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| Ellinor Grimmark perdeu o emprego porque recusou fazer abortos por objeção de consciência. |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
A Sra. Steen não foi contratada como parteira, pois não queria realizar abortos na Clínica de Mulheres de Nyköping, Suécia. Ela explicou a sua posição à chefe da unidade de enfermagem que, em consequência, se negou a contratá-la, informou o site Infocatólica.
Com efeito, a Sra. Steen recebeu carta da gerência: “Não temos a política nem o costume de deixar espaço algum à objeção de consciência. Não podemos nem queremos trabalhar com tais exceções”.
E a chefe foi ainda mais longe ao entrar em contato com outro possível empregador para denunciar as convicções da pretendente a emprego, que igualmente cancelou a entrevista dela.
O caso já conta com antecedentes na Suécia. Outra parteira, Ellinor Grimmark que se opôs a participar num aborto foi processada e perdeu num tribunal sueco em novembro de 2015.
Em virtude de sua objeção de consciência, três hospitais se negaram a contratá-la. A sentença lhe obriga a assumir a custa de todo o processo, quase 500 mil reais.
Nossa Senhora



























