terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Polônia acaba com a fertilização in vitro

A nova primeira ministra Beata Szydlo subiu prometendo
uma plataforma pela vida.
Na foto está sendo cumprimentada pelo presidente da Polônia



O novo governo conservador da Polônia pôs fim ao financiamento da fertilização in vitro (IVF) aprovada pelo governo anterior.

A decisão atende os pedidos das associações pela vida polonesas e internacionais. Essa prática antinatural consumia por volta de 75 milhões de dólares anualmente, noticiou a agência LifeSiteNews.

“É uma boa notícia”, disse Mariusz Dzierzawski da Poland’s Right to Life Foundation. “Mas é só um primeiro passo. Nós temos que seguir combatendo para que o IVF seja ilegal”.


John Smeaton, secretário executivo da Society for the Protection of Unborn Children de Londres, também aplaudiu a decisão do governo do Partido Lei e Justiça.

“Damos a bem-vinda à decisão do governo polonês pois o fim do financiamento vai restringir muito a prática da inseminação artificial na Polônia e salvar muitas vidas em estado embrionário”, explicou.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Natal 2015: entrou o Islã e o Presépio foi banido na Europa
até por bispos e prefeitos

O Menino Jesus proibido em dioceses italianas para não desagradar os islâmicos:
a pungente capa da revista "Tempi" que evoca "a justiça de Herodes"



No último Natal, o pároco de San Biaggio, na cidade de Monza, norte da Itália, decidiu cancelar a missa no instituto “Ente Católico de Formação Profissional”.

A decisão foi traumática para alunos e pais de família que estudam numa escola onde uma bela imagem de Nossa Senhora acolhe os estudantes todos os dias, segundo “Il Corriere della Sera”.

O pároco alega que os estudantes muçulmanos podem ficar chocados com “um ato de culto forte demais não só para quem professa uma fé diversa (leia-se os islâmicos), como também para aqueles que não frequentam a igreja”.

Com esse argumento não haverá mais missa de Natal na escola e, Deus não o permita, nem mesmo em toda a cidade.

O diretor da escola tentou explicar ao corpo de professores que “a missa não será feita para não discriminar”. Em seu lugar haveria um ato laico “com cantos e projeções de imagens”.