quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Médico ativista da eutanásia tenta se suicidar

O arauto da eutanásia Nicolas Bonnemaison confessou ter assassinado 'só' uma mulher, mas era investigado por outras mortes.
O arauto da eutanásia Nicolas Bonnemaison
confessou ter assassinado 'só' uma mulher,
mas era investigado por outras mortes.



O médico francês Nicolas Bonnemaison, 54 anos, ativista da eutanásia, foi salvo in extremis quando tentava se suicidar numa floresta do sudoeste da França.

Ele havia sido condenado por matar um doente terminal injetando-lhe uma injeção letal e corria risco de ser preso, segundo noticiou o jornal britânico “The Telegraph”.

O ativista da eutanásia foi encontrado inconsciente em seu carro na floresta de Tosse.

Ele tentou se suicidar desviando a fumaça do escapamento para o interior do veículo com este funcionando.

E foi levado ao hospital em condições “extremamente graves”, “entre a vida e a morte”, segundo uma fonte médica.

Uma sentença judicial lhe havia tirado o direito de exercer a medicina. Mas Bonnemaison conseguiu uma suspensão da pena.

Seu processo apavorou a França, país maioritariamente católico e onde a eutanásia e ilegal.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Centenas de milhões de crianças chacinadas na China.
Será assim no futuro mundo verde cogitado na COP21?

Mãe forçada aponta o local da aplicação mortal.
Mãe forçada a abortar aponta o local da aplicação mortal.



O governo da China comunista informou por meio do jornal oficial Diário do Povo que todo ano pratica 13 milhões de abortos. Desses, 62% são feitos em mulheres com idade entre 20 e 29 anos, na maioria solteiras, informou a agência ACIPrensa.

Os dados são do Centro de Investigação de Tecnologia da Comissão Nacional de Planificação Familiar e da Saúde. O mesmo órgão apontou que entre 2006 e 2010 a China gastou 402,5 milhões de dólares para distribuir anticonceptivos no país.

Qi Rongyi, médico chefe do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia num hospital de Tianjin, disse que na realidade “o número de abortos poderia ser muito maior”, pois “as estatísticas não incluem os abortos realizados em clínicas ilegais”.