segunda-feira, 30 de julho de 2007

Vetado financiamento público de experiências criminosas


O presidente dos EUA, George W. Bush, vetou projeto de lei que financiaria com dinheiro público experiências com células-tronco embrionárias, porque matariam embriões humanos, o que constitui grave violação da Lei natural e da moral católica. O veto deveu-se à salutar pressão dos movimentos conservadores pró-vida e pró-família, a maioria deles de inspiração religiosa. Muitas esquerdas pseudo-moderadas e humanitárias reagiram com furor e tiraram a máscara. Em sentido contrário ao veto do presidente americano, o Conselho de Ministros da União Européia aprovou o financiamento dessas experiências moralmente criminosas. O tema é dos mais importantes nas polêmicas de grande atualidade: religião-ateísmo, conservadorismo-Revolução cultural, direita- esquerda.

Colégio de advogados portenho: aborto é homicídio


Essa prestigiosa entidade de Buenos Aires afirmou em declaração pública que o aborto “é uma forma de homicídio, [...] com a agravante de que tal atentado se realiza quando a vítima não tem capacidade de se defender”. O governo Kirchner tenta introduzir esse crime na legislação argentina, violando a Constituição, a tradição jurídica do país e acordos internacionais. Os tratados são farrapos de papel, sentenciava o Kaiser Guilherme II da Alemanha. Desconhecer o Direito positivo é mais uma constante do abortismo. A resistência a esse abominável crime, entretanto, continua crescendo no país.

Castidade e abstinência freiam a AIDS em Zâmbia


Zâmbia alcança sucessos na luta para deter a AIDS, graças à promoção da castidade e da abstinência sexual nas aulas de catecismo, narrou o Pe. Alick Mbanda. E denuncia que “o governo fez muito pouco e tarde demais”. De fato, ONGs financiadas pela ONU e fundações ocidentais promovem a distribuição de preservativos e denigrem a atuação da Igreja. Assim agindo, o governo promove a morte de incontáveis zambianos. O país conta com 1,2 milhão de aidéticos numa população de 11 milhões, e 34% das crianças são órfãs por causa da pandemia.

Manifestações contra aborto na Colômbia e na Argentina

Protesto em Bogotá, Colômbia
Bem mais de 100.000 católicos manifestaram-se contra o aborto, na praça Bolívar, centro da capital colombiana. Na ocasião, foi levada solenemente a imagem do Menino Jesus de Praga, o Divino Niño, que há mais de 30 anos não saía em público. A mídia, muito incomodada pelo porte da manifestação, silenciou-a no noticiário. Na Argentina, grupos de jovens pró-vida entregaram aos deputados 250 mil assinaturas contra a legalização do aborto. A respeito do fato, a mídia efetuou

Lei anti-abortista de -Dakota influencia outros Estados


O governador de Dakota do Sul sancionou importante lei que proíbe todo tipo de aborto nesse Estado. Quinze outros Estados estão elaborando leis análogas. O "New York Times" prevê uma "nova era de batalhas", pois a lei aprovada colide com a malfadada decisão da Corte Suprema, em 1973, no processo Roe vs. Wade, favorável ao aborto. Para o ultra-esquerdista diário "Libération", de Paris, a lei é um verdadeiro míssil na atual guerra cultural americana. Para ele, os partidos políticos não têm unidade para enfrentar o desafio, e as feministas estão desesperadas. O presidente Bush, que vinha capitalizando o voto conservador, agora está sendo superado pela onda pró-vida, concluiu o jornal parisiense.

É preciso um “clamor inextinguível” contra o aborto

Dom Francisco Gil Hellín
"A Igreja não pode deixar de clamar contra [o aborto], como os profetas de Israel, [...] ainda que seja chamada de retrógrada e antiprogressista", escreveu o Arcebispo de Burgos (Espanha), D. Francisco Gil Hellín. O prelado esclareceu que não deve ser um miado de gato, mas "um clamor inextinguível que se levanta [...] do mundo todo até o Céu, pedindo justiça e misericórdia". Comparando a matança de crianças não-nascidas com o bruaá da mídia pelos maus-tratos de presos no Iraque, concluiu: "Esses fatos são um 'conto de Branca-de-Neve' comparados com o que acontece com os abortados: a maioria é despedaçada, outros são envenenados, outros ainda picados com uma faca de aço".

Abortistas dos EUA reconhecem o próprio fracasso


"Acho que 'Roe vs. Wade' [acórdão da Suprema Corte de Justiça que instalou o aborto nos EUA] será desmantelado em breve prazo", disse à agência Reuters Nancy Keenan, presidente de NARAL Pro-Choice America, conhecida ONG favorável ao aborto. "Temos um presidente anti-aborto, um Congresso anti-aborto, e agora, com a confirmação do juiz Alito para o Supremo, temos em vista uma Suprema Corte anti-aborto". Keenan silenciou o mais importante: sobretudo a maioria do povo norteamericano é contra o aborto, e na democracia moderna o povo é soberano. Mas isto não interessa aos promotores da revolução sexual. Com a posse do juiz Samuel Alito, muitos defensores da vida esperam que venha a cessar o monstruoso massacre legalizado de inocentes. Corresponderá ele às expectativas? Deus queira.

Clonagem com células-tronco humanas: fraude


O único e pioneiro “sucesso” de clonagem humana a partir de células- tronco embrionárias, isto é, extraídas de fetos, revelou-se imensa fraude. A Universidade de Seul, onde ensinava o biólogo sul-coreano Hwang Woo-suk, concluiu que todos os seus resultados foram forjados, pediu sua destituição e seu indiciamento por desvio de fundos públicos. A famosa revista Science, que se deixara iludir, publicando artigo do falsário Hwang, retratou-se logo. No Brasil, meses atrás, foi aprovada a realização de experiências com células-tronco embrionárias. Servirá a fraude do biólogo sul-coreano como sinal de alerta para nossas autoridades, que aprovaram a eliminação homicida de embriões humanos, sob alegação de incentivo às pesquisas científicas?

Mulheres prejudicadas pelos falsos “direitos da mulher”

Segundo o jornal médico britânico “The Lancet”, 10 milhões de fetos femininos foram abortados nos últimos 20 anos na Índia, em conseqüência dos incentivos oficiais ao controle da natalidade. Para se encaixar nos planos oficiais, os pais sacrificam as meninas, porque ao casar iriam ingressar em outra família; e só preservam meninos que possam trabalhar. O censo indiano verificou que hoje há apenas 927 mulheres para cada 1.000 homens. Mais uma vez, constata-se que a mulher é a grande vítima da contracepção, apresentada como um dos supostos “direitos da mulher”, proclamados de boca cheia pelos promotores do feminismo.

Tirania pro-aborto na Europa choca deputados católicos


O Parlamento Europeu proibiu uma exposição anti-aborto com fotos do campo de concentração de Auschwitz, organizada por eurodeputados poloneses. Estes se sentem feridos pelo viés anticatólico desse Parlamento, escreveu "The New York Times". "Se querem conhecer nossas opiniões, leiam as opiniões da Igreja Católica", revidou o eurodeputado polonês Maciej Giertych. Para ele, a intolerância esquerdista da União Européia lembra a ditadura soviética. É lamentável que no Brasil quase nunca parlamentares falem com essa clareza.

Lenine despenalizou o crime do aborto


O ditador comunista Vladmir Lenine foi o primeiro governante a descriminalizar o aborto. Sua lei teve que ser suspensa para evitar o despovoamento da URSS, mas foi restaurada em 1955 e vigora até hoje. Na Rússia, 60% das concepções terminam com esse abominável crime. Na Romênia, hoje o aborto mata três vezes mais crianças do que as que nascem. Revolução comunista e aborto estão irmanadas por um monstruoso pacto, de fundo ideológico.

Jovens lideram oposição ao aborto na Inglaterra


Na Inglaterra, onde se pode abortar até a 24ª semana de gestação, 80% da população afirmam que 200.000 abortos anuais "é demais". 89% acreditam que a legislação sobre o aborto deve ser continuamente revista e levar em consideração os progressos da medicina, que permitam ajuda e atenção cada vez mais precoces em relação aos nascituros. 62% acham que a lei deve ser restringida "significativamente". 75% dos jovens de 18 a 24 anos apóiam essa posição, formando o grupo social mais oposto ao massacre de inocentes. "A enquête mostra quão desatualizada e fora da pista ficou a lei de aborto", disse a responsável da sondagem, Citra Abbot. A Communicate Research pesquisou 1005 britânicos no 38º aniversário dessa cruel legislação abortista.

Ciência recomenda refeições em família


As refeições em família reforçam os vínculos, melhoram a qualidade das comidas, protegem dos excessos de alimentação ou de fitness [exercícios físicos], reforçam a saúde psíquica, favorecem o contato com a realidade, são formativas quanto às boas maneiras, sendo ótimas para educar crianças e adolescentes. Tais conclusões não são de um saudosista, mas resultado de amplas e sérias pesquisas científicas recentes, sobretudo com adolescentes, resumidas no livro da jornalista Miriam Weinstein, O surpreendente poder das refeições em família: comer juntos nos torna mais inteligentes, mais fortes, mais saudáveis e mais felizes. Tudo isso é verdadeiro quando o convívio durante a refeição não é sabotado pela TV ligada, esclarece Weinstein.

Educação mista e igualitária é prejudicial às crianças


Meninos e meninas têm pronunciadas diferenças físicas e psicológicas, e por isso não devem ser educados no mesmo esquema, explicou o psicólogo e médico norte-americano Leonard Sax, em seu recente livro Why Gender Matters. Segundo Sax, cada vez mais moços e moças pedem tratamento psiquiátrico, porque as escolas não respeitam as formas diferentes de apreender dos dois sexos. Eles e elas têm características físicas e psicológicas próprias, emoções, sentimentos e gostos que não são iguais, os quais a escola precisa levar em conta para não lhes fazer mal. A educação mista e neutra preparou, segundo Sax, o ambiente para aberrações como o "casamento" homossexual.

domingo, 29 de julho de 2007

Suíça: voto protestante aprova “casamento” homossexual


O voto protestante foi decisivo para que a Suíça aprovasse em referendo o “casamento” homossexual, ou Pacto Civil de Solidariedade (PAC), que equivale a um casamento civil, segundo a agência “Zenit”. A Federação das igrejas reformadas empenhou-se na aprovação desse contrato antinatural. Os católicos votaram pelo “não”. Dos sete cantões que recusaram a proposta, seis foram os que têm maioria católica, como o de Lugano, de língua italiana.

Precursor da fecundação in vitro se arrepende

Laboratório de fecundação in vitro
O Prof. Orazio Piccinni, um dos precursores da fecundação in vitro, agora prega o fim dessa prática, segundo a agência “Corrispondenza Romana”. Afirmou que ela exige “o sacrifício premeditado de muitas vidas humanas. De fato, cerca de 90% dos embriões produzidos em laboratório são imolados, para se obter uma criança a qualquer preço”. A mídia e certo establishment, que antes incensavam o médico, passaram agora, após a sua sensata mudança, a marginalizá-lo e até hostilizá-lo.

“Bebê planejado” para ser sacrificado

A Inglaterra aprovou a geração artificial de "bebê planejado", a fim de lhe serem extraídos tecidos para transplante. É a primeira licença judiciária para criar um ser humano destinado a ser imolado sob pretextos terapêuticos. Organizações pró-vida criticaram duramente essa decisão cruel e imoral, que já toca no diabólico. A lei brasileira, que libera experiências com fetos, e o projeto espanhol de seleção de embriões foram mencionados como sinistros antecedentes da decisão inglesa, pelo diário “La Nación”, de Buenos Aires.

Plebiscito proíbe “casamento” homossexual

Congresso do Estado de Kansas
O eleitorado do estado de Kansas aprovou, por maioria esmagadora, emenda constitucional que define o matrimônio como a união entre um homem e uma mulher, tornando ilegal o chamado “casamento” homossexual. A emenda recebeu 70% dos votos num plebiscito. Kansas é o 18º estado americano a tomar essa atitude. Em nenhum caso venceu a outra opção. No estado de Oregon, a Corte Suprema estadual anulou cerca de 3.000 “casamentos” homossexuais. Esse tribunal baseou-se na emenda aprovada no ano passado, protegendo o matrimônio. Os partidários do aberrante “casamento” homossexual estão recorrendo ao Judiciário, tentando obter uma incerta legalização, como recentemente ocorreu no estado de Connecticut.

97% dos brasileiros recusam ampliação do aborto


Caiu enormemente o número de brasileiros que aprovam a ampliação da lei de aborto. Segundo pesquisa do IBOPE em março deste ano, a aprovação ficou em 3%. Ela foi de 43% em 1994, desabou para 21% em 1996 e para 10% em 2003. “Só posso pensar que se trata de um ataque coletivo de hipocrisia”, disse o sociólogo Antônio Flávio Pierucci, da USP, mais crédulo nos chavões comuno-progressistas do que na realidade. Com efeito, o abortismo não brota de um anseio popular, mas de minorias propulsoras da imoralidade.

Espanha: esquerdas e homossexuais tentam realizar profanação

Nas escadarias da catedral de Barcelona, militantes socialistas e o grupo homossexual Sin Vergüenza promoveram ato contra a Igreja Católica, que condena os “matrimônios” homossexuais. Entoaram slogans blasfemos, como “Igreja Católica: imbecilidade ilustrada”, “Vamos queimar Deus”, “Cristo homossexual”. Jovens católicos ofereceram resistência dentro da legalidade, temendo uma invasão da catedral. Para eles, a ocupação seria o início do confisco das igrejas, reclamado pelas esquerdas. Os católicos foram objeto de insultos e obscenidades por parte dos manifestantes.

Promotor de “casamento” homossexual pode ser excomungado

D. Frederick B. Henry
O bispo de Calgary, Canadá, D. Frederick B. Henry, declarou à TV que é impossível o chefe do governo nacional ser “bom católico, se ao mesmo tempo apóia o aborto e os ‘matrimônios’ de pessoas do mesmo sexo”. Nesse caso, o bispo só pode dizer: “Não receba a comunhão, porque [...] rompeu o seu vínculo com a Igreja”. D. Henry esclareceu que, se dependesse dele, pensaria seriamente em excomungá-lo, pois quem promove o “casamento” homossexual “comete uma grave ofensa a Deus. [...] Não se pode estar nos dois extremos ao mesmo tempo”.

Planned Parenthood mantinha site pedófilo para crianças!

A Planned Parenthood (Planejamento Familiar) — maior grupo pró-aborto do mundo — colocou em seu site matéria para educação sexual de crianças de seis anos: A idade importa? Quando as meninas encontram homens mais velhos. A página direcionava as crianças a um site que faz apologia da pedofilia, da pornografia infantil e oferece objetos para perversões sexuais. Militantes pró-vida tiraram cópias e alertaram os pais de família. A Planned Parenthood alterou logo as comprometedoras páginas, mas continua impunemente difundindo seus aberrantes programas.

Jovem católica reduz ao silêncio clínica abortista


A clínica abortista de Boulder, Colorado (EUA), há anos entrega restos dos bebês assassinados à igreja do Sagrado Coração de Maria, para serem sepultados. Militantes pró-vida enterraram com solenidade esses restos mortais, num túmulo especial. O diretor da clínica, Warren Hern, qualificou o ato de “macabro ritual de morte”. Michelle Bauman, de 15 anos, da escola católica Bishop Machebeuf High School, retrucou em carta que, se ele falava de “morte”, no fundo reconhecia que morriam seres vivos; e que, se a clínica mandava enterrar os restos, é porque compreendia tratar-se de pessoas. A missiva foi publicada no “Denver Catholic Register”, e a clínica, envergonhada, ficou sem argumentos para replicar.


Mulheres repudiam a prática do aborto


Recente estudo do Centro para a Igualdade de Gênero (CGE) — grupo abortista radical — mostrou que o aborto legal não é prioridade para as mulheres nos EUA. Entre as infelizes que praticaram esse abominável ato e hoje arcam com pesadas conseqüências físicas e psicológicas, além da dor moral, o movimento Pró-vida deitou fortes raízes. Elas esperam que a Corte Suprema de Justiça norte-americana revogue a decisão que legalizou o massacre de inocentes e causou enorme dano a tantas mães.

Processado ministro que falsificou cifras de abortos

O ministro da Saúde argentino, Ginés González García, falsificou o número provável de abortos anuais no país, para obter a despenalização desse crime abominável. Ele falou em 500.000 abortos anuais, quando as estatísticas oficiais do seu Ministério permitem supor, no máximo, 50.000 casos. A associação Portal de Belém — que mantém albergues para “mães solteiras” ou abandonadas — denunciou o ministro pelo “não cumprimento de deveres de funcionário público” e “intimidação da população, da Corte Suprema e do Congresso”. A Justiça Federal argentina acolheu a denúncia. Em todos os países as táticas abortistas são as mesmas. E as fraudes, também...