sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Feliz Natal!


No decurso dos séculos, outros homens, outros povos vieram venerar vosso presepe.
E no meio de tantos, eis-no aqui também. Estamos de joelhos, e Vos olhamos.

Vede-nos, Senhor, e considerai-nos com vossa compaixão. Aqui estamos, e Vos queremos fazer uma prece.

Prece, antes de tudo, por aquilo que mais amamos no mundo, que é a vossa Igreja santa e imaculada.

Prece, depois, por nós mesmos, para que vossa graça, sem a qual nenhuma vontade persevera duravelmente no bem, e nenhuma alma se salva, seja para nós tanto mais abundante quanto mais numerosas foram nossas misérias e infidelidades.

A origem da árvore de Natal

A árvore de Natal data dos tempos do Papa São Gregório Magno. Foi criada por santos monges e missionários como São Columbano e reis como o imperador Carlomagno.


Veja a história completa em Árvore de Natal: uma tradição criada por Santos e reis católicos

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Arcebispo pede engajamento heróico pela família e pela vida


Os católicos devem imitar os cristãos dos primeiros séculos que deram a vida antes de claudicar diante do paganismo imoral romano, disse Mons. Charles Chaput [foto], arcebispo de Denver, EUA, em New York.

Aqueles cristãos agiram com tanta constância e coragem que o catolicismo acabou virando a religião dominante e fundou a Civilização ocidental.

Ser cristão, disse, significa crêr que o matrimônio é sagrado, “recusar o aborto, o infanticidio, o controle da natalidade, o divórcio, as práticas homossexuais e a infidelidade conjugal”.

Praticar a fé não traz popularidade, concluiu, mas no fim, Deus reconhecerá aqueles que foram seus filhos fiéis não só na vida privada mas também na vida pública, concluiu.

ONU espalha falsos números sobre aborto e mortalidade materna

O Organização Mundial da Saúde (OMS), o Fundo da ONU para a Infância (UNICEF) e o Fundo de População da ONU (UNFPA) publicam sem base que todo ano morrem entre 500 e 600 mil mulheres no mundo por falta de “aborto legal”. A fraude foi confessada pelo ex-chefe do Escritório de Estatísticas da ONU, Dr. Joseph Chamie ao Catholic Family and Human Rights Institute (C-FAM).

Essas cifras não tem fundamento sério, explicou ele, porque a maioria dos países não informa o número nem a causa das mortes anuais, nem o sexo ou idade dos falecidos. Porém, esses órgãos seguem divulgando cifras assustadoras de mortalidade materna para alicerçar as campanhas de descriminalização do aborto!

Estudo revela violência e doenças nos “casais homossexuais”


O “Journal of Urban Health” [foto], da Academia de Medicina de New York concluiu que no 32% dos “casais homossexuais” há abusos de um ou mais “parceiros”, como socos, pontapés, empurrões, queimaduras, cortes e outros, além de violências sexuais e verbais e o contágio de doenças venéreas.

Segundo o estudo, as principais causas são o uso de drogas, depressão, alcoolismo, promiscuidade e “outras desordens psicológicas e comportamentais” patológicas ligadas ao estilo de vida homossexual.

O estudo não trouxe nada de novo.

O singular é que a mídia abafa esta realidade, deixando a impressão que o casamento contra a natureza é livre de males.

Só no matrimônio legítimo abençoado pela Igreja é que os conjugues católicos encontram forças para viver com respeito, dignidade e amor mútuo.