terça-feira, 15 de julho de 2014

“Casamento homossexual” é “sacramento” luciferino, diz porta-voz do “Templo Satânico” nos EUA

Sempre que o povo americano tentar conter o aborto ou manter leis do casamento tradicional, os seguidores de Satanás vão estar lá para se opor, prometeu o porta-voz nacional do Templo Satânico, segundo informação da agência “LifeSiteNews”.

Templo Satânico ganhou notoriedade pela tentativa de realizar uma ‘Missa Negra’ na Universidade de Harvard que foi repelida pelos estudantes católicos.  

Confira: Tentativa de “missa negra satânica” em Harvard. Estudantes reparam ofensa ao Corpo de Cristo

O porta-voz Lucien Greaves, cujo nome de nascimento é Doug Mesner, disse para o jornal ‘Metro Times’ de Detroit que ele gostaria de ajudar as mulheres a não cumprir as leis pela vida.

Segundo ele, as restrições ao aborto violam as crenças religiosas satânicas e o “casamento” homossexual é um “sacramento” da religião diabólica.

Ele acrescentou que o objetivo atual do Templo Satânico é ter lobistas em Washington D.C., para passar leis que amparem a “religião de Satanás”.

Ele atacou o governador de Michigan, Rick Snyder, porque “vem tentando tornar insustentável para as mulheres a interrupção da gravidez”.

“Nós sentimos que devemos proteger com isenção religiosa as mulheres de procedimentos supérfluos, como o ultrassom transvaginal”, disse Greaves explicitando a “religião luciferina”.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Mais de 3 mil médicos e estudantes de Medicina poloneses prometem não praticar abortos

Jovens contra o aborto na Polônia
Jovens contra o aborto na Polônia

Mais de três mil médicos e estudantes de Medicina poloneses assinaram em Cracóvia uma declaração em que se comprometem a não praticar abortos nem fornecer receitas para anticoncepcionais, noticiou a agência “Infocatolica”

O juramento hipocrático, pilar da deontologia médica desde o século IV antes de Cristo, é inteiramente claro sobre a incompatibilidade entre o exercício da Medicina e o aborto.

Ele deveria bastar para impedir o massacre dos inocentes e os atentados contra a concepção.

“Eu não darei droga letal a ninguém, caso isso me seja solicitado, não aconselharei tal procedimento; e similarmente, não darei a uma mulher um pessário [diafragma] que lhe provoque um aborto” – diz o original grego do juramento.

Porém, esse juramento, tradicional entre os médicos dos países civilizados, foi calcado aos pés pelas legislações ocidentais “modernas”, contrárias à concepção e à vida.