terça-feira, 29 de março de 2016

Itália e Japão perdem população

Berçário vazio na Itália.
Berçário vazio na Itália.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



A Itália sempre se destacou por sua população numerosa, trabalhadora e reveladora de infindos talentos.

Essa abundância também alimentou uma grandíssima emigração que contribuiu pujantemente para o desenvolvimento de países novos como o Brasil, a Argentina e os EUA.

As famílias numerosas estavam na base deste fenômeno demográfico abençoado por Deus.

Porém, no ano de 2015 a taxa de natalidade italiana foi a mais fraca nos últimos 154 anos, e sua população diminuiu pela primeira vez em 30 anos segundo informou o Instituto Nacional de Estatísticas (Istat).

Os decessos aumentaram em 9%, nível sem precedentes depois da II Guerra Mundial. Os nascimentos caíram 3% em relação ao ano anterior. Em outros números nasceram apenas 488.000 crianças incapazes de cobrir o vazio deixado por 653.000 falecimentos.

quinta-feira, 24 de março de 2016

A Paixão de Cristo revive na Paixão da Igreja





Em face do drama em que se encontra a Santa Igreja, muitas almas procuram, então, assumir uma posição de indiferença, parecida com a de numerosos contemporâneos de Nosso Senhor, que acreditavam que Ele era Homem-Deus, mas que, durante a Via Sacra, vendo-O passar, em vez de se compadecer por seus lancinantes sofrimentos, achavam entretanto melhor não considerá-los, mas pensar em outras coisas.

A evidência dos fatos deixa patente que a partir do Concílio Vaticano II penetrou na Igreja, em proporções impensáveis, a “fumaça de Satanás”, de que falou Paulo VI, a qual se foi dilatando dia a dia mais, com a terrível força de expansão dos gazes.

Para escândalo de incontáveis almas, o Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo entrou no sinistro processo da como que autodemolição, a que aludiu aquele mesmo Pontífice, em Alocução de 7 de dezembro de 1968.

terça-feira, 22 de março de 2016

Suécia persegue parteiras que se negam a praticar abortos

Ellinor Grimmark perdeu o emprego porque recusou fazer abortos por objeção de consciência.
Ellinor Grimmark perdeu o emprego porque recusou fazer abortos
por objeção de consciência.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



A Sra. Steen não foi contratada como parteira, pois não queria realizar abortos na Clínica de Mulheres de Nyköping, Suécia. Ela explicou a sua posição à chefe da unidade de enfermagem que, em consequência, se negou a contratá-la, informou o site Infocatólica.

Com efeito, a Sra. Steen recebeu carta da gerência: “Não temos a política nem o costume de deixar espaço algum à objeção de consciência. Não podemos nem queremos trabalhar com tais exceções”.

E a chefe foi ainda mais longe ao entrar em contato com outro possível empregador para denunciar as convicções da pretendente a emprego, que igualmente cancelou a entrevista dela.

O caso já conta com antecedentes na Suécia. Outra parteira, Ellinor Grimmark que se opôs a participar num aborto foi processada e perdeu num tribunal sueco em novembro de 2015.

Em virtude de sua objeção de consciência, três hospitais se negaram a contratá-la. A sentença lhe obriga a assumir a custa de todo o processo, quase 500 mil reais.

terça-feira, 1 de março de 2016

Ideologia de gênero: a experiência monstruosamente fracassada do gêmeos Reimer

Bruce e Brian Reimer no colo da mãe.
Bruce e Brian Reimer no colo da mãe.



Uma experiência com seres humanos cruelmente fracassada patenteou o erro da “ideologia de gênero” há já alguns anos, mas a mídia silencia. Ele foi relatado pelo “Portal da Família”.

A “teoria de gênero” pretende desconhecer as diferenças naturais e atribuí-las à cultura, ao meioambiente e à evolução da matéria segundo critérios análogos aos marxistas.

No ponto de partida do caso esteve o Dr. John William Money (1921-2006), psicólogo da John Hopkins University de Baltimore, EUA.

Ele exerceu uma influência decisiva para forjar essa teoria antinatural e, já na década de sessenta, pretendia ter demonstrado que a sexualidade depende mais da educação do que da morfologia humana.

Money era tido como um guru da sexualidade e se fazia chamar de “missionário do sexo”. Defendia casamentos “abertos” a amantes com consentimento mútuo; estimulava o sexo grupal e bissexual, além de parecer tolerar o incesto e a pedofilia.