domingo, 9 de dezembro de 2012

"Deus seja louvado", apesar do Ministério Público, será mantido nas cédulas de real


Expressão será mantida nas notas de real
Nilo Fujimoto
O Ministério Público Federal (MPF) apresentou um pedido de tutela antecipada para que a União e o Banco Central retirassem, no prazo de 120 dias, a expressão “Deus seja louvado” de todas as cédulas que fossem impressas a partir de então, alegando que a expressão viola os princípios da laicidade e da “liberdade religiosa”.

Em decisão titular da 7ª Vara Federal Cível em São Paulo, a juíza Diana Brunstein indeferiu o pedido, sentenciando que "a menção à expressão Deus nas cédulas monetárias não parece ser um direcionamento estatal na vida do indivíduo, que o obrigue a adotar ou não determinada crença".


A magistrada assinalou, ainda, que a "alegação de afronta à liberdade religiosa não veio acompanhada de dados concretos, colhidos junto à sociedade", já que nenhuma instituição laica ou religiosa não cristã manifestou indignação perante as inscrições da cédula.

Entendeu que não há qualquer risco de dano irreparável que justifique o pedido de antecipação de tutela proposto, haja vista que a frase "Deus seja louvado" encontra-se há quase três décadas impressas no papel moeda.

A decisão é a expressão de um profundo descontentamento que retirada da expressão “Deus seja louvado” suscitou em toda opinião pública nacional, em que a mentalidade cristã deitou raízes profundas que ainda teimam em sobreviver.

Que Nossa Senhora Aparecida, Rainha do Brasil, preserve os princípios católicos na alma do brasileiro, e os proteja do ataque da cristianofobia.



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