quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Fábricas secretas de Frankesteins?

Seres impensáveis poderiam ser flagelo dos homens
Um painel de cientistas da Academia de Ciências Médicas de Londres alertou para a possibilidade de a novela “Frankenstein” se tornar espantosa realidade, noticiou a agência LifeSiteNews. Segundo eles, colegas britânicos já criaram mais de 150 embriões híbridos de homem e animal, em pesquisas secretas efetivadas em laboratórios do país.

Por sua vez, o diário “Daily Mail” noticiou que 155 embriões que misturam elementos genéticos humanos e animais foram criados nos últimos três anos. Os autores foram cientistas que trabalham células embrionárias com o pretexto de achar novos remédios.

As pesquisas secretas foram reveladas quando um comitê de cientistas denunciou ante o Parlamento um possível cenário de pesadelo com a hibridação homem-animal indo longe demais.

O professor Robin Lovell-Badge, do National Institute for Medical Research, denunciou o trabalho de implantação de material genético de seres humanos em embriões animais visando engendrar novas criaturas com atributos humanos. Ele mencionou a inoculação em cérebros de macacos de material tirado de fetos.

O King’s College de Londres e as Universidades de Newcastle e Warwick obtiveram licença para essas experiências antinaturais após a aprovação da lei que garante a utilização de embriões humanos em ensaios de laboratório.

DNA alterado por cientistas ideologizados?
Eles estão à procura de ‘cybrids’, entes resultantes da implantação de um núcleo de célula humana numa célula animal. Também procuram criar ‘quimeras’, resultantes de células humanas misturadas com embriões animais.

Peter Saunders, presidente do grupo Christian Medical Fellowship, que reúne 4.500 médicos do Reino Unido, manifestou ser muito difícil bloquear com leis essas experiências anti-humanas.

Segundo ele, os “cientistas em geral não conhecem bem a teologia, a filosofia e a ética e, com frequência, há interesses ideológicos ou financeiros por trás de suas pesquisas”.

Lord David Alton introduziu um debate no Parlamento e recebeu a resposta de que esses esforços para produzir um humano-animal híbrido pararam por falta de verba.

“Eticamente isto jamais poderia ser justificável, e desprestigia nosso país. É qualquer coisa que toca no grotesco”, acrescentou Lord Alton.

“Dos 80 tratamentos e curas obtidas a partir de células estaminais, todos vieram de células estaminais adultas, nenhuma de células embrionárias. Isto não tem fundamento na moral e na ética, nem tampouco na ciência e na medicina”, completou.

Josephine Quintavalle, do grupo pró-vida Comment on Reproductive Ethics (Corethics), perguntou no “Daily Mail”: “Por que isto deve ser mantido no segredo? Se eles estão orgulhosos do que fazem, por que é preciso apelar ao Parlamento para que isto seja trazido à luz?”



segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Liechtenstein: população repele aborto em referendo

Parlamento do Principado de Liechtenstein 

No Principado de Liechtenstein o 52,3% dos votantes dizeram “não” ao aborto e rejeitaram sua descriminalização em referendo nacional, informou Radio Vaticano.

Uma campanha internacional a favor do aborto caiu sobre o pequeno país. As pesquisas midiáticas previam uma vitória da liberalização desse crime abominável, aumentando a pressão sobre os setores mais moralizados do país.

Estes, porém, resisitiram. E a massacre dos inocentes continuou proibida no Principado. O aborto sendo punível com até um ano de prisão, mesmo se realizado no exterior.

O príncipe herdeiro Alois trabalhou contra da liberalização do aborto, e o arcebispo Wolfgang Haas de Vaduz também protestou de público.

A coragem do povo do Principado agora terá que enfrentar outras ofensivas, pois tal votaçao perfeitamente democrática será contestada internacionalmente pelos arautos da “cultura da morte” que, hipocritamente, se pretendem adalides da democracia.


domingo, 25 de setembro de 2011

Tendência religiosa tradicional na juventude surpreende jornal americano

O jornal laico e esquerdizante “The New York Times” ficou pasmo quando ouviu as seguintes palavras de Mary Kate, 18, estudante que renunciou à prestigiosa e cara Universidade de Harvard para entrar como noviça nas Irmãs Dominicanas de Maria Mãe da Eucaristia, em Michigan:

“Nós rezamos o terço na mesma hora todos os dias. Você essencialmente vai repetindo as palavras que o Arcanjo Gabriel disse a Nossa Senhora. Essas são as palavras mais importantes da História.

“A distração é normal e você tem que dar um jeito de combatê-la. Deus é nosso Pai e é tão misericordioso conosco. Assim, quando eu me distraio, digo “oh, perdão!”, e me volto para Ele, porque eu sei que Ele compreende que eu sou sua filha e que eu sou débil.

“Rezar o terço também ensina a guardar o silêncio. Você fica realmente tranqüila diante daquilo que é realmente verdadeiro durante alguns minutos.”

O referido jornal, um dos maiores ícones da mídia mundial e que sempre procura apresentar a juventude como puramente debochada e revolucionária, ficou tão impressionado que reproduziu o testemunho da jovem por completo, com grande foto de uma postulante rezando o terço num convento tradicional.


terça-feira, 20 de setembro de 2011

Diferença de idades entre irmãos gera senso da hierarquia e da harmonia familiar

A ordem dos nascimentos determina natural e espontaneamente uma hierarquia entre as crianças, respondeu um conjunto de cientistas consultados pelo jornal “La Nación”, de Buenos Aires.

Os investigadores noruegueses Petter Kristensen e Tor Bjerkedal, da Universidade de Oslo, constataram que o primogênito em geral possui um coeficiente intelectual superior ao dos irmãos.

O Dr. Luis Kancyper, da Asociación Psicológica Argentina (APA), defende a supremacia natural do primogênito, pelo fato de que “deve preservar as tradições e representar o modelo da responsabilidade”.

O estudo norueguês analisou 240.000 meninos noruegueses e concluiu que o fato de os maiores cuidarem dos irmãos menores “potencia sua capacidade intelectual”.

A expectativa depositada no primogênito não recai sobre os filhos intermediários, disse a especialista Stacy De Broff. Os pais são menos exigentes com eles e “por isso, muitos adotam atitudes mais relaxadas diante da vida”. Mas, ao mesmo tempo, favorecem o desenvolvimento de personalidades “voltadas para a criatividade”.

Já o benjamim é o mais mimado pelos pais e protegido pelos maiores, e “por isso sói ser mais carinhoso que o restante dos irmãos”, disse Stacy De Broff.

O senso da hierarquia se desenvolve assim natural e harmonicamente na família desde que as crianças vêm à luz.


quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Jovem religiosa defende o uso público do hábito desafiando a Cristofobia

Oblata de São Francisco de Sales dando aula em Paris,
de hábito completo

A Irmã Ana Verônica, oblata de São Francisco de Sales em Paris, foi convocada juntamente com vários outros professores de Filosofia ao Liceu Carnot, da capital francesa.

O objetivo da reunião era combinar a correção de muitas provas da matéria que tinham ficado sem corrigir no fim do ano escolar.

Ela se apresentou como de costume: com o hábito completo do instituto religioso a que pertence.

Sua presença foi pretexto para um rebuliço. Professores laicistas e socialistas exigiram das autoridades do Liceu a expulsão da religiosa. Pretextavam que ela ofendia a laicidade e, de forma caricata e ofensiva, compararam seu hábito com o véu islâmico.

As autoridades nada fizeram, pois sabiam que o procedimento da religiosa era irrepreensível do ponto de vista legal.

Os professores laicistas exigiram que ela tirasse o hábito. “V. poderia ser mais discreta!”, desabafou uma professora laicista.

Propaganda cristofóbica caricata não adiantou
- “Eu não posso fazer melhor nem pior. Eu devo levá-lo”, respondeu a jovem religiosa.

Os jornais fizeram estardalhaço com o fato e o secretariado geral do ensino católico exigiu que a irmã Ana Verônica desse prova de “juízo” e comparecesse usando roupas civis.

Com tom sereno e respeitoso, mas firme, a freira respondeu a seus detratores em carta publicada pelo jornal parisiense “La Croix”, de 13-07-2011:

Nós repetimos claramente que jamais tiraremos nosso hábito. ...

“Um hábito religioso é o sinal da resposta a um chamado para se consagrar a Deus, que nem todos os batizados recebem.

“Desde 8 de setembro de 2004, data de minha entrada na vida religiosa, minha vida mudou muito e o hábito não é mais que a expressão visível disso.

“Comparecer agora de outra maneira, sem o hábito religioso, é uma coisa impossível para mim, pois eu não uso mais outros vestidos que não sejam os de minha consagração religiosa.

“Eu não sou religiosa por horas.

“Fazemos a profissão para viver seguindo Cristo até a morte.

“Esta consagração religiosa inclui todas as dimensões de nosso ser: corpo, coração, alma e espírito.

“O jovem homem rico do Evangelho recuou diante do apelo de Jesus para segui-Lo, quando Ele posou seu olhar sobre ele.

Religiosas em procissão na Polônia
“Isso significa que a decisão de se consagrar a Deus não é fácil de tomar. Ela pressupõe certas renúncias...

O hábito religioso é sinal desse fato. Ele pode, portanto, ser um sinal de contradição. Nós sabemos que nosso hábito não deixa indiferentes as pessoas. Ele é um testemunho da presença de Deus.

Por meio dele nós relembramos, de modo silencioso mas eloqüente, que Deus existe neste mundo que se obstina a não querer pensar nem sequer na possibilidade da transcendência divina.

“Mas, Jesus nós diz no Evangelho que o servidor não é maior que seu mestre. Vós conheceis a continuação? “Se eles me perseguiram, eles vos perseguirão também” (Jn 15, 20).

E Jesus acrescentou: “As pessoas vos tratarão assim por causa de Mim, porque eles não conhecem Aquele que me enviou” (Jn 15, 21).

A carta da corajosa irmã Ana Verônica causa viva impressão na França.

No Brasil, o PNDH-3 pretende banir os símbolos religiosos dos locais públicos e instalar um laicismo – na realidade, um anti-catolicismo mal disfarçado – como o francês. Para atingir sua finalidade extremada, não poderá deixar de tentar proibir as próprias vestes talares dos religiosos e das religiosas.


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A alegria de ser mãe supera as falsas promessas da recusa da concepção

Chega a 200 mil o número de crianças brasileiras que deixou de nascer de mães de menos de 19 anos numa década. É o equivalente à população de uma cidade como São Carlos ou Americana (SP).

O governo comemora a queda como um sucesso de suas “ações de conscientização”, que incluem a distribuição de preservativos e anticoncepcionais.

Os promotores desse resultado negativo alegam melhoria no consumo da mãe que sacrificou o filho. Porém, acham que ainda é pouco e que a natalidade ainda existente nessa faixa etária deve ser combatida ainda mais.

Mas as jovens mães vêem as coisas diferentemente. Dados de hospitais como o HC e o Hospital Maternidade de Vila Nova Cachoeirinha (zona norte de SP) quebram os mitos anti-natalistas a respeito das grávidas adolescentes, escreveu a “Folha de S.Paulo” http://jornaldooeste.com.br/teen/noticias/8133/?noticia=os-200-mil-bebes-que-nao-nasceram.

O jornal cita o caso de Thauany, 16, de Brasilândia (periferia da zona norte de SP). Ela engravidou e, com os R$ 800 que ganha o pai da criança, vão cuidar da pequena Micaely Vitória.

Thauany está feliz, conta o jornal. Na escola onde cursa a oitava série, as amigas “falam que também querem, que é o sonho delas”.


domingo, 4 de setembro de 2011

Só o retorno à familia tradicional e à religião pode recompor as sociedades desfeitas

Paris, Maio 68: líder Daniel Cohn-Benit estimula depredações.
Foi o início do "Proibido proibir" e da "libertação sexual"
Michel Garroté, especialista em geopolítica que abandonou o laicismo e o esquerdismo radical para se tornar católico, denunciou que por trás do feroz vandalismo que abalou a Inglaterra estavam as idéias de “Maio de 68”.

“Há quaranta e três anos Maio de 68 vem apodrecendo a sociedade; já é hora de denunciar o enorme cretinismo das idéias pseudo-pacifistas de `Maio de 68`, escreveu ele em Drzz.Info.

O especialista apontou também a responsabilidade moral da “Escola de Frankfurt”, socialista e freudiana, que forneceu a ideologia que está na origem da descomposição da sociedade.

Saques e depredações em Londres:
conseqüência da destruição da família
Por sua parte, Melanie Phillips, do diário britânico Daily Mail, denunciou que a anarquia violenta que tomou conta de cidades inglesas não é senão o resultado muito previsível de três décadas de “experiências” de esquerda que reduziaram a frangalhos quase todos os valores fundamentais da sociedade.

A família pai-mãe bem casada, o mérito na educação, a punição dos criminosos, a identidade nacional, a repressão da droga foram jogados ao lixo pela “intelligentsia” de esquerda, disposta a levar adiante uma transformação revolucionária da sociedade.

Aqueles que resisitiam a essa ação insidiosa eram acusados de serem “conservadores de direita” e de quererem voltar a uma era de ouro mítica superada.

Nós estamos vendo agora o resultado dessa política nas cenas horríveis e sem precedentes de violência dos baderneiros, nas casas e lojas pegando fogo, na epidemia dos saques.

Casamento e família tradicional:
esperança de restauração da sociedade

As causas do vandalismo não estão na pobreza, mas num desabamento moral. E o trabalhismo exacerbou essas causas.

Na verdade, prosseguiu Melanie Phillips, no centro de todos esses problemas está o estilhaçamento da família.

E os governos se empenharam em destruir sistematicamente a família tradicional.

A família destruída foi premiada e encorajada pelo Estado Providência que subvencinou todas as formas anômalas e convivência.

Os absurdos antifamiliares foram piorados por um “multiculturalismo” segundo o qual achar que uma cultura é superior a outra – no caso a cultura inglesa sobre as culturas dos imigrantes africanos e asiáticos – seria ‘racismo’.

Casamento do príncipe Rainiero de Monaco
Assim acabou se abandonando o tecido social tradicional nacional e foi se instalando uma guerra primitiva de todos contra todos, em que os grupos mais agressivos destroem os mais pacíficos.

Segundo a jornalista, para a restauração do tecido social destruído:

“requer-se um retorno à transmissão enérgica da moral bíblica.

Quando os responsáveis religiosos cessarem de falar baboseiras mais próprias de assistentes sociais de idéias moles e recomeçarem a defender os princípios morais que fundamentam nossa civilização,

"quando nossos dirigentes politicos decidirem se opor à guerra cultural empreendida contra nossa civilização em vez de aquiescerem passivamente com sua destruição,

"então — e só então — poderemos começar a solucionar esta crise terrível”, concluiu Phillips no Daily Mail.