terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Família e relacionamentos sociais tradicionais diminuem taxa de mortalidade

Os especialistas B. Egolf, J. Lasker, S. Wolf e L. Potvin, do Center for Social Research, da Universidade Lehigh da Pensilvânia, EUA, estudaram as causas de mortalidade por doenças cardíacas durante 50 anos na pequena cidade de Roseto.

Elas eram muito baixas quando comparadas com as cidades vizinhas. Os autores concluíram que as causas da longevidade estavam ligadas com a coesão familiar e o relacionamento social tradicional.

Quando a cidade se “modernizou” nos anos ’60 abandonando a família tradicional muito unida e o relacionamento social orgânico, a taxa de mortalidade por razões cardíacas igualou-se com a do resto do país.

O estudo científico foi publicado pelo Instituto Nacional da Saúde dos EUA (NIH, sigla em inglês). Texto completo.

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