quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Grandes diários espanhóis denunciados por “proxenetismo”


Cada dia grandes jornais espanhóis como o socialista “El País”, o centrista “El Mundo”, o monarquista “ABC” ou o regionalista catalão “La Vanguardia” publicam páginas inteiras de propaganda das formas mais perversas de prostituição e nos termos mais explícitos possíveis.

Essa má prática jornalística rende seis milhões de euros por ano. Protestos católicos, pró-vida e conservadores denunciam esses “jornais-proxenetas”, noticiou a revista de esquerda francesa “Rue89”.

Deputados de diversas tendências, percebendo o interesse eleitoral, exigem de o governo socialista espanhol proibir essa propaganda com firmeza e rapidez. Porém, esses jornais, zelotes da moral na hora de falar mal da Igreja Católica, lavam-se as mãos e querem seguir lucrando com esta forma de “proxenetismo”.

O diretor do “El Mundo” de Madri, Pedro J. Ramirez, alega que o jornal não é polícia e que não pode fazer nada.

O diretor de comunicação do “El País”, Pedro Zuazua, argúi que o jornal publica centenas de anúncios por dia sem ter relação com a atividade dos anunciantes. “Em nenhum caso é nosso dever dar lições de moral”, disse, sem se importar com o fato que o jornal vive tentando dar essas lições à Igreja.

A ONG de prostitutas Hetaira defende os jornais aduzindo que “se a prostituição voluntária não é um delito, a publicidade também não é”.

Uma das dificuldades para esses jornais é que no mês de julho, uma rede de proxenetismo que explorava 350 mulheres de perdição foi desmantelada e descobriu-se que os chefes pescavam metodicamente clientes por meio dessa propaganda paga na imprensa.

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Iowa cassa juízes do Supremo ativistas contra a família


Nas eleições de novembro nos EUA, o eleitorado do Estado de Iowa aprovou a cassação de três ministros da Suprema Corte de Justiça estadual. Os ministros tiveram parte numa decisão unanime dessa Corte tida como extremamente antidemocrática. A Corte declarou inconstitucional lei que definia o casamento como sendo entre homem e mulher. A lei foi cassada e o “casamento” homossexual entrou por via judicial.

O repúdio do eleitorado, entretanto, concentrava-se no fato dos magistrados virem agindo como “legisladores de toga” extravasando seus poderes naturais numa ameaça à própria democracia.

A vontade popular põs em rebulício as esquerdas americanas que há tempo estão infiltrando o judiciário, para por meio de sentenças e acórdãos, passar medidas que a vontade popular expressa através de seus representantes não aprova.

Bob Vander Plaats, líder da campanha pela cassação dos ministros infiéis, sublinhou o espírito democrático do voto: “somos nós o povo, e não as cortes”, os detentores da soberania popular, disse.

Os líderes conservadores não escondem que eles visavam enviar uma mensagem aos Tribunais, inclusive à Suprema Corte de Justiça Federal, no sentido de cessar a instrumentalização do Poder Judiciário para impor a agenda ideológica das esquerdas.

Estas, por sua vez, entraram em pânico, pois consideram que com decisões da vontade popular como em Iowa os juízes que vinham favorecendo sistematicamente as “minorias sexuais” e outras minorias revolucionárias agora vão agir com mais prudência. Desta maneira, a agenda libertária-esquerdista corre risco de ralentizar, senão estancar.

“O lado muito perturbador de tudo isto é que realmente poderá provocar que juízes no futuro sejam menos propensos a proteger as minorias de medo de perderem o cargo”, disse Erwin Chemerinsky, decano da Escola de Direito da Universidade de Califórnia ‒ Irvine.

Desde sua fundação em 1839, a Suprema Corte de Iowa salientou-se por suas decisões “avanzadas”. Esta foi a primeira vez que teve membros cassados por repúdio popular, recurso previsto na Constituiçao estadual.

O “New York Times” defensor dos “juízes-legisladores”, entretanto salientou que os tribunais menosprezando ou ignorando a opinião pública com medidas polêmicas entraram numa zona de risco.

De fato, 16 Estados prevêem a cassação popular de funcionários públicos por abuso de suas funções como em Iowa.

De fato, a infiltração ideológica do Judiciário e a instrumentalização de sua indispensável independência para “legislar” em matérias antipopulares acaba trazendo uma desmoralizao do próprio Judiciário perigosa para a estabilidade das instituições básicas duma nação civilizada.

É urgente que o próprio Judiciário ponha coto a esses abusos, sob pena de se repetirem, mutatis mutandi, novos casos como o de Iowa.

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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Há 180 anos, Nossa Senhor deu a Medalha Milagrosa para vencer o caos e o mal

Corpo de Santa Catarina Labouré na Capela da rue du Bac, Paris
Santa Catarina Labouré, no dia 21 de abril de 1830, transpôs os umbrais do noviciado das Filhas da Caridade, na Rue du Bac, em Paris.

Ela chegou, sem sabé-lo, conduzida pela mão de São Vicente de Paula.

Primeira aparição: Nossa Senhora mostra que o mundo caminha para um desastre

Na noite anterior ao dia da festa de São Vicente, 19 de julho, Catarina ouviu uma voz que a acordava. Assim contou ela:

“Enfim, às onze e meia da noite, ouvi que me chamavam pelo nome: ‘Minha irmã! Minha irmã!’

Acordando, corro a cortina e vejo um menino de quatro a cinco anos vestido de branco que me diz: ‘Vinde à Capela; a Santíssima Virgem vos espera’.

“Vesti-me depressa e me dirigi para o lado do menino que permanecera de pé. Eu o segui, sempre à minha esquerda. Por todos os lugares onde passávamos, as luzes estavam acesas, o que me espantava muito.


“Porém, muito mais surpresa fiquei quando entrei na Capela: a porta se abriu mal o menino a tocou com a ponta do dedo. E minha surpresa foi ainda mais completa quando vi todas as velas e castiçais acesos, o que me recordava a missa de meia-noite ....

“Por fim, chegou a hora. O menino mo preveniu: ‘Eis a Santíssima Virgem: ei-La’.

“Eu ouvi como um frufru de vestido de seda, que vinha do lado da tribuna, perto do quadro de São José, e que pousava sobre os degraus do altar, do lado do Evangelho, sobre uma cadeira igual à de Sant'Ana ...

“Nesse momento, olhando para a Santíssima Virgem, dei um salto para junto dEla, pondo-me de joelhos sobre os degraus do altar e com as mãos apoiadas sobre os joelhos da Santíssima Virgem...

Altar da apariçao e poltrona onde Nossa Senhora sentou

“Ali se passou o momento mais doce de minha vida. Ser-me-ia impossível exprimir tudo o que senti. Ela disse: .... ‘Minha filha, o bom Deus quer encarregar-vos de uma missão. Tereis muito que sofrer, mas superareis estes sofrimentos pensando que o fareis para a glória do bom Deus ... Sereis contraditada, mas tereis a graça; não temais … Sereis inspirada em vossas orações...

“Os tempos são muito maus, calamidades virão precipitar-se sobre a França. O trono será derrubado. O mundo inteiro será transtornado por males de toda ordem. (Ao dizer isto, a Santíssima Virgem tinha um ar muito penalizado).

Veja vídeo
Corpo incorrupto de
Santa Catarina Labouré

“Mas vinde ao pé deste altar: aí as graças serão derramadas... sobre todas as pessoas, grandes pequenas, particularmente sobre aquelas que as pedirem... O perigo será grande, entretanto não temais, o bom Deus e São Vicente protegerão a comunidade’”.

“Minha filha, eu gosto de derramar graças sobre a comunidade em particular. Eu a aprecio muito. Sofro porque há grandes abusos na regularidade. As Regras não são observadas. Há grande relaxamento nas duas comunidades.

“Dizei-o àquele que está encarregado de uma maneira particular da comunidade. Ele deve fazer tudo o que lhe for possível para repor a regra em vigor. Dizei-lhe, de minha parte, que vigie sobre as más leituras, as perdas de tempo e as visitas...

Santa Catarina Labouré aos pés de Nossa Senhora

“Conhecereis minha visita e a proteção de Deus e de São Vicente sobre as duas comunidades. Mas não se dará o mesmo com outras congregações.

“Haverá vítimas (ao dizer isto, a Santíssima Virgem tinha lágrimas nos olhos). Para o Clero de Paris haverá vítimas: Monsenhor, o Arcebispo (a esta palavra, lágrimas de novo).

“Minha filha, a Cruz será desprezada e derrubada por terra. O sangue correrá. Abrir-se-á de novo o lado de Nosso Senhor. As ruas estarão cheias de sangue.

“Monsenhor, o Arcebispo será despojado de suas vestes (aqui Santíssima Virgem não podia mais falar o sofrimento estava estampado em sua face). Minha filha – me dizia ela – o mundo todo estará na tristeza. A estas palavras, pensei quando isto se daria. Eu compreendi muito bem: quarenta anos”.

Rue du Bac, Capela das Aparições

Quatro meses depois da primeira aparição, aconteceu a segunda. Santa Catarina narrou-a assim:

“No dia 27 de novembro de 1830.... vi a Santíssima Virgem, de estatura média, estava de pé, trajando um vestido de seda branco-aurora feito à maneira que se chama à la Vierge, afogado, mangas lisas, com um véu branco que Lhe cobria a cabeça e descia de cada lado até em baixo. Sob o véu, vi os cabelos lisos repartidos ao meio e por cima uma renda de mais ou menos três centímetros de altura, sem franzido, isto é, apoiada ligeiramente sobre os cabelos.

“O rosto bastante descoberto, os pés apoiados sobre meia esfera, tendo nas mãos uma esfera de ouro, que representava o Globo. Ela tinha as mãos elevadas à altura do estômago de uma maneira muito natural, e os olhos elevados para o Céu... Aqui seu rosto era magnificamente belo. Eu não saberia descrevê-lo...

“E depois, de repente, percebi nesses dedos anéis revestidos de pedras, umas mais belas que as outras, umas maiores e outras menores, que lançavam raios cada qual mais belo que os outros. Partiam das pedras maiores os mais belos raios, sempre alargando para baixo, o que enchia toda a parte de baixo. Eu não via mais os seus pés... Nesse momento em que estava a contemplá-La, a Santíssima Virgem baixou os olhos, fitando-me. Uma Voz se fez ouvir, dizendo-me estas palavras:

“A esfera que vedes representa o mundo inteiro, particularmente a França... e cada pessoa em particular...

“Aqui eu não sei exprimir o que senti e o que vi, a beleza e o fulgor, os raios tão belos...

“’É o símbolo das graças que derramo sobre as pessoas que mas pedem’, fazendo-me compreender quanto é agradável rezar à Santíssima Virgem e quanto Ela é generosa para com as pessoas que a Ela rezam, quantas graças concede às pessoas que Lhas rogam, que alegria Ela sente concedendo-as...

“Nesse momento formou-se um quadro em torno da Santíssima Virgem, um pouco oval, onde havia no alto estas palavras: ‘Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós’, escritas em letras de ouro ... Então, uma voz se fez ouvir, que me disse:

‘Fazei, fazei cunhar uma medalha com este modelo. Todas as pessoas que a usarem receberão grandes graças, trazendo-a ao pescoço. As graças serão abundantes para as pessoas que a usarem com confiança...’

“Nesse instante, o quadro me pareceu se voltar, onde vi o reverso da medalha. Preocupada em saber o que era preciso pôr do lado reverso da medalha, após muitas orações, um dia, na meditação, pareceu-me ouvir uma voz que me dizia: ‘O M e os dois Corações dizem o suficiente’”.

Medalha Milagrosa: primeiros prodígios

Não foi fácil fazer a Medalha. Santa Catarina sofreu muitas resistências e oposições. “Nossa Senhora quer..., Nossa Senhora está descontente..., é preciso cunhar a medalha”, insistia ela.

Por fim, em 1832 foram encomendadas as primeiras 20.000 medalhas. No mesmo ano começaram a fazer milagres durante uma epidemia de cólera havida na França, em 1832.

Promessas e perspectivas

Santa Catarina Labouré partiu para o Céu em 31 de dezembro de 1876. Naquela data a Medalha Milagrosa já girava pelo mundo todo, com um extraordinário cortejo de milagres e graças para os que a portavam com devoção.

Veja vídeo
Capela das aparições.
Rue du Bac, Paris

As aparições da Medalha Milagrosa, as de La Salette, Lourdes e Fátima, abriram uma esplêndida perspectiva marial para o futuro, malgrado as ameaças em meio às quais presentemente nos encontramos.

“Para além da tristeza e das punições supremamente prováveis para as quais caminhamos, temos diante de nós os clarões sacrais da aurora do Reino de Maria: ‘Por fim o meu Imaculado Coração triunfará’. É uma perspectiva grandiosa de universal vitória do Coração régio e maternal da Santíssima Virgem. É uma promessa apaziguadora, atraente e sobretudo majestosa e empolgante” (Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, “Catolicismo”, maio de 1967).

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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Relativismo em púlpitos e confessionários abriu caminho para a onda anti-vida

Gianpiero Dalla Zuanna, professor de demografia na Universidade de Pádua, analisou e explicou por que a Igreja não parou a difusão da anticoncepção no século XX que deu na ofensiva anti-vida presente, segundo o vaticanista Sandro Magister.

Dalla Zuanna apresenta documentos inéditos e incontestáveis da região do Veneto uma das mais católicas da Itália.

Segundo ele a causa determinante foi o silêncio clero católico sobre pecados e práticas anti-natalistas nos confessionários e púlpitos.

Grande parte dos fiéis interpretou essas décadas de silêncio como aprovação prática. Quando apareceram a pílula, o aborto legal, etc. aderiram como que naturalmente, pouco ligando para as condenações pontifícias.

No Brasil, o professor Plinio Corrêa de Oliveira denunciou em 1943 a entrada do relativismo moral e erros conexos na Ação Católica. A denúncia está contida por completo no livro "Em Defesa da Ação Católica", aliás reeditado pela Artpress.

Mas, naquela data, por causa do livro, elogiado entre outros pelo Núncio Apostólico do Brasil, o Dr. Plinio foi demitido, aliás injustamente, da Junta Arquidiocesana da Ação Católica.

Da nova dirigência da Ação Católica, oposta ao Dr. Plinio, derivou a tendência "progressista" que, através de sucessivas metamorfoses, acabou fundando o atual PT e promoveu toda uma revolução e confusão eclesiástica.

Hoje os funestos resultados estão à vista e é preciso combater crassos erros morais progressistas e suas aberrantes conseqüências como o aborto, o “casamento” homossexual e a pedofilia.

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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Ministra da Igualdade polonesa defende expulsão de mestres homossexuais


A ministra polonesa da Igualdade, Elzbieta Radziszewska, declarou que as escolas católicas têm perfeitamente direito a expulsar as professoras lésbicas, e com maior razão transexuais, noticiou Chrétienté Info.

Ela disse ser lógico que os estabelecimentos católicos discriminem na hora de empregar, sobre tudo os candidatos homossexuais “porque a sexualidade e o modo de vida deles não são conformes à ética dessas escolas”.

A ministra Elzbieta falou assim num debate na TVN, uma das maiores TVs do país, polemizando com Krzysztof Smiszek, diretor da Sociedade Polonesa pela Anti-discriminação.

Elzbieta pediu a seu opositor franqueza diante dos poloneses e, para isso, deixar de fingir ser um ativista anti-discriminação e assumir a verdade, isto é que é “militante do lobby homossexual na Polônia”.

O líder “anti-discriminaçao” tripudiou contra a Polônia, acusando-a de ser um país de retrasados em matéria de liberdades e tolerância.Praticamente "discriminou" o país inteiro...

A ministra sublinhou que ela não retirava nenhum de seus propósitos, porque o Código de Trabalho polonês autoriza as escolas católicas a recusar ou licenciar ou recusar um candidato “cujos costumes não correspondem à ética desejada. Isso é assim e não de outro modo”, concluiu.

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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Liberdade para crucifixos: Não!; para criminosos perigosos: Logo!, diz Tribunal Europeu dos Direitos Humanos

Corte Européia de Direitos Humanos que proibiu a presença de crucifixos nas salas de aula italiana, agora condenou a prática alemã de custódia de segurança dos mais perigosos criminosos, assassinos e estupradores com todos os sinais de irrecuperáveis.

Esses delinqüentes cumpriram a pena ou foi-lhes reduzida, mas seus antecedentes os aponta como extremamente perigosos ou “bombas-relógios”.

Pela decisão os criminosos devem ser liberados logo, 1.685 deles em Berlim.

Mas, a população alemã tem medo e os parentes das vítimas estão revoltados pela decisão que liberta uma legião de criminosos e abre passo a novos crimes e violências.

Gabriele Karl, que em 1996 perdeu a filha Stefanie, assassinada por um maníaco sexual, diz: “não entendo como alguém que já destruiu uma vida tem a chance de ser libertado para destruir outras”.

Para ela, há na Alemanha um “lobby em defesa dos criminosos”. Pareceria que estava falando do Brasil...

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domingo, 7 de novembro de 2010

Tríplice coroa do Papa volta ao brasão pontifício

Brasão pessoal de S.S. Bento XVI, com a tiara, ou coroa do Papa



No domingo 10 de outubro foi ostentado pela primeira vez o brasão de S.S. Bento XVI com a tiara pontifícia, símbolo exclusivo dos Papas.

Até o presente, em seu lugar, havia uma mitra, símbolo próprio de um bispo.

A empresa italiana de bordados de luxo Ars Regia responsável pela confecção do brasão bordado no tapete exposto sob a janela em que o Pontífice fala aos peregrinos, explicou que foi feito segundo “a antiga tradição”.

A tiara, ou tri-regno (=tríplice reinado) consta de três coroas que, segundo “L Osservatore Romano” simbolizam:

Tiara, a coroa própria dos Papas
1ª) a jurisdição eclesiástica do Papa e o governo temporal sobre os feudos pontifícios;
2ª) a autoridade espiritual por cima da autoridade temporal dos reis;
3ª) a autoridade efetiva sobre todos os soberanos, podendo nomeá-los ou depô-los.

Elas também significam a potestade máxima na Ordem do Sacerdócio, na Jurisdição Universal e no Magistério Supremo.

O cardeal Andrea Cordero Lanza di Montezemolo explicou ao diário parisiense “La Croix” que a decisão de não mais usar a tiara fora do próprio Bento XVI, quem agora a restaurou.

“No dia seguinte de sua eleição, testemunhou o Cardeal, ele próprio disse-me que ele não queria que a tiara continuasse aparecendo e que queria substituí-la por uma mitra”.

A restauração foi recebida com júbilo pelos católicos amantes da Cristandade.

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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Costa Rica: episcopado condena legalização das uniões homossexuais

Bispos da Costa Rica repudiam, a legalização das uniões entre homossexuais

Os Bispos da Costa Rica tornaram público, no dia 6 de setembro, uma mensagem coletiva dirigida aos membros do Congresso em razão do fato de que, nos últimos meses, “foi aberto um debate público sobre a concessão de um estatuto social e legal das uniões entre pessoas homossexuais”.

Na mensagem, assinada pelo presidente da Conferência Episcopal, Dom Hugo Barrantes Ureña, Arcebispo de San José, os Bispos propõem "algumas considerações orientadas para a proteção da dignidade do matrimônio, base da família, e para a promoção e defesa do bem comum da sociedade, da qual essa instituição é uma parte constitutiva”.

Para os Bispos costariquenhos, o matrimônio, base essencial da família, é “um valor importantíssimo, que deve ser defendido de qualquer ameaça que ponha em perigo a sua solidez.

O casamento não é uma união qualquer entre seres humanos. Foi ele fundado pelo Criador, que o dotou de uma natureza particular, de propriedades essenciais e de finalidades indiscutíveis."

Este fato – continua o documento - levou os Bispos a oporem-se reiteradamente aos diferentes projetos que, aberta ou camufladamente, “pretendem equiparar o casamento heterossexual com a união entre pessoas do mesmo sexo porque a legalização desta união deforma a percepção dos valores morais fundamentais e diminui a instituição matrimonial como tal".

Costa Rica, Basílica de Nossa Senhora dos Anjos
Mais adiante afirmam: "A família, como elemento natural e fundamental da sociedade e do Estado, deve receber destes a máxima proteção possível, especialmente no momento de sua constituição e em todo o processo de cuidado e educação dos filhos."

A mensagem episcopal recorda que "constitui uma obrigação básica do Estado – vinculante para os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário – a proteção jurídica da natureza intrínseca da instituição familiar, isto é, a promoção dos valores próprios do autêntico matrimônio e da fecundidade de novas vidas, necessitadas de uma educação sadia e de um contexto legislativo baseado no respeito da lei natural".

“Ao estabelecer a união entre pessoas de mesmo sexo em igualdade de condições jurídicas ao do matrimônio ou da família, o Estado atua arbitrariamente e entra em contradição com seus próprios deveres”.

Os Bispos recordam também que "o princípio da igualdade contido na Constituição não implica que, em todos os casos, se deva dar um tratamento igual prescindindo dos possíveis elementos diferenciadores de relevância jurídica que possam existir. Ou seja, que toda desigualdade constitui necessariamente uma discriminação”.

No final, os Prelados costariquenhos lançam um apelo aos membros do Congresso, “particularmente àqueles que confiam em Cristo”, para que consagrem-se com sinceridade, honestidade, amor e força para a missão que lhes foi confiada pelo seu mandato popular, a saber, “legislar com base em princípios éticos e em benefício do bem comum”.

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sábado, 30 de outubro de 2010

Vocação e missão providencial do Brasil

No anoitecer em São João d’El Rei, o imponderável das ruas evoca um Brasil que deveria ter sido, um Brasil que não podemos admitir que nunca venha a ser.

Traz uma saudade de um Brasil tão diferente disso que hoje presenciamos, que até parece um sonho.

Mas não é um mero sonho, é uma promessa:

É a promessa da Providência Divina, que chamou o Brasil para uma missão especial.

Qual é essa missão providencial?

O que diz essa promessa?

Ei-la:

“Talvez não fosse ousado afirmar que Deus colocou os povos de sua eleição em panoramas adequados à realização dos grandes destinos a que os chama.

“E não há quem, viajando por nosso Brasil, não experimente a confusa impressão de que Deus destinou para teatro de grandes feitos este País, cujas montanhas trágicas e misteriosas penedias parecem convidar o homem às supremas afoitezas do heroísmo cristão, cujas verdejantes planícies parecem querer inspirar o surto de novas escolas artísticas e literárias, de novas formas e tipos de belezas, e na orla de cujo litoral os mares parecem cantar a glória futura de um dos maiores povos da Terra.

“Quando nosso poeta cantava que "nossa terra tem palmeiras onde canta o sabiá, e as aves que aqui gorjeiam não gorjeiam como lá”, percebeu, talvez confusamente, que a Providência depositou na natureza brasileira a promessa de um porvir igual ao dos maiores povos da Terra.

“E hoje, que o Brasil emerge de sua adolescência para a maturidade, e titubeia nas mãos da velha Europa o cetro da cultura cristã que o totalitarismo quereria destruir, aos olhos de todos se patenteia que os países católicos da América são na realidade o grande celeiro da Igreja e da Civilização, o terreno fecundo onde poderão reflorir, com brilho maior do que nunca, as plantas que a barbárie devasta no velho mundo.

“A América inteira é uma constelação de povos irmãos. Nessa constelação, inútil é dizer que as dimensões materiais do Brasil são uma figura da magnitude de seu papel providencial.

“Tempo houve em que a História do mundo se pôde intitular Gesta Dei per francos. Dia virá em que se escreverá a Gesta Dei per brasilienses — as ações de Deus pelos brasileiros.

“A missão providencial do Brasil consiste em crescer dentro de suas próprias fronteiras, em desdobrar aqui os esplendores de uma civilização genuinamente católica, apostólica, romana, em iluminar amorosamente todo o mundo com o facho desta grande luz, que será verdadeiramente o lumen Christi que a Igreja irradia.

Video: Vocação e missão providencial do Brasil



“Nossa índole meiga e hospitaleira, a pluralidade das raças que aqui vivem em fraternal harmonia, o concurso providencial dos imigrantes que tão intimamente se inseriram na vida nacional, e mais do que tudo as normas do Santo Evangelho, jamais farão de nossos anseios de grandeza um pretexto para jacobinismos tacanhos, para racismos estultos, para imperialismos criminosos.

“Dái a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.

“Se algum dia o Brasil for grande, sê-lo-á para bem do mundo inteiro.

“Explorai, senhores do poder temporal, as riquezas de nossa terra.

“Estruturai todas as nossas instituições civis segundo as máximas da Igreja, que são a essência da civilização cristã.

“Auxiliai a Santa Igreja de Deus, quanto em vós estiver, e plasmai a alma nacional na vida da graça, para a glória do Céu.

“Fazei do Brasil uma pátria próspera, organizada e pujante, enquanto a Igreja fará do povo brasileiro um dos maiores povos da História.

“Na harmonia desta mesma obra está a predestinação de uma íntima cooperação entre dois poderes.

“Deus jamais é tão bem servido como quando César se porta como seu filho.

“Senhores, em nome dos católicos do Brasil, eu vo-lo afianço: César jamais é tão grande como quando é filho de Deus.

“Nessa colaboração está o segredo de nosso progresso, e nela vossa parte é verdadeiramente magnífica.

“Trabalhai, senhores, trabalhai neste sentido.

“Tereis a cooperação entusiástica de todos os nossos recursos, de todos os nossos corações, de todo o nosso fervor.

“E quando algum dia Deus vos chamar à vida eterna, tereis a suprema ventura de contemplar um Brasil imensamente grande e profundamente cristão, sobre o qual o Cristo do Corcovado, com seus braços abertos, poderá dizer aquilo que é o supremo título de glória de um povo cristão.

“Executai um programa de governo, que consista em procurar antes o reino de Deus e sua justiça, pois todas as coisas serão dadas por acréscimo.

“Em um Brasil imensamente rico, vereis florescer um povo imensamente rico, vereis florescer um povo imensamente grande, porque dele se poderá dizer:

“Bem-aventurado este povo sóbrio e desapegado, embora no esplendor de sua riqueza, porque dele é o reino dos céus.

“Bem-aventurado este povo generoso e acolhedor, que ama a paz mais do que as riquezas, porque ele possui a terra.

“Bem-aventurado este povo de coração sensível ao amor e às dores do Homem-Deus, às dores e ao amor de seu próximo, porque nisto mesmo encontrará sua consolação.

“Bem-aventurado este povo varonil e forte, intrépido e corajoso, faminto e sedento das virtudes heróicas e totais, porque será saciado em seu apetite de santidade e grandeza sobrenatural.

“Bem-aventurado este povo misericordioso, porque ele alcançará misericórdia.

“Bem-aventurado este povo casto e limpo de coração.

“Bem aventurada a inviolável pureza de suas famílias cristãs, porque verá a Deus.

“Bem-aventurado este povo pacífico, de idealismo isento de jacobismos e racismos, porque será chamado filho de Deus.

“Bem-aventurado este povo que leva seu amor à Igreja a ponto de lutar e sofrer por Ela, porque dele é o reino dos céus.”

(Fonte: Plinio Corrêa de Oliveira, discurso no IV Congresso Eucarístico Nacional — 7 de setembro de 1942, “O Legionário” de 7-9-1942).

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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Bispos não podem dormir sem antes alertar contra o aborto, diz chefe do Supremo Tribunal do Vaticano


(Roma, 20 de Outubro de 2010)

Em Roma, o arcebispo Raymond L. Burke, presidente do Supremo Tribunal da Signatura Apostólica (tribunal supremo da Santa Sé), e recentemente apontado para receber a púrpura cardinalícia por S. S. Bento XVI, concedeu entrevista a Thomas McKenna, fundador e presidente da associação Ação Católica pela Fé e Família, dos EUA. http://www.catholicaction.org/

O entrevistador interrogou ao arcebispo sobre as razões que o levaram a escrever uma carta pastoral ‒ quando dirigia a arquidiocese de St Louis ‒ sobre a maneira com que os católicos devem votar.



Há grave obrigação moral de votar, e pelos candidatos melhores


O prelado explicou que muitos católicos, embora professando bons princípios, na hora dar o voto acham que podem colocar as verdades da fé “entre parênteses e votar de acordo com outros critérios”.

‒ “Eu queria me certificar ‒ explicou o prelado ‒ que os fiéis se dessem conta de que têm uma obrigação moral muito grave de votar nos candidatos que defendam a verdade da lei moral, o que, naturalmente, também redunda no maior bem da sociedade”, explicou.

“Não podemos alegar, por exemplo, a respeito da existência em nossa sociedade da prática generalizada do aborto ou de uma permissão cada vez maior para os assim chamados casamentos entre pessoas do mesmo sexo, que ‘Nada temos a ver com isso.’ Temos sim, pois elegemos para cargos públicos pessoas que permitem essas coisas em nossa sociedade.”

“É minha real obrigação enquanto bispo de exortar os fiéis a cumprirem seu dever cívico de acordo com sua fé católica”.


Jamais votar por quem defende o aborto como “direito”


Pode-se votar em alguém que defende o aborto como ‘direito’?. A resposta foi clara:

‒ “Não se pode jamais votar em alguém que favoreça absolutamente o ‘direito’ de uma mulher de destruir uma vida humana em seu seio ou de procurar um aborto.”

Porém, esclareceu com muito equilíbrio um ponto delicado:

‒ “Em algumas circunstâncias em que não exista nenhum candidato que se proponha a eliminar todo e qualquer aborto, pode-se escolher o candidato que mais limite esse grave mal em nosso país; mas jamais seria justificável votar num candidato que não só não quer limitar o aborto mas entende que ele deva estar ao alcance de todos.


Bispos brasileiros não podem dormir sem antes denunciar o aborto


O entrevistador, Thomas McKenna, lembrou que esse é um problema também do Brasil e perguntou-lhe que mensagem enviaria aos bispos brasileiros engajados na luta contra o aborto.

O chefe do Supremo Tribunal de Justiça vaticano disse:

‒ “Eu os elogiaria por exercerem seu ministério como mestres da fé a respeito de um assunto fundamental. Como poderia um bispo dormir a noite se não ensinasse nem alertasse seus fiéis contra um mal tão grave quanto o aborto, que ameaça acometer a sua nação? Então, esses bispos devem ser parabenizados, pois o que estão fazendo é simplesmente exercer sua função de mestres da fé e da moral, num assunto como disse fundamental e essencial: a proteção da vida de inocentes e indefesos seres humanos.”

Thomas lembrou que há católicos que dizem: ‘socialmente, ou por outras razões, quero votar no outro lado a despeito do que a Igreja diga’.

Mons. Burke respondeu:

‒ “Eu simplesmente lhes perguntaria: ‘Vocês seguem a Regra de Ouro que nos foi ensinada pelo próprio Nosso Senhor nos Evangelhos? Em outras palavras, ‘façam aos outros aquilo que gostariam que lhes fizessem?’

“Vocês acham realmente justo negar o direito à vida de outros membros da sociedade, especialmente os que dependem totalmente de nós para viver, a fim de obter alguma vantagem, ainda que legítima, seja ela ambiental ou outra? (...) ou seja, fazer o mesmo que quereríamos que nos fizessem quando nos encontrávamos, pequeninos, no ventre de nossa mãe, em fase embrionária de desenvolvimento ou a caminho do nascimento; como gostaríamos então que os eleitores votassem para proteger e salvaguardar nossas vidas”.


“Casamento” homossexual e a sã e legítima discriminação


Diz-se também que o “casamento” homossexual é uma questão de não-discriminação, e isso impressionou a alguns católicos tíbios, observou McKenna. Qual seria a resposta da Igreja a isso?

D. Burke respondeu:

‒ “Há discriminação injusta, por exemplo, quando se diz que um ser humano, por causa da cor de sua pele, não é parte da mesma raça humana Mas há uma discriminação que é perfeitamente justa e boa, ou seja, a discriminação entre o que é certo e o que é errado. Entre aquilo que está de acordo com nossa natureza humana e que é contrário à nossa natureza humana.

“Assim, ao ensinar que atos sexuais entre pessoas do mesmo sexo são intrinsecamente maus e contra a natureza, a Igreja Católica está simplesmente anunciando a verdade, ajudando as pessoas a discriminarem o certo do errado em suas próprias atividades. (...)

“Portanto, não é de modo algum discriminação injusta simplesmente dizer ‘não’”.


Gravidade do escândalo dos políticos abortistas


Thomas apontou que personalidades públicas votam a favor do aborto ou são contrárias aos ensinamentos da Igreja, porém continuam a comungar e ir à igreja e a se apresentarem como católicos. E perguntou: “O senhor poderia dizer algo sobre o que é exatamente esse escândalo, qual sua gravidade?”

“É muito grave, ‒ explicou Mons. Burke ‒ isso lhe digo. Porque muitas pessoas, católicos e não-católicos, passaram a crer que o ensino da Igreja Católica sobre a gravidade do aborto não deve ser muito firme ou até mesmo que está prestes a ser alterado de um modo ou doutro. (...)

“O que é, pois, dar escândalo? Dar escândalo é fazer ou deixar de fazer algo que leve outros a ficarem confusos ou caírem em erro sobre o bem moral.

“Aqui está um perfeito exemplo de escândalo: católicos que traem a fé católica na vida política, como legisladores, juízes ou o que for, levando outras pessoas a acreditar que o aborto não deve ser o grande mal que realmente é, ou que de fato o aborto é uma coisa boa em certas circunstâncias.”


A caridade exige denunciar o escândalo


Porém, hoje se tende a menosprezar a pessoa que se manifesta escandalizada diante de atentados clamorosos contra os costumes e contra a Fé. O arcebispo abordou esse falso dilema moral:

‒ “Hoje tornou-se mais importante do que nunca considerar a realidade do escândalo porque há uma tendência a dizer: ‘O problema está em você. Esta é uma boa pessoa, está fazendo aquilo que acha certo’ e assim por diante, sem ligar para o que é verdadeiro e o que não o é. ‘Você é que cria problema para nós quando o critica’.

“Ora, isso não é verdade de modo algum. Quando manifestamos que algo nos causou escândalo, aconselhamos a pessoa que causou o escândalo a corrigir-se e reparar o mal que fez. Não se trata de acusar a outrem falsamente. Não se trata de introduzir discórdia ou desunião na comunidade. Trata-se na realidade de buscar os fundamentos da verdadeira unidade. Em outras palavras, a unidade na promoção do bem comum”.



Políticos e militantes abortistas devem fazer penitência pública


Mas, interrogou ainda McKenna, se um homem público católico dá escândalo, que tipo de reparação deve fazer para compensar o mal causado?

‒ “Em primeiro lugar, explicou D. Burke, deve haver uma genuína reforma do coração. Isso se faz através do sacramento da Penitência, por meio da satisfação ou penitência atribuída no sacramento.

“Mas é preciso reconhecer que, tratando-se de uma figura pública que tenha promovido algo muito mau de maneira pública, ela deve renunciar também publicamente ao erro que cometeu e ao qual estava levando outras pessoas.

“Então, para mim, a única coisa adequada é que essa figura pública diga: ‘Eu estava errado e agora entendo a verdade sobre a vida humana. E lamento profundamente o que fiz.’

“Por exemplo, no campo da medicina, alguém como Bernard Nathanson, que foi grande promotor do aborto provocado e depois se emendou, reconheceu o erro e passou a escrever livros e dar palestras para tentar reparar as muitas e muitas vidas para cujo assassinato serviu de instrumento.

“Você se pergunta: ‘Como pode alguém ser perdoado por cometer aborto?’ Mas Deus nos perdoa. Sua misericórdia é incomensurável, e em seguida nos leva a fazer a reparação que nós humanamente precisamos fazer para reparar o mal praticado e atrair as pessoas para o bem.


Rezemos a Nossa Senhora e obteremos a graça


Como conclusão o futuro Cardeal recomendou:

‒ “Desejo convidar todos a invocar de modo particular a intercessão de Nossa Senhora de Guadalupe. Ela foi-nos dada como Mãe da América. Ela é nossa Mãe. Ela é a Mãe de Jesus Nosso Senhor, mas nossa Mãe de modo muito particular.

“Apareceu em nosso continente em 1531 e mostrou-se protetora de toda vida humana. Rezemos muito especialmente sob sua intercessão, unindo nossos corações ao seu Coração Imaculado, para pedir o fim do aborto e de todos os ataques à família, especialmente a promoção de uniões do mesmo sexo.

“Estejamos confiantes de que Nosso Senhor vai ouvir nossa oração. Pelos nossos débeis esforços e orações, obteremos para os nossos irmãos e irmãs o dom do amor e da misericórdia de Deus.”

Video: Bispos não podem dormir sem alertar contra o aborto




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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Importantíssimo: Papa Bento XVI acaba de pronunciar discurso sobre a situação política brasileira

Bento XVI acaba de se pronunciar sobre o momento político brasileiro.
Fala contra projetos do tipo PNDH-3, contra o aborto e a eutanásia.
Os católicos têm obrigação de tomar conhecimento,
sobretudo no momento pelo qual passa o Brasil


Bento XVI: "Em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75)".
Hoje às 7 horas da manhã (horário de Brasília) o Papa Bento XVI recebeu em Roma os bispos da Regional Nordeste 5 (Bispos do Maranhão) e tratou da defesa da vida e do dever que os bispos tem de, sempre que necessário, se pronunciarem sobre eleições.

O que nos enche de alento é que o Sumo Pontífice - sem mencionar nomes - atacou projetos de direitos humanos (leia-se PNDH-3) que ferem o direito fundamental à vida:
"Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38)."
Outro trecho importante:
"Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem, 82)."
E também:

"Ao defender a vida não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo."


Leia abaixo a íntegra do discurso:

Amados Irmãos no Episcopado,

Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor 1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5.

Lendo os vossos relatórios, pude dar-me conta dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.

Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf.Deus caritas est, 29).

O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna.  

Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76).

Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância.  

Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38).

Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal?  

Brasão de S.S.Bento XVI
Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). 

Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem, 82).

Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária — como vos disse em Aparecida — uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o "Compêndio da Doutrina Social da Igreja"» (Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, 3).

Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75).

Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17-IX-2010).

Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.

Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história.

Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.

Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica.


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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Nossa Senhora de luto pelo aborto. Milhares nas ruas de Sevilha rechaçam congresso abortista



A confraria religiosa de San Benito decidiu revestir de rigoroso luto a venerada imagem de Nossa Senhora da Encarnação (slideshow acima) durante o IX Congresso da Federação Internacional de Profissionais do Aborto e da Contracepção (Fiapac) realizado em Sevilha.

Até o arcebispo da cidade D. Juan José Asenjo escreveu uma Carta Pastoral sobre o caso e a enviou às numerosas e influentes irmandades da cidade.

Clima distendido e alegre
De fato, o congresso beirou na provocação. Na Espanha, imensos setores da população consideram-se agredidos pela promoção do aborto impulsionada pelo governo socialista de José Luis Rodríguez Zapatero.

Esse sentimento é particularmente vivo na cidade de Sevilha, onde o catolicismo ostenta uma vitalidade borbulhante.

O Congresso abortista tinha apoio e financiamento da Prefeitura da cidade e da Junta de Andalucía (equivalente a um Governo de Estado) entre outros.


O Congresso da Fiapac realizou-se no Hotel Meliá nos dias 21 a 23 de outubro com a presença de 600 pessoas vindas do mundo todo, sobre o tema “Aborto provocado: consolidar a qualidade e o acompanhamento”.

Guarda-costas foram contratados para impedir a entrada de qualquer profissional que não pertencesse aos grupos abortistas.
Protesto popular desagradou abortistas

De modo espontâneo, mães e avôs com suas crianças aproximaram-se do local para manifestar seu repúdio a dito Congresso.

Em 23 de outubro aconteceu a manifestação oficial de protesto diante do Hotel Meliá, com a participação de 10.000 pessoas, segundo os organizadores. Entre estes destacava-se “Hazte Oir” e mais 60 associações, algumas de Portugal e Irlanda.

A manifestação pela vida e contra o aborto teve um caráter festivo familiar com dominante presença de casais jovens e muitas crianças. A expansiva população sevilhana cantou diversos slogans pela vida e pela família como «Viva la vida» ou «Que canten los niños».

Defensores da vida vieram de vários países
Mas não faltaram sonoros epítetos como “Fuera asesinos!, Mafiosos!, Verdugos! e Matarifes!”. O pacífico evento encerrou-se sem ocorrências.

Os congressistas da morte tal vez acostumados a tratamento cinco estrelas por órgãos oficiais dos governos e da ONU se auto-declararam em pânico e se enclausuraram no hotel, como algum ditador populista já fizera na América Latina para fingir que estava sendo objeto de um “golpe de Estado”.

Acostumados a manipular a linguagem democrática subitamente viram-se rodeados pelo povo verdadeiro que está na essência da democracia. Modificaram então sua linguagem, e começaram a falar em acosso e ofensas aos militantes abortistas.

A polícia que garantia a segurança - aliás nunca ameaçada - tranqüilizou esses abortistas e apenas lhes recomendou não sair do hotel durante a manifestação, como é de bom senso nessas circunstâncias.

Mães e avós intimidaram militantes da morte
Os exageros e teatralizações dos ativistas pró-aborto provocado receberam eco e solidariedade de grupelhos da esquerda católica, como do site Redes cristianas.

Do outro lado, o grupo Derecho a Vivir (DAV) de Sevilha, declarou ao diário “El Imparcial” que “a sociedade sevilhana está rechaçando de maneira espontânea e individual um congresso abortista”.

Membros de Derecho a Vivir deram pacíficas mas expressivas “boas-vindas” aos congressistas da Fiapac com “cartazes e faixas”, sem que nenhum incidente fosse registrado.

Porém, a democracia só vale quando é em favor dos ativistas da morte que passaram a se sentir ameaçados por uma prática por eles largamente praticada para demolir a família e a vida.

Polícia garantiu a ordem e protegeu abortistas
“Hazte Oir” denunciou que o aspecto de “congresso científico” foi só um disfarce para o “negocio do aborto” respaldado pelo governo socialista.

“Hazte Oir” pediu que o dinheiro do governo seja aplicado em “programas de promoção integral da maternidade e ajuda à mulher embaraçada” e não no crime abominável do aborto provocado.

O enfrentamento cultural acontecido em Sevilha era previsível. A ofensiva abortista assumiu um grau de empáfia e agressividade que levantou a população espanhola.

As avançadas abortistas podem esperar reações populares de grande extensão. E Sevilha foi uma amostra.


Video: Sevilha diz NÃO a congresso abortista





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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Ameaças de morte a bispos brasileiros? Esquerdismo anti-vida ousa o inimaginado

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos
Uma situação perigosamente anormal vem crescendo no campo religioso. A posição multissecular da Igreja Católica ‒ e da Lei Natural ‒ defendida por destacados bispos brasileiros vem causando um furor anti-católico nas esquerdas.

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo de Guarulhos, foi objeto de ameaças de morte que proviriam de seguidores do petismo, por causa de suas notórias posições contra o aborto e pela vida humana.

Radio Vaticana ecoa

A crise já reboa no exterior. A Radio Vaticana diz que “infelizmente não se trata de um caso isolado: receberam ameaças explícitas, informa a agência vaticana Fides, também o bispo de Lorena, D. Benedito Beni Dos Santos, e o bispo de Santo André, e presidente da Regional Sul 1, D. Nelson Westrupp.”

Veja vídeo
Vídeo: Bispo de Guarulhos:
não votar em candidatos
abortistas, como do PT
Por sua parte, a Agência Católica Internacional divulgou a seguinte matéria:

Ações de Dom Bergonzini estão “dentro da normalidade” indica presidência da CNBB
Acima do bispo só está o papa destacou Dom Geraldo.
BRASILIA, 22 Out. 10 / 02:40 pm (ACI).- Em uma entrevista coletiva concedida ontem na Sede da CNBB em Brasília, Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da entidade afirmou sobre as recentes ações do Bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, que estas estiveram “dentro da normalidade”.

Em julho deste ano o bispo de Guarulhos escreveu um artigo orientando os fiéis a não votarem por candidatos que proponham a liberação do aborto e chegou a ser ameaçado de morte.

Dom Lyrio Rocha destacou que cada bispo tem o direito de orientar os fiéis de sua diocese como desejar e que a CNBB não tem qualquer poder de interferência em dioceses.

“Acima do bispo no governo da Igreja só existe uma autoridade: o Papa”, afirmou o presidente da CNBB quem também desmentiu que haja uma ruptura no episcopado brasileiro sobre o tema do aborto.

Dom Geraldo destacou também que "a CNBB não aponta candidatos nem partido, ela indica critérios para que o cidadão cristão, orientado nesses critérios, possa exercer o voto."

O presidente da entidade considerou positivo que o tema do aborto esteja sendo discutido na eleição.

"Não vamos ter um Estado Laico, mas uma ditadura laica”.
Além disso, o arcebispo afirmou que o fato de o Brasil ser um "Estado laico" não impede o debate sobre temas ligados à religião nas eleições. "Estado laico não é sinônimo de estado ateu, antireligioso ou areligioso. O estado brasileiro é laico, mas a sociedade brasileira não é laica, é profundamente religiosa, não estou dizendo só católica, mas evangélica, afro, dos cultos indígenas".

Dom Geraldo ressaltou que a laicidade do Estado deve garantir à Igreja o direito de se pronunciar sobre quaisquer questões. “O argumento de que o Estado é laico, às vezes, é mal usado. Por que a Igreja não pode expressar o seu ponto de vista a respeito dessas questões? A Igreja está propondo à sociedade aquilo que é da sua convicção. Um Estado laico deve garantir que a Igreja Católica expresse sua posição, como também as outras religiões, porque se Estado Laico for confundido com o Estado que não permite posições discordantes, não vamos ter um Estado Laico, mas uma ditadura laica”.

Video: Bispo de Guarulhos: não votar em candidatos abortistas, como do PT



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domingo, 24 de outubro de 2010

Parada homossexual em Belgrado virou batalha campal

Parada homosexual era imprudência, previa prefeito de Belgrado
A Parada Homossexual 2010 transformou o centro de Belgrado (Sérvia) num campo de batalha que envolveu manifestantes, opositores e 5.000 policiais, e resultou em centenas de feridos além de 249 pessoas presas, informou a imprensa internacional.

“Isto é um desastre, uma tragédia”, confessou um policial consternado pelas violências.

Os organizadores da Marcha procuraram refúgio na embaixada francesa e agora estão sob custodia policial. Um ativista lamentou a censura moral do povo búlgaro dizendo que “ser homossexual na Servia é quase uma tortura”.

A Parada foi como uma provocação e a briga estava anunciada após milhares de cidadãos manifestarem sua inconformidade com o evento no dia anterior. Os cidadãos protestaram em nome da religião e da moral, liderados pelo clero local, majoritariamente cismático.


O prefeito da cidade não aprovou a Parada julgando-a imprudente, mas os homossexuais foram estimulados e protegidos por representantes da União Européia e o apoio do ex-presidente Bill Clinton.

Para a população de Belgrado, a Parada era provocação contra a religião
Os opositores queixam-se do governo que apóia atos do gênero e nada faz para ajudar à família, segundo a “Folha”.

A Revolução Homossexual não progride tanto pelo recrutamento de novos adeptos quanto pela impunidade, promoção e estímulo de certos ambientes políticos e midiáticos que querem mudar a mentalidade dos povos por razões ideológicas igualitárias.

Mas, as populações resistem a isso sobre tudo quando percebem que sua religião está sendo ofendida. A ofensiva homossexual prepara conflitos sociais de uma magnitude insuspeitada até agora.

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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Sacerdote esclarece: quem provoca ou participa num aborto se auto-excomunga da Igreja no ato de cometer esse crime

O Pe. Jânio Pereira, C.M, fez públicos esclarecimentos indispensáveis para todos os católicos neste delicado momento que vivemos, para nosso futuro, para o futuro do Brasil e para a salvação das nossas almas.

As palavras dele estão todas contidas no vídeo que vai neste post.

De início, o Pe Jânio explica que “neste momento que estamos vivendo, momento eleitoral, muitas das nossas ovelhas estão ... sendo usadas verdadeiramente por interesses que comprometem e até podem conduzir à perdição das vossas almas.

Falo da discussão que no momento eleitoral atual tem ganhado a temática do aborto.”

Veja vídeo
Sacerdote esclarece: quem promove,
favorece ou partecipa de um aborto
se auto-excomunga da Igreja
no mesmo ato de cometer esse crime

E esclarece:

“A pessoa que apóia, divulga, comete, incentiva, de todas as formas, até as mais simples: se v. sugere, dá um telefone, leva até uma clínica, se v. aconselha de forma errada, v. está participando de um modo material neste crime para nossa doutrina católica, neste pecado gravíssimo.

“Desta forma, a pessoa, ela se auto-excomunga.

“Não é necessário para entender a auto-excomunhão que um padre ou um bispo excomungue a pessoa. O próprio crime que a pessoa fez, ela por si ela já está excomungada.

“E aqueles que participaram se tornam criminosos e por isso pecadores.”

Por fim, ele conclui dizendo:

“Nós precisamos nos unir num só coração e numa só alma para rezar intensamente pelos rumos do Brasil.

“Não permitamos que as forças escuras e obscuras das trevas que estão a serviço de Satanás, que elas não imperem nesta Terra consagrada à Virgem Maria, Nossa Senhora Aparecida.

“Que todos os anjos, santos, todos os arcanjos, todos os santos protetores e padroeiros que são sempre invocados com devoção sincera por este milhões de brasileiros que professam a Fé católica sejam defendidos de todo mal.

“Que o Senhor abençoe e guie vossos corações que agora escutaram e estão prontos para decidir segundo a verdade do Santo Evangelho e da Tradição da Igreja.

“Que Deus vos abençoe e vos guarde sempre, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, Amém!”

Video: quem promove, favorece ou pratica o aborto se auto-excomunga da Igreja



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