domingo, 23 de setembro de 2007

Relatório acha relação entre demência e vasectomia


A Dra. Sandra Weintraub (foto), professora de psiquiatria e neurologia da Northwestern University’s Feinberg School of Medicine (foto embaixo), Chicago, nunca deu importância às alegações de que vasectomia está ligada à demência. Até que um dia perguntou a um grupo de doentes da forma de demência conhecida como afasia progressiva primária (PPA em inglês) que danifica a capacidade de falar e entender criando dependência incurável. Em nove pacientes, 8 tinham feito a vasectomia.

Weintraub apresentou o resultado de sua pesquisa neste ano. A vasectomia está ligada, segundo ela, a um largo leque de doenças que inclui arteriosclerose, imuno-deficiência adquirida, mal-estares crônicos e câncer de próstata.
40% dos homens afetados pela afasia progressiva primária tratados Northwestern’s Alzhheimer’s Disease Center fizeram a vasectomia. A afasia progressiva primária, ou mal de Pick, ataca homens e mulheres jovens, confundindo a fala e destruindo centros de comunicação cerebral até inutilizar o paciente. Weintraub também achou que o 30% das pessoas afetadas pela demência fronto-temporal (FTD), também tinham feito a vasectomia.

China: modelo do Brasil se o abortismo vencer?

Abortos simultâneos na mesma sala são freqüentes na China

Agentes do controle da natalidade em Guangxi e Shangdon vêm forçando dezenas de mulheres grávidas a abortarem no hospital de Baise, informou a rádio Free Asia. Os agentes fazem “arrastões” de grávidas invadindo as casas. À senhora Zhou fizeram uma aplicação “para trabalhar melhor” na altura da cabeça do bebê que logo nasceu morto.

He Caigan foi forçada a abortar porque não tinha 18 anos. Após a aplicação ela sentiu os estertores do bebê no seu próprio ventre até morrer.

Jovem traumatizada após praticarem nela o 2º aborto, Qingdao

As grávidas temem pisar o hospital por alguma outra razão pois está infestado de agentes do controle da natalidade.
As convicções religiosas das mães são atropeladas em nome da política oficial do “filho único”. A polícia ameaçou um sacerdote católico da perseguida Igreja clandestina para que não falasse à imprensa, mas ele contou o caso de paroquianas seqüestradas e obrigadas a abortarem.

A China é sinistro “modelo” do que pode vir a acontecer no Brasil se a atual ofensiva pelo aborto atingir seus objetivos mais extremados.

Estranhas conexões entre progressismo católico e abortismo


O movimento Católicas pelo Direito de Decidir aluga vasto local no 4º andar num prédio propriedade da Ordem do Carmo, em São Paulo.

No 5º andar está a sede da Regional Sul da CNBB, e no 7º a sede da Conferência dos Religiosos do Brasil.

Nessas instalações pretendem dar curso que “põe em xeque o pensamento católico sobre a virgindade, uso de métodos anticoncepcionais, maternidade como destino, homossexualidade e aborto”.

Agentes de pastoral da Igreja Católica foram convidados, informou a Agencia Católica Internacional.

Segundo Fátima Oliveira (foto), secretária executiva de Rede Feminista de Saúde há anos grupos abortistas trabalham aliados ao Conselho Nacional de Igrejas Cristãs de Brasil (CONIC), no qual tem parte a CNBB.

Envenenar o feto antes de abortá-lo: nova fórmula do “aborto seguro”

Nos EUA, onde foi proibido o cruel aborto por nascimento parcial (partial birth abortion), o abortismo excogitou outra forma para ultimar a vida de crianças por nascer. Em Massachusetts, segundo o acatado diário local “Boston Globe”, quando a gestação atinje 20 semanas “estão injetando drogas letais nos fetos antes de abortá-los”.

O Dr. Michael F. Greene, diretor do setor de obstetrícia do hospital Massachusetts General, apontou três hospitais ligados à Universidade de Harvard: o próprio Massachusetts General, o Brigham and Women’s e o Beth Israel Deaconess.

Movimentos pró-vida observaram que por esse método os fautores do aborto “dão às crianças não nascidas venenos mortíferos para matá-las e se resguardarem de abortos ’mal sucedidos’. Essas ações transbordam de hipocrisia médica”. Se fosse necessária mais uma prova da inumanidade contida no crime ignominável do aborto, aqui está.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

3º Congresso do PT: nova ofensiva pelo aborto



O PT realizou o seu 3º Congresso para decidir as políticas futuras e decidiu se engajar pela descriminalização do aborto e sua regulamentação pela rede pública de saúde. A proposta pelo aborto foi defendida pela ministra de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro (foto), e pela deputada Iriny Lopes (ES).

Matilde Ribeiro (Roosewelt Pinheiro/ABr)

A proposta foi aprovada por ampla maioria. “As mulheres não podem fazer abortos clandestinos”, disse Matilde, repetindo o velho realejo.

Para obter o acordo partidário pela massacre do inocentes foi feito um jogo de palavras: “legalização” foi substituído por “descriminalização”.

O deputado Odair Cunha (MG), mais matreiro, pediu que o PT não mexesse nesse vespeiro e foi vaiado pelo plenário.

O engajamento petista foi comemorado com um velho grito de guerra partidário, porém modificado: “Partido, partido, é das trabalhadoras”.

No 3º Congresso ficou claro que o aborto virá para “atender a exigência dos movimentos sociais”.

Pró-aborto desfilam no Grito dos Excluídos


Grito dos Excluídos, Brasília, Marcelo Casal Jr/ABr

Sinal precursor aconteceu no Grito dos Excluídos, convocado pela CNBB, no 7 de setembro. Em São Paulo, na missa na Catedral da Sé, imensa faixa verde e amarela foi levada até ao altar em procissão com as “principais reivindicações do povo”.

Depois da missa, manifestantes seguiram para o Monumento do Ipiranga misturando músicas dos movimentos populares e Hino Nacional. Participaram militantes do MST, PSOL, PSTU, PCB e Partido Humanista. Entre os movimentos sociais estava o “Marcha Mundial das Mulheres”.

“Nem papas, nem juízes, as mulheres decidem”, dizia um cartaz dessa Marcha Mundial das Mulheres, exigindo a liberação do aborto. “Não é a posição da Igreja, mas não há como evitar esse tipo de manifestação”, comentou insensível a freira Beatriz Maestri, representante do Conselho Indigenista Missionário, CIMI, dependência da CNBB.