terça-feira, 25 de novembro de 2008

Professores querem fim da anarquia nas escolas brasileiras

Segundo a última pesquisa Pnad da ONU, o analfabetismo no Brasil está pior que na Bolívia.

Outra pesquisa feita no Brasil pela Organização dos Estados Iberoamericanos mostrou que 83% dos professores desejam o retorno da disciplina nas escolas. 67,4% deles defenderam a expulsão de alunos.

“Somos agredidos verbalmente pelos alunos diariamente”, disse Ricardo Pinto, professor de história em São Paulo. O presidente da CNTE (confederação dos profissionais da educação), Roberto Franklin de Leão, diz: “estamos abandonados pelo Estado, sem condições adequadas de trabalho”.

“Não há limites para nada. A expulsão é necessária em alguns casos”, acrescentou o pesquisador da Universidade de Brasília, Wanderley Codo.

Nesse ambiente de “Revolução cultural” permanente introduzido pelas esquerdas o analfabetismo não acabará, e a anarquia e a ignorância farão mais estragos nas crianças.

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terça-feira, 18 de novembro de 2008

A família volta a ser vista como “sagrada”, diz filósofo francês


O filósofo francês Luc Ferry, ex-ministro da Educação, está causando sensação. No seu novo livro, Famílias, Amo Vocês, constata que o amor pela família supera até a própria procura da religião. Em entrevista a “Veja” (22/10/08) defendeu “a família é a única entidade realmente sagrada na sociedade moderna, aquela pela qual todos nós, ocidentais, aceitaríamos morrer, se preciso. Os únicos seres pelos quais arriscaríamos a vida no mundo de hoje”.

Décadas a fio fez-se tudo para destruir a família: das novelas ao divórcio express. Freud berrado pelos “revolucionários culturais” de Maio de 68, do hippismo e da droga escarneciam da família. E quando parece chegar ao fim, cumpre-se o que dissera outro pensador francês bem anterior: “expulsai a natureza, e ela voltará ao galope”. Hoje poderia dizer: “expulsaram a família, e ela está volvendo ao galope”.

Ferry sustenta nos seus best-sellers que “sagrado algo pelo qual vale a pena morrer”. Nos tempos marcados pela Fé, os homens morriam por Deus, por exemplo, nas cruzadas. Quando a Fé entibiou se fizeram matar por revoluções. Por exemplo, a revolução protestante e as guerras de religião. Também a Revolução Francesa e as guerras napoleônicas e/ou democráticas. Mais do que tudo, a Revolução socialista-comunista da Rússia que fez mais de cem milhões de vítimas.

Hoje não é mais assim, os homens têm saudade mesmo da família e dos filhos e estão dispostos cada vez mais a dar vida por eles.

Ferry explica a decadência da família pela idéia equivoca de “casamento por amor”. Antes, diz ele, casava-se para dar continuidade à família, manter a linhagem ‒ i. é, a tradição ‒ e a propriedade. “Com o capitalismo as mulheres se tornaram operárias nas fábricas. Com isso, houve uma grande ruptura. A percepção a respeito dos filhos e das crianças em geral também sofreu grande modificação”.

“A partir do momento em que a união entre duas pessoas se ampara apenas na lógica do sentimento, basta que o amor se apague para que outro amor se imponha.” Resultado: a família fica carcomida por infelicidades, aparece a infidelidade e a frustração, e o desastre: o divórcio, a insatisfação, o descontentamento generalizado.

E, nesta hora histórica, como na parábola do filho pródigo, que os homens se voltam cada vez mais para esse refúgio de paz, ordem e estabilidade: a família bem constituída, portanto estável e feliz.

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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Em ex-centro do universo concentracionário soviético ergue-se nova catedral dedicada a Nossa Senhora de Fátima

Na cidade de Karaganda, capital do Kazakistão, segundo informou a agência vaticana Fides, vai a ser inaugurada uma nova catedral dedicada a Nossa Senhora de Fátima.

Durante mais de 50 anos, o comunismo tentou apagar a luz da Fé no país. Muitos católicos foram martirizados. Os que ficaram, sacerdotes e leigos, viviam na clandestinidade.

Além do mais, a região foi transformada “num imenso campo de concentração” onde foram deportadas milhões de pessoas de 120 etnias. Por isso a região foi apelidada “Karlag” (“Karaganda lager”), um dos mais vastos e horríveis pontos do universo concentracionário soviético.

Ali foram martirizados inúmeros católicos, entre os quais o Pe Alexis Saritski beatificado em 2001. A nova catedral-santuário honrará esses mártires.

A igreja é em estilo gótico e está revestida com pedras do Cáucaso. Foi construída graças a ajuda de fiéis de todo o mundo, que organizados por campanhas como a da italiana Luci sull’Est, reuniram os meios necessários para esta vitória de Nossa Senhora de Fátima.

Aliás, temos certeza que este é um animador antecipo da conversão da Rússia prometida pela Mãe de Deus na Cova da Iria.

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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Jovem descreve o auxílio da graça divina para impedir a profanação da Sé de Neuquén, Argentina

Defesa da Catedral de NeuquénEm 17 de agosto p.p. uma centena de jovens argentinos evitou que a Catedral de Neuquén (capital do Estado onde fica Bariloche) fosse profanada por uma marcha de abortistas, lésbicas e feministas reunidas pelo governo populista argentina no XXIII Encuentro Nacional de Mujeres (ENM).

Tentativa de profanação da catedral, Neuquén, ArgentinaAs ativistas abortistas-lésbicas-feministas, acompanhadas de alguns protetores masculinos disfarzados de sacerdotes atacaram com insultos, blasfêmias, pedras e atos indignos.

Os jovens ficaram impávidos rezando o terço e impedindo o acesso à Catedral.

Pablo, 21, foi um deles. Ele contou que os jovens estavam num encontro. Sabendo do perigo, só 100 deles foram defender a Sé.

“Tudo durou uma hora e quarenta minutos. Foi terrível, berravam, cuspiam, jogavam latas, aerossóis e pedras, rasgaram a bandeira argentina e atearam fogo nela. Nós só rezávamos a Ave Maria sem parar. Pedindo por cada criança abortada, pela Igreja e em reparação pelas blasfêmias”.

Homossexual faz parodia de benção sacerdotalEntretanto, acrescentou, “nos invadia uma paz extraordinária que não podia vir se não de Nosso Deis e Senhor que nos consolava”.

“Nós fomos dispostos a resistir até a última gota de sangue (...) Quando elas começaram a arrancar a bandeira alguns dos nossos quase caíram para defendê-la, então jogamos água benta e isto lhes deu novas forças”, lembrou.

Milhares de pessoas viram o filme na Internet e muitos acharam que a agressão abortista-feminista foi um testemunho palpável da ação de Satanás na vida hodierna.

Vitória final dos jovens católicosSegundo Pablo, após essa experiência, todos os jovens saíram fortalecidos e decididos a “viver a vida como ela verdadeiramente é: um combate, uma milícia”.

“Acredito que é hora de acordarmos, de tomar consciência de que se nós [os católicos] não o fazemos, ninguém o faz (...) o mundo aguarda de nós que vamos a conquistá-lo”, concluiu.


Veja as cenas dessa resistência que honra o nome católico:



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