domingo, 23 de setembro de 2007

Envenenar o feto antes de abortá-lo: nova fórmula do “aborto seguro”

Nos EUA, onde foi proibido o cruel aborto por nascimento parcial (partial birth abortion), o abortismo excogitou outra forma para ultimar a vida de crianças por nascer. Em Massachusetts, segundo o acatado diário local “Boston Globe”, quando a gestação atinje 20 semanas “estão injetando drogas letais nos fetos antes de abortá-los”.

O Dr. Michael F. Greene, diretor do setor de obstetrícia do hospital Massachusetts General, apontou três hospitais ligados à Universidade de Harvard: o próprio Massachusetts General, o Brigham and Women’s e o Beth Israel Deaconess.

Movimentos pró-vida observaram que por esse método os fautores do aborto “dão às crianças não nascidas venenos mortíferos para matá-las e se resguardarem de abortos ’mal sucedidos’. Essas ações transbordam de hipocrisia médica”. Se fosse necessária mais uma prova da inumanidade contida no crime ignominável do aborto, aqui está.

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