terça-feira, 25 de agosto de 2009

Por que Maria Mariana preferiu casamento e filhos à “fama”


A escritora Maria Mariana escandalizou o feminismo, que, aliás, anda bem na mídia, mas mal na vida real. Maria Mariana abandonou a fama do teatro e da TV para ser mãe de quatro filhos. Agora lançou o livro “Confissões de mãe”.

Em entrevista à revista “Época” explicou que “o fato de eu adorar ser mãe” lhe rendeu muitas qualidades.

Ela explicou por que se desinteressou pela “fama”: “Eu sonhava com uma enorme mesa de família com aquela macarronada no domingo. Eu queria mudar de degrau, mudar de história.”

Ela elogia o parto normal porque predispõe a ser uma “mãe melhor. Todos falam do nascimento do bebê, mas esquecem que a mãe também nasce naquela hora”.

“Amamentar não é um detalhe, diz ela, é para a mãe que merece. Há mulheres que passam nove meses no shopping, comprando roupinhas, aí depois marcam a cesárea e pronto. Aí sabe o que acontece? Elas têm depressão pós-parto.”

Para espanto das decadentes feministas hodiernas, ela continuou: “Não acredito na igualdade entre homens e mulheres. O homem tem uma função no mundo e a mulher tem outra. Homem e mulher estão no mesmo barco, no mesmo mar.

“Há ondas, tempestades, maremotos. Alguém precisa estar com o leme na mão. Os dois, não dá.

“Deus preparou o homem para estar com o leme na mão. Porque ele é mais forte, tem raciocínio mais frio. A mulher tem mais capacidade de olhar em volta, ver o todo e desenvolver a sensibilidade para aconselhar.

“A mulher pode dirigir tudo, mas o lugar dela não é com o leme.”

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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Crescente maioria de americanos pela vida e contra o “casamento” homossexual


Em matéria de aborto, a maioria dos americanos agora se define pela vida, noticiou “La Stampa” de Turim.

Sondagem da empresa Gallup demostrou os católicos lideram essa tendência. Para a Gallup 51% dos americanos agora se dizem “pro-vida” e só 42% “pro choice”.

É a primeira vez que isto acontece desde que a empresa começou a pesquisar este quesito em 1995. No ano anterior 50% se disseram “pro choice” e só 44% “pro-life”.

Para a Gallup a controversia pela visita do presidente Obama à Universidade Católica Notre Dame reforzou os sentimentos “pro life” dos católicos.

A mesma Gallup, informou “LifeSiteNews”, constatou que a maioria dos americanos se opõe ao “casamento” homossexual. 57% acham que não pode ser reconhecido como válido.

A tendência contrária a esse falso casamento cresce ano após ano, diz a Gallup, enquanto que os favoráveis caíram de 46% em 2007 ao atual 40%.

Numa outra questão, 48% dos americanos disseram que o “casamento” homosexual cambiaria a sociedade para pior.


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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Casal neo-pagão e casal cristão

O caso de um casal inglês que se “fez suicidar” pela empresa Dignitas de Zurique, dividiu dois países: Suíça e Inglaterra.

Foram Sir Edward Downes considerado "um dos melhores diretores de orquestra britânicos da pós-guerra" seguno "El País", e sua esposa lady Joan ex-bailarina, produtora e coreógrafa.

Engrossaram o mundo dos “famosos” (acha-se que isto é sinônimo de “felizes”), mas não tinham fé, só viram os prazeres e esqueceram do destino trascendente do homem.

Idosos e pacientes terminais ingleses alimentam um “turismo da morte” até a Suíça. 116 britânicos foram mortos pela Dignitas num total de mais de mil desde 1988.

Entretanto, Dignitas não encontra local para funcionar pelo repúdio dos moradores dos bairros onde se instalou.

A Corte Européia de Direitos Humanos e o Supremo suíço emitiram acórdãos favoráveis a Dignitas. Mas a indignação popular não arredou e um advogado cedeu sua própria casa para o horrendo ato.

O imoral negócio rende 10 mil francos suíços (R$ 18.400) por suicídio. Há mais quatro clínicas semelhantes na Suíça, mas nenhuma aceita estrangeiros.

O jornal londrino “The Guardian” mostrou que muitos não tinham as doenças mortais que diziam. Na realidade, não se resignavam a não tirar mais prazeres da vida.

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Concepção da vida baseada na Fé

Numa era de fé, procuraram servir a Deus nesta terra e encontraram a paz do repouso eterno.

Túmulo de Juvenal des Ursins e de sua esposa na catedral Notre Dame de Paris.

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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Órgão dos bispos canadenses financia ONGS abortistas e subversivas do Brasil


A agência LifeSiteNews publicou lautos análises mostrando que o aborto no Brasil está sendo promovido também por ONGs que recebem financiamentos de fundos supostamente humanitários do Canadá.

A agência denunciou o órgão oficial da Conferencia dos Bispos de Canadá Dévélopment et Paix ‒ D&P porque financia ONGs que apoiam o aborto e a subversão no Brasil.

D&P coleta esmolas nas igrejas canadenses supostamente para auxiliar os necessitados no Terceiro Mundo.

Mas, há meses vem provocando sucessivos escândalos por financiar grupos abortistas no mundo, sobre tudo na América Latina.

Os bispos do Peru, por exemplo, escreveram aos bispos canadenses pedindo que cessem de financiar esses grupos contrários à vida na nação peruana.

D&P recolhe apoios de bispos canadensesNo Brasil, Dévélopment et Paix financia o Movimento de Mulheres Camponesas, que apóia projetos de aborto argumentando que o assassinato de inocentes é um “direito humano”.

D&P recolhe apoios de bispos canadenses

“Criminalizar as mulheres que praticam o aborto é um ato de absoluta injustiça e contra os Direitos Humanos” difunde esse Movimento no seu site.

O Movimento está incluído na lista dos “parceiros” de D&P no País, junto com o Centro Ecumenico ao Servico de Educacao Popular, a Comissão Pastoral da Terra (CPT); o MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra; FASE-Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional; CIMI - Conselho Indigenista Missionário; o Movimento dos Atingido por Barragens; e muitos outros órgãos ligados à esquerda católica, o petismo e até à CNBB.

Vários deles, como o MST e o CIMI, são uma fonte contínua de revolução social.
A FASE trabalha pelo aborto enquanto “direito” e difunde literatura pela liberalização do extermínio de inocentes até por meio do SUS.

A FASE integra a Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos.

O escândalo atinge também o México, a Bolívia, e a África, onde a D&P subvenciona Ongs pela contracepção, pelo feminismo radical e pela homossexualismo.

D&P responde dizendo que é “um braço da Igreja” porque trabalha a serviço da Conferência dos Bispos do Canadá, acrescenta LifeSiteNews.

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