segunda-feira, 14 de abril de 2008

É errado dizer “não posso impor minhas crenças aos outros?”

Os católicos não podem votar em candidato favorável a uma ação intrinsecamente má como o aborto, escreveram os bispos do estado de Kentucky, em carta pastoral coletiva.

“Todas as leis humanas devem ser conferidas com a Lei Natural, gravada em nossos corações pelo Criador”.

Nenhum católico, político ou não, pode tirar o corpo alegando que ‘pessoalmente eu me oponho ao aborto, mas não posso impor minhas crenças religiosas aos outros’. “Isto é uma contradição moral [...], é um engano a si próprio”, conclui a pastoral.

Petismo tenta derrubar estratégia que freia a AIDS

Enquanto a abstinência dos solteiros e a castidade matrimonial vêm se demonstrando o único método realmente eficaz para conter a AIDS, o governo petista segue empenhado em sabotar internacionalmente os programas de prevenção baseados na fidelidade conjugal e na abstinência.



Mariângela Simão, Roosewelt Pinheiro-ABr



A coordenadora do programa nacional de DST-Aids, Mariangela Simão [foto], disse que o Brasil elabora uma declaração conjunta com países latino-americanos, criticando os programas de prevenção de aids baseados em fidelidade e abstinência.

O documento, flagrantemente catastrófico, deverá ser apresentado na próxima reunião da Assembléia Geral das Nações Unidas sobre HIV/Aids, programada para junho em Nova York. Quem semeia ventos, colhe tempestades.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Croácia: redução do aborto, divórcio e suicídio

Desde 1989 até 2005, o número de abortos caiu 88,5% na Croácia. O resultado é fruto de um trabalho de catequização e formação promovido pela Igreja Católica, informou a agência Zenit.

A monstruosa lei de aborto nesse país é a mesma do período comunista. Em virtude de dito apostolado, caiu o número de divórcios e suicídios e o uso de anticoncepcionais, e duplicou o número de famílias com pelo menos três filhos.

O nível de doentes de AIDS ficou baixíssimo.

Nesta recuperação religiosa, moral, cultural e humana, pesou decisivamente a propaganda anti-aborto e a difusão da devoção a Nossa Senhora de Fátima, estimuladas por associações leigas católicas como Luci sull'Est, da Itália.

Cardeal da Letônia: homossexuais não podem governar


O Cardeal de Riga (Letônia), D. Janis Pujats [foto], advertiu que os homossexuais devem ser banidos dos cargos públicos do país.

Nas próximas eleições, disse o Cardeal, os candidatos devem se manifestar “preparados para defender a nação letã contra a invasão da homossexualidade na vida pública”, informou “The Baltic Times”.

O cardeal Pujats sublinhou que um indivíduo que não seja um “vigoroso advogado dos valores morais do povo não pode concorrer e não pode ser nomeado primeiro-ministro”.

Os princípios morais corajosamente defendidos por D. Pujats, entretanto, são considerados ilegais pelas iníquas normas da União Européia. Não é a primeira vez que um sucessor dos Apóstolos desafia corajosamente normas jurídicas imorais.

Não é filme de horror; são clínicas de aborto “legal”

O fechamento de quatro clínicas abortistas de Barcelona, do grupo Ginedemex, desvendou algo do que ocorre no submundo do aborto “legal”.

Dr Carlos Morín, diretor clinica abortista Emecé, grupo Ginedemex, Barcelona

Nelas faziam-se abortos sem limite de tempo de gestação, designando-os “abortos legais”.

Trituradoras industriais, ocultas sob a mesa da recepção da clínica ou junto da sala de espera das mulheres, moíam fetos de mais de 24 semanas; esgotos entupidos por restos humanos; simples faxineiras que distribuíam remédios ou “esterilizavam” bisturis; anestesistas sem qualificação e psiquiatras que assinavam relatórios médicos sem terem visto as pacientes –– horrores como estes constam nos autos do processo que corre no 33º Juizado de Barcelona.

O Tribunal Superior de Justiça da Catalunha ordenou a prisão do diretor e de responsáveis das clínicas por “atos radicalmente ilegais”.

Reação de fiéis leva cardeal a proibir “missas homossexuais”

Os católicos ingleses não podiam acreditar, mas era verdadeiro: o Cardeal Cormac Murphy O'Connor [foto], primaz da Inglaterra, tinha autorizado “missas homossexuais” para militantes da sodomia aglutinados na rede “Quest”. Estes diziam que tais missas eram “só o começo”.

Porém os católicos ingleses apresentaram seus protestos diretamente ao Vaticano. Pouco depois o vigário geral da arquidiocese de Londres, Mons. Sheamus O'Boyle, encerrou as escandalosas missas.

Reuniões de estudantes homossexuais que se diziam católicos, na Universidade de Liverpool, promovidas pelo mesmo grupo, também foram extintas pela arquidiocese da cidade, após queixas apresentadas pelos fiéis.