terça-feira, 28 de junho de 2011

Viés anarcocomunista na deturpação do ensino do português


O autor de duas dezenas de livros, entre os quais a consagrada Moderna Gramática Portuguesa, o Dr. Evanildo Cavalcante Bechara reprovou o ensino da linguagem popular nas escolas como é feita no famigerado livro Por uma Vida Melhor, distribuído a 500.000 estudantes pelo MEC.

Para ele, a promoção do português errado constitui uma subversão da lógica em nome de uma doutrina. – Qual doutrina?

“É semelhante – dissse– ao que uma corrente de comunistas russos apregoava quando Josef Stalin (1879-1953) chegou ao poder. Os comunistas queriam estabelecer algo como ‘a nova língua do partido’, um absurdo que enterraria a norma culta.


“Agora, um grupo de brasileiros tenta repetir essa mesma lógica equivocada, empenhando-se em desvalorizar o bom português”, explicou o especialista.

Para o Prof. Cavalcante Bechara, o ranço ideológico que está por trás dessa proposta danosa para a formação dos jovens provém do movimento de esquerda anarcocomunista surgido no meio acadêmico na década de 1960.

Esse movimento pregava a abolição da gramática nas escolas e contestava qualquer tipo de norma ou autoridade.

“Para se ter uma idéia, acrescenta o especialista, agitava-se nas universidades a bandeira ‘é proibido proibir’. Isso ecoava nos colégios – um verdadeiro desastre”.

“É proibido proibir” foi o slogan mais famoso da explosão anarcocomunista conhecida como “Maio 68”, na Universidade de Sorbonne de Paris.


segunda-feira, 27 de junho de 2011

Mais de 300 pessoas na conferência de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini contra o aborto, promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Conferência de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini promovida pelo IPCO



O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promoveu, na noite do último dia 20 de junho, a conferência de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos (SP), sobre o tema “A cultura da vida contra a cultura da morte”.

O evento contou com a presença de diversos padres, religiosos, seminaristas, líderes de movimentos pró-vida, cientistas e professores, numa plateia composta por mais de 300 pessoas no auditório do Colégio e Faculdade São Bento, centro da capital paulista. A conferência teve transmissão ao vivo pela internet e o vídeo, já disponível, foi assistido por mais de 700 pessoas.

Fizeram parte da mesa diretora Dr. Adolpho Lindenberg, presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, o Príncipe Imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança, diretor do Movimento Paz no Campo, Dom Mathias Tolentino, Abade do Mosteiro de São Bento, e o conferencista Dom Luiz Gonzaga Bergonzini.

Dr. Adolpho Lindenberg iniciou o evento fazendo uma sucinta apresentação do palestrante, já tão bem conhecido do público brasileiro por causa da polêmica sobre o aborto durante o último pleito eleitoral e pela promoção da Campanha São Paulo Pela Vida, uma petição para mudar a Constitutição do Estado de São Paulo, em defesa da vida e contra o aborto!

“A paz de Cristo não é uma ausência de guerra”

Dom Bergonzini começou explicando que a paz que Nosso Senhor Jesus Cristo nos dá, não significa ausência de guerras ou de problemas, mas trata-se da paz de quem está em ordem com Deus. “É impossível estar de bem com o próximo se não estamos de bem com Deus”, disse o prelado, argumentando em seguida que é essa paz que deve nortear as nossas ações.

A Igreja e a política – “Nossa Lei é o Evangelho”

Para Dom Bergonzini, o problema dos partidos políticos é que “ao invés de procurarem proporcionar o bem comum, promovem o bem do partido. Devemos distinguir partido político de política. Todo ser humano é político! (...) Até uma criança é política. Está na natureza humana. A Igreja não tem o direito de fazer política? A Igreja tem o dever de fazer! Como cidadão eu tenho o direito e como bispo, como cristão, eu tenho o dever de fazer política, dever de ser político. Não partidário. Não seguidor de uma sigla. No nosso partido, o chefe é Jesus Cristo e a nossa arma, nossa lei, é o Evangelho!”

“A Igreja Católica, como defensora do Evangelho, tem o direito de orientar seus fiéis segundo seus preceitos: orientando-os, mostrando onde estão os erros, não tendo receio de apontar as falhas... não se acomodar. Infelizmente, muitas vezes, nós nos acomodamos”, lamentou o bispo.

Sobre o mandamento divino “ide e ensinai”, Dom Bergonzini explica que Nosso Senhor não se refere somente às verdades da Fé, mas a “tudo aquilo que se relaciona com a Fé. Ensinar o que é certo, condenar aquilo que está errado, advertir a pessoa que erra, procurar corrigi-las” e cita textualmente um pronunciamento de Bento XVI: “quando os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores tem um grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas.”

“Seja a vossa linguagem sim, sim; não, não” (São Mateus 5, 37)

“O correto é sim, sim e não, não! Não existem meias verdades. Ou é verdade ou não é”, afirmou o prelado, ressaltando a necessidade de ser caridoso para com os que erram, dando oportunidade para se corrigirem, mas, quando preciso, é “oportuno que nós imitemos Jesus Cristo que expulsou os vendilhões do templo”.

Aborto

Dom Bergonzini foi taxativo sobre a luta contra o aborto: “a defesa da vida, a defesa do nascituro, é um dever do cristão!”

“Nenhuma gravidez – continuou - é passível de aborto, nenhuma. Uma vez que existe vida, ela pertence a Deus e só Ele pode tirá-la”.

Quando pediram a ele um melhor desenvolvimento sobre as penas canônicas que envolvem o aborto, o bispo resumiu em uma única palavra: excomunhão! Acrescentando que excomunhão significa estar fora da comunhão da Igreja, à qual se pode voltar pelo arrependimento e pedido de perdão.

A polêmica sobre o aborto na última eleição

“Dilma defendeu o aborto quando candidata, ela dizia que era um atraso para o Brasil não liberar o aborto. Depois do primeiro turno, onde ela contava com uma vitória que não veio, ela mudou o discurso. Então foi a Aparecida, pegou no terço - e não sabia o que fazer com ele -, nem mesmo o sinal da cruz soube fazer. Ela quis usar a Igreja”.

“Eu me lembro… Quantas e quantas vezes nas eleições a gente ouvia, e eu fazia isso no passado: ‘Escolham bem seus candidatos. Votem em pessoas honestas’. Só que o povo não sabe quem é quem! Então resolvi dar nome aos bois. E se na época da eleição eu não tivesse colocado o nome da então candidata Dilma Rousseff no artigo que escrevi [e que provocou toda essa polêmica], não teria acontecido nada em relação ao aborto. Sou jornalista e sei disso! Apanhei bastante, mas bati mais ainda que apanhei”.

Perguntas da plateia – Omissão do episcopado

No final, muitos dos presentes encaminharam perguntas ao palestrante. Muitas delas eram referentes à omissão de parte do episcopado que não acompanhou a atitude corajosa de D. Bergonzini, pronunciando-se sobre a questão.

“Infelizmente - disse o bispo - temos que admitir que há eclesiásticos que não comungam com o nosso pensamento. Não sei como é que eles vão responder isso diante de Deus. Precisamos abrir a boca e falar, a omissão é um dos grandes pecados do mundo”.

Criminalização da homofobia e perseguição religiosa

Perguntado se o PLC 122 (“lei da homofobia”) vai acarretar uma perseguição religiosa aos cristãos brasileiros e qual a nossa obrigação de católicos diante disso, Dom Bergonzini respondeu: “estão pensando em penalizar as pessoas que falam contra o homossexualismo, mas onde fica a liberdade de expressão que é um direito que todos nós temos? O projeto [PLC 122/2006] inclusive visa até prender quem falar contra, mas eu não tenho medo de ser preso. Eu não vou deixar de falar o evangelho por causa de cadeia. Nós devemos ter coragem de enfrentar esse problema. (...) Devemos enfrentar com coragem e colocar o caso nas mãos de Deus. Nós podemos perder, mas Ele deve ganhar!”

Quando questionado sobre a possibilidade de uma perseguição forte ao cristianismo, o bispo de Guarulhos disse: “Existe! Mas essa perseguição não vai derrotar a Igreja. Nunca. ‘As portas do inferno não prevalecerão sobre Ela’”.

Sobre o valor que a CNBB tem hoje para a Igreja, Dom Bergonzini afirmou categoricamente: “a CNBB não tem autoridade nenhuma sobre o bispo diocesano, ela é um órgão que seria de consulta, esclarecimento, de ajuda, de subsidio aos bispos, não tem autoridade nenhuma para dizer ao bispo ‘faça isso’ ou ‘não faça aquilo’. O único superior que um bispo tem, o meu superior direto, é o papa! Eu não posso admitir que outro bispo venha mandar em minha diocese”.

[caption id="attachment_9245" align="alignleft" width="269" caption="Da direita para a esquerda: Príncipe Imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, Dr. Adolpho Lindenberg e Dom Mathias Tolentino, Abade do Mosteiro de São Bento."][/caption]

Palavras de agradecimento do presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Após o término da palestra, Dr. Adolpho Lindenberg pronunciou algumas palavras de agradecimento e quis salientar que o “silêncio diante dos atentados à Lei de Deus é um pecado, quer na política, quer na nossa vida diária, e todos os responsáveis por movimentos paroquiais, padres e religiosos têm a obrigação moral de combater o aborto. Não podem ficar em silêncio. Não é assistir aos atentados, é tomar a iniciativa do ataque”.

O presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira lembrou ainda de uma conversa recente que teve com Dom Bergonzini na qual este dizia que estamos em uma luta de Davi contra Golias. “As ONGs, a Unesco, a mídia, políticos formam um bloco maciço difícil de se opor. Mas se conseguirmos uma mobilização dos movimentos católicos contra o aborto, aí nós poderemos vencer essa monstruosidade que está nos ameaçando”, afirmou Lindenberg.

Dr. Adolpho também quis ressaltar um ponto importante da palestra do bispo de Guarulhos: “é a relação dos entorpecentes com a cultura da morte. A eutanásia, o aborto e os entorpecentes formam uma só família: a família da morte”. E terminou com um pedido a Dom Bergonzini para que ele promova a mobilização dos bispos nessa campanha.

Encerrado o evento com a recitação de uma Ave-Maria e a bênção de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini e do Abade Dom Mathias, todos os presentes foram convidados para um cocktail onde a conversa continuou animada por bem mais de uma hora.

Outras fotos:


Prof. Hermes Rodrigues Nery e Dra. Alice Teixeira

Animado cocktail: conversa entre os participantes do evento continuou por bem mais de uma hora.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Palestra de Dom Luiz Bergonzini, em defesa da família e da vida humana inocente



No próximo dia 20 de junho temos um compromisso. O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está promovendo mais um importante evento, com o objetivo de coligar forças em defesa da vida humana inocente e da família.

A cultura da vida contra a cultura da morte

Cristãos, não tenhais medo: mobilizemo-nos em defesa da vida e da família.
Temos visto, ao longo dos últimos anos sobretudo, uma investida internacional para implantar o aborto em todos os países e destruir a família, com projetos de "casamento" homossexual, "lei da homofobia", entre outros.
No Brasil a agenda abortista está encontrando vigorosas reações, e aí está nossa esperança.

Uma das vozes que se levantaram a nível nacional contra a lei do aborto foi Sua Excelência Reverendíssima, o Bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini.

Por esta razão o convidamos para tratar do assunto, e da importância da mobilização para impedir que o aborto seja imposto em nossa Pátria.

De fato, ou ficamos de guarda e avançamos, ou as manobras sorrateiras, tão utilizadas pelos movimentos pró-aborto, vão acabar empurrando essa prática ignominiosa no Páis inteiro.

E essa mobilização depende de cada um de nós. Eventos, palestras, campanhas, abaixo-assinados, tudo deve formar um conjunto que vá fortalecendo nossa posição.

Conto, então, com sua valiosa presença no dia 20 de Junho, às 19h, no auditório
do Colégio e Faculdade São Bento
, no centro de São Paulo, próximo ao metrô
São Bento.

Há estacionamento dentro do próprio colégio para os que forem de automóvel.

No fim será servido um cocktail para que os assistentes possam se conhecer,
trocar idéias e combinar ações.

Espero sua presença, e de toda sua família.




domingo, 5 de junho de 2011

Marcha pela vida e pela família na Polônia triplica em número de participantes

Sob o slogan “a Polônia apela às consciências dos seus habitantes” , realizou-se no dia 29 de maio em Varsóvia a 6ª. Marcha em defesa da vida e da família, iniciativa da Associação pela Cultura Cristã Padre Piotr Skarga e da Fundação Dia Nacional da Vida.

Veja vídeo
Marcha pela vida e pela família
Varsóvia, 29.5.2011

A grande multidão de cerca de 20 mil pessoas gritava slogans em defesa da família, portando muitos cartazes como “stop aborto” e “direito de nascimento para cada criança.” Famílias inteiras, inclusive avós, acompanharam a marcha com grande entusiasmo.

Deram tom a grande manifestação delegações da TFP e associações co-irmãs de vários países como Brasil, Estados Unidos, França, Alemanha, Áustria, Bélgica, Lituânia e Estônia.

Dezenas de padres e freiras se fizeram destacar entre a multidão, assim como vários deputados e pessoas de destaque no mundo político polonês.

Cabe ressaltar que a marcha deste ano foi precedida por um abaixo-assinado relâmpago que em duas semanas reuniu mais de 500 mil assinaturas pedindo a proibição total do aborto na Polônia, encaminhado à Assembleia Legislativa no mês de abril.

Nossa Pátria se defronta hoje com muitos problemas difíceis, sociais, econômicos e políticos. Entretanto, o problema básico é a ordem moral, fundamento da vida de cada pessoa e de cada sociedade. Por isso a Polônia apela hoje sobretudo à consciência de seus habitantes” – lemos no apelo dirigido aos deputados.



Aos interessados, ver www.piotrskarga.pl

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Multidão em defesa da família, contra o PLC 122, a "lei da homofobia"


Duas horas da tarde. O imenso gramado em frente ao Congresso Nacional já começava a borbulhar de gente.

Enquanto isso, ônibus e mais ônibus chegavam de diversas partes do país (houve gente até do Maranhão!).

Às 15h, já era uma multidão, com faixas e banners em defesa da família, contra o famigerado PLC 122, a "lei da homofobia".

Enquanto alguns parlamentares e líderes discursavam nos trios elétricos, uma delegação foi entregar o abaixo- assinado de 1 milhão de assinaturas ao Sen. Sarney, contra o PLC 122/2006. A manifestação durou cerca de 3 horas. (veja mais fotos aqui)

A 1 km dali, um magote de membros do movimento homossexual fazia sua contra-manifestação. Havia um anúncio em seu site dizendo a seus filiados para levarem bíblias, que seriam supostamente queimadas
em frente à catedral de Brasília.

Banner representa um sacerdote, uma mãe de família,
um universitário e um empresário presos por causa do PLC 122
Ainda não nos chegaram provas de tal ato (aliás, criminoso). Se houver provas, publicaremos. O fato é que os 20 ativistas ficaram provocando os aproximadamente 40 mil manifestantes* pró-família. No fim, o magote ensaiou um pequeno drama, atraindo as câmeras de certa mídia, sempre benevolente ao movimento homossexual...

Mas tudo não passou de um acidente de percurso. O fato é que a capital federal foi palco de uma imensa mobilização, que provou mais uma vez que o Brasil em bloco diz NÃO ao PLC 122.

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira teve presença expressiva, com diversos voluntários distribuindo o folheto "Em defesa de uma lei superior - 10 razões para rejeitar o PLC 122, a "lei da homofobia"" .

Foi uma ocasião excelente, em que conhecemos muitos participantes do Instituto pessoalmente. Foram vários os que nos procuraram, dizendo que tinham assinado em nosso site o protesto aos senadores, contra a "lei da homofobia". Chamou muito a atenção o banner preparado pelo Instituto para a ocasião, representando "Os novos criminosos do PLC 122": um padre, uma mãe de família, um universitário e um empresário.

Rezemos para que essa reação cresça cada vez mais, e que o PLC 122, bem como todo o pacote de medidas contra a família, sejam de uma vez por todas arquivados.

Um ponto apenas - mas muitíssimo importante - temos a lamentar. É a ausência inexplicável dos párocos e dos fiéis católicos que, dado o teor do protesto, poderiam estar em massa na Esplanada dos Ministérios. Uma senhora nos procurou, parabenizando-nos pelo fato de estarmos ali.

Ela havia convidado diversos padres, que lhe responderam simplesmente: "não, deixa disso, esse projeto já foi arquivado...". Alguns padres, de fora de Brasília, estiveram presentes. Outros grupos, como o núcleo católico da UnB, também se fizeram presente. Houve, portanto, honrosas exceções.

Mas continua sem explicação a ausência gritante de grupos católicos mobilizados, que deveriam ter comparecido em muito maior número. A que se deve essa ausência? Não sabemos.

Sabemos apenas que Nossa Senhora saberá recompensar aqueles que reagem, furando a rede de omissão.

*Tomamos como base de cálculo a quantidade de folhetos que distribuimos: 10 mil. Como a multidão estava muito aglomerada, não era possível distribuir para boa parte dos presentes, como aliás acontece em ocasiões assim. Portanto, afirmamos que havia pelo menos de 35 a 40 mil pessoas. As agências que estão afirmando que havia 50 mil pessoas não estão longe da realidade.


quarta-feira, 1 de junho de 2011

Em defesa de uma lei superior - 10 razões para rejeitar o PLC 122, a "lei da homofobia"

Uma campanha do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Diante da ameaça de uma verdadeira ditadura homossexual, que será implantada caso o PLC 122 for aprovado pelo Congresso Nacional, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, juntamente com diversas instituições pró-família, convida a todos para uma mobilização nacional em defesa da família e dos princípios da Civilização Cristã.

Faça agora mesmo o download do folheto "Em defesa de uma lei superior - 10 razões para rejeitar o PLC 122, a "lei da homofobia"", distribua a seus amigos e parentes, no seu trabalho e em sua paróquia.

A experiência mostra: a grande maioria ainda não conhece a gravidade do PLC 122. E quando conhece, é contra.

Portanto, uma das principais ações para impedir sua imposição é fazê-lo conhecido no Brasil inteiro.

É nosso dever fazer a divulgação. Faça o download, imprima, distribua.

Caso contrário, a "lei da homofobia" será aprovada na calada da noite, e atrairemos para o Brasil um dos piores castigos que pode haver: a própria aplicação do PLC 122, isto é, prisão e perseguição a quem professa a doutrina e a lei de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Caso você não tenha tempo ou ocasião de fazer uma maior distribuição, dê seu melhor donativo para que os voluntários do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira o façam. Depois, use o sistema de compartilhamento abaixo para enviar esta matéria para todos os seus contatos, de maneira fácil e rápida.

Já conseguimos imprimir 50 mil folhetos. Para que possamos distribuir mais:

1000 folhetos: considerar o preço unitário como 7 centavos, considerando custos de viagem, etc.

2000 folhetos:

3000 folhetos:

4000 folhetos:

5000 folhetos:

10000 folhetos:

Se fizermos nossa parte, Nosso Senhor multiplicará os resultados!