público
Em meio a estrondosos aplausos o arcebispo Burke explicou:
“Quando uma pessoa defendeu publicamente e colaborou com graves atos pecaminosos, levando muitos à confusão e ao erro em questões fundamentais que dizem respeito à vida humana e à integridade do matrimônio e da família, o seu arrependimento também deve ser público”.
O Prefeito da Signatura Apostólica, em seguida, expressou uma preocupação que tocou a fundo muitos dos ativistas católicos pró-vida presentes na conferência:
“Uma das ironias da atual situação ‒ disse ‒ é que as pessoas que denunciam o escândalo provocado por ações públicas gravemente pecaminosas praticadas por colegas católicos passam a ser acusadas de falta de caridade e de causar divisão no seio da unidade da Igreja”, disse ele.
“A gente vê a mão do pai da mentira agindo por trás deste menosprezo da gravidade do escândalo ou no ridículo com que são censurados daqueles que denunciam o escândalo”.
A unidade da Igreja, feita na verdade e no amor, exige denunciar os promotores de escândalos como aborto e "casamento" homossexual
O prelado do Vaticano concluiu a demonstração da tese defendida, dizendo:
“Mentir ou não dizer a verdade jamais é sinal de caridade. A unidade, que não é fundada sobre a verdade da lei moral não é unidade da Igreja. A unidade da Igreja está fundada na profissão da verdade com amor.
“A pessoa que denuncia o escândalo provocado por católicos com ações públicas gravemente contrárias à lei moral, não só não destrói a unidade da Igreja, mas convida a reparar o que é claramente uma violação grave da vida eclesial.
“Se não denunciasse o escândalo que consiste no apoio público aos atentados contra a vida humana e a família, a consciência do católico estaria sendo deformada ou entorpecida a respeito das mais sagradas realidades”.
O Pe. José Augusto Souza Moreira, da Canção Nova, pronunciou homilia se fundamentando no Evangelho e na natureza da vocação sacerdotal e apontou a incompatibilidade do plano de governo com o catolicismo.
O sermão feito durante a Missa foi medularmente religioso.
Entretanto, desencadeou uma ofensiva de críticas - de essência também religiosa por parte da esquerda católica - e de intimidações de fonte partidária.
Essas reações reforçaram a denúncia do sacerdote no sentido que paira sobre o Brasil uma ameaça muito real de perseguição religiosa.
A Canção Nova, em comunicado oficial assinado pelo seu fundador Mons. Jonas Abib dissociou-se do gesto do Padre José Augusto e retirou o vídeo do sermão de seu site e de Youtube.
Homilia do Pe. José Augusto
PARTE I
Homilia do Pe. José Augusto
PARTE II
O vídeo, entretanto, encontra-se em diversos endereços, inclusive em sites como Youtube ou Gloria.tv.
O Pe José Augusto, entretanto, parecia prever o que viria, pois afirmou no referido sermão:
“Podem me matar, podem me prender, podem fazer o que quiser. Não tenho advogado nenhum. Podem me processar e, se tiver de ser preso, serei. Não tem problema, mas eu não posso me calar diante de um partido que está apoiando o aborto, e a Igreja não aprova”.
A homilia do Pe. José Augusto está tendo larga repercussão internacional nos sites e agências católicas, grupos pró-vida e pro-democracia.
Apresentamos a continuação o vídeo com a homília completa (dividido em duas partes) do destemido sacerdote para que o leitores possam avaliar serenamente a gravidade dos perigos para o Brasil na atual encrucilhada.
Contradição: falso sentimentalismo pelos cavalos de corrida...
O Parlamento da Catalunha interditou as corridas de touros na região, alegando o bem-estar dos animais.
A lei era exigida pelo extremismo ambientalista e apoiada por uma campanha internacional de mídia, ONGs e até a União Européia.
Astutamente, o Parlamento não mexeu com outras festas taurinas que são muito mais populares na Catalunha.
Na esteira da proibição catalã, a ministra do Turismo da Itália Michela Brambilla propôs abolir a corrida de cavalos do Pálio de Siena alegando que alguns animais saem machucados e até são sacrificados.
... e insensibilide com pela cruel massacre dos inocentes
Para a ministra essa popularíssima corrida que vem do século XII passa uma imagem da Itália como país pouco amigo dos animais, informou o diário “The Telegraph” de Londres.
A corrida é a coroação de uma série de festividades de alto conteúdo cultural e religioso. Nelas são comemoradas duas festas de Nossa Senhora: a da Visitação em 2 de julho e a da Assunção em 15 de agosto.
Por sua parte, o Pe Rubén Tejedor, do Seminário Menor da diocese de Osma-Soria, Espanha, denunciou a hipocrisia dos ambientalistas: fingem sentimentalismo pelos animais, mas promovem leis de aborto condenando a espantosa morte milhares ‒ e até milhões ‒ de não nascidos.
A maioria dos brasileiros já levou palmadinha dos pais, já deu nos filhos e é contra o projeto de lei federal que proíbe palmada, beliscões e castigos físicos em crianças, segundo pesquisa Datafolha.
É contra o projeto 54% dos 10.905 entrevistados. 36% é a favor.
Arrepia aos brasileiros a invasão do espaço privado “da casa” pelo Estado que passaria a interferir em fatos ínfimos e muito íntimos da vida do lar.
“Tomei poucas palmadas e foram bem dadas. Na hora, senti que era um castigo. Agora só tenho razões para dizer quão certa minha mãe estava”, disse José Gregori, 80, figura ligada à defesa dos direitos humanos.
O jogador William, 33, capitão do Corinthians confirma: “Levei palmada e apanhei com vara de árvore. Me ajudou a saber os limites”.
“Tenho 70 anos e seis irmãos. Apanhei quando criança. Meus pais sabiam por que batiam e nós sabíamos por que apanhávamos. Nenhum de nós foi lesionado física ou mentalmente. Igual-mente, nenhum de nós foi bandido, cheirador de pó, fumante de maconha ou de crack. Vêm agora “doutores”, psicólogos e outros, inventar uma nova educação, ou melhor, subverter a educação. Assiste-se à derrocada da educação em nome de uma modernidade bestial e grosseira, sem freios e sem respeito”, escreveu o leitor Mauricio Alves, de Vila Velha, ES, para a “Folha de S.Paulo”.
Porém para o radicalismo do PNDH-3, nenhum destes argumentos de bom senso têm valor.
Em nome dos “Direitos Humanos” como ele os entende não pode haver a maternal ou paternal palmadinha, mas o Estado ‒ esse sim ‒ pode interferir não seio da família dando-lhe machadadas como a planejada proibição.
O grupo pró-vida "Shield of Roses" (Escudo de Rosas), movimento estudantil do Christendom College, realizou um exemplar protesto pacífico diante da clínica de abortos da “Planned Parenthood” sediada ao norte da Casa Branca, em Washington, D.C.
Participaram no ato mais de 200 estudantes e membros do corpo docente. O grupo rezou e cantou a “Salve Rainha” e a ladainha lauretana, além de outras orações.
Embora o vídeo chegou tarde para nós ‒ o ato aconteceu em 31 de outubro do ano passado ‒, pareceu-nos que merece ser divulgado.
SÃO PAULO, 10 Set. 10 / 07:00 pm (ACI).- Bispos e líderes cristãos no Brasil estão somando forças para conscientizar os fiéis católicos e os membros das demais confissões cristãs que o Partido dos Trabalhadores, ao qual pertence o Presidente Lula e a candidata Dilma Roussef, vem trabalhando na promoção da iniqüidade através de iniciativas para legalizar as uniões homossexuais como matrimônio, remover os símbolos cristãos dos locais públicos, e despenalizar e promover o aborto no Brasil.
Um dos bispos que mais abertamente se pronunciou contra as práticas do PT, foi Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, Bispo de Guarulhos , que em um recente artigo denunciou que «na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência».
«Denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida,dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender», acrescentou.
«Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais "liberações", independentemente do partido a que pertençam», afirmou taxativamente Dom Bergozini.
No seu “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”, a comissão episcopal representativa do Conselho Episcopal do Regional sul 1 da CNBB, presidido por Dom Nelson Westrupp lê-se que «considerando que, em fevereiro de 2010, o IVº Congresso Nacional do PT manifestou apoio incondicional ao 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3)(...) no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, dando assim continuidade e levando às últimas conseqüências esta política antinatalista de controle populacional, desumana, antisocial e contrária ao verdadeiro progresso do nosso País, (...)
RECOMENDAMOS encarecidamente a todos os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras, em consonância com o art. 5º da Constituição Federal, que defende a inviolabilidade da vida humana e, conforme o Pacto de S. José da Costa Rica, desde a concepção, independentemente de sua convicções ideológicas ou religiosas, que, nas próximas eleições, dêem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalização do aborto».
Estudo da agência do governo americano Center for Disease Control and Prevention detectou que entre 2006 e 2008, 58% das moças e 57% dos rapazes de entre 15 e 19 anos se declaram virgens, noticiou EWTN News. Os números são basicamente os mesmos de análoga pesquisa efetivada em 2002.
A principal razão aduzida pelos jovens para se abster de relações sexuais pré-conjugais foi porque essas vão “contra a religião ou a moral”. 41% das moças e 35% dos rapazes deram essa resposta.
O relatório patenteou que políticas imorais e anti-vida para a juventude promovidas por organizações tipo Planned Parenthood estão desconectadas da realidade. Elas, mais bem, procuram “afastar os jovens da moralidade e da influência religiosa” sob pretexto de “educação sexual”.
A proporção de adolescentes que perderam a virgindade atingiu um máximo em 1988 e desde então vem diminuindo. A influência de Maio de 68 e a falsa impressão que a Igreja Católica aprovaria os desregramentos morais em decorrência do Vaticano II atingiu seu auge naquela data.
Porém, hoje os velhos hippies não tem quase seguidores e os seminários “progressistas” fecharam ou estão desertos.
O relatório é mais uma constatação de uma imensa virada que acontece em largos setores da juventude rumo ao conservadorismo, a família, a moral e a ortodoxia religiosa.
Mais uma prova de que o PNDH3 está contra os desejos da população brasileira.
No que depender da maioria dos cearenses, os projetos que despenalizam o aborto e destroem a família tradicional, e que estão embutidos no PNDH3, devem ir para o cesto de lixo.
Nada menos que 70% dos cearenses ouvidos pela pesquisa Datafolha para o jornal “O POVO”, de Fortaleza, querem que a lei sobre aborto permaneça como está, opondo-se a propostas de descriminalizar a prática, como já chegou a apregoar até o ministro da Saúde, José Temporão.
Ministro da Saúde, José Temporão
Empossado como Ministro da Saúde em 2007, no segundo mandato do governo Lula, Temporão defendeu a posição de que “o aborto é uma questão de saúde pública”, como se matar inocentes no seio materno pudesse afetar a saúde do povo.
Suas declarações causaram indignação na sociedade brasileira, e mesmo de sua própria mãe, descrita por ele como sendo uma católica muito devota.
Em artigo estampado pelo jornal “O POVO” (28-8-2010), a articulista Gisele Dutra comenta os resultados da pesquisa.
Brasão de Fortaleza
“No Ceará, apenas 12% dos entrevistados acham que a prática deve deixar de ser crime em qualquer caso” ressaltando que a rejeição ao aborto está geralmente ligada a motivações religiosas e, por isso mesmo, causa divergências.
A pesquisa também tratou da união entre pessoas de mesmo sexo, o que foi visto com simpatia por apenas 26% dos cearenses ouvidos, enquanto 57% se disseram contrários a esta forma de união. Houve 15% dos entrevistados que se mostraram indiferentes.
A pesquisa ouviu 937 cearenses, com 16 anos ou mais, nos dias 24 e 25 de agosto últimos, em 41 municípios. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
WASHINGTON (-20º aprox) March for Life, 2014.01.22
CHICAGO, Marcha pela Vida, 18-1-2015
OTTAWA, Canadá, Marcha Nacional pela Vida 8/9-5-2013
Brasileira denuncia movimento feminista é contra a mulher
No Dia Internacional da Mulher, senadoras financiadas por empreiteiras do aborto como a Fundação Ford, Rockefeller e McArthur foram surpreendidas por uma mulher comum que denunciou: o movimento feminista é, sim, instrumentalizado para agir contra a mulher.
Os senadores deverão julgar o anteprojeto da Reforma do Código Penal.
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O médico e a mãe que queria abortar
Preocupada, uma mulher procurou seu ginecologista.
- Doutor, eu estou com um problema muito sério e preciso da sua ajuda desesperadamente! Meu bebê não tem um ano e eu estou grávida novamente. Eu não quero outro filho.
Então o médico disse:
- Em que exatamente você quer que eu a ajude?
- Eu quero fazer um aborto!
Depois de pensar por alguns instantes, o médico falou:
- Olha, eu tive uma idéia que me parece melhor e também é menos arriscada.
A mulher sorriu satisfeita.
Então o médico continuou:
- Veja bem, para que você não tenha que tomar conta de dois bebês, vamos matar esse que está nos seus braços. Assim, você poderá descansar até que o outro nasça. Já que vamos matar um dos seus filhos, não importa qual deles. Dizem que os filhos são todos iguais para as mães. Não é mesmo? E, além do mais, sua vida não correrá risco com procedimentos cirúrgicos, se você escolher esse aí para matarmos.
A mulher ficou horrorizada com as palavras do médico e disse-lhe:
- Que monstruosidade o senhor está me propondo. Matar uma criança é um crime!
O médico respondeu-lhe:
- Eu concordo. Mas eu pensei que isso não fosse problema para você. Eu só estou sugerindo que você troque o filho que será morto.
Pelo semblante da mulher, o médico viu que tinha conseguido esclarecer seu ponto de vista.
E ele a convenceu que não há diferença entre matar uma criança que está nos braços ou uma que está no ventre.
O crime é o mesmo.
O pinheiro de Natal na Alemanha
No Natal, 88% dos alemães enfeitam suas casas com um pinheirinho. Eles gastam mais de 1,5 bilhão de reais em mais de 28 milhões de árvores tiradas de 38 mil hectares plantados para este fim — informou a rádio Deutsche Welle.