sexta-feira, 3 de junho de 2011

Multidão em defesa da família, contra o PLC 122, a "lei da homofobia"


Duas horas da tarde. O imenso gramado em frente ao Congresso Nacional já começava a borbulhar de gente.

Enquanto isso, ônibus e mais ônibus chegavam de diversas partes do país (houve gente até do Maranhão!).

Às 15h, já era uma multidão, com faixas e banners em defesa da família, contra o famigerado PLC 122, a "lei da homofobia".

Enquanto alguns parlamentares e líderes discursavam nos trios elétricos, uma delegação foi entregar o abaixo- assinado de 1 milhão de assinaturas ao Sen. Sarney, contra o PLC 122/2006. A manifestação durou cerca de 3 horas. (veja mais fotos aqui)

A 1 km dali, um magote de membros do movimento homossexual fazia sua contra-manifestação. Havia um anúncio em seu site dizendo a seus filiados para levarem bíblias, que seriam supostamente queimadas
em frente à catedral de Brasília.

Banner representa um sacerdote, uma mãe de família,
um universitário e um empresário presos por causa do PLC 122
Ainda não nos chegaram provas de tal ato (aliás, criminoso). Se houver provas, publicaremos. O fato é que os 20 ativistas ficaram provocando os aproximadamente 40 mil manifestantes* pró-família. No fim, o magote ensaiou um pequeno drama, atraindo as câmeras de certa mídia, sempre benevolente ao movimento homossexual...

Mas tudo não passou de um acidente de percurso. O fato é que a capital federal foi palco de uma imensa mobilização, que provou mais uma vez que o Brasil em bloco diz NÃO ao PLC 122.

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira teve presença expressiva, com diversos voluntários distribuindo o folheto "Em defesa de uma lei superior - 10 razões para rejeitar o PLC 122, a "lei da homofobia"" .

Foi uma ocasião excelente, em que conhecemos muitos participantes do Instituto pessoalmente. Foram vários os que nos procuraram, dizendo que tinham assinado em nosso site o protesto aos senadores, contra a "lei da homofobia". Chamou muito a atenção o banner preparado pelo Instituto para a ocasião, representando "Os novos criminosos do PLC 122": um padre, uma mãe de família, um universitário e um empresário.

Rezemos para que essa reação cresça cada vez mais, e que o PLC 122, bem como todo o pacote de medidas contra a família, sejam de uma vez por todas arquivados.

Um ponto apenas - mas muitíssimo importante - temos a lamentar. É a ausência inexplicável dos párocos e dos fiéis católicos que, dado o teor do protesto, poderiam estar em massa na Esplanada dos Ministérios. Uma senhora nos procurou, parabenizando-nos pelo fato de estarmos ali.

Ela havia convidado diversos padres, que lhe responderam simplesmente: "não, deixa disso, esse projeto já foi arquivado...". Alguns padres, de fora de Brasília, estiveram presentes. Outros grupos, como o núcleo católico da UnB, também se fizeram presente. Houve, portanto, honrosas exceções.

Mas continua sem explicação a ausência gritante de grupos católicos mobilizados, que deveriam ter comparecido em muito maior número. A que se deve essa ausência? Não sabemos.

Sabemos apenas que Nossa Senhora saberá recompensar aqueles que reagem, furando a rede de omissão.

*Tomamos como base de cálculo a quantidade de folhetos que distribuimos: 10 mil. Como a multidão estava muito aglomerada, não era possível distribuir para boa parte dos presentes, como aliás acontece em ocasiões assim. Portanto, afirmamos que havia pelo menos de 35 a 40 mil pessoas. As agências que estão afirmando que havia 50 mil pessoas não estão longe da realidade.


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