terça-feira, 29 de julho de 2008

“Casamento homosexual” e bestialidade, etapas de uma espiral infernal


Segundo o grupo Americans for Truth about Homosexuality (AFTAH), o ativista homossexual Frank Kameny [foto] tristemente famoso por advogar pela “saturação da cultura Americana” com "mais e melhor pornografia pesada”, distribuiu e-mail a seus simpatizantes defendendo a bestialidade desde que “o animal não se queixe” acrescentando que “o animal raramente o faz”.

Por sua vez, a Noruega tornou-se o 6º país do mundo a conceder aos homossexuais idênticos direitos de “casamento” que os casais normais. A lei inclui o poder de adotar crianças e o “direito” de inseminação para as lésbicas.

O precipício da imoralidade não tem fundo ‒ a não ser o inferno ‒ e apela a aberrações sempre mais espantosas.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Obama promete aborto total e irrestrito, mas mídia brasileira abafa e favorece candidato


O candidato presidencial democrata Barack Hussein Obama, pretende fazer do aborto irrestrito a maior prioridade do seu governo se ganhar a eleição, denunciou a entidade provida Focus on the Family.

A proposta de Obama foi feita em mensagem de votos à famigerada Planned Parenthood. Acresce que falando para ativistas do aborto Obama disse: “a primeira coisa que farei como presidente é assinar o ‘Freedom of Choice Act’”, projeto do próprio Obama e 18 senadores que visa aniquilar toda lei estadual que limite a massacre dos inocentes, informou o site LifeSiteNews.

À luz disto compreende-se bem a torcida do macro-capitalismo midiático brasileiro e das esquerdas nacionais em favor de Obama.

domingo, 4 de maio de 2008

AIDS:coquetel de retrovirais é uma ilusão


A falsa idéia de que a AIDS seja controlável com coquetéis de retrovirais teve efeitos catastróficos.

A sífilis, que se julgava erradicada no Ocidente há 25 anos, ressurgiu com força entre os homossexuais. Na Inglaterra, o número de casos cresceu mais de 1.200% em nove anos. O maior aumento ocorreu em Londres, Dublin, Berlim, Paris e Rotterdam, informou o Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

O enganoso coquetel não é 100% eficaz e tem efeitos emocionais devastadores nos usuários.

No Brasil, a faixa dos aidéticos entre 13 e 24 anos passou de 26% em 1996 para 41%, nos 32 mil novos casos registrados em 2006. 474 mil brasileiros contraíram AIDS desde 1980, mas o total chegaria a 600 mil.

Sem a reforma moral e a conversão pedida por Nossa Senhora em Fátima, o crescimento do vício e das doenças conexas é irrefreável.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Petismo tenta derrubar estratégia que freia a AIDS

Enquanto a abstinência dos solteiros e a castidade matrimonial vêm se demonstrando o único método realmente eficaz para conter a AIDS, o governo petista segue empenhado em sabotar internacionalmente os programas de prevenção baseados na fidelidade conjugal e na abstinência.



Mariângela Simão, Roosewelt Pinheiro-ABr



A coordenadora do programa nacional de DST-Aids, Mariangela Simão [foto], disse que o Brasil elabora uma declaração conjunta com países latino-americanos, criticando os programas de prevenção de aids baseados em fidelidade e abstinência.

O documento, flagrantemente catastrófico, deverá ser apresentado na próxima reunião da Assembléia Geral das Nações Unidas sobre HIV/Aids, programada para junho em Nova York. Quem semeia ventos, colhe tempestades.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Cardeal da Letônia: homossexuais não podem governar


O Cardeal de Riga (Letônia), D. Janis Pujats [foto], advertiu que os homossexuais devem ser banidos dos cargos públicos do país.

Nas próximas eleições, disse o Cardeal, os candidatos devem se manifestar “preparados para defender a nação letã contra a invasão da homossexualidade na vida pública”, informou “The Baltic Times”.

O cardeal Pujats sublinhou que um indivíduo que não seja um “vigoroso advogado dos valores morais do povo não pode concorrer e não pode ser nomeado primeiro-ministro”.

Os princípios morais corajosamente defendidos por D. Pujats, entretanto, são considerados ilegais pelas iníquas normas da União Européia. Não é a primeira vez que um sucessor dos Apóstolos desafia corajosamente normas jurídicas imorais.

Não é filme de horror; são clínicas de aborto “legal”

O fechamento de quatro clínicas abortistas de Barcelona, do grupo Ginedemex, desvendou algo do que ocorre no submundo do aborto “legal”.

Dr Carlos Morín, diretor clinica abortista Emecé, grupo Ginedemex, Barcelona

Nelas faziam-se abortos sem limite de tempo de gestação, designando-os “abortos legais”.

Trituradoras industriais, ocultas sob a mesa da recepção da clínica ou junto da sala de espera das mulheres, moíam fetos de mais de 24 semanas; esgotos entupidos por restos humanos; simples faxineiras que distribuíam remédios ou “esterilizavam” bisturis; anestesistas sem qualificação e psiquiatras que assinavam relatórios médicos sem terem visto as pacientes –– horrores como estes constam nos autos do processo que corre no 33º Juizado de Barcelona.

O Tribunal Superior de Justiça da Catalunha ordenou a prisão do diretor e de responsáveis das clínicas por “atos radicalmente ilegais”.

Reação de fiéis leva cardeal a proibir “missas homossexuais”

Os católicos ingleses não podiam acreditar, mas era verdadeiro: o Cardeal Cormac Murphy O'Connor [foto], primaz da Inglaterra, tinha autorizado “missas homossexuais” para militantes da sodomia aglutinados na rede “Quest”. Estes diziam que tais missas eram “só o começo”.

Porém os católicos ingleses apresentaram seus protestos diretamente ao Vaticano. Pouco depois o vigário geral da arquidiocese de Londres, Mons. Sheamus O'Boyle, encerrou as escandalosas missas.

Reuniões de estudantes homossexuais que se diziam católicos, na Universidade de Liverpool, promovidas pelo mesmo grupo, também foram extintas pela arquidiocese da cidade, após queixas apresentadas pelos fiéis.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Arcebispo pede engajamento heróico pela família e pela vida


Os católicos devem imitar os cristãos dos primeiros séculos que deram a vida antes de claudicar diante do paganismo imoral romano, disse Mons. Charles Chaput [foto], arcebispo de Denver, EUA, em New York.

Aqueles cristãos agiram com tanta constância e coragem que o catolicismo acabou virando a religião dominante e fundou a Civilização ocidental.

Ser cristão, disse, significa crêr que o matrimônio é sagrado, “recusar o aborto, o infanticidio, o controle da natalidade, o divórcio, as práticas homossexuais e a infidelidade conjugal”.

Praticar a fé não traz popularidade, concluiu, mas no fim, Deus reconhecerá aqueles que foram seus filhos fiéis não só na vida privada mas também na vida pública, concluiu.

Estudo revela violência e doenças nos “casais homossexuais”


O “Journal of Urban Health” [foto], da Academia de Medicina de New York concluiu que no 32% dos “casais homossexuais” há abusos de um ou mais “parceiros”, como socos, pontapés, empurrões, queimaduras, cortes e outros, além de violências sexuais e verbais e o contágio de doenças venéreas.

Segundo o estudo, as principais causas são o uso de drogas, depressão, alcoolismo, promiscuidade e “outras desordens psicológicas e comportamentais” patológicas ligadas ao estilo de vida homossexual.

O estudo não trouxe nada de novo.

O singular é que a mídia abafa esta realidade, deixando a impressão que o casamento contra a natureza é livre de males.

Só no matrimônio legítimo abençoado pela Igreja é que os conjugues católicos encontram forças para viver com respeito, dignidade e amor mútuo.

sábado, 6 de outubro de 2007

Campanha anti-aborto percorre ruas e estradas de Canadá


O grupo pró-vida Canadian Centre for Bio-Ethical Reform (CCBR) iniciou uma campanha que consiste em fazer girar pelas ruas das cidades canadenses um caminhão com 11 metros de comprimento exibindo fotografias do sanguinário resultado do aborto de seres humanos. A campanha começou em Calgary.

“Os advogados do aborto falam de ’liberdade reprodutiva’ e direito de escolha da mulher” disse Stephanie Gray, diretora do CCBR. “Mas essa linguagem encobre o que é o aborto, isto é, um ato de violência que mata uma criança”. Oficialmente no Canadá há 100.000 abortos por ano, informou LifeSiteNews.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Envenenar o feto antes de abortá-lo: nova fórmula do “aborto seguro”

Nos EUA, onde foi proibido o cruel aborto por nascimento parcial (partial birth abortion), o abortismo excogitou outra forma para ultimar a vida de crianças por nascer. Em Massachusetts, segundo o acatado diário local “Boston Globe”, quando a gestação atinge 20 semanas “estão injetando drogas letais nos fetos antes de abortá-los”.

O Dr. Michael F. Greene, diretor do setor de obstetrícia do hospital Massachusetts General (foto), apontou três hospitais ligados à Universidade de Harvard: o próprio Massachusetts General, o Brigham and Women’s e o Beth Israel Deaconess.

Movimentos pró-vida observaram que por esse método os fautores do aborto “dão às crianças não nascidas venenos mortíferos para matá-las e se resguardarem de abortos ’mal sucedidos’. Essas ações transbordam de hipocrisia médica”. Se fosse necessária mais uma prova da inumanidade contida no crime ignominável do aborto, aqui está.

Universitária católica salva vidas dissuadindo mulheres que vão a abortar

“Sidewalk counselor” (literalmente conselheiro que caminha ao lado) é o que define o apostolado de Cassidy Bugos, estudante universitária católica. Ela fica do lado de fora da clínica de abortos da Planned Parenthood em Washington e quando se aproxima uma mulher para abortar, ela se põe do lado, caminha junto com ela e a esclarece da verdadeira dimensão do ato horroroso que vai cometer. Cassidy é mais uma de outras voluntárias pela vida que fazem isso.

Cassidy teve que se vencer a si própria para criar coragem. Mais acabou conseguindo. O que dizer em poucos segundos? Cassidy descobriu. Os companheiros da infeliz mulher tentam dissuadí-la? Cassidy não se importa. Cassidy viu no olhar de todas as mulheres — ricas ou pobres, moças ou maduras — um profundo mal-estar, e seu coração se rachou de dor cada vez.

Ela presenciou “viradas” que pagaram todos seus esforços. Uma vez, uma mulher de nome Anne-Marie caiu em lágrimas dizendo: “Não posso faze-lo, não posso faze-lo, eu sou uma católica”. E salvou a vida do filho. Cassidy publicou suas experiências no jornal estudantil The Rambler. Elas foram reproduzidas no site Lifesitenews.

domingo, 23 de setembro de 2007

Relatório acha relação entre demência e vasectomia


A Dra. Sandra Weintraub (foto), professora de psiquiatria e neurologia da Northwestern University’s Feinberg School of Medicine (foto embaixo), Chicago, nunca deu importância às alegações de que vasectomia está ligada à demência. Até que um dia perguntou a um grupo de doentes da forma de demência conhecida como afasia progressiva primária (PPA em inglês) que danifica a capacidade de falar e entender criando dependência incurável. Em nove pacientes, 8 tinham feito a vasectomia.

Weintraub apresentou o resultado de sua pesquisa neste ano. A vasectomia está ligada, segundo ela, a um largo leque de doenças que inclui arteriosclerose, imuno-deficiência adquirida, mal-estares crônicos e câncer de próstata.
40% dos homens afetados pela afasia progressiva primária tratados Northwestern’s Alzhheimer’s Disease Center fizeram a vasectomia. A afasia progressiva primária, ou mal de Pick, ataca homens e mulheres jovens, confundindo a fala e destruindo centros de comunicação cerebral até inutilizar o paciente. Weintraub também achou que o 30% das pessoas afetadas pela demência fronto-temporal (FTD), também tinham feito a vasectomia.

China: modelo do Brasil se o abortismo vencer?

Abortos simultâneos na mesma sala são freqüentes na China

Agentes do controle da natalidade em Guangxi e Shangdon vêm forçando dezenas de mulheres grávidas a abortarem no hospital de Baise, informou a rádio Free Asia. Os agentes fazem “arrastões” de grávidas invadindo as casas. À senhora Zhou fizeram uma aplicação “para trabalhar melhor” na altura da cabeça do bebê que logo nasceu morto.

He Caigan foi forçada a abortar porque não tinha 18 anos. Após a aplicação ela sentiu os estertores do bebê no seu próprio ventre até morrer.

Jovem traumatizada após praticarem nela o 2º aborto, Qingdao

As grávidas temem pisar o hospital por alguma outra razão pois está infestado de agentes do controle da natalidade.
As convicções religiosas das mães são atropeladas em nome da política oficial do “filho único”. A polícia ameaçou um sacerdote católico da perseguida Igreja clandestina para que não falasse à imprensa, mas ele contou o caso de paroquianas seqüestradas e obrigadas a abortarem.

A China é sinistro “modelo” do que pode vir a acontecer no Brasil se a atual ofensiva pelo aborto atingir seus objetivos mais extremados.

Estranhas conexões entre progressismo católico e abortismo


O movimento Católicas pelo Direito de Decidir aluga vasto local no 4º andar num prédio propriedade da Ordem do Carmo, em São Paulo.

No 5º andar está a sede da Regional Sul da CNBB, e no 7º a sede da Conferência dos Religiosos do Brasil.

Nessas instalações pretendem dar curso que “põe em xeque o pensamento católico sobre a virgindade, uso de métodos anticoncepcionais, maternidade como destino, homossexualidade e aborto”.

Agentes de pastoral da Igreja Católica foram convidados, informou a Agencia Católica Internacional.

Segundo Fátima Oliveira (foto), secretária executiva de Rede Feminista de Saúde há anos grupos abortistas trabalham aliados ao Conselho Nacional de Igrejas Cristãs de Brasil (CONIC), no qual tem parte a CNBB.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

3º Congresso do PT: nova ofensiva pelo aborto



O PT realizou o seu 3º Congresso para decidir as políticas futuras e decidiu se engajar pela descriminalização do aborto e sua regulamentação pela rede pública de saúde. A proposta pelo aborto foi defendida pela ministra de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro (foto), e pela deputada Iriny Lopes (ES).

Matilde Ribeiro (Roosewelt Pinheiro/ABr)

A proposta foi aprovada por ampla maioria. “As mulheres não podem fazer abortos clandestinos”, disse Matilde, repetindo o velho realejo.

Para obter o acordo partidário pela massacre do inocentes foi feito um jogo de palavras: “legalização” foi substituído por “descriminalização”.

O deputado Odair Cunha (MG), mais matreiro, pediu que o PT não mexesse nesse vespeiro e foi vaiado pelo plenário.

O engajamento petista foi comemorado com um velho grito de guerra partidário, porém modificado: “Partido, partido, é das trabalhadoras”.

No 3º Congresso ficou claro que o aborto virá para “atender a exigência dos movimentos sociais”.

Pró-aborto desfilam no Grito dos Excluídos


Grito dos Excluídos, Brasília, Marcelo Casal Jr/ABr

Sinal precursor aconteceu no Grito dos Excluídos, convocado pela CNBB, no 7 de setembro. Em São Paulo, na missa na Catedral da Sé, imensa faixa verde e amarela foi levada até ao altar em procissão com as “principais reivindicações do povo”.

Depois da missa, manifestantes seguiram para o Monumento do Ipiranga misturando músicas dos movimentos populares e Hino Nacional. Participaram militantes do MST, PSOL, PSTU, PCB e Partido Humanista. Entre os movimentos sociais estava o “Marcha Mundial das Mulheres”.

“Nem papas, nem juízes, as mulheres decidem”, dizia um cartaz dessa Marcha Mundial das Mulheres, exigindo a liberação do aborto. “Não é a posição da Igreja, mas não há como evitar esse tipo de manifestação”, comentou insensível a freira Beatriz Maestri, representante do Conselho Indigenista Missionário, CIMI, dependência da CNBB.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Marco histórico: primeira e multitudinária marcha de repúdio ao aborto em Brasília


Oito mil pessoas participaram da 1ª Marcha Nacional em Defesa da Vida, em Brasília. Percorreram o trecho que vai da Catedral até o Congresso Nacional. Foi capitaneada pelo Movimento Brasil Sem Aborto, e agrupou pessoas de sete estados além do Distrito Federal. Um dos cartazes dizia: "Deputados: os Srs. prestarão contas a Deus pelo seu voto".
Havia grupos católicos paroquiais de todo o Distrito Federal. A Associação dos Fundadores marcou presença realçando com suas faixas as origens cristãs do Brasil, e a gravidade do pecado que significa a aprovação do assassinato de inocentes.

A passeata parou frente ao Ministério da Saúde, para deixar uma mensagem de repúdio às declarações pró-aborto do Ministro José Gomes Temporão: "Aborto não; desiste Temporão!" foi o brado dos manifestantes. Frente ao Congresso Nacional, a multidão fez ecoar seu repúdio ao aborto no desfecho da Marcha.
Uma pífia manifestação de movimentos pró-aborto, com menos de 20 pessoas, vestidas de roxo e portando tímidos cartazes passou quase despercebida.
A imprensa paulista não noticiou o fato, ou lhe consagrou espaços diminutos. Tivesse sido uma marcha pelo aborto com essa presença popular, e teria saído nas marchetes.

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Repercussão no exterior: LifeSiteNews contou 20.000 pessoas.

Mais fotos da Marcha contra o aborto em Brasília







Marcha contra o aborto em Itu


Também em Itu (SP) houve uma primeira marcha pela vida e contra o extermínio dos inocentes, em que destacaram-se as forças católicas: paróquias e o movimento Ação Jovem pela Terra de Santa Cruz.
Mais uma vez, a imprensa da capital paulista não sabia, não viu, não estava e nada publicou!

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Americanos cada vez mais contrários ao aborto


A firma Overbrook Research de Illinois divulgou pesquisa segundo a qual o eleitorado jovem, especialmente o feminino, está abraçando as posições pró-vida em proporções surpreendentes e em agudo contraste com ideias e atitudes preponderantes há 15 anos. O trabalho está concentrado no estado de Missouri, porém, postas as condições desse estado, é considerado revelador das tendências que germinam em todos os estados dos EUA. Foram consultadas 30.000 pessoas entre 1992 e 2006. Em 1992 mulheres e homens com menos de 30 eram os mais ardidamente favoráveis à “livre escolha” (39%) e os menos “pro-vida”(23%). Hoje a proporção inverteu-se: 36% são fortemente “pro-vida” e apenas 18% pela “livre-escolha”. Políticos sociais-democratas e esquerdistas estão tentando readaptar sua linguagem falando da vida e da religião, por vezes cometendo gafes até cômicas.

Coragem de jovem proibida de usar o anel da castidade


Lydia Playfoot, 16, de West Sussex, Inglaterra, foi proibida de usar na escola o anel da castidade, símbolo da vontade de se conservar pura até o casamento. Ela recorreu à Justiça. Seu advogado aduziu a Lei dos Direitos Humanos e a liberdade de consciência e religião. E numa era em que tudo é permitido na escola, a Corte de Apelações voltou a emitir uma proibição seletiva contra Lydia. Ela disse no juízo que “a verdadeira razão pela extrema hostilidade contra o uso do Silver Ring Thing (o anel da pureza) é o desgosto diante da mensagem de contenção sexual do anel contrária à cultura dominante e à política do governo”, que na Inglaterra é socialista. Foi uma cena que lembra as perseguições contra os primeiros cristãos. LEIA MAIS.

UE e ONU ameaçam a Nicarágua porque proibiu todo aborto

A Nicarágua baniu o aborto em todos os casos e agora sofre uma onda internacional de pressões. O chanceler da Holanda, Bert Koenders, anunciou que seu país e a União Européia só lhe darão ajuda econômica se o país anula a lei anti-aborto. A União Européia, disse Koenders, pensa cancelar toda ajuda aos países onde o aborto ainda é ilegal. Por seu lado, as Nações Unidas qualificaram de “crime” a proibição nicaraguense de assassinar as crianças no ventre materno. A declaração foi emitida no encerramento da reunião do Comitê da Convenção para a eliminação de todas as formas de discriminação contra a mulher (CEDAW), em Nova Iorque. Na ocasião, também o Brasil foi criticado pelos abortistas.

Legalização do aborto agravou crise familiar


A despenalização do aborto aumentou o número de filhos ilegítimos, escreveu John Lott Jr. no “Wall Street Journal”. Os nascimentos fora do casamento passaram de 5% do total no período 1965-69 a mais de 16% nos anos 1985-1989. Entre os “negros”, o número saltou de 35% a 62%. Lott também responsabilizou a aprovação legal do aborto 1) pelo agudo incremento das relações pre-matrimoniais; 2) pelo multiplicação de crianças necessitadas de adopção; 3) pelo declínio da taxa de casamento; 4) pelo aumento do número de pais solteiros; 5) pelo desinteresse dos pais pelos filhos; 5) por problemas múltiplos nas crianças que incluem até o crime. O aborto induziu as pessoas a relaxar seus costumes morais, explicou Lott, e as conseqüências chegaram de modo inevitável.

Mais de 100.000 cidadãos pedem plebiscito sobre casamento e deputados negam


Mais de 100.000 cidadãos de Massachusetts assinaram pedido de plebiscito para uma reforma constitucional que declare que casamento é só entre homem e mulher.

Os deputados federais recusavam-se a dar sua aprovação.

O Supremo Tribunal estadual lhes fiz ver o caráter anti-democrático da resistência.

Então eles aprontaram outra: na hora de dar a aprovação votaram contra e inviabilizando a consulta popular!

As sondagens davam por certo o triunfo da reforma, mas os deputados que aprovaram o mal chamado “casamento” homossexual não queriam sofrer um desmentido popular.

A mídia americana e internacional fez inexplicável silêncio sobre esta sabotagem acintosamente pro-homossexual, observou o Dr. Robert Knight, diretor do Instituto Cultura e Mídia, de Virginia, EUA.