terça-feira, 21 de abril de 2009

Familiares de grande empresário do aborto morrem junto ao 'Tumulo dos não nascidos'

Avião que levava família do maior empresário do aborto cai e pega fogo
Grande parte da família de Irving 'Bud' Feldkamp III, dono da maior rede privada de aborto dos EUA morreu num acidente aéreo em Butte, Montana, informou o jornal local “Redland Daily Facts”.

No acidente pereceram 7 netos do empresário da morte, duas filhas e os dois genros, mais os pilotos. O avião, um turbo-hélice Pilatus PC-12, não apresentava problemas. O piloto era muito experiente e nada comunicou a torre de controle enquanto tentava um pouso de rotina.

Segundo testemunhas, o aparelho subitamente apontou ao chão e explodiu em chamas na área do cemitério católico da Santa Cruz, contiguo à pista do aeroporto de Butte.

O fato simbólico é que nesse cemitério se encontra o 'Tumulo dos Não Nascidos', erigido em lembrança dos bebês mortos pelo aborto. Residentes da região acostumam se reunir diante dele para rezarem o terço pelas almas desses inocentes massacrados.

A empresa de Irving Feldkamp ‒ a Family Planning Associates ‒ gerencia 17 clinicas da morte, que realizam mais abortos na Califórnia do que qualquer outro sinistro provedor desse crime legalizado. Mais inclusive que a malfadada Planned Parenthood.

Restos do avião que levava família do maior empresário do abortoA jornalista pro-vida Gingi Edmonds, de Hanford, Califórnia, escreveu ter alertado o empresário para que, por amor aos seus filhos, parasse de derramar sangue inocente. Mas Feldkamp parecia só se interessar pelo dinheiro.

Ele visitou o local do desastre com sua esposa e os dois filhos que restaram. Ele se deteve junto aos restos retorcidos e carbonizados da aeronave, falando com os investigadores diante das sacolas de polietileno que recobriam os restos mortais dos falecidos.

A imprensa local deu bom espaço ao desastre, mas omitiu informar sobre o simbolismo de ocorrer junto ao Memorial das vítimas do aborto, muitas delas do próprio empresário enlutado.

Este aspecto dá à ocorrência um caráter de advertência divina, disse Gingi. Se é assim com um empresário ganancioso o que será do mundo que adota a “cultura da morte”, caso não mude seus costumes?

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