quinta-feira, 25 de outubro de 2007

87% dos brasileiros reprova totalmente o aborto, mas abortistas fingem não perceber

Só 3% dos brasileiros acha o aborto "moralmente aceitável" e 87% o reprova totalmente. Os resultados foram colhidos pela Datafolha. A Datafolha, é propriedade da Folha de São Paulo jornal visto pela agência Católica Internacional como "o mais abortista do país". A fonte é portanto insuspeita.

A enquete visava definir o “novo “perfil da família brasileira” e interrogou mais de duas mil pessoas em 211 municípios. A mudança mais significativa constatada foi em matéria de aborto. Em 1998, 61% julgava que o aborto é “muito grave”. Em 2007 é o 71%. A Folha qualificou esta tendência de “avanço espantoso”. E acrescentou que “hoje só o 3% da população considera ’moralmente aceitável’ que uma pessoa se submeta a um aborto, contra 87% que o qualifica de moralmente errado”. A Folha tentou amenizar o impacto — negativo para o aborto — entrevistando militantes abortistas.

Inúmeros abusos se praticam em nome da “democracia” e dos “desejos do povo”. Mas, agora é mais do que evidente que o povo brasileiro não quer a liberalização do aborto. Por que então não ouví-lo e fazer sua vontade, aliás tão razoável e tão cristã? Não! Ele é desrespeitado pelo abortismo do capitalismo publicitário, da política, das ONGs e da ONU!

Há algo estranho nos pleiteadores do aborto. Eles agem como se houvesse uma religião — uma religião da morte? — por trás de suas crenças e não como os humanitáristas, altamente democráticos, que quereriam o bem da mulher, que dizem ser.

sábado, 6 de outubro de 2007

Campanha anti-aborto percorre ruas e estradas de Canadá


O grupo pró-vida Canadian Centre for Bio-Ethical Reform (CCBR) iniciou uma campanha que consiste em fazer girar pelas ruas das cidades canadenses um caminhão com 11 metros de comprimento exibindo fotografias do sanguinário resultado do aborto de seres humanos. A campanha começou em Calgary.

“Os advogados do aborto falam de ’liberdade reprodutiva’ e direito de escolha da mulher” disse Stephanie Gray, diretora do CCBR. “Mas essa linguagem encobre o que é o aborto, isto é, um ato de violência que mata uma criança”. Oficialmente no Canadá há 100.000 abortos por ano, informou LifeSiteNews.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Envenenar o feto antes de abortá-lo: nova fórmula do “aborto seguro”

Nos EUA, onde foi proibido o cruel aborto por nascimento parcial (partial birth abortion), o abortismo excogitou outra forma para ultimar a vida de crianças por nascer. Em Massachusetts, segundo o acatado diário local “Boston Globe”, quando a gestação atinge 20 semanas “estão injetando drogas letais nos fetos antes de abortá-los”.

O Dr. Michael F. Greene, diretor do setor de obstetrícia do hospital Massachusetts General (foto), apontou três hospitais ligados à Universidade de Harvard: o próprio Massachusetts General, o Brigham and Women’s e o Beth Israel Deaconess.

Movimentos pró-vida observaram que por esse método os fautores do aborto “dão às crianças não nascidas venenos mortíferos para matá-las e se resguardarem de abortos ’mal sucedidos’. Essas ações transbordam de hipocrisia médica”. Se fosse necessária mais uma prova da inumanidade contida no crime ignominável do aborto, aqui está.

Universitária católica salva vidas dissuadindo mulheres que vão a abortar

“Sidewalk counselor” (literalmente conselheiro que caminha ao lado) é o que define o apostolado de Cassidy Bugos, estudante universitária católica. Ela fica do lado de fora da clínica de abortos da Planned Parenthood em Washington e quando se aproxima uma mulher para abortar, ela se põe do lado, caminha junto com ela e a esclarece da verdadeira dimensão do ato horroroso que vai cometer. Cassidy é mais uma de outras voluntárias pela vida que fazem isso.

Cassidy teve que se vencer a si própria para criar coragem. Mais acabou conseguindo. O que dizer em poucos segundos? Cassidy descobriu. Os companheiros da infeliz mulher tentam dissuadí-la? Cassidy não se importa. Cassidy viu no olhar de todas as mulheres — ricas ou pobres, moças ou maduras — um profundo mal-estar, e seu coração se rachou de dor cada vez.

Ela presenciou “viradas” que pagaram todos seus esforços. Uma vez, uma mulher de nome Anne-Marie caiu em lágrimas dizendo: “Não posso faze-lo, não posso faze-lo, eu sou uma católica”. E salvou a vida do filho. Cassidy publicou suas experiências no jornal estudantil The Rambler. Elas foram reproduzidas no site Lifesitenews.